O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), órgão do Ministério da Aeronáutica, responsável pela análise de acidentes aéreos, está apurando as causas do choque entre um avião 737, da companhia aérea Gol, e um Boeing 777, da empresa Emirates.
Segundo a assessoria de Comunicação da Aeronáutica, o acidente ocorreu às 14h45 desta quarta (04/09), no pátio do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão/Antonio Carlos Jobim, e não há prazo para o término da investigação do Cenipa. “O tempo é o necessário para esclarecer os fatos”, explicou a assessoria.
De acordo com a assessoria, as duas aeronaves estavam tripuladas e com passageiros, mas ninguém saiu ferido. No momento do acidente, o avião da Emirates estava taxiando para estacionar e o da Gol preparando-se para o desembarque de passageiros.
Em nota, a Gol informou que o avião da companhia fazia o voo G3 1026, trecho Congonhas (São Paulo) – Santos Dumont (Rio de Janeiro), e teve que de mudar o destino final para o aeroporto do Galeão por causa das condições meteorológicas no Santos Dumont.
A companhia disse ainda que, no choque, uma asa da aeronave da Emirates atingiu o leme de direção do avião da Gol. Segundo a empresa, os 47 passageiros que estavam a bordo desembarcaram normalmente. A ocorrência de solo e a aeronave serão avaliadas.
A Gol lamentou o desconforto causado aos passageiros e ressaltou “que a segurança dos clientes e colaboradores é item prioritário em sua política de gestão”.
Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o acidente não alterou a rotina do aeroporto. Não houve cancelamentos, nem atrasos nos voos.