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Decorador dá calote em noivas e vai para Paris

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Um grupo de 36 noivas do Distrito Federal prestou queixa na Polícia Civil nesta sexta-feira (8) contra um decorador que, alegando “rescisões contratuais”, suspendeu os serviços para os quais havia sido pago e viajou para Paris. O prejuízo às noivas já passa de R$ 1 milhão, segundo a polícia. Até a tarde deste sábado (9), outras 12 mulheres também haviam registrado ocorrência. De acordo com as vítimas, o empresário Crisanto Galvão Neto enviou uma carta às noivas dizendo que devolveria o dinheiro recebido, mas sumiu e não restituiu os valores. Registros da Polícia Federal apontam que Galvão Neto embarcou para a capital francesa na última quarta feira (6). A delegada-chefe da 3ª DP, Cláudia Alcântara, disse que o número de vítimas pode chegar a cem. De acordo com ela, o empresário era policial militar, estava afastado e voltou ao serviço em abril deste ano. Desde então está de licença médica. Ela não soube dizer o motivo do afastamento. Segundo a PM, Galvão pediu afastamento sem remuneração há três anos para cuidar de assuntos pessoais. Cláudia afirmou que ele enviou uma carta às noivas na tarde desta sexta “pedindo desculpas” e dizendo que, por conta da situação financeira do país, teve de cancelar os contratos. O decorador afirmou ainda na carta que estava em depressão. A delegada disse que ele não é considerado foragido, mas pode responder por estelionato e pegar de 1 a 5 anos de prisão por cada ocorrência registrada.

Vítimas – A administradora Cristina Leal, uma das vítimas, disse que tinha uma reunião com o empresário no dia em que ele foi para Paris. “Anteontem [quarta-feira] eu liguei para ele para falar sobre o contrato, e ainda brinquei se podia dormir tranquila. Ele respondeu que sim e que a decoração [da festa] seria um sucesso.” A empresa do decorador funcionava em uma loja na quadra 303 do Sudoeste. Nesta sexta-feira (8), a porta estava trancada e não havia nenhuma identificação. A informação dos vizinhos da empresa é que os funcionários foram dispensados na última quinta-feira e ninguém voltou ao local depois disso. Para a jornalista Ana Paula Roriz, será um trabalho a mais a poucos meses do casamento. “Vou ter que procurar outro decorador, fazer orçamento. Nem sei se vou ter dinheiro para pagar.”


Mega-Sena acumulada pode chegar a R$ 7 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do sorteio 1.703 da Mega-Sena, realizado pela Caixa Econômica Federal na noite deste sábado (9) na cidade de Aparecida de Goiânia (GO).Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo concurso, que será realizado quarta-feira (13) é de R$ 7 milhões. Veja as dezenas: 03 – 23 – 26 – 35 – 39 – 49. Na quina, houve 75 vencedores. Cada um deles irá levar R$ 23.062,69. Já a quadra registrou 4.451 acertadores. Para cada um o prêmio é de R$ 555,15.

Probabilidades – A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 12.512,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Marcha da Maconha pede liberdade para plantadores da erva


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A Marcha da Maconha do Rio de Janeiro teve este ano dois temas, a luta pela liberdade de todos os cultivadores da erva que estão presos e a solidariedade às vítimas da guerra às drogas. O advogado André Barros, autor da representação no Supremo Tribunal Federal (STF), que descaracterizou a marcha como uma apologia ao uso da maconha, disse que no Rio de Janeiro, atualmente há 20 pessoas presas por causa da produção da planta.

Para ele, a prisão é uma farsa porque muitas vezes o material recolhido inclui a planta completa e até a terra onde ela está sendo cultivada. “Colocam em uma balança e dizem que ali tem dois quilos. Só que a substância proibida que é o THC só existe na flor da planta fêmea, então eles não podem colocar na hora da pesagem toda a planta. Os juízes estão julgando sem conhecimento da prova material do crime”, explicou.

A advogada Margarete Brito, mãe de Sofia, de 6 anos, estava na frente da marcha, empurrando o carrinho de criança em que transportava a filha que tem epilepsia refratária. Assim como ela, outras mães também carregavam os filhos defendendo o uso medicinal da maconha. “Houve evolução: o eletroencefalograma da minha filha é outro antes e depois do tratamento com a maconha. Ela melhorou muito, ficou mais esperta, mais atenta, sorri mais”, contou.

De acordo com Margarete o tratamento na rede pública costuma demorar um ano entre a sentença do juiz e a liberação pelo estado. A advogada destacou, no entanto, que o tratamento apesar de liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sai muito caro porque é preciso importar o medicamento. Segundo ela o custo varia de R$1,5 mil a R$ 5 mil.

“A gente está lutando este ano pela produção no Brasil do extrato de maconha que a gente compra absurdamente caro. Então, a nossa luta este ano é pela regulamentação do cultivo no Brasil”, contou.

Segundo o major Dias, que comandou o policiamento da PM, a concentração da 12ª edição da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro reuniu cerca de 150 pessoas, na altura do Jardim de Alah, na pista da orla na divisa entre as praias do Leblon e de Ipanema. Quando os manifestantes começaram a caminhada o major avaliou que já eram 350 pessoas. Pelos cálculos dos organizadores, naquele momento, eram cerca de mil pessoas.

A Marcha da Maconha do Rio de Janeiro começou em2002 e já sofreu com ações de censura pelo judiciário fluminense, que classificou a manifestação como um ato de apologia às drogas. Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu derrubar a proibição da Marcha da Maconha, como apologia ao uso do produto, considerando que se enquadra na liberdade de expressão e manifestação. “Ninguém mais pode interpretar que a Marcha da Maconha é um movimento de apologia ao crime”, disse o advogado André Barros.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Policiamento é reforçado após tiroteio em favelas dos bairros de Catumbi e de Santa Teresa

A Polícia Militar reforçou o esquema de segurança nas comunidades da Coroa, do Fallet, do Fogueteiro e do Turano, nos bairros do Catumbi e de Santa Teresa, região central do Rio, onde, na noite de ontem (8), houve intenso tiroteio entre traficantes. Bombeiros informaram que, no fim da manhã de hoje (9), foram encontrados três corpos em uma das ruas da Coroa.

As investigações ainda estão sendo feitas na área. Também em consequência do tiroteio, os bombeiros prestaram o atendimento a três jovens de 15,16 e 17 anos, que foram levados com ferimentos para o Hospital Municipal Souza Aguiar.

A polícia informou que foram apreendidos uma granada e dois artefatos explosivos e que o reforço no policiamento segue por tempo indeterminado.

De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), participam da operação policiais do Comando de Operações Especiais (COE) e dos batalhões de Operações Policiais Especiais (Bope), de Polícia de Choque (BPChoque) e de Ações com Cães (BAC).

O policiamento foi reforçado na região ontem após o confronto, e agentes de unidades de Polícia Pacificadora (UPP) ocupam os pontos de acesso às comunidades. O esquema conta ainda com o apoio do Batalhão de Policiamento em Grandes Eventos (BPGE), que faz operações de cerco e revista na região.

O registro na Polícia Civil foi feito inicialmente na 6ª Delegacia de Polícia (DP), na Cidade Nova, mas agora as investigações estão sob a responsabilidade do delegado Ginilton Lages, da Delegacia de Homicídios (DH), que foi até o local.

Apesar do movimento policial, o comércio nas ruas próximas às comunidades continua aberto. Moradores relataram por meio de redes sociais que que ficaram com medo no momento do confronto. Outros postaram vídeos no momento das trocas de tiros.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Receita Federal libera extrato na internet para consulta de pendências com o fisco

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Os contribuintes que entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 podem consultar o extrato no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC),   na internet, para verificar eventuais pendências e acompanhar a situação perante o fisco.  De acordo com o supervisor do Imposto de Renda, Joaquim Adir, mais da metade dos extratos foi liberada. “A maioria já está lá. Eu diria que em torno de 70% já estão liberados para consulta na página da Receita Federal”,   garantiu Adir.

Para ter acesso ao extrato, o contribuinte deve localizar a página do e-CAC, no portal da Receita Federal na internet, onde estão também outras informações relativas ao Imposto de Renda. Quem enviou as informações e identificou algum erro, deve fazer a retificação para não cair na malha fina.

Para utilizar o e-CAC, o contribuinte precisará ter um código de acesso gerado na própria página da Receita ou o certificado digital emitido por autoridade habilitada. Para gerar o código, terá de informar o número do recibo de entrega das declarações de Imposto de Renda dos dois últimos exercícios. A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF.

A Receita iniciará a liberação das restituições dentro de um mês. A consulta aos lotes deverá ocorrer até o dia 8 e o primeiro depósito na rede bancária foi programado para o dia 15 de junho. As restituições serão liberadas uma vez por mês até o dia 15 dezembro, totalizando sete lotes regulares, como acontece todo o ano. De acordo com a legislação, terão prioridade no recebimento das restituições do IRPF os idosos acima de 60 anos e os contribuintes que têm alguma moléstia grave ou deficiência física. “Esses sempre têm prioridade. A declaração desses caiu [nos bancos de dados da Receita Federal], mesmo na entrega com atraso, entra já na prioridade”, garante o Supervisor do Imposto de Renda.

Pelo último  balanço da Receita, até o fim do prazo para a entrega da declaração do IRPF/2015, foram enviadas 27.895.994 declarações. Os contribuintes que perderam o prazo estão sujeitos à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o imposto devido, podendo chegar até 20% e com valor mínimo de R$ 165,74. Além da  multa, o contribuinte que não declarar, estando obrigado a fazê-lo, poderá ter problemas no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Nessa situação, terá restrições para ter acesso a serviços bancários como a obtenção de financiamentos, por exemplo, entre outras penalidades.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Marco Civil da Internet abre canal de consulta pública para aperfeiçoar propostas

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Após 1.200 comentários postados em 339 pautas; e com 1.843 usuários cadastrados, 45 mil visitantes únicos e quase 200 mil visualização das páginas no site Pensando o Direito , foi encerrada nesta semana a fase de recebimento de sugestões para o texto do decreto que regulamentará o Marco Civil da Internet.

Desde então, a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça tem se dedicado a sistematizar as sugestões apresentadas. Para tanto, abriu, no site, um novo canal de consulta pública. Desta vez para aperfeiçoar, no texto do projeto a ser encaminhado à Presidência da República, as propostas já apresentadas.

 

Com a regulamentação, o governo pretende detalhar de forma mais precisa pontos importantes e polêmicos desta lei que também é chamada de Constituição da Internet, e dessa forma dar segurança jurídica e reforçar direitos e garantias dos usuários. Um dos pontos mais polêmicos é o que trata da neutralidade da rede, item segundo o qual pacotes de dados têm a obrigação de serem tratados de forma isonômica, em termos de qualidade e velocidade, sem distinção de conteúdo, origem, destino ou serviço.

De acordo com o MJ, as pautas mais comentadas foram as relativas a privacidade e segurança do usuário; à internet enquanto fator de inclusão; neutralidade de rede; classificação indicativa; internet gratuita por meio de wifi em locais com grande concentração de pessoas; cálculo da tarifa baseado na quantidade de dados transmitidos/enviados; e velocidades distintas de download e upload e guarda de registros.

A regulamentação definirá também quais serão as exceções previstas às regras definidas na lei. É, por exemplo, o caso de situações que envolvam a prestação de serviços de socorro, emergência, utilidade pública e saúde. Há também alguns detalhamentos que precisam ser feitos sobre os requisitos técnicos a serem adotados para a prestação de serviços de internet.

As contribuições para o texto final poderão ser apresentadas até o dia 31 de maio, a fim de subsidiar a versão do documento a ser enviado para deliberação da Presidência. O MJ esclarece que a consulta está restrita às propostas recebidas durante o debate público on-line, já apresentadas e disponibilizadas na página. Além disso, as minutas destinadas às contribuições deverão conter justificativas.

No site do MJ é possível acessar o histórico do debate, bem como tutoriais e sugestões de ferramentas de colaboração para as alterações nos textos disponibilizados. Qualquer pessoa, instituição, empresa ou órgão governamental poderá apresentar propostas. Para isso, as autoridades sugerem que os textos sejam apresentados com “bons argumentos”, e que busquem atender da melhor forma o interesse público, levando sempre em consideração os limites do que pode ser tratado em um decreto.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Organização Mundial da Saúde declara fim da epidemia de ebola na Libéria

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Depois de 42 dias sem registro de novos casos, o representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), Alex Gasasira, anunciou hoje (9) que a epidemia de ebola foi erradicada na Libéria. A comunicação foi feita em Monróvia, capital do país.

“Hoje, 9 maio de 2015, a OMS declara a Libéria livre da transmissão do vírus do ebola”, disse ele em cerimônia com a presença da presidenta do país, Ellen Johnson Sirleaf. “Quarenta e dois dias passaram-se desde que o último caso foi confirmado em laboratório. A epidemia na Libéria acabou”, acrescentou Gasasira, ao destacar que essa é uma “conquista monumental” para o país.

O cálculo foi feito com base no duplo período de incubação máxima do vírus, 21 dias, depois da última morte, sem que tenham surgido novos casos.

Em um ano, a Libéria contabilizou mais de 4,7 mil mortos e 10,5 mil casos. O pico da epidemia ocorreu entre agosto e setembro de 2014, com o registo de 300 a 400 novos casos semanais.

Alex Gasasira elogiou a determinação do governo e da população do país em combater a epidemia, que foi a pior desde a detecção do vírus em 1976.

Ellen Johnson Sirleaf agradeceu à população os esforços nesse sentido e lembrou os 189 profissionais que lutaram contra a doença e morreram.

Apesar do anúncio, a Libéria terá de manter a vigilância, uma vez que os países vizinhos Serra Leoa e Guiné Conacri ainda enfrentam a epidemia.

No total, o vírus matou mais de 11 mil pessoas, em 26,5 mil casos identificados, sobretudo na Libéria, Serra Leoa e Guiné Conacri.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Governo pode arrecadar até R$ 1,4 bilhão de planos de saúde por ressarcimentos

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Os planos de saúde deverão pagar mais ao governo pelos atendimentos prestados a pessoas asseguradas pela rede privada atendidas no sistema público. O ressarcimento poderá chegar a R$ 1,4 bilhão em 2015, referente à previsão de notificações, no que deve ser descontado percentual que as empresas de saúde possam vir a ganhar com recursos administrativos. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresentou hoje (8) as novas regras de reembolso, durante coletiva na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no Rio.

A partir de agora, as operadoras terão de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) por procedimentos de média e alta complexidade, como radioterapia, quimioterapia, cateterismo cardíaco, cirurgia de catarata e hemodiálise feitas por usuários dos planos na rede pública. Esses procedimentos são feitos por Autorização para Procedimento Ambulatorial (Apac) e sua cobrança será imediata, referente ao período de janeiro a março de 2014.

O reembolso das operadoras ao SUS já acontecia, mas só quanto às Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que representam um percentual menor em relação ao número de procedimentos. No primeiro trimestre do ano passado, por exemplo, foram identificadas 76.258 AIHs e 113.693 Apacs. As AIHs significaram, no período, R$ 180,9 milhões, enquanto que as Apacs, R$ 173 milhões, totalizando R$ 354 milhões em três meses. Segundo o ministro, se forem tomados estes números como base, se chegará ao final do ano em cerca de R$ 1,4 bilhão em notificações, valor que poderá ser menor, por causa dos recursos administrativos das operadoras.

“Trata-se, em primeiro lugar, de cumprir a legislação. De aperfeiçoar um processo que está previsto, de ressarcimento, daqueles serviços que são prestados pelo SUS às pessoas que têm plano de saúde. Não se trata de cobrar nada do usuário, mas fazer com que as operadoras devolvam ao SUS aquilo que é prestado para os seus clientes. Já fizemos isso com as internações hospitalares e agora damos mais um passo, fazendo o ressarcimento dos procedimentos de alto custo ambulatoriais”, disse o ministro.

Chioro ressaltou que o objetivo é gerar caixa para beneficiar o sistema público, que atende a grande maioria dos brasileiros. “Pretendemos usar esses recursos para melhorar ainda mais o atendimento para os pacientes que dependem exclusivamente do SUS e ajudar as prefeituras, os governos estaduais e as santas casas a pagarem suas contas e garantirem uma oferta de qualidade para a população.”

Apesar de cobrar mais dos planos de saúde, o ministro ressaltou que não deverá haver aumento no valor pago pelos clientes, pois esses gastos já estão previstos na contabilidade das empresas. “Não vejo possibilidade de aumento nos planos, por dois motivos. Primeiro, porque isso está na Lei [9.656/1998]. Todo mundo sabe que é a regra do jogo. E depois, porque é justo. Se trata de uma prestação de serviços que as operadoras têm obrigação de fazer, prevista em contrato, e não faz sentido elas deixarem de fazer e apresentarem a conta para o SUS pagar.” Segundo ele, os recursos arrecadados irão para o Fundo Nacional de Saúde. Outra novidade, é que, a partir de agora, as operadoras serão notificadas eletronicamente e a ANS passará a cobrar juros sobre os valores que devem ser reembolsados, a partir da notificação, o que deverá reduzir o adiamento do pagamento.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), divulgou nota após a coletiva do ministro, explicando que é necessário que suas associadas recebam a regulação e tenham um prazo estabelecido para análise da listagem enviada pela ANS com o nome dos clientes atendidos pelos SUS, chamada de Aviso de Beneficiários Identificados (ABI). Segundo a entidade, a listagem apenas identifica os beneficiários que foram atendidos na rede pública e os atedimentos feitos.

Segundo a FenaSaúde, não é feita nenhuma análise se o beneficiário teria direito àquele atendimento pelo plano de saúde. “Essa análise será feita pela operadora de plano de saúde, que após receber os avisos de que seus beneficiários foram atendidos no SUS, terá o prazo de trinta dias para analisar e verificar se as cobranças são procedentes, caso constate que o beneficiário identificado, por algum motivo, não teria direito àquela cobertura pelo plano de saúde”, informou na nota.

 

A entidade informou alguns exemplos de ABI improcedentes: beneficiário está em carência ou no período de cobertura parcial temporária (CPT), o atendimento foi prestado a um homônimo, acidente de trabalho não coberto no contrato, beneficiário já foi excluído do plano e o evento feito no SUS não é coberto pelo plano de saúde.

 

 

 (Fonte Agência Brasil)

Bicicletas vão às ruas do Rio e de Niterói no “Dia de bike ao trabalho”

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Depois de intensa programação, iniciada pela manhã com a formação de vários “bondes” de ciclistas, um happy hour na Cinelândia reunirá, no início da noite, os participantes da campanha “Dia de bike ao trabalho”, comemorado hoje (8) em todo o país, que envolveu cinco atividades em ruas do Rio de Janeiro e de Niterói.

Dezenas de bicicletas coloriram as duas cidades fluminenses com o objetivo de convidar os funcionários a irem de bicicleta para seus locais de trabalho. Os adeptos da bike reforçam que o uso do veículo, além de contribuir para a preservação do meio ambiente, faz bem à saúde, e deve ser priorizado na questão da mobilidade urbana.

Ana Luiza Carboni, da coordenação do projeto Bike Anjo, ajudou um servidor da prefeitura a fazer o trajeto para o trabalho de forma mais segura e rápida, mostrando como ele devia se colocar na pista. Levou também outro ciclista até um local de encontro dos adeptos do pedal. “O dia de hoje está sendo muito bom, muito produtivo”, comemorou ela.

O Bike Anjo é um grupo de ciclistas experientes que ensinam, gratuitamente, a pessoas que querem aprender a usar a bicicleta com segurança na cidade. A organização existe desde 2010, em São Paulo, e atualmente se estende por cerca de 22 cidades, em todo o país. Além de trabalhos em empresas e oficinas mecânicas, o grupo promove, no primeiro domingo de cada mês, a Escola Bike Anjo (EBA), para ensinar crianças e adultos a pedalar com mais segurança, em área próxima ao Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro. Em Niterói, as aulas ocorrem no Teatro Popular, no terceiro domingo do mês. O Bike Anjo do Rio de Janeiro tem mais de 200 voluntários cadastrados.

“Qualquer pessoa pode entrar no site www.bikeanjo.org e se cadastrar, tanto para pedir um “bike anjo” – para ajudar nas rotas e a pedalar na cidade com mais segurança – quanto para ser também um “bike anjo”, disse Ana Luiza. A organização também dá treinamento a pessoas que querem se voluntariar e transmitir os ensinamentos. O Bike Anjo também promove passeios ciclísticos com alunos da EBA. O último visitou a Ilha de Paquetá.

O sócio do Bike Rio Café, Carlos Frederico de Araújo Lima, é um defensor do uso da bicicleta para ir ao trabalho. Tanto que abriu estacionamento para bicicletas no centro da capital fluminense, com vestiários feminino e masculino, Nos quais os ciclistas podem tomar banho e mudar de roupa para ir aos seus empregos. O estacionamento tem capacidade para 80 bicicletas.

O sucesso foi tão grande que o estabelecimento criou um espaço para café, lanche e almoço. Em apoio ao movimento de hoje, Lima deu gratuidade aos frequentadores. Os 30 primeiros a chegar puderam usar os serviços sem pagar. Ele avaliou que a chuva de hoje prejudicou um pouco a campanha, pois “a chuva ainda espanta alguns ciclistas. Mas para as pessoas que não gostam mais de pegar carro, a chuva não atrapalha. É só trazer outra muda de roupa”.

Ana Luiza Carboni ressaltou que as pessoas devem optar pela bike por questão de mobilidade, porque o tempo é menor nos deslocamentos, além de significar economia com passagens de ônibus ou gasolina. Outro fator positivo diz respeito à saúde, pois “você não precisa de muito mais para se manter saudável”, diz ela. Além disso, há a questão do meio ambiente, com poluição zero.

 

Ana Luiza reconhece, entretanto, que a bicicleta não é solução de mobilidade para todas as pessoas, “mas para muitas pessoas é o transporte ideal. Quando as pessoas começarem a entender que quanto mais ciclistas nas ruas, mais respeitados vamos ser, é muito importante”.

 

(Fonte Agência Brasil)

Secretário de Segurança do Rio avalia como positivo trabalho da polícia nas UPPs

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O secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, elogiou hoje (8) delegados, agentes e policiais militares pelos serviços prestados nas comunidades durante o processso de pacificação, especialmente no complexo de favelas do Alemão, na zona norte da cidade.

Os elogios e o reconhecimento do secretário foram feitos na solenidade denominada Melhores do Trimestre, premiação organizada pela Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), que registra o desempenho e colaboração de profissionais de segurança que atuam nas unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

 

Na cerimônia, Beltrame entregou diplomas a 85 policiais militares e a delegados da Polícia Civil pela contribuição com o trabalho de investigação nas UPPs.

“No primeiro trimestre, após a chegada da CPP no Alemão, percebemos uma queda superior a 50% no volume de incidentes verificados nas demais UPPs. Ou seja, as pessoas perceberam que, reagindo contra a polícia, significa receber outras forças especiais. Ao longo do mês passado, não tivemos nenhum policial morto. Em todas as UPPs, registramos apenas oito policiais feridos. Queríamos que não houvesse nenhum, mas tivemos uma recuperação muito importante desses índices”, explicou Beltrame.

Para o secretário, a população dessas comunidades ainda está se habituando à presença dos agentes. Segundo ele, aos poucos os policiais estão conseguindo resultados reconhecidos pelos moradores. “O trabalho dos policiais não é fácil. Eles lidam com pessoas acostumadas com outra realidade e que não estavam habituadas à presença da polícia de forma ininterrupta. Podemos ter problemas com as UPPs, mas o resultado final é muito bom.”

Sobre as denúncias da população do complexo, a coordenadoria esclareceu que, desde o início de abril, quando o policiamento foi reforçado pelo Comando de Operações Especiais (COE) com equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Batalhão de Choque (BPChoque), os policiais da UPP de Nova Brasília, uma das comunidades que integram o Complexo do Alemão, estão recebendo treinamento para aperfeiçoar as ténicas de atuação policial em áreas pacificadas.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que o curso é ministrado por equipes do COE, com acompanhamento de psicólogos e médicos. Outros policiais de UPPs dos complexos do Alemão e da Penha também passarão pelo treinamento. Em abril, a equipe da Ouvidoria Paz com Voz, presente em todas as comunidades do Alemão e da Penha, recebeu 11 denúncias de tráfico de drogas.

 

 

(Fonte  Agência Brasil)