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Preço do gás de cozinha aumenta 4,4%

tmcj_0025A Petrobras reajustou hoje (4) o preço do gás de cozinha (GLP) em 4,4%. O botijão de 13 quilos passa a valer R$ 23, 10 a partir de amanhã (5). No acumulado do ano, o GLP apresenta aumento de 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro do ano passado.

A estatal informou que o reajuste ocorre devido à desvalorização do real frente ao dólar, que apenas entre março a junho foi de 16%, e ao reajuste de 22,9% do preço do GLP no mercado internacional no mesmo período.

Safra brasileira deve fechar 2017 com crescimento de 30,4%

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar 2017 com um crescimento de 30,4% em relação ao ano passado. Segundo a estimativa de agosto deste ano, do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano deve ser encerrado com uma safra de grãos de 240,9 milhões de toneladas.

A estimativa de agosto é, no entanto, 0,5% inferior ao levantamento de julho, ou seja, 1,2 milhão de toneladas a menos do que o IBGE previu na ocasião.

Com alta esperada de 19,6% em relação a 2016, a produção de soja deve ter safra recorde de 115 milhões de toneladas. Para o milho, que deverá ter aumento de 54,7% na produção, também é esperado  resultado recorde, de 98,4 milhões de toneladas.

É estimada ainda alta na produção do arroz (16,2%). Vinte dos 26 produtos pesquisados pelo IBGE devem ter crescimento, entre eles o café canephora (33,3%), as três safras de feijão (40%, 26,9% e 7,2%, respectivamente), a laranja (6,9%), o algodão herbáceo (10,5%), a cebola (7,8%), cana-de-açúcar (1,3%) e as três safras de batata-inglesa (5,1%, 7,2% e 2,8%).

Entre os seis produtos com queda estimada na produção aparecem o trigo (-18,8%), café arábica (-13,1%) e a mandioca (-12,6%).

Área colhida

O IBGE estima aumento de 7% na área colhida, em relação a 2016. O total deve chegar a 61,1 milhões de hectares, área 0,05% inferior à estimativa de julho. Entre as três principais lavouras, são esperados acréscimos na área colhida da soja, de 2,3%, do milho, de 18,1%, e do arroz, de 4%.

 

(Fonte Agência Brasil)

 

Petrobras reduz preços do diesel em 4,8% e da gasolina em 5,4%

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A Petrobras anunciou, no início da noite desta sexta-feira (24), a redução nos preços do óleo diesel, em 4,8%, e da gasolina, em 5,4%, em média, nas refinarias. Segundo a estatal, os novos valores já valerão a partir deste sábado (25).

A empresa creditou a redução ao efeito da valorização do real frente ao dólar desde a última revisão de preços, à redução no valor dos fretes marítimos e a ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

“A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade. Os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional…  e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios [da companhia] 2017/2021”, explicou a estatal, em nota.

A companhia estimou que, se a redução for integralmente repassada e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 3%, ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina 2,3%, ou R$ 0,09 por litro, em média.

 

(Fonte Agência Brasil)

Produção de veículos cai 2,7% e exportação cresce 2,4%

 Os dados foram divulgados nesta terça feira (06/08) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A exportação de veículos aumentou 2,4% em julho, ao chegar a 52.456 unidades, contra 51.233 em junho. Já a produção caiu 2,7% em julho. Foram produzidas 312.300 unidades, ante 320.823 em junho.

Na comparação do montante exportado em julho com o do mesmo mês do ano passado, o crescimento alcançou 75,9%. No acumulado do ano, o aumento foi 24,9%, com 318.610 veículos vendidos no mercado exterior, ante 255.194 registrados no mesmo período de 2012.

De acordo com o presidente da entidade, Luiz Moan Yabiku, este foi o melhor mês de julho da série histórica, assim como o acumulado dos sete meses. “Essa elevação das exportações é resultado da melhoria do mercado interno dos países destinos, muito mais do que da alta cambial ou do ajuste de competitividade”. A Anfavea ainda revisou as projeções para as exportações, de 4,6% para mais de 20%.

Quanto ao quesito produção, na comparação de julho deste ano com igual período de 2012, foi registrado crescimento de 3,7%. O acumulado do ano teve alta de 15,8%, com 2.169.105 novos veículos contra 1.873.671 fabricados de janeiro a julho de 2012. “A produção foi prejudicada pelas paralisações do dia 11 e pela greve dos cegonheiros [motoristas de caminhão-cegonha], além dos feriados. Por isso, essa perda aparente de produção. Mas o número está perto do que era previsto, tornado este o melhor julho da série, também em termos de produção”.

Segundo o balanço mensal, as vendas de veículos no mercado interno cresceram 7,4% em julho, com 342.306 unidades contra 318.619 em junho. Em relação a julho de 2012, houve queda de 6%. No acumulado do ano, foi registrada elevação de 2,9%, com 2.141.307 de unidades licenciadas, enquanto no mesmo período do ano passado, o número chegou a 2.081.112. “Este foi o melhor mês de 2013 em vendas. Só não foi melhor porque tivemos dificuldades de fluxo nas revendas mais próximas das avenidas onde houve manifestações e feriados nos dois principais mercados [Rio de Janeiro e São Paulo]”, disse o presidente.

De acordo com Luiz Moan Yabiku, a Anfavea prevê que a produção e as vendas devem ser maiores que os previstos. “Não fizemos os cálculos quanto a vendas porque o mercado é volátil e sensível a qualquer movimento, mas os índices econômicos apontam para um caminho positivo. Já a produção, pensamos que tem espaço para crescer seja pela diminuição dos importados, seja pelo aumento das exportações”, avaliou.

O presidente da Anfavea avaliou ainda que o setor “festeja e chora” ao mesmo tempo o valor do dólar, que já bate a casa dos R$ 2,30. No curto prazo, de acordo com o presidente, há impactos para a indústria automotiva porque grande parte dos insumos é importada. “Mesmo assim, o governo reduziu os impostos para parte desses insumos, reduzindo um pouco esse impacto”, acrescentando que o Programa Inova Auto tem incentivado a fabricação nacional de peças. Como ponto positivo do preço da moeda norte-americana, aponta o estímulo à retomada das exportações.

Sobre a produção e venda de veículos elétricos e híbridos, Moan informou que a Anfavea elaborou, recentemente, uma proposta que permita ao governo introduzir a tecnologia no país. “Nós acreditamos que o governo brasileiro não deve ser privado de experimentar e analisar todas as tecnologias disponíveis no mundo”. A entidade propõe, em uma primeira fase, importação com cota definida por empresa e isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Na segunda fase, a empresa que desejar continuar com o benefício deverá se comprometer com acesso fácil a autopeças no país e com a implantação de montadoras no Brasil.

 

 

Fonte: Agência Brasil