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Sindicato dos policiais civis do Rio quer projeto para incorporar gratificações

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, defendeu hoje (21) que o governador Luiz Fernando Pezão deve enviar para a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), até a próxima semana, mensagem sobre a incorporação de gratificações da categoria. A demanda é a principal reivindicação do grupo, que fez hoje (21) uma paralisação de 24h em todo o estado.  Uma reunião dos sindicalistas com o governador Pezão, para definir o assunto, foi marcada para amanhã (22).

“Esta negociação não começou agora. Iniciou-se há um ano. Eu espero que o governador, amanhã, nos diga que, no mais tardar semana que vem, ele vai enviar, em regime de urgência, para a Alerj, o projeto de lei referente à incorporação da gratificação da Delegacia Legal, parcelada em nove vezes, até 2018, com a reposição inflacionária anual, como restou acordado com o [então] governador Sérgio Cabral, em 9 de dezembro [do ano passado], no Palácio Guanabara”, disse Chao. Ele falou com a imprensa momentos antes do início da assembleia da categoria, na noite de hoje.

Caso o governo não mande para a Alerj, em regime de urgência, o projeto da incorporação, Chao disse que não via outro caminho, “se não o protesto”. Mais cedo, o chefe de Polícia, delegado Fernando Veloso, disse que era favorável à incorporação das gratificações ao salário dos policiais. As gratificação são valores que se somam ao salário mensal, mas que são perdidas quando o trabalhador se aposenta. Em média, os policiais civis do Rio que trabalham em Delegacias Legais recebem R$ 850 como gratificação. Segundo o sindicalista, o salário inicial de um policial civil é de R$ 3.500.

 

(Agência Brasil)