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Ministério da Saúde recomenda uso de máscara diante de sintomas gripais


Nota técnica do Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras de proteção facial para pessoas com sintomas gripais, pessoas que apresentem fatores de risco para covid-19 e casos suspeitos ou confirmados da doença.

De acordo com a pasta, os grupos com fatores de risco para complicações da covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde.

No documento, a pasta destaca que, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha declarado o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, o vírus continua a circular no Brasil e no mundo.

“O vírus ainda tem caráter pandêmico, com transmissão generalizada, e ainda há risco do surgimento de novas variantes que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.”

Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.

A pasta também reitera a importte ância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina. (Fonte Agência Brasil)

Mulher vende bonecas feitas de cadáveres


Uma artista está sendo acusada de fazer bonecas assustadoras com pedaços de cadáveres, e vender as obras no Instagram. Katrina Maclean, moradora de Goffstown, nos Estados Unidos, disse que compra os crânios do gerente de um necrotério.

Segundo Katrina, suas obras “chocam a mente” e “abalam a alma”, mesmo sendo criticada por muitos. Ela, Cedric e mais cinco pessoas estão sendo acusadas de participar de uma rede clandestina que roubou cadáveres.

Além de um necrotério e crematório em Arkansas, o grupo supostamente invadiu a Universidade Harvard para ter acesso às ossadas humanas.

Conforme as autoridades locais, o esquema durou entre 2018 e 2022. Caso sejam condenados, poderão pegar até 15 anos de prisão.

Identificados 42 políticos com fazendas em terras indígenas

Brasília (DF – Caminhos da Reportagem Yanomami – o direito de existir – Detalhe de indígena yanomami. – Foto: TV Brasil/Divulgação

No Brasil, 42 políticos e seus familiares de primeiro grau são titulares de fazendas que ficam dentro de terras indígenas, o que constitui uma irregularidade do ponto de vista legal, e ameaça os direitos constitucionais de povos originários que ali vivem.

É o que denuncia a segunda parte do dossiê Os invasores, elaborado pelo observatório De Olho nos Ruralistas. O documento está sendo lançado hoje (14) à noite, no Cine Petra Belas Artes, em São Paulo, acompanhado de debate sobre a temática e de exibição do premiado documentário Vento na fronteira, que retrata um conflito entre fazendeiros e indígenas guarani kaiowá na fronteira entre Brasil e Paraguai.

A primeira parte do relatório foi divulgada durante o Abril Indígena, mês em que se procura dar maior projeção para as inúmeras lutas da causa indígena em todo o país. No documento já se havia informado a identificação de 1.692 sobreposições, das quais se destaca agora a porção pelas quais respondem clãs políticos.

O observatório detectou terras com sobreposição a partir da análise de dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mais especificamente, das bases do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e do Sistema Nacional de Certificação de Imóveis (SNCI). Os políticos e sua rede têm em suas mãos 96 mil hectares, o equivalente à soma das áreas urbanas de Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Com 17 casos, Mato Grosso do Sul lidera a lista. Em seguida, aparecem Mato Grosso e Maranhão, com sete, cada.
Poder aquisitivo

De acordo com o coordenador de projetos do observatório, pesquisador Bruno Bassi, os atores que protagonizam a prática ilegal e que ameaçam os povos indígenas são tanto políticos como pessoas com poder aquisitivo, que financiam tais ações e se mantêm em determinada teia de relações.

“Apesar de a gente ter um número relativamente reduzido de políticos identificados com sobreposição direta, é interessante observar que, na verdade, não é um número tão pequeno quando a gente pensa que é, um [total] que corresponde a uma porcentagem relativamente alta desse número, pensando que se esperaria que a imagem que se tem, normalmente, dos fazendeiros que disputam áreas em terras indígenas, e isso é um discurso bastante reforçado pela mídia corporativa, é que são pessoas desconhecidas, que o promotor desses conflitos é o pequeno grileiro, um cara que ninguém conhece, que está lá no interior do Brasil, promovendo esse tipo de ação”, diz Bruno.

“O avanço do território, sobretudo do agronegócio, sobre territórios indígenas ou reivindicados pelos povos indígenas é promovido, de um lado, pelo capital, pelas grandes empresas e corporações, por multinacionais, grandes empresários, e tem uma interface política, que abarca desde a posse direta por pessoas que se envolvem nesse universo político. A gente tem governador, deputados federais, um senador, cinco prefeitos e vice-prefeitos com mandato atual e 23 ex-prefeitos, o que demonstra o tamanho dessa esfera municipal, do poder local, na posse de terras. A gente tem deputados estaduais”, acrescenta.

O coordenador faz outra observação sobre as sobreposições: “A gente tem desde casos declarados de invasão, ou seja, são em áreas [indígenas] homologadas, que são tentativas de grilagem, como o caso do senador Jaime Bagattoli, feita pelo antigo proprietário da área e que foi mantida nos registros fundiários do SNCI, e há casos em que essa sobreposição impede, muitas vezes, a própria demarcação do território”, acentua Bruno.
Subvertendo a lógica

Ele diz que “vários dos processos de Mato Grosso do Sul se desenrolam por mais de uma década até que se chegue a uma decisão. E esses prazos têm sido ainda maiores em função do avanço político, na Câmara [dos Deputados], especialmente, em se aprovar o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que é a base de contestação de vários desses processos, uma tese que ignora que esses indígenas foram expulsos continuamente dessas áreas, principalmente durante os anos 40, 50 e 60, atrás das frentes de colonização, em que o próprio Estado brasileiro, através do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), expulsava essas comunidades e realocava em áreas extremamente diminutas, em relação ao território anteriormente ocupado pelos indígenas”.

“Quem são os reais invasores de terras no Brasil? Os movimentos populares que lutam pela reforma agrária e pela demarcação de terras indígenas, direitos consagrados na Constituição de 1988? Ou os grileiros que invadem milhões de hectares na Amazônia, no cerrado e nos demais biomas?” Essas são algumas das pontuações que constam do relatório.

Nessa linha, que critica a criminalização dos movimentos sociais, Bruno Biassi finaliza dizendo que o que o observatório propõe, com o documento, é a inversão da lógica sempre disseminada. “Vamos também pautar a invasão de terras pelo agronegócio”, argumenta.
Guarani kaiowá e indígenas isolados

Entre os nomes que aparecem em destaque com a divulgação do relatório estão o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) e o deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR). Bagattoli integra, atualmente, a Comissão de Meio Ambiente, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e a Comissão Parlamentar de Inquérito das Organizações Não Governamentais – ONGs.

Sperafico é membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados, e publicou um vídeo, em sua conta no Instagram, comemorando a aprovação do Projeto de Lei 490/2007 na Câmara, que contou com seu voto favorável.

No vídeo, ele justificou o voto, dizendo que proprietários rurais têm tido suas fazendas ameaçadas por processos de demarcação “indevida” de terras indígenas, em Mato Grosso do Sul e no Paraná.

E é justamente em Mato Grosso do Sul – estado com fama de violência no campo e assassinatos de indígenas, documentados por entidades como a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) – onde Sperafico tem uma fazenda, a Maracay, no município de Amambai. A propriedade de que é dono tem mais de quatro mil hectares, de acordo com o observatório De Olho nos Ruralistas, e fica sobre a Terra Indígena Iguatemipeguá, dos guarani kaiowá.

No caso de Bagattoli, a fazenda em situação irregular é a São José, que fica no município de Corumbiara, em Rondônia. A porção que está sobreposta é de 2,5 mil hectares em relação à Terra Indígena Rio Omerê, local habitado pelos povos akuntsu e kanoê, que vivem em isolamento voluntário.

O patrimônio declarado por Jaime Bagattoli ao Tribunal Superior Eleitoral, que inclui diversos lotes rurais, ultrapassa R$ 55 milhões. O de Sperafico supera R$ 46 milhões.

Invasores de territórios de povos originários também foram os responsáveis por bancar 29 campanhas de candidatos à eleição ou reeleição à Presidência da República, ao Congresso Nacional, a governos estaduais e assembleias legislativas. O montante de doações ultrapassou R$ 5,3 milhões.

Considerando somente pessoas ligadas à Frente Parlamentar da Agropecuária, o que se observa é que 18 integrantes receberam R$ 3,6 milhões em doações de campanha, desembolsados por fazendeiros ligados a sobreposições.

A Agência Brasil tentou contato com o deputado federal Dilceu Sperafico e o senador Jaime Bagattoli, mas nenhum deles respondeu os questionamentos da reportagem.

Fonte Agência Brasil

Ivete Sangalo canta em Festa de 15 anos no Copacabana Palace


Imagina ter a cantora Ivete Sangalo como atração principal da sua festa de 15 anos? Foi o que uma jovem do Rio de Janeiro recebeu de presente na celebração que parou a capital carioca.

O evento aconteceu no último final de semana no Copacabana Palace, um dos hotéis mais luxuosos do Rio de Janeiro. Para fazer a decoração, Patrícia Vaks, uma das decoradoras mais requisitadas, precisou de 10 dias para organizar tudo. O evento tinha como tema “castelo high tech” e ocupou dez espaços do hotel.

A curiosidade de usuários do Twitter era para saber de quem a jovem sortuda de 15 anos era filha. Segundo a revista Veja, a adolescente é herdeira de Albino Andrade de Pinho, um dos donos da rede de supermercados Guanabara.

O dono da empresa contratou para a festa da filha Ivete Sangalo, já que a baiana é garota propaganda do supermercado, e teria cobrado um cachê ‘mais em conta’: R$ 300 mil. Além a cantora, também teve L7nnon, Xamã, Dennis DJ, Filipe Ret e Vintage Culture.

“Nesse último final de semana aconteceu a maior festa de 15 anos de 2023. Sim… o ano mal começou, mas podem acreditar quando eu digo que foi a maior festa. E eu e a minha equipe tivemos a honra de estar fotografando esse evento inesquecível”, disse o fotógrafo Felipe Azevedo, que registrou tudo.

Na festa, para quem quisesse tirar fotos num estilo ‘princesas’, uma carruagem iluminada estava à disposição no cenário. Na varanda, um lounge montado para quem quisesse registrar imagens para o Instagram chamou a atenção dos convidados.

Copa do Mundo em 2026 terá 12 grupos com quatro seleções


A próxima Copa do Mundo de futebol masculino, em 2026, terá 12 grupos de quatro seleções, segundo formato anunciado pelo Conselho da Fifa nesta terça-feira (14), em Kigali, capital de Ruanda. A entidade já havia definido um número maior de seleções, mas chegou a ser cogitado um modelo com 16 chaves de três países. No último mundial, disputado no Catar (22), eram 32 seleções, divididas em oito grupos de quatro.

Também pela primeira vez, a copa de 2026 terá três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. Passarão para a segunda fase os dois primeiros de cada chave, mais os oito melhores terceiros colocados. Isso obrigará a disputa de uma fase de mata-mata a mais, antes das oitavas de final.

O número de jogos do Mundial vai pular de 64, no Catar, para 104. A Fifa ainda vai definir como serão distribuídas as partidas entre os três países sedes.

Marina Silva é internada em Brasília com suspeita de malária


A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deu entrada em um hospital em Brasília por suspeita de malária após ter um mal-estar na tarde de segunda-feira, 13. A ministra deve passar por uma bateria de exames nas próximas horas para determinar qual infecção a acometeu e será observada nos próximos dias. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da ministra.

A agenda da ministra foi cancelada devido ao seu mal-estar e internação. Entre os exames pelos quais Marina passará, inclui o teste de Covid-19, e até o momento não há o resultado desses exames.

A titular do Meio Ambiente esteve recentemente em Roraima para acompanhar a situação dos indígenas Yanomami. A ministra também verificou as instalações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no estado. A região tem enfrentado uma emergência sanitária devido aos casos de malária entre os indígenas, com centenas de pessoas sendo vítimas da doença e casos de mortes de crianças nos últimos anos.

A malária é uma doença causada por parasitas transmitidos pela picada do mosquito Anopheles infectado e pode ser potencialmente fatal se não for tratada adequadamente.

Jotta A revela novo nome após mudar gênero no RG


Ex-cantor gospel, Jotta A deu mais um importante passo no seu processo de transição. Um ano após se assumir mulher trans, ela finalmente conseguiu trocar de nome e gênero na carteira de identidade. Jotta A agora se chama Ella Viana de Holanda.

“Me liga, amor. Ella”, escreveu a cantora ao compartilhar a novidade nas redes sociais nesta segunda-feira 13 e mostrar o novo RG.

Thank you for watching

Jotta, de 25 anos, ficou conhecida ao vencer a competição de calouros do “Programa Raul Gil” quando era criança. Posteriormente, ela assinou com uma gravadora gospel e lançou alguns álbuns no segmento. Em 2014, o disco “Geração Jesus”, do ano anterior, foi indicado ao Grammy Latino.

O artista assumiu publicamente ser mulher trans em abril de 2022, dois anos após deixar a carreira gospel. “Recomeçar não é fácil, mas estou feliz por estar vivenciando todo esse processo. Feliz em ter tantas pessoas que me apoiam e acreditam em mim nessa nova etapa”, disse ele , na ocasião.

Patrícia Pillar prova na justiça que não sofria violência de Ciro Gomes

Patrícia Pillar comemorou o resultado de um processo que movia contra um vereador. A atriz compartilhou a notícia nesta segunda-feira (13), afirmando que venceu a ação judicial sobre uma fake news inventada pelo político, envolvendo seu antigo casamento com Ciro Gomes.

Vinicius Aith teria afirmado que a atriz sofria violência doméstica na época em que ainda estava casada com o candidato à presidência da república. “A Internet não pode ser um espaço sem lei. Por isso, insisto sempre na justiça diante de Fake News e difamação contra mim. A primeira imagem desse carrossel foi um post que fiz no Twitter durante as eleições do ano passado. As seguintes são recentes”, disse ela.

“O vereador, que já foi alvo de protesto por mulheres na Câmara de Sorocaba contra fala uma machista, chegou a dizer que sua intenção era proteger Patricia! Não colou. Foi condenado pela Juíza Keyla Blank de Cnop, tabelar no VI Juizado Especial Cível do TJRJ, a publicar a sentença na íntegra em todas as suas redes sociais, sob pena de multa diária de R$ 2 mil e indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil”, completou.

Cantor Sertanejo é acusado de tentar matar a filha


A filha do cantor sertanejo Fernando Rodrigo Cellarius, Kaune Cellarius, de 22 anos, acusa o pai de vários crimes. Fernando faz parte da dupla sertaneja Giba e Nando, de Ponta Grossa (PR). A jovem publicou nas redes sociais uma série de fotos onde aparece cheia de hematomas e relatou que sofre ameaças e violências físicas e psicológicas, além de expor áudios onde ele aparece a ameaçando de morte.

Trajetória – Nando formou sua primeira dupla, com sua prima Tatiane há 20 anos. Sua segunda dupla foi resultado de uma junção com um colega de escola, Paulo Madalozzo, até que em 2009, efetivou sua parceria com Marcelo, conhecido como Giba. A dupla já participou de diversos eventos , como A Festa do Pinhão e o Festival de Música do Rio Azul.

Na última publicação feita, Fernando aparece pilotando uma lancha.

Garimpo ilegal em território Yanomami cresceu 54% em 2022


Um monitoramento realizado pela Hutukara Associação Yanomami (HAY) e divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA) apontou que o garimpo ilegal cresceu 54% e devastou novos 1.782 hectares na Terra Indígena Yanomami (TIY) em 2022. Os números foram publicados pelo Metrópoles.

A instituição começou a fazer o monitoramento da região em 2018, desde então o garimpo ilegal acumula um cresimento de 309%. Em outubro daquele ano, 1.236 hectares já tinham sido devastados pelos criminosos. Agora, 5.053 hectares foram destruídos na maior terra indígena do país, localizada nos estados de Roraima e do Amazonas. Os dados apontam ainda uma intensificação do desmatamento pela atividade garimpeira a partir de agosto do ano passado.

A população Yanomami sofre uma grave crise humanitária, ocasionada pelo crescimento da atividade garimpeira dentro das próprias terras. Na última semana, pelo menos mil indígenas da etnia foram resgatados para atendimento médico emergencial, com quadros graves de desnutrição e malária.

De acordo com dados do Ministério dos Povos Indígenas, 99 crianças yanomamis entre 1 e 4 anos morreram em 2022 por conta dos impactos do garimpo ilegal. As mortes aconteceram, em sua maioria, por desnutrição, diarreia, pneumonia e outras doenças.