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Agricultores garantem produção de alimentos durante pandemia

A produção agrícola do Brasil seguirá normalmente em meio às medidas de combate ao coronavírus, disseram nesta quarta-feira (18) entidades do setor e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as medidas aplicadas por governos no combate à doença – como isolamento social- não podem ser absolutas, e a cadeia de produção e comercialização de alimentos deve permanecer sem alterações, assim como os serviços de saúde, uma vez que a demanda não será reduzida pela crise.

“Do contrário, se faltarem alimentos ou se houver irregularidades no abastecimento, a saúde das pessoas será afetada e a própria harmonia social, que tanto precisamos nessa hora, será atingida”, disse a CNA em comunicado.

No mesmo tom, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) também garantiu que as atividades no campo seguirão normalmente, acrescentando ver demanda aquecida por alimentos.

“Outros setores da economia já estão sendo afetados pela epidemia. Mas nós, no campo, não. Os brasileiros podem ficar tranquilos que vamos fazer a nossa parte para manter a economia aquecida”, disse em nota o presidente da Aprosoja, Bartolomeu Braz Pereira.

Em evento nesta quarta-feira, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, aprovou a posição das entidades, afirmando que a população deve se manter tranquila em relação ao abastecimento de alimentos.

“O Brasil é um grande celeiro, produtor de alimentos, e não precisamos ter nenhuma expectativa negativa de que não teremos alimentos para nosso povo”, disse Tereza, segundo nota divulgada pela pasta.

Já foram confirmados 291 casos de coronavírus no Brasil, segundo o mais recente balanço do Ministério da Saúde. O governo federal solicitou na noite de ontem(17) que o Congresso reconheça o estado de calamidade pública.(Fonte Agência Brasil)

Cupons para trabalhador informal vai durar três meses

Para proteger os trabalhadores informais, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego, o governo distribuirá vouchers (cupons) por três meses, anunciou há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes. A medida consumirá R$ 15 bilhões – R$ 5 bilhões por mês – e terá como objetivo, segundo o ministro, amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica criada pela pandemia de coronavírus.

O benefício terá valor equivalente ao do Bolsa Família e começará a ser distribuído nas próximas semanas. Os vouchers poderão ser retirados por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento administrado pelo Ministério da Cidadania que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, desde que o beneficiário não receba nenhum benefício social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Esses trabalhadores informais estão no cadastro único, não estão no Bolsa Família, nem no BPC. É uma turma valente que está sobrevivendo sem ajuda do Estado. Vamos garantir pelo menos recursos para a manutenção básica durante a crise”, declarou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Atualmente, o Bolsa Família paga de R$ 89 a R$ 205 por mês às famílias cadastradas. O valor médio corresponde a R$ 191. Gestantes, lactantes (mães que amamentam) e filhos de até 15 anos de idade recebem, cada um, adicional de R$ 41, até o teto de R$ 205.

Ao explicar o sistema de cupons, apelidado de coronavoucher, Guedes disse que o benefício poderá ser retirado na Caixa Econômica Federal, nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou por meio de aplicativo, por quem queira evitar contato físico. O funcionário verificará se a pessoa está no cadastro único. Caso não receba nenhum benefício social, o trabalhador informal poderá retirar o dinheiro.

Segundo Guedes, a instituição dos vouchers foi encomendada há uma semana pelo presidente Jair Bolsonaro. “Uma preocupação que o presidente sempre teve foi com o mercado informal. Hoje existem 38 milhões de brasileiros nas praias vendendo mate, vendendo cocada na rua, sem emprego formal, entregando coisas, ou sendo flanelinhas”, disse. “Estamos assegurando a proteção daqueles que estão sendo as principais vítimas da crise.”

Calamidade

O ministro da Economia explicou que os R$ 15 bilhões virão do espaço fiscal a ser aberto no Orçamento Geral da União pelo decreto de estado de calamidade pública, que elimina a necessidade de cumprimento da meta fiscal de déficit primário de R$ 124,1 bilhões pelo governo federal neste ano. Ele declarou que a aprovação pelo Congresso do decreto é essencial para evitar um contingenciamento (bloqueio) de verbas nos próximos dias, que poderia chegar a R$ 40 bilhões num cenário de crise econômica.

“Num momento em que a saúde dos brasileiros e a manutenção dos empregos exigiriam gastos adicionais, teríamos de contingenciar R$ 40 bilhões. A saúde e o emprego dos brasileiros estão acima de qualquer interesse. A solução técnica foi o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal (https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11234405/artigo-65-lc-n-101-de-04-de-maio-de-2000), que suspende as metas em caso de calamidade”, explicou.

Guedes prometeu anunciar novas medidas de contenção dos impactos da crise a cada 48 horas. Ele também disse que a equipe econômica está discutindo, em conjunto com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, um pacote de socorro à renegociação de dívidas de companhias aéreas e prometeu novas ações para aliviar o caixa de micro e pequenas empresas, como a autorização para que o governo banque parte dos salários por alguns meses.

O ministro relembrou medidas anunciadas nos últimos dias, como a antecipação de benefícios e o adiamento de pagamento de impostos e contribuições no total de R$ 153 bilhões e a liberação de R$ 135 bilhões de depósitos compulsórios – dinheiro que os bancos são obrigados a deixar retidos no Banco Central. Ele também citou o remanejamento de R$ 5 bilhões de emendas parlamentares e de R$ 4,5 bilhões do seguro obrigatório (DPVAT) para o Sistema Único de Saúde para “começar a luta contra o coronavírus”.

(Fonte Agência Brasil)

Justiça do Rio proíbe almoço em escolas durante paralisação

A Justiça do Rio suspendeu, na tarde desta terça-feira, o almoço escolar nas escolas municipais da capital e a realização do programa “sábado carioca”, que tinham sido mantidos apesar da interrupção das aulas na rede por causa do novo coronavírus (Covid-19).
Na decisão, a juíza Neusa Regina Larsen de Alvarenga Leite, da 14ª. Vara de Fazenda Pública, destacou que “o estado encontra-se em situação excepcional, em que deve-se evitar aglomerações e até a circulação nas ruas, tornando a continuidade desses projetos sociais (almoço nas escolas e o “sábado Carioca”) eventos temerários para as crianças e adolescentes, bem como para os profissionais envolvidos”.
Na manhã desta terça-feira, a Secretaria Municipal de Edução havia informado a redução no número de escolas que iriam oferecer almoço aos alunos durante o período em que ficarão sem aulas. A redução das unidades foi feita com base na procura de alunos, pais e responsáveis nas unidades.

Dois médicos do Pedro Ernesto estão com coronavírus

O Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), confirmou, nesta terça-feira, que dois médicos de seu corpo clínico foram confirmados com o novo coronavírus (Covid-19).

Segundo a direção do hospital, um médico da especialidade de nefrologia recebeu o diagnóstico positivo para o Covid-19 e está internado em um hospital particular. O outro caso é de um professor que se encontra em boas condições de saúde e está em isolamento domiciliar.

A diretoria do hospital informou que no Hupe não há, até o momento, nenhum paciente internado diagnosticado com Covid-19, e não há confirmação da circulação do vírus pelas dependências da unidade.

O hospital informou ainda que não é uma unidade básica de saúde, mas que está sendo preparado para atuar no suporte aos pacientes com coronavírus que apresentarem quadro de média ou alta complexidade.

“O Hospital reservou enfermaria específica para esses pacientes, com dez leitos equipados com suporte respiratório. Há outros cinco leitos para isolamento. Além disso, na próxima semana, mais 15 leitos estarão disponíveis”, informa a nota do Hupe.

Policial civil é baleado na Candelária

Um policial civil foi baleado na esquina das ruas Visconde de Inhaúma com Candelária, no Centro do Rio, na tarde desta terça-feira. Identificado como José Carlos Pedroso, ele foi baleado no peito quando passava pelo local. Dois homens em uma moto abordaram a vítima e tentaram assaltá-la. Um dos criminosos tentou tomar a arma de José, que reagiu e foi atingido em seguida. O policial foi socorrido por agentes do Centro Presente e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar. Até o momento, não há informações sobre seu estado de saúde.

Segundo a assessoria da Operação Centro Presente, militares foram acionados para uma ocorrência na região, por volta das 13h. No local, encontraram um homem ferido, que se identificou como policial civil, e o socorreram.

Em nota, a Polícia Civil informou que “investigações estão em andamento na 4ª DP (Praça da República) para apurar a tentativa de homicídio de um policial civil, no Centro da cidade. Agentes realizam diligências na região em busca de informações que ajudem a identificar a autoria do crime”.

Arquidioceses do Rio e Niterói dispensam fiéis de missas

Arquidioceses do Rio e Niterói dispensam fiéis de missas como precaução ao novo coronavírus
As celebrações, no entanto, não vão deixar de ser realizadas. Os decretos suspendem a obrigatoriedade da presença dos religiosos e pedem que acompanhem os eventos pela TV e rádio.

As arquidioceses do Rio e de Niterói decretaram que todos os fiéis estão dispensados de participar das missas dominicais e demais celebrações nas igrejas por tempo indeterminado devido à pandemia do novo coronavírus.

A decisão não suspende a realização das missas, mas recomenda aos religiosos que evitem as igrejas e acompanhem as celebrações pela televisão, rádio e outras formas e transmissão.

Segundo o arcebispo metropolitano de Niterói, José Francisco Rezende Dias, os sacerdotes vão celebrar as missas diariamente, mas sem a assistência do povo. As igrejas, no entanto, vão permanecer abertas nos horários de costume para orações pessoais.

No Rio, o cardeal arcebispo Dom Orani Tempesta decreta a não obrigatoriedade da presença nas missas, mas pede aqueles que ainda continuarem a frequentar as igrejas que mantenham ‘uma distância prudente uns dos outros, segundo orientações das autoridades sanitárias, como prevenção contra contágio’.

Rio de Janeiro tem 33 casos confirmados de coronavírus

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registrou, até esta terça-feira (17/03), 33 casos confirmados de coronavírus (Covid-19) no estado do Rio de Janeiro.

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira: Rio de Janeiro (31), Niterói (1) e Barra Mansa (1). As vítimas confirmadas hoje são duas mulheres. Um dos pacientes está internado em estado gravíssimo e os demais estão em isolamento domiciliar, apresentando estado de saúde estável. A SES esclarece ainda que registrou os primeiros casos de transmissão comunitária na capital fluminense.

Plano de contingência

No mês passado, a SES elaborou e definiu um plano de contingência para enfrentar uma possível epidemia de coronavírus no Estado do Rio.

O plano tem a intenção de sistematizar ações e procedimentos de responsabilidade da esfera estadual de governo. Os níveis de acionamento (zero, um, dois e três) foram organizados de acordo com parâmetros epidemiológicos, como números de casos.

O primeiro objetivo estratégico do plano de contingência é intensificar medidas de segurança para conter a transmissão humano a humano, incluindo as infecções secundárias entre pessoas próximas e profissionais de saúde.
Caso uma pessoa apresente sintomas e sinais de doenças respiratórias, ela será identificada imediatamente, isolada e atendida da forma como preconizam a OMS e o Ministério da Saúde.

Os níveis
– Nível Zero – Casos importados notificados ou confirmados.
– Nível 1 – Transmissão local de coronavírus no estado do Rio de Janeiro.
– Nível 2 – Transmissão comunitária, que ativará outros leitos para assistência de casos graves.
– Nível 3 – Quando as ações e atividades orientadas para serem realizadas no nível 2 de ativação forem insuficientes como medidas de controle e para a organização da rede de atenção na resposta. Caso o surto chegue a esse nível, além de todas as unidades citadas anteriormente, será criado pela Secretaria de Estado de Saúde um hospital de campanha e as Forças Armadas serão acionadas. Haverá ainda a utilização de leitos em unidades especializadas, com a suspensão de cirurgias eletivas.

Medidas de prevenção

– Proteger nariz e boca ao espirrar ou tossir
– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e copos
– Lavar frequentemente as mãos, especialmente após espirrar ou tossir
– Utilizar álcool em gel nas mãos

Plano de contingência

Shoppings do interior do Rio terão horários alterados  

Confira o que mudou
Estabelecimentos de Campos, Cabo Frio e Macaé já anunciaram mudanças. Medidas valem a partir desta quarta-feira (18).

Por conta da prevenção contra a disseminação do novo coronavírus, alguns shoppings do interior do Rio anunciaram mudanças nos horários de funcionamento.

Confira as medidas adotadas em estabelecimentos nas cidades do interior do Rio a partir desta quarta-feira (18).

As medidas seguem as orientações do Ministério da Saúde e obedecem ao decreto Estadual assinado pelo governador Wilson Witzel.

Campos dos Goytacazes

A partir desta quarta-feira (18), o Shopping Boulevard Campos, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, vai funcionar com o horário reduzido, das 12h às 20h.

De acordo com a administração do shopping, além do horário reduzido, foram intensificadas a rotina de limpeza e higienização dos espaços comuns e do sistema de ar condicionado central, e foram reforçados os pontos de uso de álcool em gel nas praças de alimentação e próximo aos banheiros.

Também está sendo promovida uma campanha de conscientização para prevenção do novo coronavírus com orientações do Ministério da Saúde.

Cabo Frio

Na Região dos Lagos, o Shopping Park Lagos, em Cabo Frio, também terá horário reduzido. A partir desta quarta-feira (18) até o dia 1º de abril, o shopping vai funcionar das 12h às 20h de segunda a domingo.

Segundo o estabelecimento, as ações de prevenção estão mantidas, além de cancelamento dos eventos, fechamento das salas de cinema, higienização constante das áreas e equipamentos comuns. Também há disponibilização de álcool em gel e controle da qualidade do ar-condicionado.

Macaé

O Shopping Plaza Macaé vai passar a funcionar a partir desta quarta-feira (18) das 12h às 20h. As mudanças serão válidas até o dia 1º de abril e atendem ao Decreto Estadual que estabeleceu o estado de emergência no Rio de Janeiro.

O estabelecimento informo que entre as medidas adotadas para o combate ao novo coronavírus estão:

Foram instalados dispensers de álcool em gel 70% nas áreas de circulação, acesso aos banheiros e entradas do shopping;
Aumento da frequência das rotinas de limpeza e higienização dos espaços, principalmente em áreas de alto contato, como: banheiros, praça de alimentação, fraldário, corrimãos, maçanetas etc.;
Redução do número de mesas na praça de alimentação, aumentando a área de segurança;
Campanha de conscientização e prevenção nos corredores e banheiros;
Eventos cancelados;
Sessões de cinema suspensas e o evento “Dino’s Tower”;
Lojistas e empresas terceirizadas receberam comunicados informativos sobre prevenção e cuidados;

O empreendimento ressaltou ainda que continua firme no propósito de acompanhar os desdobramentos e notícias e sempre que necessário adotará novos, ou mesmo rever, procedimentos que sejam necessários para a contenção do vírus.

Presidente da CVPAR fugiu de isolamento e espalhou coronavírus na Bahia

De sunga, na praia e bebendo com amigos. Foi assim que agentes de saúde do governo da Bahia encontraram o presidente do Grupo CVPAR, Cláudio Henrique do Vale Vieira, em Trancoso,distrito do município de Porto Seguro no sul do estado da Bahia ,mesmo o empresário estando ciente de que havia testado positivo para o novo coronavírus em São Paulo.

Cláudio Henrique ignorou as recomendações de isolamento para pacientes com o covid-19, fugiu da quarentena e veio de jatinho para Porto Seguro, onde participou de festas com amigos e contratou funcionários para ficar na sua casa após o diagnóstico.

O empresário será processado pelo governo da Bahia após não cumprir a orientação de isolamento. Além dele, dois funcionários foram contaminados com o vírus. A recomendação do Ministério de Saúde é o isolamento por 14 dias de quem testou positivo.

Na praia, onde foi encontrado após ser denunciado ao governo do estado por um funcionário, Cláudio Henrique teria debochado da recomendação de um agente de saúde. “O que um banho de mar não resolve?”, questionou, segundo relato do governador Rui Costa. O governo do estado não divulgou nem confirma o nome do empresário.

Nesta semana, Cláudio Henrique do Vale Vieira procurou atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento em Porto Seguro. Sua esposa apresentou sintomas associados ao novo coronavirús, mas o resultado foi negativo. “A mulher estava passando mal pela pressão psicológica”, falou o governador Rui Costa nesta terça-feira (17), quando cobrou responsabilidade do empresário.

Cláudio Vale é advogado pós-graduado em Direito Processual Civil, pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e presidente do Grupo CVPAR, empresa do ramo financeiro. Segundo o que foi divulgado pelo governo, ele provavelmente contraiu o covid-19 após participar de um casamento de luxo em Itacaré. Cláudio foi denunciado à secretaria estadual de saúde por um funcionário que estava trabalhando na casa do paciente.

“Essa pessoa participou da festa em Itacaré, acabou a festa ele pegou seu jatinho e foi pra São Paulo. No dia seguinte ou dois dias depois, foi fazer exame no Einstein, confirmou o resultado positivo, foi recomendado que ele ficasse em quarentena, mas ele pega o jatinho, convida casais de amigos e volta para a Bahia, para Trancoso, em Porto Seguro. Chama oito pessoas para trabalhar na casa dele, para servir a ele e os amigos dele, e nós tivemos conhecimento porque uma das pessoas que estavam trabalhando ouviu ele já bebendo, com alto consumo de álcool, de forma irresponsável, falando que ele tinha confirmado”, lembrou o governador. “Ela ouviu e quando ele saiu da casa ligou para a Secretaria de Saúde denunciando que ele tinha largado a confirmação do exame, inclusive, em cima da mesa, de onde ela fotografou e enviou a imagem”, contou Rui Costa, classificando a atitude do empresário como “crime”.

O governador Rui Costa anunciou que deve processar o empresário , por ter saído da quarentena em que todo portador do Covid-19 precisa estar, colocando em risco outras pessoas.

Cinco amigos do empresário descumpriram a regra do isolamento domiciliar e viajaram em um voo comercial para Fortaleza. A amiga de Cláudio que já testou positivo para o Covid-19 embarcou no mesmo voo. As autoridades do Ceará já foram notificadas pelo governo baiano.

Segundo exame de coronavírus de Bolsonaro dá negativo

O presidente Jair Bolsonaro informou, na noite desta terça-feira (17) que testou negativo pela segunda vez para o novo coronavírus (Covid-19). Ele já havia feito o primeiro exame na semana passada, também com resultado negativo.

“Informo que meu segundo teste para Covid-19 deu negativo”, informou o presidente em uma postagem no Twitter.

Bolsonaro, familiares e auxiliares que o acompanharam em viagem aos Estados Unidos, há pouco mais de uma semana, estão sendo monitorados e examinados depois da confirmação de que 14 integrantes da comitiva testaram positivo para o novo coronavírus.

O Ministério da Saúde contabiliza 291 casos de infecção pelo novo coronavírus no país. O total de casos suspeitos é de 8,8 mil.

(Fonte Agência Brasil)