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Justiça decidirá se estilingue é arma

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A Justiça Federal do Rio Grande do Sul deve decidir se o estilingue de brinquedo pode ou não ser considerado arma. A discussão é oriunda de ação na qual uma loja de Santa Maria, cidade do estado, pedia a suspensão de multa imposta pelo Ibama pela venda do item – que foi considerado arma de caça, perseguição e destruição da fauna silvestre. A 4ª turma do TRF da 4ª região suspendeu a penalidade até o julgamento final do processo, apontando que o vendedor pode ter sido induzido a erro, já que o brinquedo apresentava, em sua embalagem, selo de certificação do Inmetro. A portaria 108/05, do Inmetro, disponibiliza uma lista de itens que não são considerados brinquedos. Entre os produtos citados, estão incluídos “estilingues, catapultas e arquearia, cujos arcos não tensionados superem a distância de 1,20m”. Amparado pela norma, o Ibama autuou a loja devido à venda do produto da marca Tigrão. O estabelecimento então ajuizou a ação alegando que os estilingues são brinquedos de plástico, “não representando afronta à legislação que proíbe o comércio desse objeto”. A ação ser julgada improcedente em 1ª instância. A multa está suspensa até que o caso seja sentenciado.

Pai de Ronaldo Nazário diz “ser negro no Brasil é uma das piores coisas do mundo”

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O pai do ex-jogador, Ronaldo, o Fenômeno, relatou em tom de desabafo no Facebook, no final da manhã de sexta-feira (13), que foi vítima de racismo no condomínio onde mora, no bairro da Barra, no Rio de Janeiro. Nélio Nazário explicou que esperava o elevador social quando um grupo de pessoas chegou e preferiu utilizar o de serviço. De acordo com ele, “ser negro é uma das piores coisas do mundo”. Em outra postagem feita na manhã deste sábado, Nazário disse que episódios como esse o fazem sentir saudade do “meu Irajá ou também Bento Ribeiro, onde todos na rua se conheciam, ou melhor, quase todos no bairro se conheciam; no Natal, todos iam nas casas dos outros, havia mais amizade e consideração”, escreveu. “Hoje moro na Barra, deve ter uns 100 apartamentos no prédio e só sei o nome de 4 ou 5 pessoas aqui. Duas delas porque frequentam o mesmo boteco que eu”, comparou.

Leia os dois relatos na íntegra:

“Ser negro nesse país é uma das piores coisas do mundo. Agora aconteceu comigo uma das piores coisas do mundo em relação ao racismo. Estava eu esperando o elevador social, já que moro na cobertura, mas para surpresa minha ninguém veio comigo, preferiram o elevador de serviço.Mas negro é negro em qualquer lugar.E nunca ter medo ou vergonha de sua NEGRUITUDE” “Quando penso no episódio de ontem,como me dá saudade do meu Irajá ou também Bento Ribeiro,onde todos na rua se conheciam ou melhor quase todos no bairro se conheciam no Natal,todos iam nas casas dos outro,havia mais amizade e consideração,as peladas aos domingos,isso é quando não havia uma lage para bater e todos iam,pois também poderia chegar sua época de construir e os amigos estavam lá,acabava a lage tinha sempre aquela feijoada,bons tempos.Hoje moro na Barra,deve ter uns 100 apartamentos no prédio e só sei o nome de 4 ou 5 pessoas aqui,2 porque frequentam o mesmo boteco que eu”.

Traficantes são presos na Rocinha

A partir de investigações da 11ª DP (Rocinha), iniciadas nesta sexta-feira (13/03), policiais da unidade cumpriram mandados de prisão temporária contra quatro traficantes da comunidade. Igor Alves das Neves, Luiz Carlos da Silva, Aroldo dos Santos e Evandro de Oliveira Mariano estão sob custódia.
De acordo com o delegado titular da unidade, Gabriel Ferrando, os quatro foram baleados durante tiroteio entre criminosos da quadrilha, na madrugada de sexta-feira. Ao tomarem conhecimento da entrada dos feridos no hospital, os agentes descobriram que os quatro faziam parte do tráfico de drogas na região.
Ainda segundo o delegado, após os policiais realizarem diligências e ouvirem testemunhas e familiares, foi pedida a prisão dos bandidos, que foi concedida pelo plantão judiciário.

Policia Militar localiza caminhão roubado que levava dinamites

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A Polícia Militar (PM) localizou neste sábado (14) o caminhão usado no transporte de dinamites que foi roubado na madrugada de sexta-feira (13). A carga não estava no veículo. Uma pessoa foi presa. O caminhão foi achado na Marginal Tietê, na região do Tatuapé Zona Leste de São Paulo.

O caminhão foi levado em Guarulhos, na Grande São Paulo, com 14 toneladas de dinamite. O motorista já tinha sido preso após confessar que ajudou os bandidos no crime. A Polícia Civil montou uma força-tarefa para investigar o desaparecimento da carga

A dinamite vinha do interior e seria levada para minas de carvão em Santa Catarina, mas viajava sem escolta. Segundo o depoimento do motorista, ele estava na Avenida Santos Dumont quando o caminhão foi fechado por um carro preto por volta das 3h30. Três homens armados e encapuzados desceram e levaram o caminhão.

Para prevenir roubos como este e evitar que os explosivos sejam usados para ataques a caixas eletrônicos, desde o dia 1º esse tipo de carga tinha que circular pelo estado com escolta particular. A fiscalização deve ser feita pelo Exército.

O dono da transportadora confirmou que o caminhão viajava sem escolta. O Comando Militar do Sudeste informou que a responsabilidade pela escolta privada e armada é da transportadora.

O Exército ainda esclareceu que a determinação está em vigor, mas só a partir de 6 de abril é que as empresas que não cumprirem começarão a ser punidas. Elas podem até perder o registro. Segundo a nota do centro de comunicação do Exército, a fiscalização está sendo feita.

Estado do Rio discute Rumos do Turismo em seminário regionais no interior

 Ampliar a sintonia entre os setores público e privado para desenvolvimento de projetos e ações de potencialização do turismo nos municípios do interior do Rio. Este é o principal objetivo dos Seminários Regionais de Turismo, organizados pela Secretaria Estadual de Turismo, cuja primeira edição acontecerá no próximo dia 18/03, em Mangaratiba.

No evento, serão apresentados projetos da Setur-RJ e TurisRio para os próximos 4 anos em toda a Região da Costa Verde, que abrange os municípios de Angra dos Reis, Itaguaí, Mangaratiba, Rio Claro e Paraty. Entre as pautas, debates sobre como aumentar o número de turistas no Estado, sua permanência nas cidades e ampliar o poder de consumo dos visitantes. Estarão presentes ao evento, representantes do Inea e da Polícia Militar, que vão abordar questões ligadas à infra estrutura, preservação do meio ambiente, desenvolvimento regional e segurança pública. O Seminário contará ainda com uma apresentação da ABIH – Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, que abordará as diretrizes para o setor, os investimentos para qualificação e informações sobre ampliação de leitos no Estado do Rio.

Os seminários vão debater ainda projetos como a ampliação da sinalização turística no interior; melhores canais de comunicação entre o turistas e seu destino; sustentabilidade; e facilidades para as empresas realizarem o Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos.

Segundo Nilo Sergio Felix, secretário de estado de Turismo, “a intenção é criar ações integradas para promover as cidades turísticas e, consequentemente, fortalecer a estrutura dessas localidades para que o fluxo de turistas aumente progressivamente”.

De acordo com Paulo Senise, presidente da TurisRio, “é essencial fortalecer o alinhamento entre a iniciativa privada e o setor público para que o turismo possa se desenvolver com base forte e ainda mais profissionalizada”.

O evento está programado para acontecer no Hotel Porto Belo, localizado na Rodovia Rio Santos, KM 434 – São Brás, de 10h às 16h, e vai contar ainda com a presença de integrantes do trade turístico e de prefeituras do entorno. Veja a lista abaixo com os próximos dias e locais onde acontecerão os Seminários.

SuperVia oferecerá trens extras após o jogo no domingo no Engenhão

Nesse domingo (15/03), a SuperVia irá disponibilizar trens extras para os torcedores que vão ao Engenhão assistir Botafogo x Resende, às 18h30, pela 10ª rodada do Campeonato Carioca.

Serão oferecidos 7.200 lugares adicionais em três viagens extras após o jogo, com partidas da estação Engenho de Dentro, sendo uma para a Central do Brasil, uma para Japeri e outra para Santa Cruz.

Professor José Hermógenes precursor do ioga no Brasil morre aos 94 anos

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Morreu nesta sexta-feira (13) no Rio de Janeiro, aos 94 anos, José Hermógenes de Andrade Filho, conhecido como professor Hermógenes, um dos principais divulgadores do ioga no Brasil.

Segundo a Agência Brasil, na década de 60, após um diagnóstico de tuberculose avançada aos 35 anos de idade, Hermógenes descobriu os benefícios da ioga para a saúde física e mental e daí em diante nunca mais parou de trabalhar na sua divulgação, chegando a realizar doutorado em Yogaterapia pelo World Development Parliament da Índia e a conquistar o título de Doutor Honoris Causa pela Open University for Complementary Medicine.

Hermógenes escreveu mais de 30 livros sobre ioga e bem-estar, traduzidos em diversas idiomas, dentre os quais se destacam Autoperfeição com Hatha Yoga e Yoga para Nervosos.

Em 1988, ele foi escolhido o Cidadão da Paz do Rio de Janeiro em 2000 recebeu a Medalha Tiradentes, conferida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, pelos benefícios à saúde que suas obras, imbuídas de seu espírito amoroso e sua visão espirtitual sincretista, trouxeram para os brasileiros.

Veja a lista dos políticos envolvidos no escândalo da Petrobras

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Veja a lista:

PP

– Senador Ciro Nogueira (PI)
– Senador Benedito de Lira (AL)
– Senador Gladson Cameli (AC)
– Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB)
– Deputado Simão Sessim (RJ)
– Deputado Nelson Meurer (PR)
– Deputado Eduardo da Fonte (PE)
– Deputado Luiz Fernando Faria (MG)
– Deputado Arthur Lira (AL)
– Deputado Dilceu Sperafico (PR)
– Deputado Jeronimo Goergen (RS)
– Deputado Sandes Júnior (GO)
– Deputado Afonso Hamm (RS)
– Deputado Missionário José Olímpio (SP)
– Deputado Lázaro Botelho (TO)
– Deputado Luis Carlos Heinze (RS)
– Deputado Renato Molling (RS)
– Deputado Renato Balestra (GO)
– Deputado Lázaro Britto (BA)
– Deputado Waldir Maranhão (MA)
– Deputado José Otávio Germano (RS)
– Ex-deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA)
– Ex-deputado João Pizzolatti (SC)
– Ex-deputado Pedro Corrêa (PE)
– Ex-deputado Roberto Teixeira (PE)
– Ex-deputada Aline Corrêa (SP)
– Ex-deputado Carlos Magno (RO)
– Ex-deputado e ex-vice governador João Leão (BA)
– Ex-deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado ao Solidariedade desde 2013)
– Ex-deputado José Linhares (CE)
– Ex-deputado Pedro Henry (MT)
– Ex-deputado Vilson Covatti (RS)

PMDB

– Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado
– Senador Romero Jucá (RR)
– Senador Edison Lobão (MA)
– Senador Valdir Raupp (RO)
– Deputado Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara
– Deputado Aníbal Gomes (CE)
– Ex-governadora Roseana Sarney (MA)

PT

– Senadora Gleisi Hoffmann (PR)
– Senador Humberto Costa (PE)
– Senador Lindbergh Farias (RJ)
– Deputado José Mentor (SP)
– Deputado Vander Loubet (MS)
– Ex-deputado Cândido Vaccarezza (SP)

PSDB

– Senador Antonio Anastasia (MG)

PTB

– Senador Fernando Collor (AL)

Além dos pedidos de abertura de inquérito, o Ministério Público Federal pediu o arquivamento em outros sete casos, entre os quais os dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à Presidência da República, e Delcídio Amaral (PT-MS); e dos ex-deputados Alexandre Santos (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ex-presidente da Câmara.

Outros três – os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o deputado e ex-ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – tiveram parte das suspeitas arquivadas, mas serão alvos de inquérito em relação a outra parte.

Construtora processa Petrobras para cobrar R$ 450 milhões

De acordo com a coluna de Felipe Patury, da revista Época, a construtora Fidens, citada na Operação Lava Jato, cobra R$ 190 milhões por serviços não pagos pela Petrobras e pede mais R$ 260 milhões de indenização pelo calote. Ainda de acordo com a coluna, entre 2010 e 2012, a Fidens ganhou licitações de R$ 895 milhões para tocar obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Ano passado, a construtora deixou os canteiros por falta de pagamento. A Fidens afirma que, devido a erros nos projetos, os contratos deveriam ser reajustados para R$ 1,1 bilhão. Já a estatal diz que a construtora, sem autorização, fez obras além das licitadas e, depois, as abandonou unilateralmente. Alegando prejuízos, a Petrobras acionou as seguradoras para sacar os R$ 75 milhões dados pela Fidens como garantias aos contratos. Na Justiça, a construtora barrou essas garantias. (Metro1)

Economistas não podem prever quanto o dólar ainda pode subir

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Os brasileiros que precisam comprar dólar para viajar ou para outros compromissos têm acompanhado com apreensão a valorização da moeda norte-americana, principalmente nas últimas semanas. Apesar de o dólar ter subido também em relação a outras moedas, por conta de uma expectativa de aumento dos juros da economia americana, o que pode levar à redução do fluxo de capital para países emergentes, é na comparação com o real que o dólar apresenta uma de suas maiores altas.

Desde o início do ano, a moeda subiu cerca de 5% frente ao peso mexicano e ao peso chileno, 8% em relação ao rand, da África do Sul, e 13% sobre a lira, da Turquia. Na comparação com o real, a alta chegou a 22,2% em 2015, sendo 13,76% somente em março. Nesta semana, a valorização acumulou 6,3%, sendo 2,7% somente na sexta-feira (13).

O professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Mauro Rochlin credita a “alta desmedida” do dólar ao receio de que o ajuste fiscal proposto pelo governo, de R$ 66 bilhões, não se concretize, o que poderia levar o país a perder seu grau de investimento e impactar a inflação. “Basicamente, eu resumiria essa disparada [do valor do dólar] como resultado do que a gente chama de aversão ao risco. A alta do dólar acaba refletindo essa maior aversão ao risco, esse medo de que as coisas fujam ao controle, e, então, o dólar parece ser um porto seguro diante disso.”

Segundo o economista da FGV, a alta mais acentuada da moeda norte-americana nas últimas duas semanas está relacionada ao cenário político do país: manifestações nas ruas, divulgação da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com nomes de parlamentares supostamente envolvidos em esquema de corrupção na Petrobras e crise entre poderes Executivo e Legislativo. “Tudo isso ajudou a formar um cenário muito mais turbulento, que gera a aversão ao risco. Depende muito de como os fatos vão se desenrolar em termos políticos para saber que impacto isso pode ter sob o câmbio. A questão política está em aberto”.

O economista Carlos Eduardo de Freitas, conselheiro presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-DF) e ex-diretor do Banco Central, explica que a alta do dólar tem uma vertente estrutural de realinhamento dos preços, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional. Mas ele também acredita que a desconfiança sobre a implementação do ajuste fiscal anunciado, depois do Congresso devolver a medida provisória que tratava do assunto, gerou uma pressão maior nos últimos dias.

“Faltam um discurso e um comportamento do governo que tragam de volta essa credibilidade que foi arranhada. Essa desconfiança está evoluindo para uma incerteza, que é quando não se consegue medir os riscos, e aí há uma saída de capital”, disse Freitas.

Segundo ele, é natural que, num primeiro momento, o mercado exagere na especulação, retornando em seguida, mas o componente conjuntural de preocupação dificulta previsões sobre a trajetória da moeda. “Não dá para saber até que ponto subirá o dólar e onde ele encontraria o equilíbrio econômico. Acho que a alta está um pouco acentuada nos últimos dias, muito por força da insegurança com a posição do governo. Em economia, e na vida, a expectativa, às vezes, é mais importante até do que a ocorrência das coisas”.

Apesar de considerar a cotação atual, de R$ 3,24, “bastante elevada”, Rochlin, da FGV, também afirma que é difícil dizer qual é o novo patamar da moeda norte-americana. “Não estou dizendo que hoje a gente viva um momento exatamente como esse, mas em um momento de extrema incerteza a alta acaba estimulando novas altas e pode gerar mais procura. A pessoa fica vendo que o dólar só sobe e pode, daqui a pouco, achar que o dólar a R$ 3,28 está barato”.

Para Rochlin, à medida que o ambiente político melhorar, o governo conseguir provar coesão com a base aliada no Congresso, aprovar medidas de ajuste fiscal, se os números de inflação não forem tão ruins e o cenário se mostrar menos turbulento, a alta do dólar pode ser revertida.

“Eu não digo reversão para R$ 2,80, mas talvez se estabilizando em um patamar um pouco mais baixo, ao redor de R$ 3 ou R$ 3,10, que seja. Eu acho que isso é possível. Depende do desenrolar dos fatos”, disse Rochlin. Para quem terá compromissos em dólar em breve, então, o economista da FGV ressalta que o recomendável sempre é comprar aos poucos, ao longo de semanas e meses: “Assim, por mais que aumente o dólar, você terá comprado o dólar a um preço médio, diluindo os riscos”.

 

(Agência Brasil)