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Quadrilha é presa por repassar notas falsas de R$100

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Policiais da 12ª DP (Copacabana) prenderam em flagrante Alessandra Aljona Gabriel, Rodrigo Nelson Ferreira Salvari e Arayrios Martins Queiros e apreenderam uma menor. Eles são acusados de tentarem colocar moedas falsas em circulação.

Segundo os agentes, eles são apontados como integrantes de uma quadrilha paulista. O grupo veio passar o carnaval no Rio de janeiro para repassar as notas falsas e até o momento da prisão de R$ 2.500 foram usados em diversos estabelecimentos comerciais.

Alessandra e a menor recebiam R$ 25 por cada nota de R$ 100 que conseguiam introduzir no mercado. Os agentes foram até a pousada em que Rodrigo e Arayrios estavam e localizaram os criminosos, além de diversas notas falsas no quarto e no carro usado pela quadrilha. Além de ser preso em flagrante, contra  Rodrigo foi cumprido um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo.

 

Balanço de Carnaval mostra percentual de motoristas alcoolizados no Estado do Rio

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O balanço das ações especiais de Carnaval, realizadas pela Operação Lei Seca, entre os dias 13 e 17 de fevereiro deste ano, mostrou redução no percentual dos casos de alcoolemia em comparação com o ano passado. Neste feriadão, dos 5.597 motoristas abordados, 441 haviam consumido bebida alcoólica, o que representa 7,9% do total. Já no carnaval do ano passado, o percentual de condutores flagrados sob efeito de álcool foi de 9,3%. Além disso, também houve redução nas estatísticas de veículos multados. Em 2015, 22,5% dos automóveis abordados receberam multas, enquanto no ano passado, a porcentagem foi de 27,4%.

– Neste carnaval, tivemos 104 casos de alcoolemia a menos do que no ano passado. Isso é um indicativo da mudança de comportamento do cidadão fluminense que, provavelmente, utilizou mais transportes públicos e táxis, em vez de beber e dirigir. Os foliões deram exemplo de cidadania e os resultados positivos da operação de Carnaval provam que é possível mudar hábitos, sendo a sociedade a grande beneficiada – disse o coordenador-geral da OLS, tenente-coronel Marco Andrade.

Ao todo, durante este Carnaval, a Operação Lei Seca abordou 5.597 veículos, realizou 4.075 testes do etilômetro e recolheu 373 carteiras de habilitação. Nas ações, foram multados 1.260 veículos, 184 foram rebocados e 16 motoristas sofreram sanções criminais. O esquema para a grande festa popular contou com todo o efetivo da OLS, que soma 250 agentes. As equipes realizaram 75 ações, inclusive durante o dia, atuando também nas saídas das praias, em desfiles de blocos, no Sambódromo e no interior do estado.

Campanha estimula o uso inteligente da água

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“Toda gota conta! E a gente conta com você!”. Esse é o mote da nova campanha institucional do Governo do Estado pelo consumo inteligente da água no Rio de Janeiro, que começou a ser veiculada na semana passada. Em um dos textos direcionados à TV, o ator Marco Nanini provoca o telespectador: “Você sabia que uma torneira pingando desperdiça 46 litros de água por dia? Então, que tal aproveitar o intervalo e conferir se as torneiras estão bem fechadas? Toda gota conta! E a gente conta com você!”. Já é possível assistir aos filmes no site www.todagotaconta.com.br.

A campanha está sendo exibida na TV em vídeos de 60, 30 e 15 segundos e também em spots de rádio e anúncios em jornais. A diminuição do tempo usado para tomar banho e a eliminação do hábito de lavar calçadas com mangueira são algumas das mensagens que são levadas ao público.

Governo adquire superbarco para missões de salvamento

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O Governo do Estado do Rio reforçou a frota marítima do Corpo de Bombeiros com a aquisição da mais moderna embarcação para missões de salvamento em atividade no país. O superbarco, que já está em operação no Primeiro Grupamento Marítimo de Botafogo (1º Gmar), foi fabricado com tecnologia de ponta por um estaleiro canadense.

– É um barco multimissão que suporta mares revoltos e oferece mais segurança não somente à tripulação, mas também às pessoas que forem resgatadas. Pode ser usado, por exemplo, em operações de combate a incêndios no mar e no atendimento médico em locais onde não há acesso terrestre – explica o tenente-coronel Amadeu Sequeira, comandante da unidade.

O barco – feito de uma liga de alumínio especial que prorroga o desgaste causado pela corrosão da água salgada – pesa 20 toneladas e alcança 60 km por hora. O modelo construtivo adotado assegura ao equipamento cerca de 30 anos de vida útil, além de maior agilidade e segurança. O multimissão tem autonomia de 12 horas e conta com quatro canhões de água. O mais potente deles tem capacidade para lançar 28 mil litros de água por minuto e alcance de 50 metros de altura.

– Uma equipe fixa de quatro oficiais, que recebeu treinamento de técnicos canadenses, vai operar o barco. Os ensinamentos já estão sendo replicados a todo o grupo do 1º Gmar – afirma o tenente-coronel Amadeu Sequeira.

A embarcação conta ainda com câmera externa infravermelha, GPS, dois rádios VHF, sistema público de alto-falante, sonda para medir a profundidade da água, radar e buzina de ar comprimido, permitindo maior alcance do som. No interior, há equipamentos de suporte de estabilização e manutenção da vida, como desfibrilador e oxímetro.

– A capacidade de transporte da embarcação é de 30 pessoas confortavelmente, podendo conduzir mais 15, caso necessário. Conseguimos também levar até cinco vítimas gravíssimas com o apoio do suporte à vida existente no barco. O foco é o atendimento à população, mas o novo equipamento também visa a ajudar na infraestrutura que será montada para os Jogos Olímpicos – disse o tenente-coronel Amadeu Sequeira.

O Governo do Estado investiu cerca de R$ 6 milhões na nova embarcação, construída de acordo com preceitos da National Fire Protection Association 1925 – um conjunto de padrões internacionais que regula a concepção de navios de combate a incêndios marinhos.

Real é a quarta moeda em desvalorização em 2015

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A forte aceleração do dólar foi tão intensa que o real passou a ser a quarta moeda que, no acumulado de 2015, mais perdeu valor em comparação com dólar, considerando um total de 47 moedas negociadas no mercado à vista de Forex (câmbio internacional).

No fim de janeiro, a moeda brasileira era apenas a 23ª no ranking de perdas ante o dólar.

Até sexta-feira (13), o dólar já acumulava alta de 6,6% no ano em relação ao real, segundo levantamento feito pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Nos últimos dias, o que mudou foi a percepção em relação ao Brasil. Em 30 de janeiro, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deu a largada no movimento mais intenso de valorização do dólar ante o real ao afirmar que não tem a intenção de manter o câmbio “artificialmente valorizado”.

Na visão de boa parte dos investidores, o comentário foi uma indicação de que o governo pretende deixar o câmbio livre e pode até acabar com o programa de leilões diários de swap (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro) depois de março.

O risco de racionamento de água e luz , a desconfiança sobre a capacidade de o governo cumprir a meta para as contas públicas em 2015, serviram de motivo para que os investidores buscassem a segurança do dólar.

“Após um início de ano que indicava um período de calmaria no câmbio, o cenário mudou”, afirma Silvio Campos Neto, economista da Tendências Consultoria. De acordo com ele, várias ações do governo também pesaram para a desvalorização do real.

As escolhas de Aldemir Bendine e de Miriam Belchior para a presidência da Petrobrás e da Caixa, respectivamente, passaram um sinal contraditório, diz Silvio.

“Esses dois nomes são muito alinhados com a política econômica do primeiro mandato, o que colocou um pouco de dúvida sobre a disposição do governo de mudar a economia.”

Além disso, houve uma deterioração do quadro político com a eleição de Eduardo Cunha (PMDB) para a presidência da Câmara dos Deputados, o que tende a dificultar a relação do governo com o Congresso.

Entre os profissionais ouvidos pelo Broadcast há consenso de que a a tendência para o dólar é de alta. E poucos se arriscavam a dizer em qual nível a moeda americana vai se estabilizar.

 

Iraque denuncia Estado Islâmico de fazer tráfico de órgãos humanos

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O governo do Iraque denunciou nesta quarta-feira (18) à Organização das Nações Unidas (ONU) que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) está traficando órgãos humanos no mercado negro para se financiar. “Nós temos os corpos. Venham examiná-los, é evidente a falta de órgãos”, disse o embaixador do Iraque na ONU, Mohammed Ali al Hakim. Segundo a denúncia, cada rim vendido ilegalmente – um dos órgãos mais traficados – rende cerca de 130.000 dólares (mais de 350.000 reais) aos jihadistas.

O diplomata iraquiano apresentou um relatório sobre a situação para o Conselho de Segurança da ONU e cobrou uma postura mais firme da aliança Ocidental que combate o EI para coibir a prática de extração e venda ilegal de órgãos. A denúncia iraquiana também afirma que os jihadistas matam os médicos que se recusam a cooperar com eles na retirada de órgãos.

“Nas últimas semanas, foram mortos pelo menos dez médicos que se recusaram a retirar órgãos”, disse Hakim, complementando que o governo iraquiano encontrou valas comuns com muitos corpos violados e sem alguns órgãos.

Além do tráfico de órgãos, Hakim também acusou os jihadistas de venderem ilegalmente no exterior artefatos arqueológicos roubados nas diversas cidades que eles saqueiam. Na semana passada, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução que tentaram bloquear as fontes de financiamento de grupos terroristas no Iraque e na Síria. Os jihadistas são financiados, entre outras fontes, de venda ilegal de petróleo, saques, sequestros e de remessas ilegais de dinheiro de simpatizantes no exterior.

 

 

(Fonte: Veja)

Comitês liberam R$ 13,5 milhões para obras contra seca no RJ e em SP

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Os comitês de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap) e da Bacia Hidrográfica do Guandu (CBH-Guandu) vão liberar R$ 13,5 milhões para ações emergenciais nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo em função da atual crise hídrica da bacia do Rio Paraíba do Sul. O anúncio foi feito hoje  (19), em Resende, no centro-sul fluminense.

Os recursos para as obras vem do dinheiro arrecadado em níveis federal e estadual pelo uso da água por parte de empresas e instituições e é repassado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Instituto Estadual de Ambiente (Inea) à Associação Pro-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap), que aplica os recursos na execução de demandas oriundas dos comitês de bacias hidrográficas.

A vice-presidenta do Ceivap, Vera Lúcia Teixeira, informou que, do total, R$ 8,57 milhões serão destinados a oito municípios do Rio de Janeiro e o restante atenderá  a oito municípios paulistas. Vera Lúcia destacou que o Rio de Janeiro receberá o maior volume de dinheiro  porque dois municípios (Vassouras e Barra do Piraí) sofrerão três interferências cada. “Por isso, o valor é maior”, disse.

O diretor-presidente da Associação Pro-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap), André Marques, que reúne os comitês de bacias, esclareceu que a entidade deverá fazer as licitações no Rio de Janeiro “para ganhar agilidade, mas  não obrigatoriamente”. Segundo a vice-presidenta do Ceivap,  a Agevap “está em processo de elaboração do edital”. A intenção é contratar a empresa em, no máximo, 15 dias.

No estado de São Paulo, a maioria das obras será feita pela Companhia de Saneamento Básico do Estado  (Sabesp). Apenas três obras serão coordenadas pela Agevap, que prevê estar com a licitação concluída também em até 15 dias, disse Vera Lúcia.

As empresas que forem contratadas terão prazo de 90 a 120 dias para concluírem as obras emergenciais, uma vez que a vazão do Rio Paraíba do Sul será reduzida de 140 mil litros por segundo para 110 mil litros por segundo em quatro meses. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), o nível dos quatro reservatórios do Rio Paraíba do Sul (Paraibuna, Funil, Santa Branca e Jaguari) apresentava ontem (18) volume útil de  6,32%.

O diretor-presidente da Agevap, André Marques, lembrou que a vazão na transposição da barragem de Santa Cecília era 190 mil litros por segundo, em momento de escassez hídrica, de acordo com a Resolução 211/2003. “A crise deste ano está pior”. Hoje, a vazão mínima está em 140 mil litros por segundo, o que justifica a necessidade de se fazer obras emergenciais, que possam facilitar o acúmulo de água em momentos de chuva para ser usada depois, na estiagem. “O que nós estamos fazendo aqui é um ato preventivo. É armazenar a água para não ter que usar o volume morto e, se for um ano pior ainda que 2014, a gente ter de onde tirar essa água”.

Marques ressaltou que, nessa mesma época, no ano passado, o volume do sistema  equivalente correspondia a 35%. “Este ano, no mesmo período, nós estamos com 6%. Se continuar nesse ritmo, a gente não vai  conseguir atingir o volume que precisa para gastar e, aí, você vai entrar no volume morto muito forte”. As obras emergenciais englobam o aprofundamento de captação, a instalação de balsas flutuantes  que podem ser usadas tanto na época de seca como de chuva, entre outras intervenções.

O diretor executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Guandu (CBH-Guandu), Julio Cesar Antunes, acrescentou que no dia 26, em reunião na sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os comitês das Bacias Hidrográficas, junto com Furnas, ANA, Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e Inea irão avaliar todo o período  para ver se há tendência de melhoria do volume equivalente ou se ele está se mantendo. Os técnicos analisarão também as previsões meteorológicas para a semana que vem e as providências que estão sendo tomadas. As reuniões ocorrem a cada 15 dias, informou André Marques, da Agevap.

 

 

(Agência Brasil)

Veja cinco truques para deixar seu computador mais veloz

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Veja cinco truques para ajudá-lo a manter seu Mac ou PC veloz– são passos simples que podem ser usados por todos, independentemente do quanto sabe sobre computadores.

1. Faça uma desfragmentação no disco rígido

Talvez você nem saiba o que isso significa, mas pode se surpreender com a importância do procedimento na manutenção do computador.

A desfragmentação acelera a forma como seu computador lê e navega pelos documentos, “limpando” e reorganizando os dados armazenados nele.

Até os discos rígidos modernos ficam mais lentos com o passar do tempo, por causa da forma como os arquivos são guardados. À medida que arquivos são criados e deletados, eles são fragmentados e guardados em diferentes partes do disco, em vez de ficarem todos juntos. Isso faz com que o acesso aos arquivos fique menos eficiente.

Ao organizar os blocos de informação espalhados no disco rígido, você não apenas aumenta o espaço disponível na memória, mas agiliza o acesso aos dados.

A desfragmentação é especialmente necessária em PCs, que possuem um programa especial para fazê-la. Outra opção é o programa gratuito Smart Defrag 3 (para Windows 8.1).

Em Macs, a Apple afirma que a desfragmentação dificilmente precisará ser feita, porque o sistema otimiza a organização dos arquivos automaticamente. Mas se o seu Mac estiver lento, é possível usar o programa Utilitário de Disco (Disk Utility) para consertá-lo.

Se quiser tentar a desfragmentação mesmo assim, o programa iDefrag (para Apple OS X) também é gratuito.

2. Apague arquivos desnecessários

Hoje em dia é muito fácil encher um disco rígido de menos de 200 GB. E quanto mais cheio ele fica, mais difícil fica para completar qualquer ação.

Você provavelmente tem muitos arquivos antigos que nunca usa, ocupando espaço valioso em seu computador.

E para descobrir quais são eles de maneira rápida, basta baixar um aplicativo.

Há muitos programas no mercado tanto para PCs quanto para Macs. Para usar no Windows, SpaceSniffer e WinDirStat, ambos gratuitos, ajudam a identificar os arquivos que ocupam mais espaço em seu disco rígido.

Se você usa o Mac, há um jeito ainda mais fácil de encontrar esses arquivos, usando o próprio Finder (programa padrão de gerenciamento de arquivos do OS X). Ele possibilita ver tudo o que está no Mac de maneira prática, incluindo aplicativos e programas, discos rígidos, arquivos, pastas e drives de DVD.

Você pode organizar seus arquivos e pastas por aí, buscar material em qualquer lugar em seu Mac ou deletar tudo o que não quer mais.

3. Evite executar programas automaticamente

Esta é uma das maneiras mais rápidas de deixar seu computador mais veloz – especialmente quando você liga a máquina.

Você pode ver quais programas estão sendo executados no computador em tempo real e fechá-los, se quiser.

Tanto o OS X, com o Monitor de Atividade, quanto o Windows, com o Gerenciador de Tarefas, permitem fazer isso.

Se você usa um Mac, procure em Preferências do Sistema, selecione “Usuários e Grupos” e clique nos processos que quer parar.

Se você tem um PC, você pode usar o software gratuito Autoruns, que controla todos os programas executados automaticamente.

4. Elimine vírus e ‘malware’

Alguns insistem que é possível ficar sem um programa antivírus, afirmando que eles usam muita memória e poder de processamento, especialmente em PCs mais antigos.

Mas para quem não é especialista, é melhor se prevenir e instalar o programa.

É importante escolher o antivírus de acordo com as especificações do seu computador. Alguns dos programas que usam menos memória e processamento são o Microsoft Security Essentials, o Panda Cloud e o Avira. Para PCs, a lista é bem longa.

Apesar do mito popular de que Macs não são vulneráveis a vírus, suspeite se seu computador estiver mais lento do que o normal. Use uma ferramenta gratuita como o Avast ou o Sophos.

5. Use aplicativos web

Para que instalar o Office se você pode usar programas online gratuitos como Google Docs, o Adobe Buzzword ou com os conjunto de programas Zoho e Peepel?

Aplicativos web, abertos em um navegador, conseguem desempenhar quase todas as funções necessárias para criar ou compartilhar arquivos.

Eles também têm duas vantagens: são mais leves (por isso exigem menos poder de processamento para serem executados) e não enchem o disco rígido.

Se você tentar estes cinco passos e, mesmo assim, seu computador não executar as tarefas mais rápido, talvez seja a hora de chamar um técnico – ou de investir em uma nova máquina!

 

 

Omitiram informações sobre Guiné Equatorial no enredo da campeã

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“Um griô conta a história: um olhar sobre a África e o despontar da Guiné Equatorial” teria sido financiado com uma quantia que variaria de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões doados pelo presidente do país africano, Teodoro Obiang Nguema, que está no poder há 35 anos. A ONG Anistia Internacional acusa o governante de violação dos direitos humanos, que iriam desde execuções extrajudiciais, tortura, prisões arbitrárias e repressão violenta a protestos.

Consultada pela BBC Brasil antes do desfile, a Beija-Flor não confirmou os valores recebidos e limitou-se a dizer, em nota, que recebeu “apoio cultural e artístico do governo da Guiné Equatorial” e que “visando divulgar a trajetória de seu povo, a Guiné Equatorial disponibilizou todo o aparato histórico para que a comissão de Carnaval da agremiação pudesse pesquisar e ter acesso a diversos aspectos da cultura local”.

Nesta quarta-feira, um diretor artístico da escola afirmou que o desfile da Beija-Flor foi financiado por empresas brasileiras de construção civil que atuam na Guiné Equatorial.

 Perfil da Guiné Equatorial

‘Maldição’ petrolífera

O pequeno país do oeste africano começou a explorar suas riquezas petrolíferas em 1995 e hoje é visto como vítima de um típico caso de “maldição do petróleo” – ou paradoxo da abundância.

Desde meados da década de 1990, a antiga colônia espanhola se tornou um dos maiores produtores de petróleo na África Subsaariana e tinha, em 2004, a economia em maior crescimento do mundo.

 

Mas, apesar de o país liderar o ranking de prosperidade da África, uma grande parcela de sua população permanece na pobreza. Segundo o Banco de Desenvolvimento Africano, os lucros do petróleo e do gás levaram a melhorias na infraestrutura básica nos últimos anos, mas não houve avanços significativos nas condições de vida do povo guinéu-equatoriano.

O governo ampliou os gastos em obras públicas, mas a ONU alega que menos da metade da população tem acesso à água potável e quase 10% das crianças morrem antes de completar cinco anos.

Governo e direitos humanos

O país é criticado por diversas organizações de direitos humanos, que alegam que os dois líderes pós-independência estão entre os principais violadores de direitos na África.

O reinado de terror de Francisco Macias Nguema – da independência, em 1968, a sua derrubada, em 1979 – forçou a fuga de um terço da população do país. Além de ser alvo de denúncias de ter cometido genocídio contra a minoria étnica Bubi, ele ordenou a morte de milhares de suspeitos oposicionistas, fechou igrejas e governou em uma época de colapso econômico.

Seu sucessor, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, assumiu em um golpe de Estado e tem demonstrado pouca tolerância com a oposição durante suas três décadas no poder. Ainda que o país seja, nominalmente, uma democracia multipartidária, eleições têm sido, de forma geral, consideradas fraudulentas.

Segundo a Human Rights Watch, a “ditadura do presidente Obiang usou o boom do petróleo para se consolidar e enriquecer a si mesma, às custas do povo”.

Corrupção e críticas externas

A organização Transparência Internacional colocou a Guiné Equatorial entre os 12 países com maior percepção de corrupção.

Em 2008, o país se tornou candidato à Iniciativa de Transparência das Indústrias Extrativistas – um projeto internacional para promover a abertura nas contas governamentais com respeito a obtidos com o petróleo – mas não conseguiu se qualificar. Desde então, vem tentando entrar no grupo.

Em 2004, uma investigação do Senado americano sobre um banco local identificou que a família de Obiang havia recebido pagamentos vultuosos de petroleiras americanas, como Exxon Mobil e Amerada Hess.

Observadores dizem que os EUA evitam criticar publicamente a Guiné Equatorial por o país ser um aliado em uma região volátil e rica em petróleo.

Em 2006, a então secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, exaltou Obiang como um “bom amigo”, apesar das críticas feitas pelo próprio Departamento de Estado às restrições a liberdades civis e direitos humanos no país africano.

Em 2010, uma visita do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Guiné Equatorial também despertou polêmicas. Na época, o então chanceler Celso Amorim disse que “negócios são negócios”.

Mais recentemente, o presidente dos EUA, Barack Obama, posou para uma foto oficial com Obiang em uma recepção em Nova York.

Em outubro do ano passado, o filho de Obiang, Teodorin, que é ministro, foi forçado a abdicar de mais de US$ 30 milhões em ativos nos EUA, que autoridades alegam ter sido comprados com dinheiro roubado.

Guiné Equatorial

Política: Obiang tomou o poder em 1979; grupos de direitos humanos dizem que seu governo é um dos mais brutais da África

Economia: O país é o terceiro maior produtor de petróleo da África Subsaariana; há denúncias de que os lucros da commodity venham sido tomados pela elite local

Internacional: A Guiné Equatorial e o Gabão disputam ilhas que acreditam ser ricas em petróleo

 

(BBC Brasil)

Policial Militar desvenda significados de tatuagens no submundo do crime

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Há pelo menos 10 anos, o capitão da Polícia Militar baiana Alden dos Santos se dedica a traduzir os significados destas e outras imagens desenhadas nos corpos de presos e suspeitos de crimes no Brasil e no exterior. Seu estudo sobre os significados das tatuagens gerou uma cartilha, adotada oficialmente como apoio a investigações pela PM da Bahia.

“Foram detalhados os significados de 36 imagens associadas a crimes específicos”, diz o capitão. “Muitas delas, além de se repetirem em todo o país, aparecem nos mesmos padrões em países como Estados Unidos, Rússia e locais na Europa”.

Além de símbolos mais conhecidos, como palhaços (associados a roubo e morte de policiais), magos ou duendes (comuns entre traficantes), a pesquisa identificou recorrência inusitada de personagens infantis, como o “Diabo da Tasmânia”, o “Papa-léguas” e o “Saci-Pererê”.

O primeiro sugeriria envolvimento com furto ou roubo, principalmente arrastões. Já o Papa-léguas – ou sua variação mais comum, o “Ligeirinho”- indicaria criminosos que usam motocicletas para o transporte de drogas.

O Saci também teria relação com o tráfico: seus portadores seriam responsáveis pelo preparo e distribuição dos entorpecentes.

Foi pelas redes sociais que a pesquisa de Alden encontrou popularidade: mais de 5 mil pessoas acompanham suas postagens no Facebook sobre supostas conexões entre crimes e tatuagens, além de casos policiais não registrados pela grande mídia.

Pelo YouTube, os vídeos publicados pelo PM já foram vistos mais de 600 mil vezes. O resultado final do estudo já foi baixado pela internet por mais de um milhão de pessoas.

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Tatuagens com o demonio da Tazmania sugeririam envolvimento com furto ou roubo, principalmente arrastões

Estigmatização?

Aproximadamente 50 mil documentos e fotos foram coletados pelo PM: eles vêm de presídios e delegacias, institutos médicos legais, jornais, revistas e redes sociais – tudo isso somado a raras entrevistas com detentos de prisões baianas.

“As principais informações infelizmente não vieram dos presos em si. Há um forte código de silêncio. As conclusões vieram mais pelo cruzamento de dados”, diz. Ele explica: “Levantamos, por exemplo, todos os presos que tinham tatuagem do Coringa e cruzamos com suas sentenças. Havia um padrão claro em seus delitos.”

O padrão, segundo o militar, indica “roubo e envolvimento com morte de policiais”.

“Portadores desta tatuagem demonstram frieza e desprezo pela própria vida”, explica o PM. “A maioria parece absorver as características deste personagem – insano, sarcástico, vida louca. Normalmente não se entregam fácil e partem para a violência.”

Questionado sobre a estigmatização que a pesquisa poderia provocar sobre quem tem imagens pelo corpo, o policial militar diz deixar claro que cidadãos “nunca poderão ser abordados somente por apresentarem tatuagens descritas na cartilha”.

“Nosso objetivo não é discriminar pessoas tatuadas, isso seria discriminar o próprio ser humano, que há muito tempo usa tatuagens como forma de expressão”, diz o capitão Alden.

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Figura do ‘papa-léguas’ ou ‘ligeirinho’ indicam uso de motocicletas para distribuição de drogas

Ele diz que, para policiais, a importância do estudo é ajudar o agente a salvaguardar sua integridade física, no caso de tatuagens ligadas a mortes de oficiais.

“Elas também funcionam como mais uma ferramenta para facilitar o trabalho de reconhecimento de suspeitos”, diz, citando as imagens de carpas – estes peixes são frequentemente associados à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Códigos

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Além das imagens figurativas, elementos gráficos, como pontos tatuados nas mãos, também seriam indícios de crimes, segundo o pesquisador.

Um só ponto preto indicaria “batedores de carteira”. Dois, na vertical, sugerem estupro. Três pontos, em formato de pirâmide, apontam relação com entorpecentes.

O oficial não teme que a divulgação dos símbolos iniba a exibição ou confecção de novas tatuagens suspeitas.

“A existência desse material não fará com que as facções alterem seus códigos”, diz Alden ao #SalaSocial. “Por incrível que pareça, em vez de os suspeitos deixarem de usar a imagem que os associa à prática de determinado crime, o que percebemos é a lógica inversa: quanto mais se tem consciência de que a polícia conhece, mas frequentes são as imagens, como uma espécie de desafio.”

Segundo o PM, a tendência não se limita ao Brasil.

“O palhaço, com o mesmo significado, é muito comum também na máfia russa, no México, nos Estados Unidos, em Porto Rico. O mesmo ocorre com a índia (mulher de cabelos negros e longos, que já serviu para indicar quem tinha autorização do tráfico para portar fuzis, hoje mais associada à prática de roubos).

Assédio feminino

Não são só as “traduções” das tatuagens que garantem sucesso ao Capitão Alden. Mensagens como “Vc é muito gato. Com todo respeito. Mas se faltar com o respeito vc me prende?” e “Tá lindo, Capitão magia” são comuns nas fotos pessoais publicadas pelo PM em sua página.

chamado de “PM Gato”, Alden minimiza o sucesso pessoal nas redes.

“Eu uso a página só para divulgação de trabalhos da polícia”, diz. “Mesmo com tanto assédio das mulheres, a intenção é profissional.”

Ele se diz surpreso com o alcance que suas postagens vêm ganhando.

“Gera muita repercussão e isso me dá cada vez mais disposição de alimentar a página. A tatuagem ainda chama atenção, mesmo sendo algo que já faz parte da própria natureza humana”, afirma.

Veja algumas imagens abaixo

palhacoMais conhecidas, tatuagens de palhaços costumam ser associadas a roubo e morte de policiais

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Aranhas indicam suspeitos que agem em grupo; são associados a caçadores que ‘esperam pacientemente pelas presas, as prendem e as matam’

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Sacis indicariam responsáveis pelo preparo e distribuição dos entorpecentes

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Segundo o estudo, as imagens acima seriam associadas a membros da facção criminosa PCC

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Imagens de magos são associadas a usuários ou traficantes de drogas