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Rubens Barrichello é notificado por dívidas com apartamento


Devendo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de um apartamento em área nobre de São Paulo, o ex-piloto de Fórmula 1, Rubens Barrichello está sendo processado pela dívida. As informações da Revista Quem dão conta que o processo tramita na Vara das Execuções Municipais de São Paulo.

O imóvel, avaliado em avaliado em R$ 3.993.113, fica localizado no bairro Cidade Jardim, na capital paulista. Rubinho foi notificado em julho do ano passado após dever o equivalente a R$ 62.600,12 (valores referentes em junho de 2023).
De acordo com a Revista Quem, até a última terça-feira (09) ficou constatado que a dívida com o IPTU do imóvel segue em aberto, após consulta ao portal da dívida ativa da Prefeitura de São Paulo. Atualmente, o saldo devedor é de R$ 78.009,38.

“O apartamento foi vendido há vários anos. O comprador não transferiu o imposto para o nome dele e não deve ter pago. Meu advogado ingressará no processo pois eu desconhecia essa pendência”, afirmou Rubens Barrichello, em resposta à Quem.

Em uma matéria publicada pelo jornal esportivo Lance!, publicada em setembro de 2023, informa que o ex-piloto brasileiro de F1 tem um patrimônio líquido avaliado em torno de US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões, na cotação atual).

Ana Maria Braga chamar Lucas Buda de ‘menino gordo’


Apresentadora do ‘Mais Você’, Ana Maria Braga se pronunciou na tarde desta terça-feira, 9, após ter chamado Lucas Buda, do Big Brother Brasil 24, de ‘menino gordo’.

Durante o matinal, enquanto falava sobre solidão de Buda, que perdeu todos os amigos do reality, Ana disparou: “A gente fica com vontade de dar colo pra esse menino gordo, né?”.

“Quero expressar meu pedido de desculpas quando me referi ao Buda como ‘menino gordo’. Concordo que minhas palavras podem ter causado desconforto, interpretação equivocada e não foi minha intenção”, disse Ana, em nota.

Em seguida, ela pontuou que está comprometida em aprender e combater a gordofobia.

“A gordofobia é um problema sério e defendo que é preciso combatê-la. Estou comprometida em aprender e reitero meu compromisso com o respeito e a empatia”.

ONU alerta sobre avanço do neonazismo no Brasil

 

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) preocupações acerca do crescimento de grupos neonazistas no Brasil ao longo dos últimos anos. Um relatório preliminar, entregue no último sábado (6), reuniu dados presentes em diferentes levantamentos. O documento classifica o cenário atual como “alarmante”.
O movimento neonazista surgiu na Europa logo após a Segunda Guerra e fez o resgate de ideais nazistas. No Brasil, a maioria dos grupos neonazistas está no Sul e Sudeste.

A pesquisa da antropóloga Adriana Dias, falecida no ano passado é apontada como uma das referências. Ela constatou que as células de grupos neonazistas cresceram 270,6% no Brasil no período entre janeiro de 2019 e maio de 2021, se espalhando por todas as regiões do país. Esse fenômeno teria sido impulsionado pela disseminação dos discursos de ódio e de narrativas extremistas. Sem punição, eles se propagam com mais facilidade. Segundo a pesquisa, no início de 2022, haviam mais de 530 núcleos extremistas no país. Seus participantes compartilham o ódio contra feministas, judeus, negros e população LGBTQIAP+.

Outro levantamento citado é o da agência Fiquem Sabendo. O documento aponta que de janeiro de 2019 a novembro de 2020 foram abertos 159 inquéritos pela Polícia Federal por apologia ao nazismo. Esse número, referente a um período inferior a dois anos, supera o total de 143 investigações abertas ao longo de 15 anos, entre 2003 e 2018.

O documento do CNDH destaca ainda que, no ano de 2021, foram recebidas e processadas 14.476 denúncias anônimas pela Central Nacional de Crimes Cibernéticos, canal mantido pela organização não governamental SaferNet com o apoio do Ministério Público Federal (MPF). Também há menção ao levantamento do Observatório Judaico sobre eventos antissemitas e correlatos ocorridos no país entre 2019 e 2022.

Além dos dados, foram citados alguns casos concretos em que foram apreendidos artefatos ligados ao nazismo como fardas, armas e bandeiras, além de artigos e peças decorativas com imagens e símbolos como rosto de Hitler e a suástica. O CNDH também chama atenção para o crescimento dos ataques em escolas, lembrando que em diferentes ocorrências o agressor fazia uso de simbologia neonazista. É citado, por exemplo, o episódio ocorrido em dezembro de 2022, quando um estudante de 16 anos matou quatro pessoas em escolas em Aracruz (ES). Ele vestia farda militar acompanhada de uma braçadeira com um símbolo nazista.
Prevenção e reparação

Criado pela Lei Federal 12.986/2014, o CNDH deve promover e defender os direitos humanos no país através de ações preventivas, protetivas e reparadoras. Embora seja vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, atua com autonomia.

Dos 22 conselheiros, 11 são representantes da sociedade civil, eleitos em encontro nacional convocado por edital público. Os outros 11 são representantes do poder público, que são indicados pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, pelo Ministério das Relações Exteriores, pela Polícia Federal, pelo MPF, pelo Conselho Nacional de Justiça, pela Defensoria Pública da União, pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal, dentre outros.

A expectativa do CNDH é de que o relatório contribua para as discussões do 55ª Reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que deverá ocorrer em Genebra, na Suíça, entre o final de junho e o início de julho. Na ocasião, uma nova edição do relatório sobre os esforços mundiais para o combate à glorificação do nazismo e do neonazismo será apresentado pela indiana Ashwini K.P., relatora especial sobre as formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerâncias conexas.

O documento traz informações específicas de diferentes países. Na edição apresentada durante a 53ª Reunião Ordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU ocorrida no ano passado, o Brasil é citado pelo seu quadro preocupante envolvendo o aumento da violência contra as mulheres, a discriminação contra afrodescendentes e as ameaças à população indígena.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU é composto por 47 Estados-membros, eleitos na Assembleia Geral das Nações Unidas para mandatos de três anos. Anualmente, são realizadas três reuniões, nos quais são discutidos diversos temas. Embora suas resoluções não sejam de cumprimento obrigatório, elas contribuem para pressionar os países por medidas.
Relatório final

O CNDH informa que vem mantendo diálogo institucional com a relatora especial Ashwini K.P. e trabalha produzir um relatório final. Com o intuito de avançar nos dados sobre o crescimento do neonazismo no país, a partir desta quarta-feira (10), uma comitiva de conselheiros estará em Santa Catarina. Eles estarão acompanhados ainda de parlamentares, de lideranças da sociedade civil e de integrantes da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que é vinculada ao Ministério do Direitos Humanos e da Cidadania.

Durante a passagem por Santa Catarina, a comitiva do CNDH irá visitar as cidades de Florianópolis e Blumenau. O estado do sul do país é um dos que mais gera preocupações. Somente no município de Blumenau, foram mapeadas 63 células neonazistas na pesquisa de Adriana Dias.

A agenda da comitiva da CNDH inclui reuniões com autoridade públicas municipais e estaduais, com representantes institucionais e com especialistas que pesquisam o tema. Uma das questões a ser discutida será a aplicação de um Questionário de Evidências, para identificar elementos envolvendo a propagação da ideologia nazista.
Fonte Agência Brasil

Banco do Brasil lança cartão bancário impresso em braile

O Banco do Brasil lançou o primeiro cartão bancário totalmente impresso em braile do país para promover a inclusão bancária de pessoas com deficiência visual, estimular a autonomia delas e tornar os serviços mais acessíveis e seguros.

“O lançamento do cartão em braile estabelece um novo padrão de inclusão no setor financeiro, permitindo que o Banco do Brasil se destaque como um banco verdadeiramente para todos”, disse a presidente da instituição, Tarciana Medeiros.

Para o presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil, Beto Pereira, além de reforçar a importância do Sistema Braile, a iniciativa gera inclusão e acessibilidade para pessoas cegas. “Essa ação traz consigo uma grande simbologia, não só pelo Dia Nacional do Braile, mas também pelos 200 anos da invenção do sistema que comemoraremos no ano que vem”, disse, à Agência Brasil.

O lançamento aconteceu na última segunda-feira (8), quando é comemorado o Dia Nacional do Sistema Braile, sistema de escrita tátil usado por pessoas cegas ou com baixa visão. A comemoração da data tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de ações para a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Como pedir

Os clientes do Banco do Brasil autodeclarados como cegos ou pessoas com deficiência visual, ao solicitarem uma nova via do cartão, no aplicativo BB ou em uma agência bancária, receberão no endereço cadastrado um kit contendo um cartão totalmente impresso em Braile, com informações como o número, data de validade, bandeira, e código de segurança.

Para as novas contratações de cartão ou renovações de cartões vencidos, a emissão será gratuita. Porém, em casa de solicitação de segunda via, o custo será o mesmo de um cartão comum (R$ 10,80), conforme a tabela de tarifas do banco.

O cartão em braile estará acompanhado de material explicativo impresso em alto relevo e também com caracteres ampliados, para proporcionar a leitura dos clientes com baixa visão. Entre os esclarecimentos, haverá a descrição da forma de fazer o desbloqueio do cartão.
Braile

O Sistema Braile foi inventado pelo pedagogo francês Louis Braille em 1825 e tem códigos formados por sinais em relevo que possibilitam a leitura e escrita das pessoas com deficiência visual, parcial ou total. Cada célula braile tem de um a seis pontos de preenchimento em folha que, combinados, permitem 63 combinações que sinalizam letras, números e outros elementos gráficos. As combinações formam duas filas verticais com três pontos cada uma. A leitura se faz da esquerda para a direita.

O Sistema Braile permite a alfabetização de crianças cegas e a promoção da inclusão. O Braile se soma às novas tecnologias e recursos na área de educação e para inclusão de pessoas com deficiência visual.

O dia nacional foi escolhido em homenagem ao nascimento de José Álvares de Azevedo, o professor responsável por trazer o Sistema Braile ao Brasil, em 1854. Ele foi idealizador da primeira escola para o ensino de cegos no Brasil, o Imperial Instituto de Meninos Cegos, o atual Instituto Benjamin Constant, vinculado ao Ministério da Educação.

Fonte Agência Brasil

Petrobras descobre petróleo na Margem Equatorial

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (9) que encontrou uma acumulação de petróleo em águas ultraprofundas da Bacia Potiguar. A descoberta foi confirmada no poço exploratório Anhangá, situado próximo à divisa entre os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, na Margem Equatorial brasileira. A acumulação foi localizada em uma profundidade de 2.196 metros e em um ponto localizado a cerca de 190 km de Fortaleza e 250 km de Natal.

Não é a primeira vez que a Petrobras faz uma descoberta na Bacia Potiguar neste ano. A companhia já havia confirmado a presença de petróleo no Poço Pitu Oeste, a cerca de 24 km de Anhangá. “Tais descobertas ainda merecem avaliações complementares. A Petrobras é a operadora de ambas as concessões e detém 100% de participação”, registra nota divulgada pela companhia.

A exploração de petróleo na Margem Equatorial desperta preocupações de grupos ambientalistas, que veem risco de impactos à biodiversidade. Os poços Anhangá e Pitu Oeste, no entanto, estão distante da foz do Rio Amazonas, considerada a localidade mais sensível.

A Margem Equatorial se estende pelo litoral brasileiro do Rio Grande do Norte ao Amapá, englobando as bacias hidrográficas da foz do Rio Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. É uma região geográfica considerada de grande potencial pelo setor de óleo e gás. No seu Plano Estratégico 2024-2028, a Petrobras previu o investimento de US$ 3,1 bilhões para pesquisas na Margem Equatorial. A expectativa é perfurar 16 poços ao longo desses quatro anos.

Em maio do ano passado, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) negou o pedido da Petrobras para realizar atividade de perfuração marítima do bloco FZA-M-59. Ele está situado na bacia da Foz do Amazonas. A Petrobras apresentou um novo pedido, ainda sem resposta. O avanço dos trabalhos na Bacia Potiguar, por sua vez, conta com o aval do Ibama, que concedeu a licença de operação para as perfurações dos poços de Pitu Oeste e de Anhangá.

Na nota divulgada, a Petrobras destacou que a perfuração em Anhangá ocorreu sem qualquer incidente, reforçando o compromisso da companhia com o respeito às pessoas e ao meio ambiente. Afirmou também que o histórico de 3 mil poços perfurados em ambiente de águas profundas e ultraprofundas confirma sua capacidade técnica para operar com segurança.

“As atividades exploratórias na Margem Equatorial representam mais um passo no compromisso da Petrobras em buscar a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética”, acrescenta o texto.
Fonte Agência Brasil

Azeite brasileiro tem qualidade reconhecida

Produtores brasileiros de azeite de oliva têm chances de se beneficiarem da alta internacional do preço do alimento, e ganhar mais espaço para vender ao segundo maior mercado importador do mundo: o próprio Brasil.

De todo azeite que o país consome, menos de 1% (0,24%) é produzido por sua lavoura. A maior participação no mercado interno poderá se dar pela qualidade do produto, o que permite crescimento de consumo mesmo quando o preço se eleva.

Entre 2018 e 2022, a produção de azeite só no Rio Grande do Sul passou de 58 mil litros para 448,5 mil litros. O estado e outras regiões do país, como a Serra da Mantiqueira – entre Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro -, está se especializando na produção de azeite extra virgem, de menor acidez, reconhecido como artigo especial ou premium.

De acordo com o Internacional Olive Council, entre 2013 e 2020, o Brasil importou uma média de 74 mil toneladas ao ano de azeite e óleo de bagaço de azeitona. Nesse período, a importação cresceu de 73 mil toneladas ao ano para 104 mil toneladas ao ano.

Em 2020, oitenta por cento desse volume veio de Portugal e da Espanha. Os dois países da península ibérica diminuíram a produção de azeite nos últimos anos por causa do aumento de temperatura quando ocorre a floração das oliveiras, o que causou a elevação do preço do produto em cerca de 45% de 2020 para cá.

Paralelo ao encarecimento do azeite, produção nacional começa a ter reconhecimento. No mês passado, por exemplo, um azeite de marca gaúcha (Potenza Frutado) foi escolhido como o melhor do Hemisfério Sul – Prêmio Internacional Expoliva de Qualidade dos Melhores Azeites Extravirgens, realizado na Espanha (22ª edição).
Abastecimento mais rápido

Além de azeite extra virgem de qualidade reconhecida, o produtor nacional tem em seu favor a agilidade para abastecer o mercado interno. “Se eu colher uma azeitona hoje no pé aqui, eu posso tranquilamente em dez dias ter o azeite dela em uma loja do Pão de Açúcar em São Paulo”, calcula Luiz Eduardo Batalha, o maior produtor de azeite do Brasil e dono da marca que leva seu nome.

Batalha, que acumula experiência com a produção de carne, café e cana-de-açúcar em diferentes partes do país, cultiva oliveiras em três fazendas com total de 3 mil hectares nos municípios de Pinheiro Machado e Candiota, no sudeste gaúcho, a cerca de 60 quilômetros da fronteira com o Uruguai.

Segundo ele, o azeite extra virgem “é um produto que precisa de muito frescor” e as marcas estrangeiras apesar do domínio absoluto “não competem com a rapidez que a gente tem de colocar o azeite nas gôndolas do supermercado, nos lugares, nos restaurantes.”

O argumento do produtor faz sentido para Ticiana Werner, dona de um restaurante em Brasília que leva o seu nome. Ela pondera que além do maior tempo para chegar às redes brasileiras de abastecimento, o azeite importado pode não estar devidamente acondicionado em seu transporte.

Entre 2018 e 2022, a produção de azeite só no Rio Grande do Sul passou de 58 mil litros para 448,5 mil litros

“Um azeite da Europa vem como? Em um contêiner. Como é esse contêiner, é refrigerado? Se não for refrigerado o azeite pode oxidar”, avalia a empresária que desde o início do ano começou a usar azeite nacional em saladas, pratos quentes e até sobremesas.

O Brasil cultiva oliveiras desde o século passado, mas a perspectiva de ter uma produção mais robusta e virtuosa começou a se desenhar entre os anos de 2005 e 2006, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) demandou que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) avaliasse a possibilidade de o país cultivar oliveiras, como já acontecia com as vinheiras no Sul do Brasil e no Vale do São Francisco (Bahia e Pernambuco).

O trabalho teve início com o plantio de mudas de oliveiras tradicionais em países de grande produção. As variedades de maior sucesso foram koroneike, de origem grega; as espanholas arbequina e arbosana; e a covatina, da Itália.
Mudança no metabolismo

“Quando você traz uma espécie de uma condição adequada para uma condição como a nossa, a planta mexe no seu metabolismo e se adapta à nova condição”, explica o engenheiro agrônomo Rogério Oliveira Jorge, responsável técnico em laboratório da Embrapa Clima Temperado em Pelotas (RS), que faz pesquisas e avalia a qualidade dos azeites produzidos no Brasil.

O desempenho da planta depende da capacidade de se adaptar ao clima e ao solo. A ciência sabe que as oliveiras não se desenvolvem bem em lugares com muita chuva e solos encharcados.

Além do baixo índice pluviométrico e da baixa umidade relativa do ar, a planta precisa de exposição ao sol e de temperaturas amenas. Nos períodos de florescimento pleno, polinização e frutificação efetiva “a temperatura diária deve ficar em torno de 20ºC, a fim de que todos os processos metabólicos ocorram normalmente”, descreve estudo da Embrapa sobre a distribuição potencial de oliveiras no Brasil e no mundo, feito em 2015.

De acordo com os pesquisadores da empresa estatal, além do Rio Grande do Sul e de lugares de altitude como a Serra da Mantiqueira, há zonas “apontadas como mais favoráveis” no semiárido nordestino.

O azeite de oliva é rico em ácidos graxos, pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue e contribui para o fortalecimento do sistema imunológico. Em entrevista à Agência Brasil, a nutricionista Mônica Julien, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, aconselhou o consumo. “Eu recomendo que use azeite se possível, não em substituição a todas as outras gorduras, porque até as gorduras saturadas têm sua função também no organismo, mas se puder acrescentar e trocar uma boa parte das gorduras por azeite é bastante saudável.”

Rotineiramente, o Ministério da Agricultura e Pecuária faz fiscalização e apreensões de azeites em supermercados. O Mapa orienta os consumidores a conferir a lista de produtos irregulares já apreendidos; não comprar a granel; optar por produtos com a data de envase mais recente; reparar a data de validade e o tempo dos ingredientes contidos – o tempo de colheita de azeitona para azeites extra virgem é de seis meses. Outra sugestão é observar se o óleo está turvo e se na embalagem há informação sobre mistura de óleos (adição de outro óleo vegetal).

Fonte Agência Brasil

Ministério da Educação vai premiar escolas e estudantes com bom desempenho no Enem


O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou que a pasta passará a premiar escolas e estudantes que tiveram desempenho positivo no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), como forma de reconhecimento e incentivo. Inicialmente, a previsão é que a iniciativa entre em vigor ainda em 2024.

“A gente precisa dar visibilidade aos números; isso incomoda os Estados que não estão bem. E a população cobra: por que meu Estado não avança?”, afirmou o ministro, nesta quinta-feira (4), em entrevista.
Também foi dito por Camilo Santana que, apesar da premiação ainda não ter um modelo definido, ela terá “uma grande solenidade com o presidente”. “É uma espécie de Oscar da Educação. Pode ser prêmio em dinheiro, em equipamentos para a escola”, acrescentou.

Dono da Porsche que matou motorista por aplicativo recuperou CNH 12 dias antes de acidente


Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista do Porsche colidiu e matou o motorista por aplicativo Ornaldo da Silva Viana no último domingo (31), havia recuperado sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) há apenas 12 dias até o acidente. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de São Paulo, que ainda não informou o motivo da suspensão.

Ele foi indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e por lesão corporal (porque levava um passageiro no momento do acidente), além de fuga do local.
O porsche azul dirigido por Fernando atingiu o Renault Sandero Conduzido por Ornaldo da Silva Viana na rua Marechal Barbacena, no Tatuapé, zona leste de São Paulo. O motorista por aplicativo chegou a ser socorrido , mas não resistiu aos ferimentos. Já Fernando, que em depoimento disse que dirigia “um pouco acima” da velocidade permitida, foi levado pela mão do local do acidente e só se apresentou à polícia 40h depois.

A CNH de Fernando foi suspensa no dia 5 de outubro de 2023. Isso acontece, segundo determinação do Código de Trânsito Brasileiro, quando o motorista ultrapassa a pontuação máxima de 40 pontos na carteira. Nesse caso, ele precisa passar por uma reciclagem para obter a carteira de novo. Ele passou pelo curso no período entre 7 e 16 de novembro do ano passado e em 19 de março, 12 dias antes do acidente, recuperou a CNH.

Casa Branca quer que a Lua tenha seu próprio fuso horário


A Casa Branca quer que a Nasa, a agência espacial americana, desenvolva um novo fuso horário para a Lua, chamado Tempo Lunar Coordenado (LTC, na sigla em inglês).

Devido à intensidade diferente do campo gravitacional na Lua, o tempo passa mais rápido lá do que na Terra — 58,7 microssegundos a cada dia.

Pode não parecer muito, mas isso pode ter um impacto significativo quando você tenta sincronizar espaçonaves.

O governo dos EUA espera que o novo horário ajude a manter coordenadas as iniciativas nacionais e privadas para chegar à Lua.

“Esta teoria fundamental da gravidade no nosso Universo tem uma consequência importante: o tempo passa de maneira diferente em diferentes lugares do Universo”, explica a professora Catherine Heymans, astrônoma real da Escócia (um título honorário).

“A gravidade na Lua é um pouco mais fraca, e os relógios funcionam de forma diferente.”

O tempo é medido atualmente na Terra por centenas de relógios atômicos localizados ao redor do nosso planeta, que medem a mudança do estado de energia dos átomos para registrar o tempo em nanossegundos. Se fossem colocados na Lua, durante 50 anos estariam um segundo mais rápido.

“O tique-taque de um relógio atômico na Lua vai ter um ritmo diferente de um relógio na Terra”, afirma Kevin Coggins, alto funcionário do programa de comunicação e navegação espacial da Nasa.

“Faz sentido que quando você vai para outro corpo (celeste), como a Lua ou Marte, cada um tenha seu próprio batimento cardíaco.”

Mas a Nasa não é a única que tenta tornar o horário lunar uma realidade. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) também vem desenvolvendo há algum tempo um novo sistema de tempo.

Será necessário então haver um acordo entre os países, e um órgão de coordenação centralizado — atualmente, isso é feito pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM, na sigla em francês) para o tempo na Terra.

No momento, a Estação Espacial Internacional usa o Tempo Universal Coordenado, porque está na órbita terrestre baixa. Mas o mesmo não seria adequado para a Lua.

Outro aspecto sobre o qual os países vão precisar chegar a um acordo é em relação a onde começa o novo fuso horário e até onde se estende.

Os EUA querem que o LTC esteja pronto até 2026, a tempo da sua missão tripulada à Lua.

A Artemis-3 será a primeira missão a voltar à superfície da Lua desde a Apollo 17 em 1972. Ela está programada para pousar no polo sul lunar, que se acredita conter grandes reservas de água congelada em crateras que nunca recebem luz solar.

Localizar e dirigir esta missão requer extrema precisão, a nível de nanossegundo — erros na navegação podem colocar a espaçonave em risco de entrar em órbitas erradas.

Mas a Artemis-3 é também uma de uma série de missões nacionais planejadas para a Lua, assim como empreendimentos privados. Se o tempo não for coordenado entre elas, isso pode interferir no envio de dados e na comunicação entre espaçonaves, satélites e a Terra.

Gravidade maior = tempo mais lento

Como explicamos anteriormente, o tempo passa de maneira diferente em diferentes lugares do Universo.

Não existe um tempo universal comum para todos os corpos celestes, da mesma forma que a força da gravidade não é a mesma para todos.

A ideia de que o tempo é relativo vem da teoria da relatividade geral de Albert Einstein.

Ela parte do pressuposto de que onde a gravidade é mais forte, o tempo passa mais devagar.

E a gravidade é mais forte à medida que a massa de um objeto aumenta.

Por exemplo, um recipiente cheio de um material denso, como uma rocha de granito, tem mais massa e, portanto, mais força gravitacional do que o mesmo recipiente cheio de água.

No espaço, a Lua tem menos massa do que a Terra — por isso, a força gravitacional da Lua é menor do que a da Terra.

Isso explica por que uma pessoa pesa menos na Lua.

Esta gravidade mais fraca é a razão pela qual temos as famosas imagens dos astronautas da missão Apollo dando “um salto gigante para a humanidade” na superfície da Lua.

Então, quanto maior for a massa de um corpo, maior será a sua gravidade — e mais devagar o tempo vai passar.

Em Júpiter, por exemplo, o tempo passa mais devagar do que na Terra, porque a gravidade é maior.

Mas na Lua, o tempo passa mais rápido porque sua força gravitacional é menor.

O que é um fuso horário?

O tempo é dividido ao redor do globo em fusos horários usando linhas imaginárias chamadas meridianos. Eles vão do Polo Norte ao Polo Sul.

Uma destas linhas imaginárias passa por Greenwich, em Londres, no Reino Unido, que estabelece o Greenwich Mean Time, ou GMT.

Países que estão a leste do Reino Unido (como o Japão) estão à frente deste horário base — e países que estão a oeste (como o Brasil) estão atrás.

O Brasil tem mais de um fuso, mas o que é seguido na maior parte do país é o fuso horário de Brasília, equivalente a menos 3 horas do horário em Greenwich, ou seja, é -3 GMT.

Isso significa que quando são 8h da manhã no Brasil, são 11h da manhã em Londres (a não ser que seja horário de verão em algum dos países).

Ator atinge um milhão de seguidores após mutirão de fãs


Os fãs brasileiros da série “Todo Mundo Odeia o Chris” (2005-2009) provaram que, como diz o ditado popular, a união faz a força, sim.

Após Vincent Martella, que viveu Greg, no extinto seriado, compartilhar uma foto usando uma camiseta com os dizeres em português: “Eu sou famoso no Brasil”, neste domingo (31), aficionados pela série iniciaram um mutirão em prol do ator.

A meta de bater os 2,2 milhões de seguidores do ator Tyler James Williams, que interpretou Chris e, com frequência se queixa da interação dos fãs brasileiros, está indo bem. Em poucas horas, o amigo “do carinha que mora logo ali” saltou de 800 mil para um milhão de seguidores no Instagram, nesta quarta-feira (3).

O feito levou Vincent às redes sociais para agradeceu ao engajamento dos fãs do Brasil, como prometeu que faria. “Foi tão divertido assistir a isso hoje”, disse o ator de 30 anos, marcando o amigo de quem ganhou a camiseta e que também “ama o Brasil”.

O eterno Greg se mostrou disponível em outra publicação a vir a Comic Con, que acontece em dezembro, no Brasil. “Levem-me à convenção de vocês”. Será que vai rolar?