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Pedido de liberdade de Nestor Cerveró é negado pela justiça

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, negou nesta sexta-feira (16/01) o pedido de habeas corpus a Nestor Cerveró. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras é investigado na Operação Lava Jato e foi preso na madrugada de quarta (14/01), no Rio de Janeiro. Atualmente, ele se encontra na sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

No pedido de liberdade, a defesa alegou que a prisão preventiva do ex-diretor da Petrobras não foi fundamentada em “fatos individualizados, concretos e objetivos”, mas em suposições, o que, segundo os advogados, é “incompatível com a boa doutrina e a unanimidade das decisões dos tribunais”.

A defesa também argumentou que Cerveró sempre se colocou a disposição da Justiça. Além disso, os advogados apontaram que o MPF se baseou em depoimentos sem provas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do executivo da empresa Toyo Setal Júlio Camargo para apontar os “muitos e concretos elementos” que indicariam a participação ativa de Cerveró em crimes dentro da estatal.

Na sentença, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato na 2ª instância da Justiça Federal, afirmou que a prisão preventiva do executivo é fundamentada em “fatos concretos”, já que ele é réu em processo originado na Lava Jato por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro e investigado em pelo menos outros dois inquéritos da Polícia Federal.

Ainda segundo o magistrado, Cerveró transferiu patrimônio para familiares “por valores muito inferiores aos de mercado”, tem dupla cidadania e viajou recentemente ao exterior, o que poderia indicar que não pretende cumprir uma eventual pena de prisão.

“Por mais que viajar ao exterior, sacar recursos de aplicação financeira, vender ou doar imóveis, isoladamente sejam fatos corriqueiros para qualquer cidadão, em se tratando de personagem notoriamente relacionado a fatos ilícitos e de grande repercussão, não se pode ingenuamente isolar tais condutas e acreditar que agiu mediante motivações rotineiras”, escreveu o magistrado.

Depoimento

Na tarde de quinta, Cerveró falou por quase três horas e meia à Polícia Federal em Curitiba. Segundo Beno Brandão, um dos advogados, o depoimento foi tranquilo e o cliente respondeu às perguntas. O advogado afirmou, também, que o ex-diretor passa por dificuldades financeiras.

Beno Brandão disse que deve pedir um novo depoimento para que a compra da refinaria da Pasadena, nos Estados Unidos, seja questionada. Segundo o advogado, nada sobre o assunto foi perguntado nesta quinta. Cerveró falou sobre as movimentações financeiras e os contratos dos navios-sonda – motivos pelos quais a prisão preventiva foi decretada. Ele negou ter recebido propina para a construção de navios-sonda e, sobre as transações financeiras, reiterou o que a defesa já havia dito, que não há nada de ilegal.

Cerveró já havia sido denunciado na Justiça por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. A Justiça argumenta que logo depois de ter sido denunciado, o ex-diretor da Petrobras tentou resgatar quase meio milhão de reais do plano de previdência privada dele para transferir para outra previdência em nome da filha, Raquel Cerveró. Isso mesmo alertado pelo banco de que perderia mais de R$ 100 mil por causa de impostos.

Para o Ministério Público Federal, a única justificativa para uma perda de mais de 20% do dinheiro seria evitar o confisco de todo o investimento, em caso de condenação.

Outra operação que chamou a atenção dos investigadores. O Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, identificou pelo menos cinco operações atípicas em que Cerveró fez saques na boca do caixa ou pagou apartamentos em dinheiro vivo. A Polícia Federal também afirma que Nestor Cerveró, realizou várias operações de compra e venda de imóveis nos últimos anos que, de acordo com as investigações, têm indícios de lavagem de dinheiro.

Prisão

Cerveró foi preso na madrugada de quarta-feira (14/01), no Rio de Janeiro, e levado para a superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense, onde tramitam os inquéritos e ações penais oriundos da operação. Nestor Cerveró é réu em processo originado na Operação Lava Jato, da PF, por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro entre 2006 e 2012.

O delegado da Polícia Federal Igor Romário de Paula afirmou que negociações financeiras feitas por Cerveró indicam que o suspeito tentava obter liquidez do patrimônio com rapidez. Em uma dessas transações, disse o delegado, Cerveró chegou a perder R$ 200 mil. Este patrimônio negociado, também conforme a PF, pode ter origem ilícita e ser resultado de crimes cometidos por Cerveró enquanto estava à frente da diretoria Internacional da Petrobras.

Cerveró foi diretor da área Internacional da Petrobras de 2003 a 2008, durante o governo do presidente Lula. Já no governo da presidente Dilma Rousseff, assumiu a diretoria financeira da BR Distribuidora, onde permaneceu até ser demitido do cargo, em março de 2014.

Segundo o MPF, o ex-diretor recebeu propina, em dois contratos firmados pela Petrobras, para construção de navios-sonda, usados em perfurações em águas profundas. O pagamento, no valor total de 40 milhões de dólares, foi relatado pelo executivo Júlio Carmago, da Toyo Setal – que fez acordo de delação premiada no decorrer das investigações.

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, também réu da Lava Jato, citou Cerveró no acordo de delação premiada. Em depoimento à Justiça Federal (JF) do Paraná, em outubro de 2014, Paulo Roberto disse que Cerveró recebeu propina na compra da refinaria da Pasadena, nos Estados Unidos. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), o negócio gerou prejuízos de 790 milhões de dólares à Petrobras.

A compra de Pasadena foi aprovada, em 2006, pelo Conselho de Administração da
Petrobras, que à época era presidido por Dilma Rousseff. Segundo a presidente, o resumo executivo que orientou o Conselho, e que foi produzido por Cerveró, era falho. Em julho, o TCU responsabilizou Cerveró e outros nove diretores e ex-diretores da Petrobras pelos prejuízos na compra.

Secretaria de Fazenda do Rio apreende 2 caminhões-tanque com álcool sonegando ICMS

Auditores da Secretaria de Fazenda apreenderam, com apoio da Polícia Civil, nesta sexta-feira (16/1) dois caminhões-tanque carregados de álcool hidratado (combustível) por sonegação de ICMS. A carga somava 76 mil litros. Os dois motoristas foram levados para a Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), na Cidade da Polícia, onde prestaram depoimento.

Um dos caminhões transportava 46 mil litros de álcool combustível e foi apreendido na BR-116, em Magé, sem pagar o ICMS correspondente à carga.

O segundo veículo, com 20 mil litros de álcool, sequer possuía nota fiscal e foi flagrado abastecendo o posto revendedor de combustíveis Fortaleza, no Km 137, também da BR 116, na altura de Teresópolis. No posto, já haviam sido descarregados outros 10 mil litros do combustível. Os dois motoristas são Joaquim Fernando de Brito e Antonio dos Reis Anovich, respectivamente. As cargas estão consignadas num depósito perto da Reduc, em Duque de Caxias.

Somente nesta semana, a Secretaria de Fazenda apreendeu sete caminhões-tanque, incluindo as apreensões de hoje. Todos os veículos estavam fora da rota que constava na nota – uma delas era do Maranhão para São Paulo. Além disso, todas as notas fiscais eram referentes ao transporte de álcool, muito embora a carga de um caminhão fosse gasolina.

Carro roubado é recuperado durante operação Lei Seca em Duque de Caxias

Agentes da Operação Lei Seca, da Secretaria de Estado de Governo do Rio de Janeiro, abordaram, na madrugada desta sexta-feira (16/01), Denis Carvalho Pereira, que conduzia um veículo do tipo Classic, durante blitz realizada na Praça Humaitá, em Duque de Caxias. Após consulta ao banco de dados, foi constatado que o carro era roubado. Denis e dois passageiros menores de idade, ambos com antecedentes criminais, foram encaminhados para a 61ª DP (Xerém) e o veículo foi apreendido. Ao todo, 102 carros roubados já foram recuperados pela Operação.

Biblioteca Parque Estadual recebe certificação ambiental

A Biblioteca Parque Estadual (BPE) recebeu, na manhã desta quinta-feira (15/1), o Certificação LEED® (Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Projeto Ambiental). O certificado atesta a sustentabilidade do empreendimento e garante que tanto o projeto quanto a obra foram realizados visando a alta qualidade dos sistemas implantados, a redução dos resíduos e da poluição, a diminuição do consumo de água e de energia, a utilização de materiais regionais e o aumento da qualidade ambiental interna.

O certificado foi entregue à secretária de Cultura, Eva Doris Rosental, por Danielle Garcia, sócia-diretora da Casa do Futuro, empresa membro do USGBC (Green Building Council Norte Americano), organização que gerencia os processos de concessão do Selo LEED®.

– Essa certificação reflete o trabalho do Governo no sentido de construir equipamentos verdes e sustentáveis. Quando a biblioteca estava sendo reformada, encomendamos ao Instituto de Estudos do Trabalho da Sociedade (IETS) um programa de educação ambiental que estabeleceu como objetivo torná-la centro de referência na área. O selo é resultado desse esforço, um feito histórico, de enorme importância para o estado e para o país – disse a secretária.

 

Sustentabilidade 

O prédio da Biblioteca Parque Estadual abriga tecnologias como painéis fotovoltaicos, que produzem energia elétrica proveniente de fontes renováveis e geram uma economia de energia de 50 mil megawatts por ano, vidros duplos de proteção solar, que reduzem em até 52% a entrada de calor no edifício, um sistema de reaproveitamento de água da chuva, que é reutilizada na irrigação e nas descargas, e mais de 2 mil metros quadrados de telhados verdes, que contribuem para maior conforto térmico no interior da edificação e reduzem o efeito ilha de calor, comum em grandes centros urbanos. O projeto foi elaborado com a consultoria da Casa do Futuro, com o patrocínio do Governo do Rio de Janeiro e da Light, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

Os impactos ambientais associados à geração e consumo de água e energia são minimizados em uma construção sustentável. Em termos práticos, o consumo de energia elétrica da biblioteca teve uma redução de aproximadamente 28% e o de água, 45%. Além disso, a madeira do piso do salão principal da biblioteca é certificada FSC, o que garante o manejo responsável das florestas.

Para Vera Saboya, diretora da biblioteca, o dia era de celebração.

Vera Schroeder, Superintendente da Leitura e do Conhecimento da Secretaria, também comemorou.

Para a parceira Light, que esteve junto à BPE nesse projeto, foi uma honra participar de um trabalho tão importante para a sociedade.

 

 

Fiscais do Procon sofrem intimidações em estação de trens da SuperVia

Dois agentes do Procon, órgão da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro foram intimidados, na quarta-feira (14), por um grupo de oito homens, enquanto faziam fiscalização em trens da SuperVia, concessionária responsável pelo serviço de trens no Rio, em uma das plataformas da Estação Del Castilho, na zona norte da cidade.

Segundo o diretor de fiscalização do Procon, Fábio Domingos, os fiscais estavam apurando denúncias de que os trens circulavam de portas abertas, com falta de segurança dos usuários. Ao notarem que os agentes usavam os celulares para fazerem imagens, os homens se aproximaram e quiseram saber se eram policiais e se estavam armados.

Ele informou que o grupo, antes de alcançar a plataforma, caminhava entre os trilhos do sistema ferroviário. “Perguntaram o que os fiscais estavam fazendo ali, se faziam revista, se estavam armados e se eram policiais? Os fiscais se identificaram, mostrando que eram do Procon, mostraram os crachás e a filmagem, e ficou provado que eram fiscais, mas de uma forma muito tensa. Foi uma abordagem feita com veemência e bastante rigidez”, contou em entrevista à Agência Brasil.

O diretor informou que depois de comprovada a função, os fiscais foram obrigados pelo grupo a sair do local. “Os fiscais foram lá para ver a questão das portas abertas, e acabaram detectando, de forma pessoal, que há outro tipo de insegurança. Foi feito um auto de constatação com relação a isso, registrado no Procon, apresentado à presidência, que notificou a SuperVia e vai abrir procedimento contra a empresa por mais esse episódio”, explicou.

De acordo com Domingos, além da intimidação, a empresa responde a processo pelos trens viajarem de portas abertas. O Procon informou que, na defesa, a SuperVia indicou que os trens têm sistema de intertravamento de portas, atendendo a uma exigência do Procon estadual, e se houver a abertura forçada das portas pelos passageiros, o fechamento só poderá ser feito, no máximo, no intervalo entre duas estações em sequência. Mas, segundo Domingos, não foi isso que os fiscais comprovaram. “Os fiscais flagraram que os trens viajam de portas abertas por até quatro estações”.

Se a concessionária for multada, poderá ter um prejuízo de até R$ 7 milhões. “A multa tem uma limitação legal mínima de R$ 500, podendo chegar a R$ 7 milhões”, adiantou, esclarecendo que o valor é estipulado conforme cálculo que avalia a gravidade da situação.

O caso ocorreu no segundo dia da operação dos fiscais. Domingos contou que na terça-feira (13) a fiscalização foi feita durante a manhã e não houve incidentes. A de quarta-feira foi no início da noite, às 18h. “Eu estou no Procon desde 2013 e nunca tínhamos passado por uma situação dessa de ser abordado, e de risco. Quando tem uma fiscalização em que a gente entende que há risco iminente, a gente até pede auxílio da Polícia Militar”, disse.

A SuperVia destacou, em nota, que a Segurança Pública dentro do sistema ferroviário é de responsabilidade do Poder Público, que atua nas estações de trens por meio do Grupamento de Policiamento Ferroviário. “Esta é uma das determinações do contrato de concessão. A concessionária reforça que respeita a fiscalização do órgão, colocando-se à disposição para esclarecimentos e informações sempre que necessário. Sobre o processo administrativo, a SuperVia informa que apresentará recurso contra as autuações”, revelou.

Fábio Domingos contestou, no entanto, reforçando que a concessionária tem que se responsabilizar pela segurança dos usuários. “A segurança dentro de uma estação é da SuperVia. Ela é que tem que prover”, concluiu.

 

(Agência Brasil)

Grande Tijuca receberá Companhia de Polícia de Proximidade

Quatro bairros serão beneficiados pela primeira Companhia Integrada de Polícia de Proximidade (CIPP). Grajaú, Andaraí, Vila Isabel e Tijuca integram o projeto-piloto – que começa a funcionar após o Carnaval – com um efetivo de cerca de 120 policiais militares sob o comando do 6º BPM (Tijuca). Cada companhia terá um comandante responsável por gerenciar indicadores de criminalidade e atender à comunidade, resgatando, com isso, a figura do “policial de quarteirão”, conferindo familiaridade entre polícia e população.

Inspirada no atendimento já prestado pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a iniciativa assegura maior transparência à atividade policial, mais agilidade no atendimento à população e proatividade na resolução de conflitos, buscando reduzir os índices de criminalidade. O novo serviço vai adotar também práticas de prevenção e resolução de conflitos. O projeto-piloto poderá se estender por até três meses.

– Segurança pública se constrói de forma compartilhada. Diversas experiências internacionais atestam isso. Vamos aprimorar o que aprendemos com as UPPs e adequar à rotina de patrulhamento dos bairros – observou o comandante-geral da PM, Alberto Pinheiro Neto.

O foco da atuação será, principalmente, no policiamento a pé. As equipes selecionadas para atuar nas novas unidades passarão por um curso de capacitação que visa a habilitá-las em uma abordagem diferenciada.

A Universidade Cândido Mendes fará o acompanhamento das ações.
Relatórios emitidos pela instituição darão à PM subsídios para verificar a necessidade de ajustes e, a partir disso, possibilidade de expansão do programa para outras regiões do estado.

A expectativa do comando da PM é de que, até 2018, as CIPPs tenham se transformado em referência em polícia de proximidade no país.

– Esse projeto vai imprimir uma mudança radical na atuação operacional da PM. Teremos a descentralização da gestão, dando mais autonomia aos comandantes dessas unidades. Usaremos as boas práticas da experiência com as UPPs para oferecer um serviço mais eficaz. A segurança será partilhada com a população local – assegurou o chefe do Estado-Maior, coronel Robson Rodrigues da Silva.

 

Aperfeiçoamento da política de pacificação

O comandante da PM adiantou ainda que estão sendo elaborados dois decretos para aperfeiçoar a política de pacificação no estado.

– Vamos reunir um colegiado, sob coordenação do governador Luiz Fernando Pezão, que envolve diversas secretarias. Desta forma, vamos aperfeiçoar o projeto de pacificação. Queremos dar sustentabilidade ao processo e isso vai envolver o controle diário de indicadores que oferecem risco, como disparo por armas de fogo e o monitoramento on-line de qualquer ameaça à integridade de policiais e moradores de áreas com UPP. Serão criados protocolos e regimentos internos – explicou o coronel Alberto Pinheiro Neto.

 

Policiamento especial no verão

A PM também anunciou mais uma medida para reforçar o policiamento durante o verão. Além das ações implementadas em setembro, como o reforço de efetivo, haverá mais rigor na fiscalização dos ônibus que circulam pela Zona Sul. Os veículos serão abordados, ao longo do percurso, na tentativa de identificar possíveis passageiros que estejam incitando conflitos.

SuperVia fará manutenções em alguns trechos do sistema ferroviário Sábado (17/01)

Sábado (17/01)

Ramal Santa Cruz – Entre 11h e 19h, haverá serviços de limpeza na via no trecho entre as estações Bangu e Santíssimo.

Ramal Japeri – Das 10h30 às 19h30, serão realizados serviços de manutenção em cabos da rede aérea no trecho entre as estações Deodoro e Anchieta.

Ramal Belford Roxo – Das 10h às 19h, serão realizados serviços de manutenção em cabos da rede aérea no trecho entre as estações Del Castilho e Mercadão de Madureira.

Domingo (18/01)

Ramal Deodoro – Das 10h às 18h, serão realizados serviços de manutenção em cabos da rede aérea no trecho entre as estações Deodoro e Madureira. Devido a essa manutenção, os trens com destino à Central do Brasil não realizarão parada nas estações Oswaldo Cruz e Praça da Bandeira. Os passageiros que desejarem desembarcar nestas estações devem fazer baldeação para composições que seguem no sentido oposto.

Ramal Santa Cruz – Entre 10h e 19h, haverá serviços de limpeza na via no trecho entre as estações Bangu e Santíssimo.

Ramal Japeri – Das 8h às 16h, serão realizados serviços de manutenção na via no entorno da estação Nova Iguaçu.

Av. Carlos Pontes, sofrerá interdições para obras a partir de segunda (19/01)

A Avenida Carlos Pontes, em frente ao cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, será interditada a partir do dia 19 de janeiro, segunda-feira, para obras da Transolímpica, via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro.

Como acesso alternativo, a opção é uma entrada criada por dentro do canteiro de obras do viaduto Carlos Pontes, com passagem pelo condomínio atrás do cemitério. Será criado também um estacionamento no fundo do condomínio para o acesso ao cemitério. A interdição está prevista para durar 10 dias.

O desvio será feito pela Avenida Alberico Diniz, Rua Fernandes Sampaio, Rua Teodoro Sampaio e Rua Oliveira Martins.

Procurador-geral da República pede adiamento da execução de traficante brasileiro na Indonésia

Depois do presidente da Indonésia, Joko Widodo, negar hoje (16) o pedido de clemência feito pela presidenta Dilma Rousseff para o brasileiros Marco Archer, que pode ser executado por um pelotão de fuzilamento no domingo (18), o procurador-geral da República,Rodrigo Janot, enviou uma carta ao chefe do Ministério Público da Indonésia pedindo o adiamento da execução de Archer por oito semanas para que os dois ministérios públicos possam dialogar e encontrar uma solução negociada.

Além de pedir o adiamento da execução da pena de Archer, Janot pediu em sua carta, “por motivos humanitários”, para que o governo indonésio considere a possibilidade de comutação da pena de Rodrigo Goularte, outro brasileiro também condenado à morte por tráfico de drogas. De acordo com a Procuradoria Geral da República (PGR), a intenção, com o adiamento, é que o diálogo entre as procuradorias dos dois países permita a reconsideração da execução por fuzilamento.

Janot expressou seu respeito pelos esforços da Indonésia no combate ao crime praticado pelos brasileiros e escreveu que não pretende desrespeitar a soberania do país, nem pedir anistia aos condenados. “Compartilho o ponto de vista de que o tráfico de drogas é um crime muito grave, que merece a devida punição”, escreveu Janot. O procurador-geral solicitou, no entanto, que sejam consideradas outras formas de punição, como o cumprimento da pena em penitenciária no Brasil, a partir de um acordo entre os dois países.

“Apesar de seus atos ilícitos, devemos considerar a situação extrema de ser sentenciado à morte em uma terra estrangeira. Tal circunstância produz sensação de solidão e abandono”, argumentou Janot. Assim como Dilma fez com o presidente indonésio, o procurador-geral ressaltou ao seu homólogo que o gesto terá impactos nas relações bilaterais entre os dois países.

No caso de adiamento da execução, Janot propôs que uma missão oficial brasileira com representantes de alto nível và a Jacarta, capital da Indonésia, discutir a situação de Archer e Goularte, bem como os mecanismos de cooperação entre as duas nações. O procurador-geral também sugeriu que seja negociado novo tratado bilateral para transferência de presos.

A PGR informou que neste fim de semana o secretário de Cooperação Internacional, procurador regional da República Vladimir Aras, tentará estabelecer contato com o Ministério Público em Jacarta para que Janot e o procurador-geral da Indonésia possam conversar sobre o assunto por telefone. De acordo com o órgão, a pena de morte foi banida do país no século 19 e é expressamente vedada pela Constituição de 1988, salvo por crime militar em situação de guerra.

 

(Agência Brasil)

Faetec amplia vagas de nível superior por meio do Sisu

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A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), instituição vinculada à Secretária de Ciência e Tecnologia, ampliou o número de vagas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), passando de 476, em 2014, para 796 neste ano. A quantidade de unidades que ofertam vagas por este sistema também aumentou, passando de cinco para nove.

As oportunidades são para os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não tiraram nota zero na redação. A inscrição para o Sisu é gratuita e pode ser feita no período de 19 a 22 de janeiro. No site da Faetec (www.faetec.rj.gov.br), é possível conferir o edital de seleção, os termos de adesão de cada unidade que vai oferecer vagas, além dos documentos necessários para pré-matrícula e matrícula, inclusive para cotistas.

Serão 76 vagas nas Faculdades de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (Faeterjs), para o curso de Tecnologia em Análise de Sistemas Informatizados; 152 em Paracambi, para Gestão Ambiental e Sistema de Informação; e 76 em Petrópolis, para Tecnologia da Informação e Comunicação. Na área de Licenciatura em Pedagogia, serão 80 vagas nas Faeterjs Bom Jesus do Itabapoana, 120 em Itaperuna, 80 em Santo Antônio de Pádua, 40 em Três Rios, além de cem oportunidades nos Institutos Superiores de Educação do Rio de Janeiro (Iserj) e 72 no Professor Aldo Muylaert (Isepam).

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 26 de janeiro, na página do Ministério da Educação (MEC), ou em qualquer uma das instituições relacionadas. Em caso de dúvida, o candidato pode ligar para uma das unidades que ofertam vagas pelo Sisu nos seguintes telefones:

Iserj: (21) 2334-1749
Faeterj Rio: (21) 2332-4048
Faeterj Paracambi: (21) 3693-3066
Faeterj Petrópolis: (24) 2235-1079
Faeterj Três Rios: (24) 2257-2758
Faeterj Bom Jesus do Itabapoana: (22) 3831-6716
Faeterj Itaperuna: (22) 3823-7211
Faeterj São Antônio de Pádua: (22) 3853-3533
Isepam: (22) 2732-4634