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Ministério da Saúde confirma 16 casos de zika vírus no país

O Ministério da Saúde confirmou hoje (14) um total de 16 casos de zika vírus no país – oito na Bahia e oito no Rio Grande do Norte. A doença é transmitida por meio da picada do Aedes aegypti, mesmo mosquito transmissor da dengue.

As amostras foram encaminhadas aos laboratórios de referência do Instituto Evandro Chagas e ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos para avaliação. Análises feitas pelo Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia já haviam indicado resultado preliminar para a presença do vírus.

O zika vírus foi isolado pela primeira vez em 1947, a partir de amostras de macacos usados como sentinelas para a detecção da febre amarela, na Floresta Zika, em Uganda. Ele é considerado endêmico no leste e oeste do continente africano e há registro de circulação esporádica também na Ásia e na Oceania.

Nas Américas, ele já havia sido identificado na Ilha de Páscoa, território do Chile no Oceano Pacífico, em 2014. Casos importados foram descritos no Canadá, na Alemanha, na Itália, no Japão, nos Estados Unidos e na Austrália.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse que o governo brasileiro já trabalhava com a possibilidade de entrada do vírus no país em razão do alto fluxo de turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo, no ano passado.

Segundo o ministério, o zika vírus tem evolução benigna, caracterizada por febre baixa, olhos vermelhos sem secreção e sem coceira, dores nas articulações e erupção cutânea com pontos brancos e vermelhos, além de dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas.

Ainda de acordo com a pasta, a doença tem um período de incubação de cerca de quatro dias e os sinais e sintomas podem durar até sete dias. A maior parte dos casos não apresenta sintomas e não há registro de morte associada.

O tratamento é sintomático com uso de paracetamol para febre e dor, conforme orientação médica. Não está indicado o uso de ácido acetilsalicílico e de drogas anti-inflamatórias por conta do risco aumentado de complicações hemorrágicas, como também ocorre com a dengue.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

 

 

Banco do Brasil tem lucro de R$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil (BB) informou hoje (14) que registrou lucro líquido de R$ 5,818 bilhões no primeiro trimestre de 2015. O montante cresceu 93,3% em relação aos R$ 3 bilhões registrados no quarto trimestre de 2014 e 115,4% na comparação com os R$ 2,7 bilhões do primeiro trimestre do ano passado.

A instituição alcançou ainda um valor de R$ 1,524 trilhão em ativos em março de 2015, com crescimento de 11,2% em 12 meses, e de 6% na comparação com o trimestre anterior.

O BB é a maior instituição em ativos entre as empresas do setor financeiro da América Latina. De acordo com nota do banco, o desempenho no primeiro trimestre foi favorecido principalmente pela expansão da carteira de crédito, que ampliada atingiu R$ 776,9 bilhões em março último, com crescimento de 11,1% em 12 meses e 2,1% em relação ao trimestre anterior.

O crédito imobiliário atingiu saldo de R$ 41 bilhões, crescendo 49% em relação ao primeiro trimestre de 2014. O financiamento imobiliário às pessoas físicas cresceu 45,5% em 12 meses, alcançando saldo de R$ 30,4 bilhões. Já o financiamento ao agronegócio encerrou o primeiro trimestre deste ano em R$ 163,4 bilhões, 9% a mais do que no primeiro trimestre de 2014.

O saldo do crédito concedido às empresas chegou a R$ 359 bilhões em março de 2015, crescimento de 11% em 12 meses e 1,4% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro e investimento representaram 71,2% do total. De acordo com o BB, o banco manteve a liderança em crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), com 20,8% de participação no mercado.

De acordo com a nota do BB, os índices de inadimplência no banco “se mantiveram em patamares menores do que os observados no SFN”. Ao fim de março de 2015, o índice de operações com atraso de mais de 90 dias no pagamento representou 2,05% da carteira de crédito. A instituição financeira destacou que, no mesmo período, o SFN registrou índice de inadimplência de 2,8%.

 

 

 

 

(Fonte Agência Brasil)

 

 

 

 

Confira tabela de jogos e classificação do Brasileirão

 Série A
Classificação P J V E D GP GC SG %
1 Sport 3 1 1 0 0 4 1 3 100
2 Atlético-PR 3 1 1 0 0 3 0 3 100
3 Chapecoense 3 1 1 0 0 2 1 1 100
3 São Paulo 3 1 1 0 0 2 1 1 100
5 Corinthians 3 1 1 0 0 1 0 1 100
6 Fluminense 3 1 1 0 0 1 0 1 100
7 Grêmio 1 1 0 1 0 3 3 0 33
8 Ponte Preta 1 1 0 1 0 3 3 0 33
9 Palmeiras 1 1 0 1 0 2 2 0 33
10 Atlético-MG 1 1 0 1 0 2 2 0 33
11 Avaí 1 1 0 1 0 1 1 0 33
12 Santos 1 1 0 1 0 1 1 0 33
13 Vasco 1 1 0 1 0 0 0 0 33
14 Goiás 1 1 0 1 0 0 0 0 33
15 Flamengo 0 1 0 0 1 1 2 -1 0
16 Coritiba 0 1 0 0 1 1 2 -1 0
17 Cruzeiro 0 1 0 0 1 0 1 -1 0
18 Joinville 0 1 0 0 1 0 1 -1 0
19 Figueirense 0 1 0 0 1 1 4 -3 0
20 Internacional 0 1 0 0 1 0 3 -3 0
  • – Rebaixados,
  • – Classificados,
  • P – Pontos,
  • J – Jogos,
  • V – Vitórias,
  • E – Empates,
  • D – Derrotas,
  • GP – Gols Pró,
  • GC – Gols Contra,
  • SD – Saldo de Gols,
  • % – Percentual de Jogos

Prêmio da Mega acumulada é de R$ 23 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.704 da Mega-Sena realizado nesta quarta (13). O prêmio acumulou e pode pagar a bolada estimada em R$ 23 milhões para a aposta que acertar as seis dezenas no próximo sorteio deste sábado (16). Já a Quina saiu para 74 apostas, que levam R$ 28.153,70 cada, enquanto as 6.399 apostas que acertaram a Quadra recebem R$ 465,11.

Confira os números sorteados:

01 – 07 – 11 – 32 – 51 – 59

Laboratório brasileiro já pode voltar a fazer testes antidoping

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O recredenciamento do Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD), autorizado hoje (13) no Canadá, pela Agência Mundial Antidopagem (Wada, na sigla em inglês), vai permitir que as análises dos exames dos atletas que participam de competições das confederações e das federações de modalidades esportivas no Brasil possam voltar a ser feitas na instituição.

O coordenador acrescentou que, além de poder voltar a prestar serviços em qualquer modalidade esportiva no Brasil, o laboratório tem agora o grande desafio dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. “Já podemos receber amostras a partir de hoje. É claro que vai haver agora um processo de indução, em que vamos ter que nos acertar com os nossos clientes e ver como esta história começa novamente a ser operada”.

De acordo com Radler, a preparação para os Jogos Olímpicos já vinha correndo em paralelo com o processo de recredenciamento do laboratório. “Agora para nós vai ser muito importante poder participar dos eventos-teste porque obviamente com isso nós também seremos testados numa ótica olímpica”, disse.

A organização dos Jogos Olímpicos já tem previsão de fazer até o ano que vem 44 eventos-teste e todos vão precisar de análises de antidopagem. “O laboratório, em princípio, tem condições de absorver essa demanda toda e a demanda brasileira para este ano e para os próximos também”, garantiu.

No Canadá, o ministro do Esporte, George Hilton, participou de reunião com integrantes do Comitê Executivo da Wada para debater as próximas ações relacionadas aos Jogos de 2016 e à adaptação do Brasil às normas mundiais de controle de dopagem. Ficou acertado que o país vai preparar a instalação de um tribunal de apelação e o reconhecimento da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) como a única entidade responsável pelo controle de dopagem no país.

Para o coordenador, isso é natural ocorrer, porque no momento em que o Brasil assinou a convenção da Unesco, que criou a Agência Mundial Antidopagem, assumiu o compromisso de acatar os preceitos da Wada. Segundo Radler, um deles diz que cada país signatário deve ter a sua agência nacional de controle de dopagem.

“No caso do Brasil, a ABCD, é como se fosse um braço da agência mundial e, em consequência, também, quem deveria estar cordenando essas atividades. Então, a minha perspectiva em relação a esses tratados internacionais é que de fato a ABCD passe a gerir esse sistema no Brasil, o que para nós, do laboratório, é muito importante, porque é uma maneira de profissionalizar o lado esportivo em relação ao controle de dopagem, que era uma coisa muito mais difícil de fazer quando tinha que tratar com diversas confederações e federações diferentes”, explicou.

 

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Deputados Federais derrubam alteração no pagamento do auxílio-doença

Previdência-Social

Depois de perder a votação da emenda que derruba o fator previdenciário, o governo sofreu novo revés durante a votação dos destaques da Medida Provisória (MP) 664/14, que alterou as regras para a concessão da pensão por morte e do auxílio-doença.

E foi o ponto da MP que alterava a responsabilidade pelo pagamento do auxílio-doença que marcou o embate entre a base e a oposição. Por 229 votos favoráveis, 220 contrários e uma abstenção, os deputados excluíram do texto o trecho que determinava que as empresas seriam responsáveis pelo pagamento dos primeiros 30 dias do auxílio-doença.

Com a alteração, o governo pretendia economizar no pagamento do benefício, que passaria a ser arcado pelos empresários durante o período. Agora, continua valendo a regra atual pela qual a empresa é responsável pelo pagamento dos 15 primeiros dias de licença médica do trabalhador e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a partir do décimo sexto dia.

Após a aprovação do destaque que trata do pagamento do auxílio-doença, a sessão foi encerrada. Os demais destaques serão analisados em sessão extraordinária amanhã (14) .

Deputados Federais aprovam emenda que derruba fator previdenciário

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Por 232 a favor, 210 contra e 2 abstenções o plenário da Câmara aprovou uma emenda que modifica o fator previdenciário. A emenda constava na Medida Provisória (MP) 664/14 cujo texto-base foi aprovado antes pelos deputados. O governo que comemorou a aprovação da MP 664, que alterou as regras da concessão da pensão por morte e auxílio-doença, não concordava com a emenda.

O líder do governo, José Guimarães (PT-CE), disse que, em quase duas horas de conversa, em um café da manhã com o vice-presidente da República, Michel Temer, chegou a afirmar que o governo conseguiu costurar um acordo que evitaria a votação da emenda, ocupou a tribuna para pedir que a base aliada votasse pela rejeição da emenda do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

Guimarães chegou a anunciar a intenção do governo debater as alterações no fator previdenciário no fórum criado pela presidenta Dilma Rousseff para tratar de questões trabalhistas. “A emenda não acaba com o fator previdenciário. E nós queremos enfrentar o problema”, disse.

Com a mesma intenção, os líderes do PT, Sibá Machado (AC) e do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), também pediram a rejeição da emenda. “Hoje votaremos ‘não’ com o compromisso de, em 180 dias, substituirmos o fator previdenciário”, ressaltou Picciani.

A emenda foi mantida por Faria de Sá com o argumento de que ela traz uma alternativa ao fator previdenciário. “A emenda não tem nenhuma mágica ou mistério, é uma soma matemática que vai permitir uma porta de saída. O fator rouba 40% da previdência do homem e 50% da previdência da mulher”, disse. Mas, apesar dos clamores dos líderes, parte dos deputados da base aliada votou pela aprovação da emenda.

Pela emenda aprovada, fica valendo a chamada regra do 85/95. Ela estabelece que o trabalhador receberá seus proventos integrais, quando, no cálculo da aposentadoria, a soma da idade com o tempo de contribuição for 85 para mulher, 95 para homem e 80 para professora e 90 para professor. A emenda será incorporada ao texto-base da MP, que vai para apreciação do Senado.

Aprovado em 1999, durante o governo de ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o fator previdenciário visa a postergar as aposentadorias dentro do Regime-Geral da Previdência. Pela regra do fator, o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é 35 anos para homens e 30 para mulheres, o valor da aposentadoria é reduzido para quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos, no caso de homens, ou 60 anos, de mulheres.

 

 

 

Vai viajar saiba quais vacinas tomar antes!

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Para evitar transtornos, os brasileiros que pretendem viajar para o exterior precisam estar atentos a alguns cuidados de saúde e portar o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) A carteira de vacinação é um dos itens mais importantes antes de viajar pelo Brasil ou para o exterior.ao visitar países que o exigem. “Assim como o passaporte, trata-se de um documento obrigatório para entrada em alguns países, como Austrália, África do Sul, Arábia Saudita , China, Egito, Uruguai e Rússia ”, explica o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),disse o diretor da Anvisa .

Crianças e adultos que vão para áreas endêmicas da febre amarela (Amapá, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre, Roraima, Amazonas, Pará, Goiás, Distrito Federal e alguns países da América Latina, África ou Ásia) devem tomar a vacina.

A vacina contra a febre tifóide também é muito importante. Ela deve ser tomada quando se vai para regiões com saneamento básico precário, como o Norte e o Nordeste do Brasil, a Ásia e a África.

Alguns países chegam a impedir a entrada de estrangeiros procedentes de regiões com risco de contaminação por febre amarela, como é o caso do Brasil, e que não possuem o CIVP. “Trata-se de uma medida de proteção sanitária, por isso, é preciso que os brasileiros que vão se deslocar para essas localidades estejam cientes da necessidade de possuir esta documentação”, afirma o diretor da Anvisa.

O CIVP é emitido em 88 Centros de Orientação de Viajantes espalhados por todo o Brasil. Deste total, 65 são da Anvisa, 18 fazem parte de unidades do Sistema Único de Saúde e 5 são do setor privado.

Antigamente, essa documentação só era emitida em postos da Agência. “Com o aumento no número de viajantes internacionais, desde o começo do ano, ampliamos a rede de emissão do certificado para todas as unidades de saúde interessadas”.

Para ter acesso ao certificado, é preciso que o cidadão se desloque a um desses Centros de Orientação de Viajantes com o comprovante de vacinação contra febre amarela e documento oficial de identificação com foto ou certidão de nascimento para menores de idade. No comprovante de vacinação, é preciso constar nome, fabricante e lote completo da vacina, data da vacinação, assinatura e nome do vacinador e identificação da unidade de vacinação.

Vale lembrar que o viajante precisa estar vacinado contra febre amarela com no mínimo dez dias de antecedência da data da viagem. A vacina tem validade de dez anos e deve ser administrada novamente até o final desse período

Para a emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), procure um dos Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, levando o seu Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação original com foto. Outras vacinas poderão ser recomendadas como medida preventiva ao viajante que se desloca para áreas de risco. No mesmo centro, informe-se sobre a existência dessas indicações para o destino da sua viagem. Você também pode obter essas informações ligando para o Disque Saúde (0800-61-1997) ou consultando o consulado do país que pretende visitar.

Para um rápido atendimento nos Centros de Orientação ao Viajante, você pode se cadastrar antecipadamente no Sistema de Informações de Portos, Aeroportos e Fronteiras. Vale destacar também que as vacinas geralmente têm um período que varia entre 10 dias e 6 semanas para atingir a proteção esperada. Por isso, o Certificado Internacional só será válido para ingresso ao país estrangeiro após esse tempo.

Vacinas recomendáveis

Há vacinas que sempre serão recomendadas para praticamente todos os destinos, exceto: Norte América, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Europa Ocidental (salvo exceções ou outras indicações). Entre essas vacinas, estão as que previnem as seguintes enfermidades: hepatite A, hepatite B, febres tifóide, tripla viral e difteria-tétano. Por outro lado, as vacinas recomendadas que variam de acordo ao destino podem ser para prevenir meningite meningocócica A+C o A-C-Y-W135, poliomielite, encefalite japonesa, encefalite primavero-estival, febre amarela, cólera e raiva.

Gripe

Todos os viajantes que se dirigem para outros países no momento da epidemia anual da gripe, estão potencialmente expostos e são mecanismos de facilitação da circulação viral entre os países. Portanto, os turistas dos grupos de risco (definidos pela Vigilância Sanitária), terão que se vacinar contra gripe antes do embarque.

Se você quer viajar tranquilo, tome tanto as vacinas obrigatórias, como as recomendáveis e as sazonais. É sempre melhor prevenir do que remediar. Faça uma boa viagem!

Sispafra

A Anvisa também dispõe de um sistema de orientação de viajantes on line: o Sistema de Informações de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (Sispafra). No sistema, os viajantes podem verificar se o país para o qual estão se deslocando exigem apresentação do CIVP. A ferramenta também permite realizar o pré-cadastro para agilizar o atendimento e consultar a lista de Centros de Orientação de Viajantes.

Além disso, é possível checar informações sobre medidas preventivas que o viajante deve estar atento. “O sistema apresenta os principais problemas de saúde da localidade de destino e medidas recomendadas para áreas afetadas por emergência de saúde pública de importância internacional”, orienta .

O tempo médio para o viajante obter todas essas informações é de apenas dez minutos.

O Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia é um documento que comprova a vacinação contra a doenças conforme definido no Regulamento Sanitário Internacional. A lista com os países que exigem o Certificado está disponível na internet no sítio da Organização Mundial de Saúde. Leia as orientações do Ministério da Saúde sobre vacinação de Viajantes contra a Febre Amarela.
O Brasil recomenda a vacinação contra Febre Amarela para viajantes com destino as áreas internacionais de risco para a doença, bem como para viajantes com destino as áreas nacionais de risco para transmissão da mesma.  A vacinação contra a Poliomielite é recomendada para viajantes com destino as áreas com ocorrência da doença. Consulta as áreas de risco para essas doenças em destinos.

Não é exigida a vacinação contra a Febre Amarela para entrada no Brasil.

Para emitir o Certificado você precisa:

Apresentação do Cartão Nacional de Vacinação preenchido corretamente com: data da administração da vacina, lote da vacina, assinatura do profissional que realizou e identificação da unidade de saúde;

Apresentação de documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc) ou Certidão de Nascimento;

Comparecer a um Centro de Orientação de Viajantes Centro de Orientação de ViajanPara agilizar seu atendimento, cadastre suas informações pessoais clicando em “Cadastrar Novo” na barra superior.

Isenção de vacinação

Para casos em que a vacinação for contraindicada deverá ser emitido o Atestado de Isenção de Vacinação.

A emissão deste certificado pode ser realizada pelo médico. Recomenda-se a utilização do modelo de atestado de isenção.

Acesse aqui o Sispafra e saiba os países que exigem CIVP.

Procurador diz que 74% dos julgamentos do Carf estão sob suspeita

Os atrasos no repasse de pagamento aos funcionários terceirizados pelo governo do estado do Rio de Janeiro vêm prejudicando universidades e hospitais fluminenses. Na tarde de hoje (13), alunos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram um ato para protestar contra a situação precária de limpeza do campus da universidade.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio, o problema no pagamento dos funcionários também coloca em risco a salubridade de 20 hospitais fluminenses.

Aluna do curso de geografia na Uerj, Isabela Ferraz relatou que há lixo espalhado por toda a universidade e os banheiros estão insalubres. “Não dá para passar nem perto da porta dos banheiros, está um cheiro horrível. E se você precisa muito ir, encontra lá dentro uma ‘montanha’ de papeis sujos.”

Também aluno de geografia, Paulo Victor Silva conta que os alunos estão arrecadando cestas básicas para ajudar os funcionários da limpeza, que estão com salários atrasados por dois meses.

“Desde dezembro essa situação vem ocorrendo na Uerj. Não é a primeira vez que os banheiros estão sujos e que também arrecadamos alimentos. Uma professora, que tem 32 anos de Uerj, disse que essa é a pior crise que já teve aqui.”

O Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense, recebe desde a última segunda-feira (11) apoio emergencial da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), que já retirou cerca de 2 toneladas de lixo. No final de semana, médicos e enfermeiros também fizeram um mutirão de limpeza no hospital para evitar situações ainda mais insalubres. Depois de três meses sem remuneração, as empresas que prestam serviço de limpeza nos hospitais estaduais receberam pagamento ontem (12), informou a Secretaria de Estado de Saúde.

A Secretaria de Fazenda do Estado do Rio afirmou, em nota, que vai regularizar “em breve” os pagamentos dos funcionários terceirizados que ainda estão sem receber, mas não adiantou a data. “Os atuais débitos do Estado com seus fornecedores refletem uma situação econômica extremamente difícil para o país e, especialmente, para o estado do Rio. A queda nos preços do barril de petróleo, a desaceleração do crescimento no Brasil e a crise da Petrobras representaram uma deterioração muito rápida do cenário econômico”.

O órgão também destacou, na nota, que 80% das atividades da Petrobras estão localizadas no estado do Rio. “Isso gera efeitos diretos e indiretos sobre a economia fluminense. Diversas providências estão sendo tomadas para equacionar o problema de caixa, como a utilização dos depósitos judiciais, redução de despesas, diversas iniciativas de esforço de aumento de arrecadação e negociações com grandes contribuintes que têm débitos com a receita estadual.”

Brasil é o 60º país em ranking mundial da educação em lista de 76 avaliados

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O maior ranking mundial de educação foi divulgado nesta quarta-feira (13) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e trouxe países asiáticos no topo da lista. O primeiro lugar foi ocupado por Cingapura, seguido por Hong Kong — região administrativa especial da China — e pela Coreia do Sul. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ficou na parte baixa da tabela, ocupando a 60ª posição, próximo de nações africanas. A última colocação do ranking ficou com Gana, na África.

Outros três países sul-americanos ficaram entre os 15 últimos colocados: Argentina (62ª), Colômbia (67ª) e Peru (71ª). O ranking foi estabelecido com base em resultados de testes de matemática e ciências aplicados nesses países. Além dos resultados Pisa, foram analisados o TIMSS — dos EUA — e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

“Esta é a primeira vez que temos uma escala verdadeiramente global sobre a qualidade da educação. A ideia é dar a mais países, ricos e pobres, a possibilidade de comparar a si mesmos com os líderes mundiais em educação para descobrir seus pontos fracos e fortes e ver o ganhos econômicos a longo prazo gerados pela melhoria da qualidade da educação”, afirmou o diretor educacional da OCDE, Andreas Schleicher.

De acordo com o relatório, os índices de educação de um país podem sinalizar os ganhos econômicos que essas nações terão a longo prazo. Além disso, o país que hoje ocupa o primeiro lugar da lista, Cingapura, já registrou altos níveis de analfabetismo na década de 60, o que é visto como um exemplo de que o progresso educacional é possível mesmo em pouco tempo.

“Políticas e práticas educativas deficientes deixam muitos países em um permanente estado de recessão econômica”, conclui o relatório.

O ranking será apresentado oficialmente na próxima semana, durante o Fórum Mundial de Educação, na Coreia do Sul, quando líderes mundiais irão se reunir para traçar novas metas para educação. Os últimos objetivos foram estabelecidos há 15 anos e alguns deles, como fornecer ensino primário a todas as crianças, ainda não foram atingidos.