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Vaticano autoriza beatificação de Padre Cícero

Pedido foi feito pelo bispo da diocese do Crato, Dom Magnus Henrique Lopes, ao Papa Francisco, em maio deste ano

O Vaticano autorizou a beatificação de padre Cícero Romão Batista na igreja católica, segundo um anúncio do bispo da diocese do Crato, Dom Magnus Henrique Lopes, feito durante uma missa na manhã deste sábado (20), em Juazeiro do Norte, no interior do Ceará.

“Recebemos oficialmente da Santa Sé, por determinação do santo padre, o papa Francisco, uma carta do dicastério para a causa dos santos, datada do dia 24 de junho de 2022. Recebemos a autorização para a abertura do processo de beatificação do padre Cícero Romão Batista que, a partir de agora, receberá o título de servo de Deus”, informou o bispo.

O pedido para a autorização da beatificação de padre Cícero foi solicitado por Dom Magnus Henrique Lopes através de uma carta entregue ao Papa Francisco em maio deste ano.

Mario Frias vira réu por difamação contra Marcelo Adnet

Mario Frias se tornou réu, após o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJ-DFT) admitir a queixa-crime apresentada por Marcelo Adnet, por ofensas proferidas pelo ex-titular da Secretaria Especial da Cultura.

Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Frias responderá pelos crimes de injúria e difamação, por ter chamado o humorista de termos como “criatura imunda”, “crápula” e “garoto frouxo”, em publicação nas redes sociais.

Na postagem realizada em 2020, o ex-secretário também classificou Adnet como “um palhaço decadente” e “Judas”, e afirmou que o artista não “respeitou nem a própria esposa traindo a própria coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”.

De acordo com a publicação, a defesa de Mario Frias alegou que não houve demonstração de dolo específico em ofender o humorista, mas o juiz Fernando Brandini Barbagalo determinou o prosseguimento da ação pena.

Na decisão, o magistrado afirmou que as expressões inseridas nas redes de Frias indicam, em tese, “o animus de ofender a honra da vítima”. Ele também determinou a realização de audiência virtual para a oitiva dos envolvidos no caso.

Conmebol multa Flamengo por uso de sinalizador

A Conmebol informou, por meio de uma nota oficial, duas multas nos valores de 15 e 25 mil dólares (cerca de R$ 208 mil de prejuízo no total, convertidos e somados) ao Flamengo pelo uso de sinalizadores em partida da Copa Libertadores.

O clube havia emitido um comunicado à torcida para não levar nenhum tipo de sinalizador ou bomba aos estádios do Maracanã e Neo Química Arena, temendo uma punição da entidade sul-americana. Mesmo assim, nas partidas de ida e volta das quartas de final contra o Corinthians, disputados na última semana, o incidente ocorreu.

Segundo a decisão da Comissão Disciplinar da Conmebol, a infração do Flamengo se enquadra no artigo 10.2 literal c) em concordância com o artigo 19 literais e) e g) do Código Disciplinar.

Confira o informe na íntegra:

“O Juiz Único da Comissão Disciplinar da CONMEBOL RESOLVE 1º. IMPOR ao CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO uma multa de USD 5.000 (CINCO MIL DÓLARES AMERICANOS) pela infração aos artigos 9 e 10.2 literal c) do Código Disciplinar e ao artigo 19 literais e) e g) do Regulamento de Segurança da CONMEBOL. O valor desta multa será debitado automaticamente da quantia que o Clube receberá da CONMEBOL por direitos Televisivos ou de Patrocínio.

2º. IMPOR ao CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO uma ADVERTÊNCIA pela infração ao artigo 5.1.3 do Manual de Clubes da CONMEBOL Libertadores 2022 e artigo 8 do Protocolo de Operações e Competições da CONMEBOL.

3º. ADVERTIR expressamente o CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO que, em caso de reiteração de qualquer infração à disciplina esportiva de igual ou similar natureza na qual causou o presente procedimento, será aplicado o disposto no Art. 31 do Código Disciplinar da CONMEBOL e as consequências que do mesmo possam advir.

4º. NOTIFICAR o CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO e, em conformidade, arquivar. Contra esta decisão não cabe recurso.

Os candidatos com mais dinheiro no exterior


Arthur Mário Pinheiro Machado, Sergio Moro e Janaína Paschoal estão entre os 92 candidatos das eleições deste ano que declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dinheiro em contas no exterior.

Engenheiro e empresário, Arthur é candidato a deputado federal pelo Republicanos em São Paulo. Ele declarou possuir R$ 6,2 milhões no exterior, de um total de R$ 49,8 milhões declarados à corte eleitoral. O valor o coloca entre os 50 mais ricos da eleição deste ano, segundo levantamento do portal UOL. Arthur foi preso em um desdobramento da Operação Lava Jato em 2018, no Rio de Janeiro.

Seis jogadores do Vasco estão com sintomas de gastroenterite

Seis jogadores do Vasco se reapresentaram neste sábado (20) com sintomas de gastroenterite. O anúncio foi feito pelo clube carioca, mas os nomes dos atletas não foram divulgados. Os casos foram registrados após a derrota do Cruzmaltino para o CSA por 2 a 0, em Maceió, pela 25ª rodada da Série B. A delegação carioca chegou a levar a própria água para a capital alagoana.

“Mesmo com todo o aparato que mandamos para Maceió, seis atletas se apresentaram hoje com sintomas de gastroenterite. Há variáveis: desde os mais sintomáticos até os pouco sintomáticos. Mas todos eles estão sendo tratados e foram medicados”, afirmou o diretor médico Gustavo Caldeira.

Além de não revelar os nomes, o clube carioca também não informou se os jogadores ficarão afastados da preparação para o jogo contra o Bahia, marcado para o próximo domingo (28), às 16h, na Arena Fonte Nova, em Salvador, e nem o tempo de recuperação. A partida é válida pela 26ª rodada da Segundona.

O Vasco é o quarto colocado na tabela de classificação fechando o G-4 com 42 pontos, seis a mais do que o Tombense, que é o quinto colocado.

Os 10 criminosos mais procurados do Brasil

Dez criminosos estão na lista de mais procurados do país, segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Entre eles estão André do Rap, procurado desde outubro de 2020, quando foi solto da prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF); e Maria do Pó, condenada a 54 anos e oito meses de prisão, em regime fechado, após envolvimento no desaparecimento de 340 quilos de cocaína do Instituto Médico-Legal (IML) de Campinas em 1999.

A lista, criada em 2020 por Sergio Moro, então ministro da Justiça, foi divulgada com 26 nomes. A atualização é feita mensalmente e alguns procurados já foram encontrados.

Veja os nomes e os crimes pelos quais são suspeitos ou foram condenados, segundo o Ministério da Justiça:

O Baixinho: tem envolvimento no roubo a um centro de distribuição em Louveira (SP) e também é suspeito de participar do roubo à empresa de valores no Paraguai.

Juanil Miranda: ex-guarda civil municipal de Campo Grande (MS), integrante de uma milícia ligada ao jogo do bicho. Condenado pelo Tribunal do Júri pela execução do delegado Paulo Magalhães Araújo. Suspeito de envolvimento na morte de Orlando da Silva Fernandes “Bomba”, ex-chefe de segurança de Jorge Rafaat Tuonami.

Caipira: considerado um dos maiores traficantes do Brasil, possuía ligações com Juan Carlos Abadia e o cartel do Vale do Norte na Colômbia. Fazia parte do núcleo de uma organização responsável pelo translado de cocaína vinda do Paraguai e da Bolívia para o Brasil, sendo responsável pela distribuição do produto no estado de São Paulo. Foi preso em 2013 em Fortaleza (CE) mas obteve transferência para Juiz de Fora (MG) e lá conseguiu prisão domiciliar.

Leozinho: membro da maior facção criminosa do Rio de Janeiro, possui conexão com as Farc e foi braço direito de Luis Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Acusado de ser um dos operadores da Conexão Atibaia, onde era um dos responsáveis pela logística de operações envolvendo o envio de cocaína do Paraguai para um aeroclube em Atibaia (SP).

André do Rap: apontado como um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo, o traficante André Oliveira Macedo, de 43 anos, conhecido como André do Rap, estava preso desde setembro de 2019 e foi solto em 2020. Deixou a Penitenciária de Presidente Venceslau, no interior paulista, após ter um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello. Horas depois, o presidente do STF, Luiz Fux, suspendeu a decisão e determinou o retorno de André à prisão.

Atriz Anne Heche morre após acidente de carro


Anne Heche (“Seis dias, sete noites” e “Chicago P.D.: Distrito 21”) morreu aos 53 anos. Segundo jornal “The Guardian”, familiares confirmaram a morte nesta sexta-feira (12).

Atriz estava em coma desde o acidente que sofreu na sexta-feira (5). Ela dirigia um carro que bateu em uma casa e pegou fogo em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Mais cedo, uma representante da atriz havia informado que Anne “havia sofrido uma lesão cerebral”. “Ela não deve sobreviver”, informou. A mesma pessoa disse que, provavelmente, a família iria optar pela doação de órgãos.

Heche dirigia o carro que bateu em uma casa em Los Angeles. De acordo com a investigação da polícia local, ela estava em alta velocidade quando saiu da estrada e atingiu a residência, que foi destruída.

Desde então, a atriz estava em coma, com queimaduras que exigiram cirurgia e respirando com a ajuda de aparelhos. Segundo um exame de sangue realizado após o acidente, a atriz tinha drogas em seu organismo. De acordo com a revista “Variety”, a atriz se envolveu em outro acidente pouco antes.

A mulher que teve a casa destruída está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Os moradores do bairro organizaram uma “vaquinha” para ajudá-la.

Atriz, diretora e roteirista, Anne Heche tem dezenas de obras em seu currículo, incluindo os longas “Seis dias, sete noites”, “Donnie Brasco” e “Geração Prozac”, e a série “Chicago P.D.: Distrito 21”.

Nascida em Aurora, no estado americano de Ohio, a atriz de 53 anos ficou conhecida por interpretar as gêmeas Vicky Hudson e Marley Love na novela “Another World” (1987-1991), trabalho pelo qual recebeu o Prêmio Emmy Daytime.

Ao longo de quase três décadas, atuou em filmes como “Disposto a Tudo”, “As Aparências Enganam”, “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” e na refilmagem de “Psicose”.

Fez também parte do elenco das séries “Homens às Pencas”, “Masters of Science Fiction” e “Hung”.

A atriz também trabalhou em projetos que devem estrear em breve, como “What Remains” (já finalizado, mas sem previsão de lançamento), “Supercell”, “Chasing Nightmares” e “Wake” (todos em fase de pós-produção). Dois deles devem ser lançados entre 2022 e 2023: “Wildfire” e “Full Ride”.

Em 1998, Heche foi eleita pela revista “People” como uma das pessoas mais bonitas no mundo.

Anne namorou a apresentadora Ellen DeGeneres entre 1997 e 2000. Em 1999, a atriz anunciou o desejo de se casar com Ellen, mas o romance acabou no ano seguinte.

Em 2001, Heche se casou com o cinegrafista Coleman ‘Coley’ Laffoon, com quem teve seu primeiro filho, Homer Heche Laffoon, nascido em 2002.

Em 2009, Heche deu à luz Atlas Heche Tupper, de sua relação com James Tupper. O casal ficou 11 anos juntos, se separando em 2018.

A atriz voltou ao trabalho apenas oito dias após o nascimento da filha, para gravar episódios da série “Hung”. Em setembro de 2001, lançou sua autobiografia “Call Me Crazy”, livro que escreveu em seis semanas.

Nele, ela conta que foi abusada sexualmente e fala sobre as lembranças dolorosas da época.

“Se eu não tivesse sido abusada sexualmente quando criança, não sei se teria tido a força para enfrentar Harvey e muitos outros”, afirmou a atriz em 2018, quando relatou que foi descartada de filme por se recusar a fazer sexo oral em Harvey Weinstein.

Na época, ela contou que o produtor mostrou o pênis a ela, mas a atriz conseguiu escapar da sala antes de ele tocá-la.

Remédio zolpidem pode causar sonambulismo


Viralizou no Twitter a história de um rapaz que contou ter comprado dois pacotes de viagem para Buenos Aires, na Argentina, no valor total de R$ 9 mil, após tomar zolpidem.

“Eu tomei zolpidem, tive alucinação e comprei dois pacotes de viagem”, relatou o jovem em uma conversa com o vendedor do pacote.

“A pessoa tem um rebaixamento do nível de consciência e acaba entrando no sono com mais facilidade [depois de tomar o medicamento]”, explica o psiquiatra Henrique Bottura, diretor clínico do Instituto de Psiquiatria Paulista.

No entanto, o medicamento tem algumas características que são importantes e que nem sempre levamos em conta. Uma delas é o sonambulismo – a pessoa sai como sonâmbula pela casa e não lembra o que fez.

“O remédio não deve ser demonizado, mas existem alguns perigos. A pessoa pode fazer refeição fora de hora, arrumar a casa, dirigir pela cidade, mandar mensagens e não lembrar. Um efeito colateral que não é tão raro e é potencialmente perigoso”, explica o psiquiatra Daniel Barros.
De acordo com Barros, nos Estados Unidos são milhares de urgências relacionadas ao uso de zolpidem, não só pelo efeito colateral de sedação, mas também por acidentes que podem acontecer nesses episódios de sonambulismo induzidos pelo remédio.

“Você precisa tomar o medicamento e não sair mais da cama. Algumas pessoas são sensíveis, tem gente que toma e vai até a padaria e isso é perigoso, porque o remédio pode fazer efeito. Se a pessoa está dirigindo, ela pode bater o carro. O paciente também pode fazer algo e se arrepender depois, pode falar dormindo, andar dormindo”, completa o psiquiatra Amilton dos Santos Júnior, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Segundo a bula, o zolpidem pode causar amnésia anterógrada (perda da memória para fatos que aconteceram logo após o uso do medicamento), que em geral ocorre algumas horas após a administração.

Por isso, o ideal é tomar o remédio logo antes de dormir. “Ele tem um efeito razoavelmente rápido. O indicado é tomar antes de deitar ou já na cama. Você não vai tomar e desmaiar, mas como em alguns casos pode ocorrer a amnésia, o ideal é tomar já deitado”, orienta Bottura.

E nada de tomar durante o dia ou tratar o zolpidem como ansiolítico. “Ele é um indutor de sono e não deve ser usado durante o dia, é para ser usado à noite, com a pessoa já deitada”, reforça o professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

O medicamento também não deve ser misturado com álcool, maconha ou com outros remédios que dão sono.

Zolpidem pode causar dependência?

Sim. O risco de dependência aumenta com a dose e a duração do tratamento. Vale lembrar que o zolpidem não é tratamento contra insônia e seu uso não deve passar ultrapassar o período de quatro semanas, segundo a bula.
“O zolpidem veio como solução para remédios como o rivotril, lexotan, que já sabíamos que tinha potencial de dependência. Ele veio como alternativa, que não teria risco de dependência. Mas na prática não é bem assim. Ele também causa dependência e tem sido prescrito de forma indiscriminada. Ele não é um remédio tão inocente quanto já se pensou”, diz o psiquiatra e diretor clínico do Instituto de Psiquiatria Paulista.

Além disso, o uso do medicamento só deve ser feito com prescrição médica, que vai indicar a dose e a duração.

Medicamento não deve ser a 1ª opção de tratamento

Apesar de induzir o sono, o zolpidem não deve ser a primeira opção de tratamento contra a insônia.

Amilton dos Santos Júnior explica que, antes de fazer uso do medicamento, a pessoa precisa mudar hábitos e tentar tratar a insônia com medidas não farmacológicas, como higiene do sono, não consumir produtos com cafeína, não usar telas antes de dormir.

“Eventualmente, o zolpidem pode ser um medicamento interessante, que ajuda no processo de tratamento da insônia. Mas o ideal é que o quadro de base seja tratado para que esse remédio não precise ser mantido a longo prazo”, orienta Henrique Bottura.

Mulher do faraó dos bitcoins comanda a quadrilha dos EUA

A venezuelana Mirelis Zerpa entrou na lista de procurados da Interpol nesta quinta-feira (11).

De acordo com investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, a mulher de Glaidson Acácio dos Santos comanda o esquema da quadrilha dos Estados Unidos desde agosto de 2021, quando a operação Kryptos foi deflagrada.

Ela também é responsável por dar suporte remotamente à candidatura política de Glaidson. Mesmo preso na Cadeira Pública Joaquim Ferreira de Souza, Glaidson lançou a candidatura à deputado federal pelo PSC.

Mirelis entrou nos Estados Unidos, em 2021, dias antes da operação Kryptos. Em julho do ano passado, ela obteve visto de estudante para curso na Universidade de Atlanta.
Segundo investigações, o documento foi obtido com o auxílio do brasileiro Ricardo Rodrigo Gomes, conhecido como Piloto. Ele já foi condenado por tráfico de cocaína para os Estados Unidos durante os anos 1980 e estar ligado ao traficante colombiano Pablo Escobar.

No dia seguinte à operação que prendeu Glaidson, Mirelis sacou R$ 1 bilhão. Seus advogados contam que foi para pagar dívidas. Para os investigadores foi para manter o negócio ativo. Em 11 de dezembro, mesmo já sendo considerada foragida, Mirelis enviou dez bitcoins, que na época, era o equivalente a R$ 2 milhões, para a irmã, a venezuelana Noiralis.
Glaidson Santos e Mirelis Zerpa investigados pela PF por sonegação fiscal e fraude ao sistema financeiro.

Os investigadores tem informações de que dos Estados Unidos, Mirelis coordenou o pagamento a clientes que investiram na GAS, a empresa de Glaidson que gerenciava as aplicações de clientes em criptomoedas.

As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que resultaram na operação Flyer One – a quarta fase da operação Kryptos – deflagrada, nesta quinta-feira (11) descobriu que meses antes de ser preso Glaidson já arquitetava os investimentos do grupo nos Estados Unidos.

Em fevereiro do ano passado, Piloto informou ao faraó dos bitcoins que estava abrindo uma empresa em território americano: a BG&GAS.
Mirelis Diaz, em vídeo publicado no último domingo (3)

A BG&GAS em nome de sua filha, Bryne Gomes. Glaidson entrou como sócio da empresa com 49% das ações. Os investigadores suspeitam que, atualmente, Mirelis esteja operando a BG do exterior.

A 3ª Vara Federal Criminal do RJ encaminhou os nomes de Mirelis, Piloto e Bryne para integrarem a lista de procurados da Interpol.

Glaidson havia sido preso em agosto de 2021 por crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Houve ainda outros dois mandados de prisão contra ele, sendo um como mandante de um assassinato e outro pela tentativa do crime.

No fim de maio, o faraó foi indiciado pela Polícia Federal por lavagem de dinheiro.

Também naquele mês, a juíza Juliana Bessa Ferraz Krykhtine, da 4ª Vara Criminal, de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, expediu um mandado de prisão contra Glaidson por estelionato.

Ministério da Justiça cobra explicações sobre toxina nas balas Skittles


MasterFoods Brasil foi notificada a convocar recall das balas coloridas por suposta presença da toxina dióxido de titânio

A empresa MasterFoods Brasil Alimentos foi notificada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a realizar o recall das balas coloridas Skitlles, pela suposta presença da toxina dióxido de titânio, imprópria para o consumo humano.

De acordo com o ministério, a notificação foi realizada na terça-feira (2) e a fabricante tem a opção de prestar esclarecimentos, em 72 horas, sobre a possibilidade de eventuais riscos à saúde e à segurança dos consumidores.

A decisão do MJSP foi motivada por notícias na imprensa de que o fabricante nos Estados Unidos está sendo processado por causa da presença da toxina no produto. Segundo veiculado, estudos apontam para riscos à saúde e, na Europa, os produtos estariam passando por uma eliminação gradual do dióxido de titânio, sendo que o uso foi proibido nos países da União Europeia.

A portaria do ministério que trata sobre recall determina que o fornecedor que tomar conhecimento da possibilidade de terem sido introduzidos, no mercado de consumo brasileiro, produtos ou serviços que apresentem nocividade ou periculosidade, deverá, no prazo de 24 horas, comunicar à secretaria o início de investigações.

O documento também determina que, concluída a investigação, deverá apresentar comunicado com os motivos pelos quais, se for o caso, não será necessário iniciar campanha de chamamento (recall).