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Termina hoje prazo para selecionado no ProUni comprovar informações

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Os estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até hoje (10) para comprovar nas instituições de ensino as informações prestadas no momento da inscrição.

É de responsabilidade do candidato verificar na instituição os horários e o local ao qual deve comparecer para apresentar os documentos necessários. Quem perder o prazo ou não comprovar as informações é automaticamente reprovado.

Entre os documentos a serem apresentados estão um de identificação, comprovante de residência, de rendimento do estudante e de integrantes do grupo familiar e comprovante de ensino médio. A lista com os documentos  está disponível na página do ProUni.

Quem não foi pré-selecionado na segunda chamada ainda poderá manifestar interesse em participar da lista de espera entre os dias 17 e 20 de julho, na página do ProUni.

Nesta segunda edição de 2015, foram ofertadas 116.004 bolsas por 856 instituições particulares de educação superior. Das bolsas disponíveis, 68.971 são integrais e 47.033, parciais.

O programa é destinado aos estudantes que querem concorrer a bolsas de estudo parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Rio de Janeiro tem Epidemia de caxumba

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O aumento do número de caxumba no Estado do Rio, que saltou de 561 durante todo o ano de 2014 para 606 até o início de julho de 2015, preocupa pais e alunos de colégios do Rio. Na terça, uma jovem foi enterrada e a Secretaria Municipal de Saúde investiga se a morte foi causada por complicações da doença.

Sintomas da doença
A caxumba é uma infecção que se manifesta principalmente em crianças e adolescentes durante o inverno. A doença é causada por um vírus presente em secreções transmitidas pela saliva, por tosse ou por espirros e que ataca as glândulas salivares perto do ouvido e do maxilar, causando inchaço nessas regiões.

Entre os principais sintomas estão febre, calafrios, dores de cabeça, dores musculares e fraqueza. Nos casos mais graves pode causar surdez, meningite e até levar à morte.

Em todo o estado já há registros de 66 surtos da doença em Nova Igaçu, Niterói e no Rio. Na capital, os casos se concentram principalmente na Barra da Tijuca, na Zona Sul da cidade e no Centro.

A Secretaria Municipal de Saúde já identificou no Rio mais de 30 locais que estão com o surto da caxumba. A vacina é a melhor forma de prevenção. Muita gente não sabe ou não se lembra se já esteve em um posto de saúde para se proteger da caxumba, mas na dúvida qualquer um pode se vacinar de novo.

Vacina
Com um ano de idade a pessoa deve ser vacinada pela primeira vez e com 15 meses, pela segunda. Quem tem até 19 anos de idade e não sabe se foi vacinado, deve tomar as duas doses com intervalo mínimo de um mês entre elas. Quem tem mais de 19 anos é vacinado apenas uma vez. As grávidas não podem ser vacinadas.

 

 

 

Entidades de direitos humanos condenam espancamento de suspeito de furto

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A Anistia Internacional e a Justiça Global condenaram hoje (9) as agressões sofridas por um homem suspeito de ter furtado uma mulher em Senador Camará, zona oeste do Rio. Ele foi preso, amarrado e espancado por populares na noite de ontem (8). Socorrido por policiais militares, foi levado para uma unidade médica de pronto-atendimento no bairro. De acordo com informações da 34ª Delegacia Policial, em Bangu, Daniel Jesus de Aquino, de 31 anos, foi preso em flagrante por tentativa de furto.

O diretor executivo da Anistia Internacional, Atila Roque, condenou a agressão e disse que justiçamento nada tem a ver com justiça. “O espancamento e também o linchamento são arremedos de justiça alimentados pelo ódio, medo e desejo de vingança, que transforma a necessidade legítima de respostas contra a violência em barbárie criminosa, que, em geral, atinge pessoas já marcadas pelo preconceito e discriminação.”

Para a coordenadora da área de Violência Institucional e Segurança Pública da organização não governamental (ONG) Justiça Global, Isabel Lima, há uma cultura forte da vingança no lugar da justiça, com uma naturalização da barbárie e tortura. “Há uma permanência histórica de elementos como o racismo, a barbárie e a tortura. São elementos presentes desde sempre, da escravidão até hoje, passando pela ditadura militar”. Ela dsse ainda que a segurança pública tem que ser entendida como uma garantia de direitos e o Estado deve assumir esse papel.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que abriu investigação para identificar e localizar os autores das agressões.

 

 

Fundo Brasil de Direitos vai apoiar projetos que abordem violência institucional

Por meio do edital Combate à Violência Institucional e à Discriminação, três projetos do Rio de Janeiro serão apoiados este ano pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos (FBDH), com recursos de até R$ 40 mil cada, para execução em 12 meses. Neste mês de julho, os projetos estão elaborando o plano de trabalho e promovendo ajustes indicados pelo comitê de seleção. O primeiro desembolso ocorrerá em agosto próximo.

Em agosto de 2016, cada projeto deverá concluir as atividades e apresentar relatório final de atuação, disse hoje (9) a coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Fundo Brasil de Direitos Humanos, Maíra Junqueira. Ao todo, serão distribuídos R$ 800 mil para 21 trabalhos, em todo o país. O foco predominante nos projetos fluminenses é a questão da violência urbana. Maíra destacou, entretanto, que eles “enfrentam problemáticas semelhantes, mas com ferramentas distintas”.

Um dos projetos, Jovens Negros: Incidência Política também se Faz com Celular, do Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro, objetiva desenvolver a construção de aplicativos e a instrumentalização de jovens que vivem no Complexo da Maré, zona norte da cidade, na linha de denúncias com relação à violência institucional, a que envolve policiais, com consequêcias para os moradores. “A relevância está mais no diálogo com as mídias alternativas, os novos formatos com que os jovens lidam com os problemas sociais do seu dia a dia”, destacou Maíra.

Fransérgio Goulart, assessor político do Fórum de Juventudes do Rio, disse que o Jovens Negros surgiu do primeiro projeto aprovado pelo Fundo Brasil no ano passado (Impacto da militarização das favelas na vida dos jovens negros), que está construindo um mapa das violações em dez comunidades do Rio.

A ideia agora é construir um aplicativo via celular, uma vez que 90% dos jovens de favelas utilizam celulares que têm vários aplicativos, que funcione como instrumento de denúncia, mas também tenha informações de acesso a direitos.

“Queremos construir esse aplicativo como um instrumento político para enfrentar a violência institucional, no caso a violência do aparato policial”, expôs Goulart. O projeto tem a perspectiva de engajar até 100 jovens negros de dez comunidades do município.

O projeto “Enfrentamento à violência de Estado por familiares de vítimas: solidariedade, mobilização política e direitos humanos”, da Rede de Comunidades e Movimento contra a Violência, trabalha com denúncias diretas de execuções de jovens e moradores de algumas regiões do Rio de Janeiro por policiais e milícias, em uma linha de apoio a familiares dessas pessoas que sofreram violência, em termos de assessoria jurídica ou psicológica.

O terceiro projeto (“Terreiro Legal: o povo de santo conhecendo e garantindo seus direitos”) traz um debate “muito importante para a causa dos direitos humanos atualmente”, segundo Maíra, porque diz respeito ao preconceito e à intolerância religiosa com relação às religiões de matriz africana.

“Na concepção do fundo, essa forma discriminatória de lidar com esse tipo de religião é racismo que está instalado na nossa sociedade. Você não tolera religiões de matriz africana porque nós somos um país racista”. O projeto, elaborado pelo Centro de Estudos Afro Brasileiro Ironildes Rodrigues, visa a informar a população de terreiro sobre os direitos de exercer sua religião.

O Fundo Brasil de Direitos Humanos já doou R$ 11,7 milhões para projetos de 277 organizações não governamentais (ONGs), desde sua implantação, em 2006, em 13 editais anuais e específicos.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Empresa japonesa afirma ter encontrado cura para calvície com uso de células-tronco,

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Uma boa notícia para os calvos, ou para aqueles que têm medo de ficar careca. Pesquisadores da empresa de cosméticos japonesa Shiseido afirmam ter encontrado a cura para a calvície. Através do uso de células-tronco, eles conseguiram fazer crescer cabelo onde já não havia. A pesquisa é uma parceria com a empresa RepliCel que, junto com a Shiseido, conduz o estudo desde 2013. Os testes envolvem a elevação de uma pequena parte do couro cabeludo e a injeção das células que favorecem o crescimento do cabelo. Estas células fazem crescer “dezenas de milhões” de fios em alguns meses, de acordo com o artigo publicado nesta quarta-feira (8). O processo levaria apenas alguns meses para tornar possível o crescimento de cabelo. A Shiseido acredita que pode iniciar a comercialização do tratamento em 2018. De acordo com os pesquisadores, a novidade também pode ajudar as pessoas que sofrem de acidente vascular cerebral e paralisia.

Ministra do Desenvolvimento Social considera Pronatec importante para reverter desemprego

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou hoje (9) a importância do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) para reverter os números de desemprego no país. Para ela, o programa, junto com outras iniciativas, pode alavancar um crescimento na economia e no emprego.

“Acho que [o Pronatec] é um dos elementos fundamentais. Precisamos aumentar nossa produtividade. O Pronatec é uma das estratégias, junto com a educação de nível superior e o esforço para aumentar a escolaridade dos nossos jovens. Certamente vai melhorar a situação econômica do país”, disse Tereza.

A ministra apresentou hoje (9), em Brasília, números do Pronatec de 2011 a 2014. De acordo com os dados, houve um aumento de 120,6% de beneficiários do Bolsa Família inseridos no mercado de trabalho. Para outros participantes de cursos do Pronatec, houve um incremento de 73,6%. Já a taxa de alunos inscritos no Bolsa Família que concluíram os cursos é de 81,4%. Os outros estudantes atingiram uma taxa de 76,5%.

“A porcentagem do público do Bolsa Família que fez o Pronatec e concluiu está acima da média histórica. E os nossos jovens e adultos que têm feito o curso têm conseguido concluir, se formar e ser certificado acima da média nacional. Isso é uma vitória”. Além disso, a ministra citou a presença de cursos do Pronatec Bolsa Formação em 4.025 municípios brasileiros, e do Pronatec Brasil Sem Miséria em 3.301 municípios.

O ministro da Educação, Renato Janine, também esteve presente e engrossou o coro em prol dos programas do governo. Para ele, “12 anos de inclusão social não são contestadas por um ano de crise. O Brasil tem uma grande dívida com pessoas que foram privadas da capacidade de [estudar]: florescer pessoas que não tiveram oportunidade no seu momento e têm que ser consideradas. […] Podemos dizer que o Brasil está no caminho certo com medidas que merecem ser continuadas”.

 

(Fonte:Agência Brasil)

ONU reforça medidas para proteção dos consumidores

O Ministério da Justiça informou hoje (9) que comércio eletrônico, proteção de dados, serviços financeiros e turismo são alguns dos temas inseridos na nova proposta de Diretrizes das Nações Unidas para Proteção dos Consumidores.

A proposta final foi aprovada durante a 7ª Conferência das Nações Unidas para Revisão de todos os Aspectos do Conjunto Acordado Multilateralmente de Princípios Equitativos e Regras para o Controle de Práticas Comerciais Restritivas, que ocorre esta semana em Genebra.

O processo de atualização do documento é feito pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), que coordena o grupo de trabalho sobre proteção de dados dos consumidores, energia elétrica, serviços públicos e turismo, em conjunto com o Ministério Federal da Justiça e da Proteção do Consumidor da Alemanha.

Para a secretária nacional do Consumidor, Juliana Pereira, a criação de um grupo permanente de especialistas no âmbito das Nações Unidas para acompanhar a implementação das diretrizes e debater outros temas de interesse dos consumidores é um grande avanço nessa atualização. “A economia mundial está baseada no consumo, nada mais justo do que assegurar aos consumidores o direito à voz nas Nações Unidas”, disse, em nota.

Segundo o ministério, a atual revisão do documento é tida como de grande importância para a proteção e defesa do consumidor mundialmente, já que a dinâmica das relações de consumo está em constante mudança à medida que os consumidores têm mais acesso a bens e serviços. O próximo passo será a aprovação do texto final pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro.

Desde 2012, a Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento vem realizando o processo de revisão das diretrizes em conjunto com especialistas em defesa do consumidor dos países-membros.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Escritores debatem decisão do Supremo Tribunal que libera biografias não autorizadas

A Academia Brasileira de Letras e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) realizaram hoje (9) uma mesa-redonda com o tema Biografias. E agora?, em que a acadêmica e escritora, Ana Maria Machado, que foi a moderadora dos debates, disse que a intenção de promover a discussão era celebrar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de considerar inconstitucional exigir autorização prévia para divulgação de biografias.

“Todo esse processo nos mostrou quanto é possível avançar dentro de um marco institucional democrático. Aprendemos que valeu a pena recorrer ao Judiciário, pois ele correspondeu como era de se esperar”, disse ela. A acadêmica acrescentou que, como aconteceu no STF, agora vale a pena discutir o tema no Congresso, onde estão tramitando algumas iniciativas sobre o assunto.

“Pela esperança que temos que o bom senso prevaleça em todas as instâncias e que não possa acontecer de uma eventual ambiguidade, ainda que bem-intencionada, que deixe brechas para qualquer decisão arbitrária que venha se confundir com censura”, completou Ana Maria Machado.

No encontro, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) negou que a emenda ao projeto de biografias não autorizadas, apresentada por ele, impeça a liberdade de expressão. Ele defendeu que um dos objetivos é dar mais rapidez ao processo de contestação de trechos considerados ofensivos pelo biografado.

De acordo com o senador, em nenhum momento a emenda entra em conflito com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Caiado, a emenda também não deve ser confundida com censura prévia e nem posterior. Ele destacou que quando estabelece o recurso a um Juizado Especial Cível por parte do biografado para combater calúnias ou difamações, a ideia é fazer um acordo entre as partes para que, numa próxima edição, o texto considerado abusivo possa ser retirado da obra.

“Não existe nada no texto apresentado por mim como emenda que possa ser caracterizado como censura, que possa ser caracterizado como retirada de obra. Nada. Um acordo em que lá não se pode indenização, não se discute criminalização e não se discute retratação”, explicou.

O editor Roberto Feith, representante da Associação Nacional dos Editores de Livros (Anel) e do Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) tem um entendimento diferente da emenda do senador Caiado. Na avaliação dele, a emenda determina a supressão como única solução independentemente da natureza da reclamação.

“Toda e qualquer reclamação por calúnia ou difamação, pela lógica da emenda, caso acolhida pelo Juizado Especial, resultará na supressão. É a emenda que banaliza a supressão, banaliza o corte da obra e claramente contradiz o ponto de vista explícito do Supremo Tribunal Federal”, analisou.

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), relator do PCL 42/2014 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, disse que a discussão na casa se concentra “em varrer da ordem jurídica brasileira vestígios do entulho autoritário produzindo ao mesmo tempo uma legislação adequada e afinada aos princípios do estado democrático de direito e que contribua para a afirmação de uma cidadania ativa”.

Segundo ele, o texto do Código Civil, foi um grande avanço para a sociedade brasileira, mas contém imperfeições que estão sendo corrigidas tanto no Congresso como no STF. Este é o caso do artigo que trata de regulação de escritos e divulgação da palavra. O senador disse que há um conflito entre a norma editada no artigo 20 do Código e o direito à liberdade de expressão e ao acesso à informação.

O senador argumentou que figuras públicas são muitas vezes protagonistas na formação de símbolos, cultura e história da nação. Para ele, aqueles que fazem opção por vida pública possuem diversos bônus, mas também precisam arcar com os ônus advindos da escolha.

“Estar exposto aos interesses da coletividade acarreta inevitavelmente um estreitamento da sua intimidade. Vincular a liberdade de escritores, biógrafos, jornalistas ou historiadores de retratar a vida de personagens públicos a uma previa autorização é uma ameaça à memória coletiva do país”, afirmou, destacando que a censura é uma prática completamente inaceitável em um país democrático.

O acadêmico Celso Lafer, que também participou da mesa-redonda, disse que o assunto é uma matéria complexa e difícil de ser resolvida com procedimentos mais simples. Ele considerou ainda que não há dúvida alguma de que a justiça brasileira é lenta, mas não é só em relação a processos que envolvem questões referentes a biografias: “A Justiça é lenta para isso e para muitas outras situações”.

Citando o escritor Machado de Assis, em Esaú e Jacó, ele se referiu ao trecho em que o romancista diz que existe aquele “invencível desejo humano de conhecer a vida alheia, que é muita vez toda necessidade humana”. E o acadêmico completou: “O que contribui para explicar porque as biografias suscitam tanto interesse”.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Seleção feminina de pólo aquático do Brasil vence a Venezuela por 18 a 1

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A seleção feminina de pólo aquático atropelou a Venezuela e chegou à sua primeira vitória nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. As brasileiras fizeram 18 a 1 na manhã desta quinta-feira (9) e somaram os primeiros três pontos no grupo B. O Canadá lidera a chave, com cinco pontos em três jogos. O Brasil tem a chance de empatar com as canadenses se vencer Porto Rico no sábado (11), em jogo que encerra a primeira fase. Se tiver saldo de gols melhor que as donas da casa, a seleção pegará a segunda colocada do grupo A na semifinal – Cuba e Argentina disputam a vaga. Caso não consiga superar o Canadá, as mulheres terão uma pedreira pela frente: nada menos do que os Estados Unidos, a melhor seleção do mundo e que já estão com o primeiro lugar garantido.

O grande nome da goleada em cima da Venezuela foi a atacante Izabella Chiappini, autora de sete gols. E a conta poderia ter sido maior: a artilheira do Brasil, com nove gols, desperdiçou um pênalti no primeiro período, mas não se deixou abalar e liderou o ataque brasileiro. Gabriela Mantellato (3), Amanda Oliveira (3), Mirella Coutinho (2), Viviane Bahia, Marina Canetti e Marina Zablith anotaram os outros gols brasileiros. A capitã Yineldy Araújo Marin descontou para as venezuelanas.

No jogo de estreia, o Brasil empatou em 7 a 7 com o Canadá. Subir um degrau do pódio é a meta da seleção feminina, que tem o Canada como principal adversário. Até agora, elas conquistaram três bronzes: em Winnipeg (1999), Santo Domingo (2003) e Guadalajara (2011).

Liderança no masculino

Os homens também caem na água nesta quinta-feira. A seleção masculina encerra sua participação na primeira fase diante do México, em partida marcada para começar às 17h (horário de Brasília). O Brasil pode chegar à sua terceira vitória em três jogos e confirmar sua classificação em primeiro lugar, chegando aos seis pontos. Neste Pan, o time já venceu a Venezuela por 22 a 2 e o Canadá por 11 a 9. O Brasil tem ampla vantagem em cima de seus adversários do grupo B: em dois jogos, o país está com quatro pontos, contra um do México, que jogou uma vez, um da Venezuela, que atuou duas, e nenhum do Canadá, que disputou uma partida.

 

 

 

Polícia Federal prende suspeitos de pornografia infantil no Ceará

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (9), no Ceará, a Operação Infância Digna III, que investiga crimes de pornografia infantil na internet. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, dois em Fortaleza e um em Maracanaú, na região metropolitana da capital cearense.

Um homem foi preso em flagrante em Maracanaú. Com ele, a PF encontrou grande quantidade de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. O homem, que não teve o nome revelado, foi encaminhado à sede da Polícia Federal para prestar depoimento e responderá na Justiça Federal pelo crime de pedofilia.

O Estatuto da Criança e do Adolescente qualifica como crime “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”. A pena é de um ano a quatro anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Na casa de dois suspeitos, em Fortaleza, foram apreendidos computadores, celulares, pen drives e HDs externos. O material recolhido passará por perícia técnica.

A ação da PF é um desdobramento da Operação Infância Digna, que combate a pornografia infantil no estado desde o ano passado. Segundo a delegada Juliana Pacheco, responsável pela operação, as investigações continuam e podem resultar em novas prisões, após a análise do material apreendido.

 

(Fonte Agência Brasil)