Em entrevista à imprensa na tarde de hoje, o promotor apontou que as “obras faraônicas” não poderiam ser realizadas sem a anuência de servidores públicos. Em abril, dois prédios da região desabaram, deixando 24 mortos. “Não é possível construir obras faraônicas dessa forma sem a anuência, ainda que tácita, do serviço...