Arquivo da categoria: Noticias

Pedágios na Via Dutra ficam mais caros

800px-viadutra

Começam a valer a partir de amanhã (1º) as novas tarifas de pedágio da Via Dutra, ligação entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Na semana passada, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o reajuste de 16,8% nos valores cobrados pela concessionária Nova Dutra.

O valor do pedágio cobrado de motoristas de carros e caminhonetes vai passar de R$ 10,90 para R$ 12,70, nas praças Moreira César, Itatiaia e Viúva Graça. Em Arujá, Guararema Norte e Guararema Sul a tarifa subiu de R$ 2,70 para R$ 3,10. Já na praça de Jacareí o pedágio passou de R$ 4,80 para R$ 5,60. Para veículos comerciais, os valores são multiplicados pelo número de eixos.

Segundo a concessionária, o aumento equivale à reposição das perdas com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o impacto de novas obrigações nos custos de operação da via. Além disso, os valores são arredondados para múltiplos de R$ 0,10 para facilitar o troco nas praças. Para futuros reajustes, no entanto, está prevista a compensação dos ganhos com esses arredondamentos.

A CCR Nova Dutra opera os 402 quilômetros da BR-116, desde março de 1996. O contrato de concessão tem validade de 25 anos.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Inscrição a vaga remanescente do Sisutec encerra domingo

8100-22-07-2014_16-13-31sisutec

Os candidatos que quiserem se matricular em vagas remanescentes do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) tem até o próximo domingo (2) para fazer a inscrição, pela internet. Nessa etapa, são ofertadas as vagas que não foram ocupadas nas duas chamadas anteriores do Sisutec.

Podem se inscrever estudantes que concluíram o ensino médio nos últimos três anos, ou seja entre 2012 e 2014, independentemente da data de emissão do certificado. As vagas remanescentes são preenchidas por ordem de inscrição. Após a inscrição, o candidato tem dois dias para ir a instituição e efetuar a matrícula. As aulas dos cursos terão início entre os dias 3 e 31 de agosto de 2015, de acordo com o edital do programa.

Por meio do Sisutec, instituições públicas e privadas de ensino superior e de educação profissional e tecnológica oferecem vagas gratuitas em cursos técnicos para participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Apenas na inscrição para as vagas remanescentes os candidatos ficam dispensados da exigência do Enem. A edição de 2015 do Sisutec ofertou 83.641 vagas em 515 municípios de todos os estados e no Distrito Federal.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Bolsa Atleta não será afetada por corte do orçamento

logo bolsa atleta

O Programa Bolsa Atleta não será afetado pelos cortes do orçamento do Ministério do Esporte, anunciados pelo governo federal. A informação é do ministro do Esporte, George Hilton. Para não afetar os projetos relacionados às Olimpíadas 2016, Hilton disse que a pasta vai adiar o lançamento de programas novos, “justamente para que todo o cronograma de despesa para as obras das Olimpíadas não seja comprometido”.

Segundo ele, é importante manter os investimentos para que os atletas não sofram com a descontinuidade dos treinamentos, na reta final para as Olimpíadas de 2016. “As bolsas são um instrumento fundamental para os atletas. Vocês viram o desempenho em Toronto [no Pan-Americano], um desempenho excepcional. Portanto o Bolsa Atleta é prioridade para que os atletas cheguem no Rio de Janeiro com alta performance para colocar o Brasil entre os dez [no quadro de medalhas] no olímpico e entre os cinco no paralímpico”, disse o ministro.

A delegação do Brasil no Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, alcançou o terceiro lugar no quadro geral de medalhas, atrás apenas dos Estados Unidos e do Canadá. Os atletas beneficiados pelo Bolsa Atleta recebem ajuda financeira durante um ano para que se dediquem, com exclusividade, ao treinamento e competições. Segundo o Ministério do Esporte, os recursos para o programa, em 2015, somam R$ 158 milhões.

Um dos projetos que será afetado, segundo Hilton, será o Vilas do Esporte, um programa para interiorização do esporte no país, que pretende levar equipamentos para a prática esportiva para cidades com menos de 50 mil habitantes. “Não podemos deixar que passe esse período tão importante [de grandes eventos esportivos no país] sem ter uma política transversal que chegue também nas cidades pequenas. É o legado se estendendo ao Brasil inteiro”, ressaltou.

As vilas serão compostas por quadra coberta, campo de futebol society, academia ao ar livre e pista para corridas e caminhadas. O ministro explicou que as prefeituras devem disponibilizar o terreno e o governo federal os recursos para construção, que devem chegar a R$ 1,2 milhão para cada vila.

A proporção de cortes por ministério do contingenciamento adicional de R$ 8,6 bilhões foi anunciado ontem (30) pelo governo federal. A medida elevou de R$ 69,9 bilhões para R$ 78,5 bilhões o contingenciamento (bloqueio) de verbas no Orçamento Geral da União de 2015.

O Ministério do Esporte sofrerá um corte de R$ 250,6 milhões, 13,9% no orçamento atual. De R$ 2,283 bilhões, passará a ter disponível R$ 2,033 bilhões para 2015.

 

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Instituto Lula é alvo de bomba

O Instituto Lula divulgou nota hoje (31) dizendo que a sede do instituto, na capital paulista, foi atacada por volta das 22h de ontem (30). Segundo a instituição, um artefato explosivo foi arremessado de dentro de um carro. Ninguém ficou ferido.

O instituto disse que comunicou o fato às polícias Civil e Militar, ao secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Alexandre de Morais, e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

No comunicado divulgado nas redes sociais, o instituto diz que “espera que os responsáveis sejam identificados e punidos”.

A Secretária de Estado da Segurança Pública de São Paulo confirmou, por nota, o ataque à sede do instituto, que fica no bairro do Ipiranga, zona sul da capital paulista. De acordo com o comunicado, os danos materiais foram pequenos e as investigações já foram iniciadas. A nota acrescenta ainda que o titular da secretaria, Alexandre de Moraes, conversou hoje pela manhã com o ministro da Justiça.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Governo Federal bloqueia recursos da Saúde e da Educação

1+-+Cópia+-+Cópia+-+Cópia+-+Cópia+-+Cópia+-+Cópia+-+Cópia

O governo federal publicou nesta quinta-feira (30) decreto presidencial, em edição extra do “Diário Oficial da União”, detalhando o contingenciamento adicional de recursos no orçamento deste ano – cujo valor totaliza R$ 8,6 bilhões, dos quais R$ 8,47 bilhões cabem ao Executivo.

O anúncio do corte extra foi feito na semana passada, no mesmo dia em que o Executivo revisou para baixo a meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública) deste ano de R$ 66,3 bilhões para R$ 8,74 bilhões.

De acordo com o Tesouro Nacional, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já tinha sofrido bloqueio de R$ 25,7 bilhões em maio deste ano, foi novamente alvo do bloqueio de recursos – sofrendo um corte adicional de R$ 2,05 bilhões. O programa foi o que teve o maior contingenciamento adicional.

Cortes adicionais
Além disso, áreas prioritárias do governo também não foram poupadas. O Ministério da Saúde, por exemplo, sofreu um bloqueio extra de recursos da ordem de R$ 1,7 bilhão em seus gastos correntes (não relacionados com investimentos), informou o Ministério da Fazenda. Foi o segundo maior corte realizado nesta semana. O Ministério da Educação, por sua vez, teve um contingenciamento adicional de R$ 1,16 bilhão nos gastos correntes, informou o Ministério da Fazenda.

Mais cedo, nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, declarou que todas as áreas estão sendo afetadas pelo corte extra que está sendo feito no orçamento federal, inclusive Saúde e Educação, mas observou que os limites mínimos constitucionais estão sendo mantidos. “Todos sofrerão cortes, mas preservando áreas prioritárias para o governo e respeitando sempre os limites constitucionais. Corte proporcional as áreas. Não tem nenhuma pasta especificamente afetada pelo decreto”, declarou o secretário do Tesouro a jornalistas.

Segundo o Ministério do Planejamento, o contingenciamento nos Ministérios da Saúde e da Educação ficou abaixo da média geral. “No caso da Saúde o contingenciamento foi de 1,31%, enquanto que na Educação representou 2,55%. Cabe ressaltar que o orçamento dessas áreas se mantém acima do mínimo exigido pela Constituição”, acrescentou.

As emendas parlamentares sofreram um bloqueio adicional de R$ 327 milhões, informou o Ministério do Planejamento. “O bloqueio dos valores primou pela qualidade do gasto público, de modo que não houve um corte linear e alguns Ministérios não foram contingenciados. Também foram consideradas as particularidades de cada política e de cada Órgão, além do ritmo de execução das obras em andamento”, informou o Planejamento.

Meta fiscal
O corte adicional no orçamento faz parte da estratégia do governo para tentar atingir a meta de superávit primário deste ano. Além disso, também aumentou tributos sobre combustíveis, automóveis, empréstimos, importados, receitas financeiras de empresas, exportações de produtos manufaturados, cerveja, refrigerantes e cosméticos e atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional.

A equipe econômica trabalha para aumentar o nível de confiança na economia brasileira e também, para que a nota brasileira, concedida pelas agências de classificação de risco, permaneça no chamado “grau de investimento” – que é um tipo de recomendação para investimento. Perdendo essa nota, as regras de vários fundos de pensão de outros países impediriam o investimento no Brasil, o que dificultaria a capacidade de o país, e das empresas do setor privado brasileiro, buscarem recursos no exterior – aumentando subsequentemente os juros destas operações.

Brasileiro que denunciou esquema da Lava Jato quer pedir asilo à Alemanha

Combate-a-corrupcao_650x0

“O Brasil acabou para mim”, afirma o empresário gaúcho Hermes Freitas Magnus, de 44 anos. Ex-parceiro de negócios do ex-deputado federal José Janene (PP-PR) em uma fábrica de equipamentos industriais em Londrina, no Paraná, Magnus foi o responsável por uma série de denúncias que serviram de ponto de partida para o inquérito que culminou na Operação Lava Jato. Depois do início do escândalo, ele afirma ter sido abandonado pela Justiça brasileira. Em entrevista para a Deutsche Welle Brasil em Berlim, o empresário, que passou os últimos meses em Portugal, afirma que agora pretende pedir asilo político a Alemanha.

As primeiras denúncias de Magnus foram enviadas à Justiça ainda em 2008. Na ocasião, ele mandou e-mails e documentos em que relatou movimentações financeiras que Janene e o doleiro Alberto Youssef estavam fazendo na sua empresa, a Dunel Indústria e Comércio Ltda. O Ministério Público Federal aponta que Janene, que morreu em 2010, e outros membros da quadrilha investiram na empresa de Magnus para lavar recursos desviados para o Mensalão.

Em 2009, Magnus deixou o país pela primeira vez e foi para os Estados Unidos por dois anos. Ele diz que na época estava sofrendo ameaças. A partir do ano passado, quando a Lava Jato foi deflagrada, ele liquidou seus últimos negócios no Brasil e passou a preparar sua mudança para Portugal, onde já havia aberto uma filial da empresa em 2013.

DW Brasil: Por que você quer pedir asilo político?

Hermes Freitas Magnus: Quero ir para um lugar seguro para passar uma borracha na minha vida. O Brasil acabou para mim. Entre 2009 e 2014, eu tentei recuperar minha empresa, mas depois do início da operação, ninguém mais quis fazer negócios comigo. Hoje moro em Portugal com um visto temporário. Eu queria asilo, mas me disseram que seria melhor pedir um visto de residência. Eu concordei, mas a coisa não vem andando desde então. Estão colocando empecilhos e dificuldades. Recentemente, graças a uma intervenção da [ONG] Transparência Internacional em Portugal, recebi uma prorrogação do meu visto por 90 dias. Mas o prazo vai acabar. Acho que não querem a responsabilidade de me proteger.

É horrível. Você não consegue ter planos de longo prazo. Meu sonho é recomeçar, ter minha empresa em outro país. Meu hobby é fazer máquinas. Só sei fazer isso.

E por que a Alemanha?

A Alemanha me parece um país sério para isso. Eu ando por aí [em Berlim] e parece que estou em casa. Deve ser a memória genética, já que sou descendente de alemães. No momento eu estou em contato com a Transparência Internacional na Alemanha para pedir apoio na concessão de um documento de asilado. Eu quero asilo porque quero me desvincular totalmente do Brasil. Eu fui pra Portugal por causa da língua, mas a corrupção brasileira está muito entrelaçada com o país.
Eu sinto que a Alemanha é um lugar mais sério, e o país está alheio a tudo o que acontece no Brasil. Em um ano eu acredito que posso ter fluência no idioma. Mas se eu não for bem-vindo na Alemanha, eu não vou ficar. Não quero viver à custa do Estado.

Você se sente inseguro no Brasil?

Em 2009, uma das minhas casas na Penha, em Santa Catarina, pegou fogo. O pessoal do Janene já sabia que eu estava falando com a Polícia Federal. Fiquei com muito medo. Não dormia mais em casa. Também recebi mensagens, telefonemas e cheguei a ser ameaçado com uma arma pelo grupo do deputado. Depois da morte do Janene, do fim da nossa parceria e da minha viagem aos EUA, as coisas se acalmaram. Mas a partir do ano passado tudo recomeçou.

No início de 2014, eu estava assistindo televisão e vi que o Youssef e outros tinham sido presos. Fazia tanto tempo… Eu disse: conheço essa gente. Escrevi para o juiz Sérgio Moro, que me respondeu “as informações que o senhor prestou foram de suma relevância para o caso”. No inicio eu fiquei feliz. Voltei a colaborar com a força-tarefa, mas aí voltei a sofrer ameaças. Recebi mensagens que me advertiram a não subir em palanque com a oposição, a não falar com políticos que denunciavam a corrupção na Lava Jato. À época, eu estava tocando minha fábrica no Rio Grande do Sul. Eu fui perdendo o foco e resolvi acabar com tudo. Comecei a me concentrar em desempenhar a mesma atividade em Portugal.

A Polícia Federal e o Ministério Público não lhe ofereceram segurança?

Recebi escolta da PF só uma vez, em 2009, durante um depoimento. Cheguei a pedir proteção ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Justiça, mas fui dissuadido pelo próprio MPF a não aceitar o que eles tinham a me oferecer, o Programa de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita). Eu teria que trocar de identidade, viver como um indigente num hotel. Eu não sou bandido, eu não quero me esconder. Quero continuar fazendo o que eu faço. Quem iria indenizar meus clientes? Depois o MPF me ofereceu – via Itamaraty – me ajudar a arrumar um país para eu me mudar. Disseram ‘você quer ir pra Europa? Nós vamos te ajudar’. Mas essa ajuda ia contar com a participação do Ministério da Justiça, e eu não confio no ministério. Eu não confio no Estado brasileiro. Eu estou lutando sozinho.

O Brasil infelizmente acabou para mim. Os políticos não me suportam, têm medo de mim. As pessoas suspeitam que eu fico conspirando, o Ministério Público me esqueceu completamente. Talvez me ignorar seja uma estratégia do MP para me garantir a segurança, como se eu não fosse mais importante. Eu dei uma colaboração para o país, mesmo que não esperando receber nada por isso, e esse Estado não foi capaz nem de me oferecer segurança. Muita gente pensa que eu estou viajando pelo mundo, mas eu estou fugindo. Meu dinheiro é contado. Eu estou à própria sorte.

Como foi seu primeiro contato com participantes da Lava Jato?

Em 2008, eu procurava investidores para a minha fabriqueta em Santa Catarina. Eu tinha muitos pedidos e não conseguia atender a todos. Por meio de uma amiga da minha sócia fui apresentado a uma pessoa que intermediava negócios. Mandamos um plano e, em 24 horas, uma empresa de São Paulo me chamou. Eram testas-de-ferro do ex-deputado José Janene. Me jogaram numa suíte presidencial, tentaram me impressionar. Depois, conheci o Janene numa reunião. Ele me elogiou, disse que estava doente e que queria deixar negócios para os filhos. Ele disse que arranjaria o dinheiro. Eu era ignorante em política, não sabia que ele já estava envolvido no Mensalão. Eles já tinham pronto um memorando de entendimento, em que constava a possibilidade de investimentos superiores a um milhão na empresa. Sem eu saber, estava aberta a lavanderia.

E como você percebeu que havia algo errado?

Logo no primeiro mês do funcionamento da nova sede da empresa, em Londrina, para onde ela se mudou à pedido do grupo do Janene. Um dia, um fornecedor alertou que o dinheiro do pagamento não saiu do caixa da Dunel ou da firma da CSA Project Finance, a firma do José Janene, mas de outro lugar. Vi que eles usavam dezenas de CPFs e CNPJs. Os salários eram pagos em dinheiro vivo.

Falei sobre isso com um conhecido que me disse: “Você está lavando dinheiro para alguém”. Eu então comecei a sabotar a produção e a mandar as primeiras denúncias. Eu cheguei a dizer que queria sair do negócio, que queria minhas máquinas de volta, mas por causa do memorando de entendimento eu acabei ficando. Os jagunços do Janene passaram a me vigiar. Eu ficava torcendo para que a polícia acabasse com tudo. Isso durou meses.

Quando faltava cerca de um mês para que o memorando acabasse, eles começaram a me pressionar para abrir uma offshore [empresa em um paraíso fiscal], oficializasse o negócio para que eles virassem sócios da empresa. Eu então fugi para a Suécia, e o termo venceu. O esquema deles na empresa nunca deslanchou. Em 2009, eu comecei a colaborar oficialmente com o Ministério Público.

Eu estava numa enrascada. Não tenho culpa de ter encontrado um bandido. A culpa é da Justiça, que deixou eles soltos e eu acabei encontrando com eles.

Recentemente, o juiz Sergio Moro condenou Alberto Youssef a lhe devolver um milhão de reais pelos prejuízos causados à sua empresa. Você já recebeu esse valor?

Ainda não. Nem sei se vou receber esse dinheiro. De qualquer forma, isso não é Justiça. O que posso receber não paga meu sofrimento. Eu perdi uma empresa para os bandidos, e depois perdi uma para a Lava Jato.

Você já chegou a se arrepender de ter feito a denúncia?

Nunca. Nem nos piores momentos me arrependi de denunciar. Outro dia recebi uma mensagem que dizia “seu idiota, valeu a pena? Se algo acontecer ninguém vai saber quem é você”. Muitos me chamam de burro, não me importo. Eu deito e durmo. É uma questão da qual me orgulho, de não ter titubeado, de não ter cedido às propostas que aconteceram. A vida poderia ter sido mais fácil, mas eu achei melhor agir assim. Não dava para ser cúmplice. A corrupção ajuda a matar milhões no Brasil, como vai ser cúmplice disso? Eu acho que ser correto sempre vale a pena. Eu não esperava que a contrapartida fosse tão pequena, não ter proteção, me tratarem com descrédito. A verdade é que hoje eu sou um estorvo para a Lava Jato. Eles pensam que eu já cumpri minha parte.

 

 

(Fonte: DW)

Jovem homenageia pai em rede social e é compartilhada 2.543 vezes

11

Uma jovem usou a rede social para prestar uma homenagem ao pai carroceiro e deixou os internautas emocionados.No dia 23 de junho, a paulista Jaqueline Alves cobriu o pai de elogios, em uma postagem, e disse que jamais sentira vergonha dele. A mensagem comoveu os internautas e até a tarde desta quarta-feira (29) a publicação havia sido compartilhada quase 2.543  mil vezes. “Eu jamais terei vergonha do senhor. Só pelo senhor andar desarrumado ou sujo. Tenho orgulho pelo pai que eu tenho. Sempre foi um pai presente e que eu amo muito…Independente do jeito que o senhor anda ou usa. Te amo te amo te amo. Meu orgulho, meu homem meu rei meu tudo.”, declarou a jovem, em uma rede social.

 

 

Transpetro põe em operação navio Oscar Niemeyer

transpetro-coloca-em-opera_o-o-primeiro-navio-gaseiro-do-promef_foto-vanor-correia

A Transpetro começou a operar nesta quinta-feira (30) um navio gaseiro (destinado ao transporte de gás liquefeito de petróleo) batizado com o nome do arquiteto Oscar Niemeyer. A embarcação foi entregue à empresa, subsidiária da Petrobras, no Estaleiro Vard Promar, em Niterói, no Rio de Janeiro.

É o primeiro navio gaseiro construído no estado do Rio e a 11ª embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a entrar em operação. A viagem inaugural será para Barra do Riacho, no Espírito Santo, onde fará a primeira operação de carregamento.

O Estaleiro Vard Promar está construindo cinco embarcações do Promef, das quais três se encontram em estágio de acabamento.

Além do navio Oscar Niemeyer – homenagem ao arquiteto morto em 2012, aos 104 anos de idade –, os navios do Promef que já estão operando são: os suezmax André Rebouças, Henrique Dias, Dragão do Mar, Zumbi dos Palmares e João Cândido; o panamax Anita Garibaldi; e os navios de produtos José Alencar, Rômulo Almeida, Sérgio Buarque de Holanda e Celso Furtado.

O navio Oscar Niemeyer tem 117 metros de comprimento, 19 metros de largura e 34 metros de altura. Tem capacidade para transportar 7 mil metros cúbicos de gás, distribuídos em dois tanques. Se destina, prioritariamente, à navegação de cabotagem, próxima da costa. As informações foram divulgadas pela Transpetro.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Universidade Estadual Paulista faz reunião aberta para discutir racismo após pichações

A Congregação da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Bauru (SP), órgão máximo da faculdade, fez hoje (30) uma reunião aberta para discutir o racismo na universidade. A reunião ocorre após pichações racistas terem sido encontradas em banheiros da faculdade na última quinta-feira (23), com insultos contra as mulheres negras, o Coletivo Afrodescendente e o professor Juarez de Paula Xavier, coordenador do Núcleo Negro da Unesp.

Na segunda-feira (27), a Faac instaurou uma comissão para investigar os fatos e atos racistas praticados no campi de Bauru. Chamada de Comissão de Apuração Preliminar, ela é composta por dois docentes e um servidor técnico administrativo e terá o prazo de 30 dias para concluir o trabalho. A comissão deverá levantar informações, buscar nomes, datas e horários que possam resultar em provas de comprovação de responsabilidade. Os responsáveis pelas pichações racistas poderão ser advertidos verbalmente ou até desligados da universidade.

Na reunião, foi anunciado que um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai acompanhar os trabalhos da comissão. Além disso, foi decidido a elaboração de um documento com propostas de ações afirmativas e o repúdio da universidade ao racismo. Ele será encaminhado ao Conselho Universitário da Reitoria da Unesp e à Assembleia Legislativa de São Paulo até o fim de agosto. A Faac também anunciou que vai intensificar o trabalho de combate ao racismo com uma campanha que será direcionada a todo o campi de Bauru e que vai consistir em cartazes, eventos, debates e um vídeo institucional.

Por meio de nota, a Unesp disse esta semana repudiar as pichações racistas, “considerando-as um ato contra o estado democrático de direito, a população afrodescendente e a política de inclusão adotada pela Unesp”.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Lua Azul ilumina última noite de julho

2505599152_f6f5a53f83_o

Na sexta-feira (31), último dia de julho, haverá uma “lua azul”, assim chamada a segunda lua cheia no mesmo mês – fenómeno que ocorre de três em três anos, e só voltará a acontecer em janeiro de 2018.

Segundo o Observatório Naval dos Estados Unidos, cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias e quando ocorre uma lua cheia no início do mês é provável que haja uma segunda no final. É isso que vai ocorrer amanhã. A primeira lua cheia foi no dia 2 deste mês.

Apesar de ser denominada “lua azul”, o planeta vai aparecer como de costume, nas cores cinza, branca e prateada.

Segundo peritos, a lua ficou azul em poucas ocasiões, devido à poeira, cinza e fumo na atmosfera, provocadas por grandes erupções vulcânicas ou incêndios florestais.

A última “lua azul” ocorreu no dia 31 de agosto de 2012.

 

(Fonte:Agência Brasil)