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Policiais receberão reforço de bicicletas elétricas para atuar em áreas turísticas

O Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) vai substituir, ao longo de 2015, sua frota de bicicletas comuns pelo modelo elétrico. No total, a unidade receberá 48 novos veículos, que serão empregados para patrulhar os pontos mais visitados do Rio de Janeiro, como as orlas de Copacabana, Leblon e Ipanema, Aterro do Flamengo e o entorno do Cristo Redentor.

De acordo com o subcomandante do BPTur, tenente-coronel Luciano Araújo, as bicicletas elétricas vão facilitar e agilizar o deslocamento dos policiais que, desde 2012, fazem o ciclo patrulhamento em áreas turísticas da capital fluminense.

Os policiais militares também passarão por um treinamento para utilizar o transporte elétrico.

A ciclo patrulha realizada pelo batalhão tem os objetivos de reforçar a segurança em áreas muito frequentadas da cidade e otimizar o policiamento em locais com grande fluxo de pessoas, já que os agentes não precisam enfrentar engarrafamento. Para o tenente-coronel Luciano Araújo, outra vantagem da modalidade é o maior contato entre policiais e a população.

 

Aposentado que estuprava e prostituía a enteada é preso

Policiais da 101ª DP (Pinheiral) cumpriram, na tarde desta quinta-feira (22/1), mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo Vara Única da Comarca de Pinheiral, contra um aposentado de 66 anos, pela prática de crimes de estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e satisfação da lascívia mediante presença de criança ou adolescente, que vitimaram a enteada e sobrinha do investigado.

No curso da ação policial, foi também cumprida ordem de busca e apreensão, sendo arrecadados e apreendidos diversos objetos, fotografias, computador, câmera fotográfica digital e mídias que podem auxiliar no robustecimento do conjunto probatório do processo.

 

Família de jovem baleado no Complexo da Maré acusa Exército por morte do rapaz

 

Familiares do jovem de Felipe de Araújo Vieira, de 23 anos, assassinado com um tiro de fuzil no peito, na manhã de terça-feira, na porta de uma padaria da Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré, acusam soldados do Exército de terem matado o jovem sem motivação. Em nota emitida no dia do crime, a Força de Pacificação afirmou que a vítima fatal era “bandido”. Indignados, familiares e amigos contestam as informações dadas por militares.

Depois do enterro de Felipe, também nesta quarta, no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, a mãe dele, a auxiliar de serviços gerais Maria do Socorro Viana de Araújo, 40, fez um desabafo, acusando soldados do Exército de homicídio.

“Os militares, em dois jipes, assassinaram covardemente meu filho. Ele era caseiro, nunca pegou em armas e jamais teve problemas com a polícia. Tinha vários cursos profissionalizantes, até de Inglês. Há um ano trabalhava num lava-jato que montou junto com o compadre dele”, lamentou.

Resposta evasiva

Em nota, enviada pela Força de Pacificação às 22h02 desta quarta-feira, o Exército deu uma resposta evasiva sobre o questionamento de como chegou à conclusão de que Felipe era bandido, conforme afirmou em nota anterior: “A Força de Pacificação reitera que o indivíduo que faleceu na UPA da Vila do João participava de ações criminosas, conforme o contínuo monitoramento que realiza das facções que atuam na área de pacificação”, diz o texto, que não esclarece as circunstâncias da morte do jovem.

Mais adiante, na mesma nota, o Exército alega que “o comportamento da comunidade” indicou que Felipe seria bandido. “Corrobora esta avaliação (de que Felipe seria bandido) o comportamento de indiferença observado na comunidade e o modus operandi do socorro, típico das facções criminosas, antecipando-se às forças legais para evitar a coleta de provas”, argumentou o comando da Força de Pacificação.

Mãe quer provar inocência do filho

Maria do Socorro vai pedir nesta quinta à Divisão de Homicídios (DH) que sejam feitos exames de balística, de pólvora nas mãos do rapaz e toxicológico. “Quero provar ao Exército que Felipe não disparou contra a tropa, como a corporação alega, pois ele não estava armado”, justificou a mãe do jovem.

De acordo com testemunha, Felipe — que estava sem camisa, de short e com uma bicicleta —, em companhia de um amigo, tinha ido comprar pão às 7h, quando foi parado por militares. Após revista em ambos, os soldados teriam mandado o amigo da vítima correr.

Em seguida, após rápida discussão, um disparo foi ouvido. “Os assassinos (se referindo aos soldados) sequer prestaram socorro”, disse Maria. Vídeo feito por morador minutos após o tiro mostra Felipe agonizando e sendo socorrido por populares.

Confronto contestado

Moradores próximos à localidade onde Felipe de Araújo Vieira foi morto garantiram que não havia confronto entre militares da Força de Pacificação e traficantes no momento em que o jovem foi baleado.

“Depois do ocorrido, os traficantes da área ficaram revoltados com a covardia praticada pelo Exército e abriram fogo contra as duas patrulhas que tinham abordado Felipe. Os soldados revidaram”, comentou X., 35 anos.

Nesta terça-feira, a Força de Pacificação informou que um sargento ficou ferido por estilhaços no confronto. Em nota, a assessoria da Polícia Civil ressaltou que a DH solicitou a identificação dos soldados para depoimentos e que agentes realizam diligências

Homens são presos com munições e drogas em Barra de São João

Policiais da 128ª DP (Rio das Ostras) e policiais do 32º BPM prenderamna ‘Operação Halloween’, realizada nesta quinta-feira (22/1), Maicon Carlos Freitas de Souza, 20 anos, e Adriano Marcio Oliveira, 31, o ‘Adrix’. Eles foram capturados em uma casa na Rua Tainha, em Barra de São João, com 1.500 pinos de cocaína, celulares e diversos tipos de munição, como calibre 12, 38, 7.62mm.

De acordo com os policiais, as drogas e munições teriam vindo da comunidade Morro da Pedreira, na Capital, e pertenciam ao traficante conhecido como ‘Bruxo’. Os presos foram autuados em flagrante e encaminhados a estabelecimento de custódia.

Rio registra o maior IPCA-15 do país

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Com alta de 1,35% no primeiro mês do ano, o Rio de Janeiro foi a região metropolitana que registrou a maior inflação medida pelo índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de janeiro. O IPCA-15 é uma prévia da inflação oficial no país.

A alta da região chegou a ser 0,46 ponto percentual superior à variação média do IPCA-15 para a totalidade das regiões do país que foi 0,89%. Para a alta no Rio, foi decisiva a pressão exercida pelos alimentos, que chegaram a subir 1,96%, seguida das tarifas de ônibus urbanos (4,67%), item que refletiu parte do reajuste de 13,34% que entrou em vigor a partir de 2 de janeiro.

O menor índice foi o de Salvador (0,49%), onde os combustíveis tiveram queda 1,56%, além da energia elétrica que também apresentou queda (-1,91%) em razão da redução das alíquotas do PIS/COFINS.

Com variações acima da taxa global do IPCA-15 de 0,89% aparecem ainda Goiânia (alta de 1,15%); Porto Alegre (1,12%); e São Paulo (0,92%). Abaixo da taxa para o total do país, além de Salvador, aparecem Belém (0,85%); Fortaleza e Belo Horizonte (ambas com 0,72%); Curitiba (0,70%); Brasília (0,67%); e Recife (0,55%).

O IPCA-15 registra a variação dos preços de metade do mês anterior ao de referência e da primeira metade do próprio mês de referência, enquanto o IPCA abrange o mês de referência em sua totalidade de dias.

Com a mesma metodologia adotada pelo IPCA, o IPCA-15 refere-se à variação dos preços das famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, abrangendo as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

 

(Agência Brasil)

Déficit em transações correntes chega a US$ 90,9 bilhões em 2014

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O saldo das compras e vendas de mercadorias e serviços do Brasil com o resto do mundo – as chamadas transações correntes – ficou negativo em US$ 90,948 bilhões em 2014. O saldo negativo supera o déficit de US$ 81,108 bilhões registrado em 2013, que, até agora, era o maior desde o início da série histórica, iniciada pelo Banco Central (BC) em 1947.

O déficit equivale a 4,17% do Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos em um país. A proporção em relação ao PIB é a maior desde 2001. Em dezembro, o resultado foi negativo em US$ 10,317 bilhões, também o maior já registrado para o mês. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Banco Central. O investimento estrangeiro direto (IED) somou US$ 62,495 bilhões no ano.

A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e seguros) teve déficit de US$ 48,667 bilhões, valor superior aos US$ 47 bilhões de 2013. Na conta específica de viagens internacionais, o déficit de US$ 18,695 bilhões foi recorde e superou os US$ 18,283 bilhões de 2013. O déficit relativo às viagens resultou de US$ 6,914 bilhões em gastos de estrangeiros no Brasil e US$ 25,608 bilhões em despesas de brasileiros no exterior.

O saldo comercial (diferença entre exportações e importações) ficou negativo em US$ 3,930 bilhões em 2014. Na conta de rendas (remessa de lucros e dividendos, pagamento de juros e salários), houve déficit de US$ 40,3 bilhões no período.

O ingresso líquido de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) chegou a US$ 1,9 bilhão no ano, redução de 42,9% na comparação com 2013.

 

(Agência Brasil)

Vendas de material de construção recuou 6,6% no ano passado

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O comércio atacadista de materiais de construção recuou 6,6% ao longo do ano passado na comparação com 2013, período em que foi registrado crescimento de 3% em relação a 2012. Essa queda, no entanto, ficou ligeiramente abaixo do esperado pelo setor (7%).

Segundo o balanço divulgado hoje (23) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), em 2014 a procura foi mais concentrada nos itens de acabamento. Para este ano, a previsão é um crescimento de 1%.

Por meio de nota, o presidente da Abramat, Walter Cover, justificou que essa projeção de alta está condicionada à expectativa de que o governo federal mantenha os incentivos fiscais para o setor.

Além disso, o executivo destacou que a indústria de construção conta com mais investimentos em casas populares, com recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Ele acredita em um cenário de equilíbrio na economia com “um câmbio mais realista e na manutenção das políticas de renda e emprego”.

De janeiro a dezembro do ano passado, enquanto os materiais de acabamento tiveram queda de 4,1%, os itens básicos caíram 8,2%. No levantamento em geral, o mês de dezembro indicou um recuo nas vendas de 0,5% sobre o mesmo mês de 2013. Na comparação com novembro, houve retração de 6,5%.

 

(Agência Brasil)

Receita Federal inclui operadoras de viagem em regras sobre gastos no exterior

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Instrução normativa da Receita Federal determina que operadoras de viagem cumpram as mesmas condições de isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRFF) que vigora para agências de viagem e turismo. A readequação do texo foi publicada hoje no Diário Oficial da União e se refere aos valores destinados à cobertura de gastos pessoais de brasileiros em viagem no exterior. A partir de agora, as operadoras de viagem também estão obrigadas a terem cadastro no Ministério do Turismo e realizarem operações com instituições financeiras domiciliadas no Brasil.

A inclusão das operadoras de viagem e turismo, informou a Receita Federal, adequa o texto de outra istrução de dezembro de 2011 que dispõe sobre os limites para remessa de valores isentos do IRRF, destinados à cobertura de gastos pessoais de brasileiros em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou em missões oficiais.

As operadoras e agências de viagem e turismo continuam sujeitas ao limite de R$ 10 mil ao mês por passageiro.

A operadora é a empresa que elabora os pacotes, negociando diretamente com todos os demais fornecedores para obter bons preços e oferecer pacotes. A agência de viagens normalmente revende pacotes das grandes operadoras, ganhando uma comissão para cada venda.

 

(Agência Brasil)

ProUni vai oferecer mais de 213 mil bolsas

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O Programa Universidade para Todos (ProUni) vai ofertar 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. O número representa crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, quando foram ofertadas 191.625 bolsas.

As inscrições começam nesta segunda-feira (26) e podem ser feitas até o dia 29 na página do ProUni. Já estão disponíveis para consulta no site as bolsas ofertadas nesta edição. O candidato que se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também pode se inscrever no ProUni.

Em 2015, as bolsas serão para 30.549 cursos, em 1.117 instituições de ensino superior privadas. De acordo com o Blog do Planalto trata-se da maior oferta de bolsas desde que o programa foi criado. O aumento, no entanto, é menor que no ano passado, quando a oferta cresceu 18% em relação ao primeiro semestre de 2013.

A maior parte das bolsas concentra-se na Região Sudeste (48%), seguida pela Região Sul (22%), Nordeste (14%), Centro-Oeste (10%) e Norte (6%).

Podem concorrer às bolsas, estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista  integral. Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar a renda bruta familiar, por pessoa, até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, no valor de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos.

Para se inscrever, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação. Outra condição é que ainda não tenha diploma de curso superior.

Professores do quadro permanente da rede pública de ensino, que concorrerem a cursos de licenciatura, também podem participar do ProUni. Nesse caso, não é necessário comprovar a renda.

Segundo dados do Ministério da Educação, ao longo de dez anos, o Prouni concedeu 1,5 milhão de bolsas de estudos para estudantes carentes de todo o País. Nesse período, o programa formou mais de 430 mil profissionais em todas as áreas do conhecimento. Atualmente, o programa beneficia mais de 562 mil jovens brasileiros de baixa renda com bolsas integrais ou de 50% em universidades privadas de todo o País.

Veja a lista dos cursos com maior oferta de bolsas:

1.     Administração – 22.050

2.     Pedagogia – 15.562

3.     Direito – 15.010

4.     Ciências contábeis – 11.917

5.     Engenharia civil – 8.405

6.     Educação física – 8.181

7.     Gestão de recursos humanos – 6.854

8.     Enfermagem – 6.801

9.     Psicologia – 5.307

10.   Engenharia de produção – 5.284

Hospital da rede pública de Duque de Caxias na Baixada Fluminense faz transplante de dedo

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A rede pública de saúde do Rio de Janeiro já tem condições de fazer cirurgias de transplante de partes do corpo de pacientes que passaram por reimplante, por terem sofrido amputações. O auxiliar de depósito Carlos Henrique Pacheco, de 33 anos, foi o primeiro a ter um dos dedos do pé transplantado para a mão. Há três anos ele sofreu um acidente de motocicleta e teve o polegar esquerdo amputado. Ele disse que nunca ouviu falar na possibilidade de tirar um dedo do pé e reimplantar na mão. Depois de analisar o assunto e receber informações dos médicos decidiu fazer a operação.

A cirurgia foi feita sábado (17), no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o único no estado especializado nesse tipo de procedimento. É lá que são feitas as cirurgias do Programa SOS Reimplante, criado em 2009 pela Secretaria de Estado de Saúde e que soma 523 procedimentos. Desses, 160 foram reimplantes e os demais trataram sequelas ou mutilações graves de estruturas de mãos, pernas e pés.

O coordenador doSOS Reimplante, microcirurgião João Recalde, disse à Agência Brasil que a expectativa é realizar de 15 a 20 procedimentos semelhantes até o fim do ano e, com o desenvolvimento do programa, fazer cirurgias em pacientes com menos tempo de amputação. “Quando se faz um tratamento desses em um paciente que foi mutilado há semanas, ou dois ou três meses, a qualidade da recuperação é muito melhor. Queremos dar oportunidade aos pacientes em um período o mais precoce possível. Logo após o acidente.”

De acordo com ele, por questões técnicas, pacientes que sofreram amputações não podiam passar até agora pelo reimplante. Além disso, havia a dificuldade maior, de fazer o transplante, como foi o caso de Carlos Henrique. “Os pacientes que sofriam amputação e não eram reimplantados, continuavam mutilados. O que resolvemos agora é recuperar os pacientes, trazê-los de volta ao hospital e propor a eles a nova modalidade de tratamento, que é o transplante de dedo.” Ele acrescentou que a técnica pode ser usada também para o transplante de mais de um dedo.

Segundo Recalde, essas pessoas acabavam de afastando das atividades profissionais. “São pacientes que ficaram com sequela e com dificuldade de retorno às suas atividades de trabalho. Portanto, são candidatos a uma cirurgia desse porte, que permitirá a eles retornar ao seu ambiente profissional sem problemas.”

De acordo com o médico, a técnica existe há 40 anos, mas, no Brasil, o preconceito do próprio paciente em usar parte do corpo para fazer reparação em outra representou muita barreira para que ela fosse aplicada no país.

“Eles não têm ideia dos benefícios e pensam sempre pelo lado negativo. O lado da mutilação do pé. O fato de que possam ter dificuldade de andar, jogar bola depois de uma cirurgia dessa. O que estamos procurando mostrar com esse trabalho é que nada disso ocorre. A cirurgia é bem elaborada, estudada e feita para evitar qualquer tipo de sequela na retirada do dedo. Em contrapartida, tem a retomada da função da mão, que perde até 40% sem o polegar”, explicou. Segundo o médico, o polegar é o dedo mais importante nos movimentos da mão e é o mais mutilado em acidentes, principalmente em pessoas que ainda têm um tempo grande de trabalho pela frente.

 

(Agência Brasil)