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Chefe de organização criminosa na Ilha do Governador é condenado a 319 anos de prisão

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A Justiça fluminense condenou nesta segunda-feira (16) 15 pessoas acusadas de integrar a quadrilha chefiada por Antônio Eugênio de Souza Freitas, o Batoré. Irmãos e até a mulher dele também estão entre os condenados na 17ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça, por determinação do juiz Paulo Vieira de Carvalho. O próprio Batoré teve pena fixada em 319 anos de prisão em regime fechado.

A sentença do grupo e de Batoré tem relação com os seguintes crimes: extorsão com arma de fogo, organização criminosa, lavagem de dinheiro, incêndio e falsidade ideológico. Ainda assim, em maio do ano passado, durante um plantão judiciário, Batoré foi solto por decisão do desembargador Guaracy Viana e agora é considerado foragido.

Na decisão desta segunda, na sentença o juiz acrescentou que Batoré trabalha em sociedade com o traficante Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu. O magistrado destacou ainda que os dois formam um grande conglomerado na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio.

Testemunhas afirmaram que Batoré tem o costume de levar motoristas que se recusam a pagar as quantias exigidas pela quadrilha para o Morro do Dendê. Parte do dinheiro arrecadado com os motoristas vai para Guarabu, chefe do tráfico na região e que está foragido há 15 anos.

O Disque-Denúncia oferece R$ 30 mil para quem tiver informações que ajudem na prisão de Guarabu.