A ação ajuizada pelo Democratas (DEM) em 2009 sobre a consticionalidade das cotas racias instituida na Universidade de Brasília (UnB). Está sendo julgada hoje pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Para a advogada do partido, Roberta Kaufmann, o Estado não pode separar direitos com base na cor de pele. “O Brasil é composto por mestiços. Então, quem vai definir a linha tênue entre os grupos no Brasil? Em pleno século 21, um tribunal racial na UnB, de composição secreta, com base em critérios místicos, define a tênue diferença entre um branco e um moreno”Segundo ela, a divergência do partido é em relação à forma como os negros podem ser integrados no país. A advogada acredita que a melhor maneira de resolver essa questão é por meio das cotas sociais. “Porque têm critérios objetivos, como ter estudado em escola pública, como renda mínima. Qualquer racismo é perverso. Não existe racismo bom, não existe racismo politicamente correto. Todo racismo precisa ser evitado”, declarou