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Greenpeace faz campanha pelo desmatamento zero no Brasil

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O próximo dia 25 será marcado como o Dia da Mobilização Nacional pelo Desmatamento Zero. A campanha está sendo organizada pelo Greenpeace, ONG que atua pela preservação do meio ambiente.

A ideia é que a população vá às ruas nessa data para mostrar a importância da conservação das florestas brasileiras. Durante o evento vão ser coletadas assinaturas em apoio ao projeto de lei de iniciativa popular que pede o fim do desmatamento no Brasil.

Pelo projeto, fica proibido o corte raso de mata nativa e a emissão de autorizações para novos desmatamentos. As assinaturas estão sendo colhidas há dois anos, conforme explica a representante do Greenpeace, Cristiane Mazzetti.

“Num país que a gente tem tanta área aberta que pode e deve ser melhor utilizado, não faz sentido continuar desmatando. O objetivo é coletar um milhão e quatrocentas e trinta mil assinaturas; isso é proporcional a 1% do eleitorado brasileiro. No momento estamos em aproximadamente 1 milhão e duzentas mil assinaturas e queremos chegar a pelo menos 1 milhão e quatrocentas e trinta. Mas obviamente quanto mais melhor; mais a gente mostra que a sociedade quer o fim do desmatamento pro congresso.”

Em 2013, mais de 50 cidades participaram da mobilização organizada pela ONG. De acordo Cristiane Mazzetti, este ano, a expectativa de participação é ainda maior. 44 cidades já estão confirmadas, além de 50 atividades. Cristiane explica como fazer parte dessa mobilização.

“No site do Greenpeace a gente tem um blog que as pessoas podem acessar, é fácil, você acessa www.greenpeace.org.br e lá você encontra a notícia da mobilização nacional pelo desmatamento zero; e dentro desse blog a pessoa pode inscrever a sua atividade e ela também pode olhar no mapa as atividades que já estão cadastradas.”

A petição do projeto de lei pelo desmatamento zero, que deve ser encaminhada ao Congresso Nacional assim que alcançar o número mínimo de assinaturas, está disponível na internet.

 

 

(Fonte:Radioagência Nacional)

Biocombustível pode ajudar na redução dos gases de efeito estufa

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Estudo divulgado recentemente pela Organização Mundial de Saúde revela: a poluição da atmosfera está causando mortes e doenças que custam ao continente europeu o valor extraordinário de US$ 1,6 trilhão, o que equivale a quase uma décima parte do produto interno bruto da região.

Em todo o mundo já são mais de três milhões de mortes, por ano, causadas pela poluição do ar. O grave problema das emissões de gases de efeito estufa, é , por sinal, a mais importante pauta da Conferência do Clima que será realizada em Paris, entre 30 de novembro e 15 de dezembro próximos.

Um dos objetivos dessa Conferência é firmar o compromisso, entre as nações participantes, de limitar a elevação do aquecimento global em até 2ºC, num esforço para evitar uma tragédia climática anunciada. E aqui no Brasil, o que podemos fazer para melhorar a qualidade do ar que respiramos? Para o diretor superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene – Ubrabio, Donizete Tokarski, o aumento da adição de biocombustível ao combustível fóssil representa a redução de toneladas de emissões de gases de efeito estufa em nossa atmosfera.

E é essa a proposta da Ubrabio: que a mistura do biodiesel ao combustível fóssil, usada nos ônibus que fazem nosso transporte coletivo, aumente de 7 para 20%. Além de diminuir a poluição atmosférica, o biodiesel ainda contribui para gerar oportunidades de emprego e renda no interior do Brasil.

A soja é o mais importante componente do biocombustível. Em segundo lugar vem o sebo de boi, um sério poluente ambiental, antes de entrar na composição do biodiesel. E depois vem o óleo de cozinha usado e outros óleos residuais.

Deu pra perceber que o biocombustível pode representar uma excelente oportunidade para diminuir nossa pegada de carbono, ajudando ainda a descarbonizar o nosso transporte coletivo? E lembre-se: sua atitude tem o poder de mudar o seu ambiente e contribuir para dar mais vida ao planeta

 

(Fonte:Radioagência Nacional)

 

Conferência Municipal de Saúde do Rio tem nível recorde de participação

Mais de 2 mil pessoas participaram neste fim de semana da 12ª Conferência Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, que foi encerrada às 18h de hoje (19), no Centro de Convenções Sulamérica, na Cidade Nova, zona central da cidade. O evento é preparatório para a 15ª Conferência Nacional de Saúde, que ocorre a cada quatro anos e será realizada de 1º a 4 de dezembro, em Brasília, tendo como tema Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro.

Por ter sido a conferência com maior número de participantes, entre todas realizadas pelo município do Rio, o evento deste ano alcançou uma marca importante no processo de consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade. O nível de participação dos usuários do sistema no encontro foi de 50%, ficando a metade restante dividida entre gestores e profissionais de saúde.

Mobilizados a partir de dez plenárias distritais, que tiveram como foco principal o modelo de acesso e o controle social do SUS, os participantes se reuniram desde sexta-feira (17) para ampliar o debate e eleger 200 delegados para a etapa estadual das discussões, de 1º a 4 de outubro, também no Rio de Janeiro.

“Essa construção coletiva gera uma série de deliberações e encaminhamentos para os gestores municipais, estaduais e federais poderem seguir. Talvez seja um dos momentos mais importantes para o Sistema Único de Saúde na cidade, nos próximos quatro anos”, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, ao comemorar o alto índice de mobilização para o evento. “A participação popular é fundamental no desenvolvimento de um SUS melhor, com maior transparência”, destacou.

De acordo com dados do Conselho Municipal de Saúde, nos últimos três anos o Rio de Janeiro ampliou, de maneira expressiva, o número de unidades de saúde e a oferta de serviços. Hoje são 70 novas clínicas da família, 14 unidades de pronto atendimento (UPAs), cinco coordenações de Emergência Regionais (CERs) e 72 unidades reformadas.

O aumento da cobertura do programa Saúde da Família foi um dos encaminhamentos aprovados na conferência municipal. “A gente espera poder cumprir a meta de 70% de cobertura até 2016 e avançar com ela posteriormente. Hoje temos 55% de cobertura”, estimou o secretário Daniel Soranz.

Maior evento do país na área da saúde, a conferência nacional, em dezembro, será coordenada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). A previsão é de que até lá 2 milhões de pessoas em todo o Brasil sejam mobilizadas nas plenárias regionais, na plenária nacional e nas conferências municipais e estaduais.

 

(Fonte Agência Brasil)

Na apresentação de Ronaldinho Gaúcho Vasco ganha do Fluminense por 2 a 1

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Em partida disputada no Maracanã neste domingo (19), o Vasco conseguiu uma importante vitória por 2 a 1 no clássico contra o Fluminense e espantou um pouco a crise que ronda o time. Os gols do Vasco foram marcados por Andrezinho e Jhon Cley. Marcos Júnior descontou.

Antes da partida, a atração ficou por conta da apresentação de Ronaldinho Gaúcho como novo reforço do Fluminense. O craque desfilou pelo gramado do Maracanã e homenageou Fred pelos 250 jogos com a camisa do clube.

Com a bola rolando, Ronaldinho viu um jogo morno no primeiro tempo. Melhor na partida, o Fluminense não conseguia converter a posse de bola em chances de gol. Já o Vasco se segurava na defesa e tentava partir para os contra-ataques. A receita vascaína surtiu efeito aos 39 minutos. No lance, Jhon Cley fez um bom cruzamento e, da grande área, Andrezinho abriu o placar de cabeça.

Na segunda etapa, o jogo ficou mais agitado. Precisando do gol, o Fluminense continuou tomando a iniciativa. A insistência foi recompensada aos 14 minutos. Após receber na grande área, Marcos Júnior dominou e acertou um belo chute para empatar o placar.

Depois do empate, o jogo voltou a ficar mais disputado no meio campo. Aí, a individualidade decidiu. Aos 25 minutos do segundo tempo, Jhon Cley acertou um chute de rara beleza de fora da área de desempatou. Depois do gol, o Fluminense até tentou empatar, mas o Vasco se fechou bem e conseguiu espantar a crise. Fluminense 1 x 2 Vasco.

Com a vitória, o Vasco foi a 12 pontos e subiu para a 18ª posição no campeonato. Na próxima rodada, o time enfrenta o Palmeiras em casa. Já o Fluminense perdeu a chance de assumir a liderança e caiu para o 3º lugar. Na próxima rodada, enfrenta a Chapecoense em Santa Catarina.

Fluminense 1 x 2 Vasco

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)

Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)

Cartões amarelos: Gerson e Marcos Junior (Fluminense). Jordi, Christiano, Anderson Salles e Serginho (Vasco)

Gols: Andrezinho (aos 39 minutos do primeiro tempo), Marcos Junior (aos 14 minutos do segundo tempo), Jhon Cley (aos 25 minutos do segundo tempo).

Fluminense: Diego Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni (Osvaldo); Edson (Higor Leite), Jean, Gerson (Magono Alves), Marcos Junior e Gustavo Scarpa; Fred. Técnico: Enderson Moreira

Vasco: Jordi; Madson, Aislan, Rodrigo e Christiano; Anderson Salles, Serginho, Jhon Cley (Emmanuel Biancuchi) e Andrezinho; Herrera (Riascos) e Dagoberto (Thalles). Técnico: Celso Roth.

 

(Fonte EBC)

Movimento negro pede regulamentação de cotas em concursos públicos

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Em vigor desde 9 de junho do ano passado, a Lei 12.990, que reserva 20% das vagas em concursos da administração pública federal para candidatos negros, compl  etou um ano e um mês em meio a dificuldades na aplicação. Alguns concursos feitos sob as novas regras têm sido alvo de ações judiciais. Por isso, representantes do movimento negro defendem a regulamentação da lei. A política de cotas é uma das ações afirmativas previstas no Estatuto da Igualdade Racial, que completa cinco anos nesta segunda-feira (20).

 Este ano, pelo menos três concursos da administração federal foram questionados judicialmente por questões relacionadas à nova lei. O motivo da discórdia, nesses casos, foi a forma de cálculo das vagas que devem ser destinadas ao sistema de cotas. Os editais dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) e de São Paulo (IFSP) fracionaram as vagas segundo a área e a lotação. Como a maioria das áreas de conhecimento oferecia uma ou duas vagas, e a legislação prevê as cotas quando há três ou mais vagas, na prática, não houve reserva para negros.

Os dois concursos foram contestados, respectivamente pela Defensoria Pública da União (DPU) e pelo Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP). Na seleção do IFMA, uma decisão liminar da 3ª Vara Federal do Maranhão determinou que, do total de 210 vagas para professor, 42 fossem destinadas a negros. No concurso do IFSP, a ação ainda tramita na 7ª Vara Cível de São Paulo. As ações da DPU e do MPF-SP defenderam também a reserva de vagas para deficientes.

No caso do concurso prestado pela professora Viviane Gomes Marçal, de 34 anos, a situação foi inversa. O edital do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) aplicou o percentual de 20% sobre o total das 14 vagas ofertadas. Viviane se candidatou ao cargo de professora de design de interiores, para o qual havia duas vagas. Foi aprovada em primeiro lugar pelas cotas, e em quinto pela ampla concorrência. Como só havia duas oportunidades em sua área, tomou posse como cotista. No entanto, outros dois candidatos pediram na Justiça a exoneração dela.

“Os outros candidatos não concordaram, pois, para eles, seria melhor se [o cálculo] fosse aplicado por área. Tive uma decisão favorável, mas ainda cabe recurso”, conta a professora, que mora em Belo Horizonte. No último dia 3 de julho, o juiz federal Marcelo Dolzany da Costa indeferiu o pedido de liminar dos candidatos que contestaram a posse. O juiz citou decisões do Supremo Tribunal Federal favoráveis à constitucionalidade das cotas e ao cálculo sobre o total geral de vagas.

Insegurança

Viviane comemorou a primeira vitória, mas acha que a situação não oferece segurança.

“Tenho um colega que fez o concurso pelo sistema de cotas de outro edital do IFMG e o juiz que analisou mandou exonerá-lo. Ele tinha largado um emprego onde ganhava melhor, já estava trabalhando”.

Na avaliação dela, uma regulamentação da lei ajudaria. “Eu considero que sim [seria positivo], de forma que ficasse bem claro para qualquer juiz como deve ser a aplicação”, afirmou.

É essa também a opinião de Frei David de Castro, presidente da Organização Governamental (ONG) Educafro. “Acontece que, em cada local, estão aplicando a lei de um jeito”, acredita. De acordo com ele, além da questão do fracionamento de vagas, há registros de uso abusivo da autodeclaração, critério para que o candidato tenha acesso às cotas. A Lei 12.990 prevê que, se for provado posteriormente que o candidato mentiu, ele está sujeito a ser exonerado do cargo público.

Para Frei David, não é o bastante. Ele defende mais rigor no acesso, além de fiscalização.

“Uma proposta nossa é que a pessoa, para ter acesso às cotas, prove que o pai ou a mãe é negra, mesmo sendo pardo. Assim, sai do subjetivo.

O grande problema das políticas públicas governamentais está na falta de monitoramento, fiscalização e punição. Que, ao regulamentar [a lei], o Poder Público defina isso. A missão de regulamentar é do Executivo e ele está sendo excessivamente omisso”, diz.

Esclarecimento

Por enquanto, o governo federal não tem planos de editar um decreto regulamentando a Lei 12.990 e reconhece que tem havido dúvidas na aplicação. De acordo com Ronaldo Barros, secretário de Políticas de Ações Afirmativas da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), já foi divulgada uma nota técnica relativa à lei, prevendo a possibilidade de constituir comissão de verificação com relação à autodeclaração. Outra nota sairá entre o fim deste mês e início do próximo, com respostas para diversas questões.

“A gente encontra alguma dificuldade [na aplicação da lei] e há um nível de solicitação de informações na Seppir. Dúvidas sobre onde se aplica, por exemplo, se nos níveis estadual e municipal. Aí esclarecemos que é só no âmbito federal. Tem o modus operandi das universidades, onde acaba havendo um fracionamento de vagas que impede que o espírito da lei seja preservado. A gente está fazendo um diálogo como o segmento universitário, com os institutos federais”, afirma. Segundo Ronaldo, há, ainda, a possibilidade de uma portaria ou instrução normativa a respeito.

O secretário de Gestão Pública do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Genildo Lins, acredita que a Lei 12.990 “é bem clara em relação aos limites da sua aplicação”. Mesmo assim, ele disse que o órgão trabalha em uma orientação normativa para resolver as principais dúvidas das organizadoras de concursos públicos. “Mas, primeiro, estamos apurando quais as dúvidas. [Ficará pronta] este ano, com certeza, em mais uns dois ou três meses”, diz.

No entanto, o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, é a favor de uma solução com força de lei. “Me parece, pelos relatos, que temos uma deficiência ou forma inadequada de fazer as regras para esses concursos. Acho que nós temos que ter o cuidado de criar um critério unificador, que impeça interpretações particulares. Não sei se uma portaria é suficiente. Eu gostaria que tivesse um decreto regulamentando. O decreto é a extensão da lei, passa a ser a lei”, defende.

A Lei 12.990 expira em dez anos a partir da data da sanção pela presidente da República. Seu objetivo é tornar o ambiente da administração pública federal mais igualitário, nesse período.

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(Fonte:Agência Brasil)

Guia online “traduz” orientações médicas para crianças


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Acha complicado ler as bulas de remédios? Procurando “traduzir” as principais orientações médicas de doenças comuns na infância (acesse aqui), médicos e farmacêuticos do Hospital Universitário de Brasília produziram um material que ajuda os pacientes de forma simples e didática.

 

 

(Fonte:TV Brasil)

Presidente da Câmara dos Deputados diz que não fará pauta vingativa contra Dilma

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), voltou a se manifestar hoje (18) sobre a sua decisão de romper com o governo da presidenta Dilma Rousseff. Em sua conta no Twitter, o presidente da Câmara desmentiu notas que saíram em revistas semanais e disse que não tratou com o vice-presidente da República e articular político do governo, Michel Temer, sobre os depoimentos da Operação Lava Jato.

“Em primeiro lugar quero desmentir as notas que estão em colunas de revistas sobre suposta conversa minha com Michel Temer”, disse. “Não tratei com ele em nenhum momento de futura citação dele por delatores. Isso não faz parte dos nossos diálogos”, continuou.

Em seguida, Eduardo Cunha reafirmou que a decisão de romper com o governo foi pessoal e que defenderá que o PMDB faça o mesmo somente no próximo congresso do partido. “Não busquei nem vou buscar apoio para isso, a não ser o debate na instância partidária competente”, disse na rede social. Ele também afirmou que não pretende buscar apoio fora do PMDB e disse que “cada partido tem e terá a sua postura dentro da sua lógica”.

Seguindo uma linha de argumentação, Cunha disse que não está buscando “ganhar número” para derrotar o governo e que, como presidente da Câmara, manterá a sua atuação de conduzir com “independência e harmonia com os demais poderes”.

“Não existe pauta de vingança e nem pauta provocada pela minha opção pessoal de mudança de alinhamento político”, escreveu. “O que existe é eu, como político e deputado, exercer a minha militância, defendendo a posição diferente do que defendia antes”.

O presidente da Câmara também disse que não tem histórico de tentar causar caos na economia pautando matéria que coloquem as contas públicas em risco e voltou a negar a versão do delator da Lava Jato, Júlio Camargo, que afirmou ter entregue R$ 5 milhões a ele em propina.

“Quando alguém cita um fato mentiroso, inventado, após várias versões diferentes, só existe uma resposta que desmentir com indignação. Não posso comentar detalhes de fatos inexistentes dos quais não participei”, disse.

Sobre a acusação recente, de Alberto Yousseff, de que sua família teria sofrido intimidações por um deputado membro da CPI da Petrobras a mando de Cunha, o presidente da Câmara disse que a comissão é independente e que a respeita.

Ele também voltou a falar do juiz Sérgio Moro, a quem acusou de ter errado por tomar um depoimento que o citava, quebrando a sua prerrogativa de deputado de ter foro privilegiado. “Quanto ao juiz do Paraná, eu não fiz reparo a ele, só que realmente ele não poderia dar curso a participação minha, como detentor de foro”, disse. “Por várias vezes em oitivas ele interrompia as testemunhas e dizia que não podia tratar de quem tinha foro de STF. Ao que parece ele mudou. E quanto a isso meus advogados ingressarão com reclamação no STF”, pontuou.

Eduardo Cunha concluiu a sequência de postagens com uma foto dos últimos presidentes da República ainda vivos e o link para uma postagem sua no Facebook, na qual afirma que irá colocar em votação as contas pedentes dos governos em ordem cronológica de modo a “abrir caminho para a análise das contas de 2014 de Dilma”.

 

(Agência Brasil)

Pelé é submetido a cirurgia na coluna e passa bem

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Boletim médico divulgado na tarde de hoje (18) pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, diz que o ex-jogador de futebol Edson Arantes do Nascimento (Pelé) passa bem após ser operado para aliviar dores na coluna. A cirurgia foi feita na última terça-feira (14), um dia depois de o ex-atleta dar entrada na unidade do Morumbi.

“O paciente internou-se na Unidade Morumbi em 13 de julho para ser submetido a um procedimento cirúrgico previamente programado de cirurgia em coluna lombar para descompressão de raiz nervosa (estenose foraminal). A cirurgia aconteceu no dia 14 de julho sem intercorrências e o pós-operatório ocorre dentro da normalidade esperada”, diz o boletim.

Em maio, Pelé ficou internado no mesmo hospital quando foi submetido a um procedimento cirúrgico na próstata, chamado de ressecção transuretral. Em dezembro de 2014, o ex-jogador esteve no hospital por duas vezes, primeiro para retirar cálculos renais e depois para tratar uma infecção urinária.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Afilhado de Fernando Collor é tirado da direção da Petrobras

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Um dia depois do cumprimento de mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal em residências do senador Fernando Collor (PTB-AL), a Petrobras demitiu nesta quinta-feira (16) o último dos dois diretores da subsidiária BR Distribuidora cuja indicação era atribuída ao ex-presidente da República.

Na última quarta-feira, o diretor de Rede de Postos de Serviços Luís Alves de Lima Filho foi substituído por um engenheiro de carreira, Thomaz Lucchini Coutinho, que ocupava a Presidência da Liquigás. Lima Filho era apontado como um dos afilhados de Collor na BR Distribuidora, assim como Vilson Reichemback Silva, que ocupou a Diretoria de Operações e Logística (DIOL).

Delatores da Lava Jato acusaram Collor de receber propinas do esquema de corrupção da Petrobras por meio de indicações políticas na BR Distribuidora. Em depoimento a investigadores da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef afirmou que mandou entregar propina em dinheiro vivo ao senador.

Segundo noticias divulgadas pela Rede Globo, Rafael Ângulo, que trabalhava para o doleiro, confirmou que entregou pessoalmente a Collor, no apartamento dele, em São Paulo, R$ 60 mil em notas de R$ 100. Disse ainda que chegou a pagar faturas do cartão de crédito do ex-ministro de Collor, Pedro Paulo Leoni Ramos, acusado de intermediar a propina na BR Distribuidora.

A propina teria relação com um acordo que envolveu a BR Distribuidora para beneficiar uma rede de postos de combustíveis, a Aster, do empresário Carlos Alberto Santiago. O escritório da empresa em São Paulo foi o cenário da apreensão de R$ 3,6 milhões na terça-feira, durante a Operação Politeia, desdobramento da Lava-Jato. Segundo o conteúdo dos depoimentos, Ângulo contou que usou um carro blindado para buscar dinheiro no posto de gasolina de Carlos Alberto Santiago. O dinheiro chegou num carro-forte, disse.

O advogado Rogério Marcolini, defensor de Collor, disse que não teve acesso ao teor do que motivou as buscas e, por isso, não comentará as acusações. Ele também criticou a demora para ter acesso às investigações. Ontem, o senador mais uma vez negou as acusações e se disse “ultrajado”. Leoni Ramos também nega. Ele divulgou nota dizendo que “já prestou todos os esclarecimentos às autoridades competentes.”

Desde que tomou posse, há cinco meses, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, já substituiu três diretores da BR Distribuidora que tinham indicações políticas. O atual presidente da subsidiária, José Lima Neto, continuará no cargo por enquanto, mas, segundo uma fonte na cúpula da estatal, deve ser substituído por causa do processo de venda de parte do capital da BR.

Anteontem, Andurte de Barros Duarte Filho, que seria indicado do PT, foi substituído pelo funcionário de carreira Antônio Carlos Alves Caldeira na Diretoria de Mercado Consumidor. Além de Lima Filho, o outro afilhado de Collor, Vilson Reichemback Silva, foi substituído no dia 1º de julho por Ivan de Sá, que era gerente Geral de Comércio de Petróleo e Produtos Industriais, na Diretoria de Operações e Logística.

Em março, assumiu a Diretoria Financeira da BR Distribuidora Carlos Alberto Barra Tessarollo, também funcionário de carreira da Petrobras. O cargo estava vago desde a demissão de Nestor Cerveró, pivô do escândalo da compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e que está preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba como um dos acusados da Operação Lava Jato.

 

Dia internacional de Nelson Mandela é celebrado em orfanato do Rio

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Os funcionários de uma empresa farmacêutica sul-africana celebraram hoje (17) o Dia internacional de Nelson Mandela, conhecido como Mandela Day e adotado pelas Nações Unidas em 2009, com atividades voluntárias em um orfanato da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O dia é comemorado anualmente com atividades em várias cidades do mundo e visa motivar indivíduos e organizações para  dedicarem as ações sociais a fim de melhorar a vida de populações carentes.

Os funcionários da farmacêutica Aspen Pharma foram voluntários nas atividades planejadas para as crianças no orfanato feminino Santa Rita de Cássia. Durante toda a manhã ocorreram diversas atividades de recreação na quadra poliesportiva do orfanato, além de barracas para alimentação das 72 meninas presentes no evento.

Além das atividades de hoje, a empresa distribuiu óculos para 27 crianças que apresentavam problemas de vista. As três edições anteriores tinham sido feitas na Cidade de Deus, zona oeste do Rio, mas Alexandre França, presidente da empresa no Brasil, explicou que a mudança de local se deu por conta da violência naquela área.

“Por razões de segurança decidimos sair um pouco de lá até as coisas acalmarem. O evento reúne muitas crianças, funcionários e simpatizantes que ficam em situações de risco neste cenário. Mas continuamos ajudando a associação da comunidade com doações e suportes para a sede,” disse.

Alexandre ressaltou que, oficialmente, o número de crianças inscritas no evento desse ano é maior do que nos anos anteriores. “Tem um pouco mais. Na Cidade de Deus girava em torno de 50, 60 crianças. Mas é importante dizer que lá, por ser uma região mais aberta, tinha esse número oficial, mas com aquela divulgação por parte das próprias crianças, chamando os colegas, fazia com que o número informal pudesse ser maior”.

O Mandela Day sempre é comemorado em 18 de julho, data de aniversário do líder sul-africano Nelson Mandela, morto em 2013, aos 95 anos. Mas, como nesse ano a data caiu em um sábado, o evento foi comemorado no dia de hoje.

Nelson Mandela esteve preso durante 27 anos por lutar contra o sistema de segregação racial oficial da África do Sul, o chamado “apartheid”, que cometia graves violações aos direitos humanos e discriminação contra negros, maioria da população sul-africana. Após sair da prisão, em 1990, e com o fim do “apartheid”, em 1994, Mandela foi eleito presidente da República e defendeu a reconciliação nacional.

 

(Fonte:Agência Brasil)