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Vasco e Botafogo decidem o Campeonato Carioca no Maracanã

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Dezoito anos depois da última final, Vasco e Botafogo voltam a se enfrentar pela decisão do Campeonato Carioca. A partida é neste domingo (26), às 16h, no Maracanã. Por ter feito a melhor campanha do estadual, o Botafogo tem a vantagem do empate, caso os dois jogos terminem com placares iguais.

O Vasco eliminou o Flamengo no último domingo (19) e se classificou, pelo segundo ano consecutivo, para a final do Campeonato Carioca. Com gol de pênalti de Gilberto, o cruzmaltino venceu por 1 a 0 e quebrou um jejum de 11 jogos sem bater o rubro-negro. Apesar da importância da vitória, o zagueiro Rodrigo não quis falar do passado e só pensa em ser campeão: “Nossa equipe respeita muito a do Botafogo, mas não passa pela cabeça uma derrota”, afirmou, em entrevista coletiva.

Assim como nas semifinais, os treinos do Vasco continuam fechados. Dessa forma, o time que disputará o primeiro jogo da final não foi revelado.

Campeão da Taça Guanabara – primeira fase da competição -, o treinador do Botafogo, René Simões, reconhece a força do adversário, mas está preocupado em jogar bola. Em entrevista ao site oficial do clube, o técnico falou da marcação e do número de faltas: “A equipe do Vasco marca muito forte e dificulta muito as ações (…) Temos que aprender a marcar e direcionar os jogadores para pressionar o adversário sem fazer falta”.

Nesta sexta-feira (24), a Fifa confirmou uma suspensão imposta pela Federação Saudita ao atacante Jóbson, que se recusou a fazer um exame antidoping e foi punido com um afastamento de quatro anos. A ocorrência é referente ao período em que o atleta atuava no Al-Ittihad, da Arábia Saudita, em março do ano passado. Surpreendido com a notícia, René Simões ainda não sabe quem substituirá o atacante.

Vasco x Botafogo

Final do Campeonato Carioca

Data: 26 de abril de 2015

Horário: 16h

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Transmissão: Rádio Nacional do Rio de Janeiro

Vasco

Martin Silva; Madson, Luan, Anderson Salles e Christiano; Serginho, Guiñazú, Julio dos Santos e Jhon Cley; Yago e Gilberto

Técnico: Doriva.

Botafogo

Renan; Luís Ricardo, Renan Fonseca, Alisson e Thiago Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Diego Jardel e Elvis; Rodrigo Pimpão e Bill

Técnico: René Simões

 

(Portal EBC)

Organização das Nações Unidas quer reduzir o desperdício de alimentos no Brasil

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A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita.

A redução das perdas será objeto de debates na oficina que a Embrapa Agroindústria de Alimentos promove no próximo dia 30, no Rio de Janeiro, em contribuição à 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que ocorrerá em Brasília, em novembro próximo.

O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos.

“O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirmou o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou Freire.

Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura e manuseio, plantio errado, doenças e enfrenta problemas referentes à embalagem, ao transporte e ao armazenamento.

Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos.

“O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. “Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”.

As perdas no Brasil correspondem em média a 30% dos alimentos pós-colheita, no caso dos frutos, e 35%, no das hortaliças. “Os países desenvolvidos desperdiçam mais do que os países em desenvolvimento. Estes últimos perdem 60% antes da porteira, da produção, e desperdiçam 40%. Nas nações desenvolvidas, a perda ocorre mais na ponta e inverte a projeção”.

A FAO considera que a população mundial está em elevado nível de insegurança alimentar, uma vez que um terço do que é produzido é perdido. Isso corresponde a cerca de 1,7 bilhão de tonelada de alimentos. Na África, as perdas alcançam 60%. “São 50% só na fase de produção. Perdem mais 5% na distribuição, que eles não têm, e 5% na parte do consumidor”, disse o pesquisador. Na Alemanha, o desperdício é mínimo.

Uma lei em tramitação no Congresso há dez anos – a chamada Lei do Bom Samaritano – penaliza o doador de alimentos. Um industrial, produtor ou mesmo restaurantes não podem doar alimentos porque, se alguém passar mal, o doador acaba acusado de ser o responsável. “Isso ocorre aqui no Brasil. Nos outros países, não”, disse Freire,

“Não há armazenamento adequado para grãos e hortaliças no Brasil”. Freire criticou o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a obras que melhorem a infraestrutura em outros países, em detrimento de projetos necessários no Brasil. Em relação à tecnologia, disse que existem muitas disponíveis no país, como a refrigeração,  cujo uso é conhecido, mas não é adotado.

Outra falha apontada é na embalagem dos produtos. A atenção a esse fator pode diminuir as perdas no final da cadeia. Falta informação que chegue ao produtor, ao atacadista e ao consumidor, disse Murilo Freire. Se tudo que é desperdiçado fosse aproveitado, haveria maior oferta, o produtor ganharia mais e o consumidor pagaria menos pelos alimentos, destacou o pesquisador.

 

(Fonte Agência Brasil)

Registradas mais de 2,2 mil mortos e Nepal tem novo tremor

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Os fortes tremores sentidos hoje (26) no Nepal, depois do terremoto de magnitude 7,9 na escala Richter ocorrido ontem (25), que causou mais de 2,2 mil mortes, continuam provocando avalanches na região do Monte Everest e levando pânico à população.

De acordo com as autoridades, 2.152 pessoas morreram no Nepal; 57, na Índia; 17, na China; e uma em Bangladesh. Além disso, há milhares de feridos. O desastre natural já é considerado o pior no Nepal nos últimos 80 anos.

Neste domingo, a região foi novamente atingida por um terremoto, de magnitude 6,7 na escala de Richter, o que agravou a situação no país. O tremor subsequente atingiu uma zona situada no noroeste da capital do Nepal, Katmandu, não muito longe da fronteira com a China. O abalo foi sentido até na região do Monte Everest, no Himalaia, onde provocou novas avalanches, segundo montanhistas que estão no local.

Os socorristas continuam escavando os escombros na capital, que foi devastada pelo terremoto. Os moradores estão aterrorizados e muitos foram forçados a acampar durante a noite, pois vários edifícios e casas foram reduzidos a escombros.

Os hospitais estão sobrecarregados e os médicos atendem os doentes em tendas improvisadas, já que as equipes foram forçadas a abandonar os edifícios por medo de novos tremores.

“A eletricidade foi cortada, as comunicações estão congestionadas e os hospitais estão lotados e sem espaço para guardar corpos”, disse a chefe executiva da organização nãogovernamental Oxfam, Helen Szoke, à agência francesa AFP.

Diversos governos, como da China, do Japão e da Austrália, tentam localizar milhares de cidadãos de seus países que estavam na região do abalo sísmico e criaram gabinetes de crise para atender as pessoas atingidas.

Estimativas divulgadas hoje pela Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que o terremoto afetou cerca de 6,6 milhões de pessoas em 30 distritos do Nepal.

As manifestações de solidariedade ao país têm-se multiplicado, com muitos governos e organizações internacionais oferecendo ajuda, como os Estados Unidos, a Austrália, a Índia, a China, a União Europeia e a ONU. Ontem (25) a presidenta Dilma Roussef também se solidarizou com as vítimas da tragédia.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Papa reza por vítimas do terremoto no Nepal

O papa Francisco rezou hoje (26) uma Ave-Maria com os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, pelas vítimas do terremoto no Nepal, às quais dirigiu uma mensagem de alento na tradicional oração dominical do Angelus.

“Desejo confirmar a minha proximidade com as populações atingidas pelo forte terremoto no Nepal e que atingiu também os países vizinhos”, disse o papa. “Rezo pelas vítimas, pelos feridos e por todos os que sofrem devido a esta calamidade. Que tenham o apoio da solidariedade fraterna”, acrescentou.

De acordo com autoridades, o terremoto ocorrido ontem (25) causou mais de 2,2 mil mortes no Nepal, na Índia e na China. Um novo tremor, sentido hoje (26) na região, atingiu a magnitude 6,7 na escala Richter. A réplica atingiu uma zona situada no noroeste de Katmandu, capital do Nepal, não muito longe da fronteira com a China. O abalo foi sentido na região do Monte Everest, no Himalaia, onde provocou novas avalanches, segundo montanhistas que estão no local.

Cinzas de vulcão chileno são vistas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina

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As cinzas do vulcão Calbuco, em erupção no Chile, já foram vistas na manhã de hoje (25) no litoral de Santa Catarina e também na região do Vale do Itajaí (RS). Na sexta-feira (24), os moradores de Porto Alegre e Santa Maria já haviam relatado cinzas no céu do Rio Grande do Sul.

O vulcão Calbuco, que está em atividade desde quarta-feira (22), já entrou em erupção duas vezes, expelindo colunas de fumaça e cinzas a vários quilômetros de altura. O vulcão não registrava atividades de erupção há mais de meio século.

O Calbuco fica em uma região turística, a 900 quilômetros (km) da capital chilena, Santiago. O governo chileno evacuou a área e decretou estado de exceção nas cidades próximas.

Por conta das cinzas, os voos para Puerto Montt, no Chile, e Bariloche, na Argentina, foram cancelados. De acordo com as empresas Aerolíneas Argentinas e Austral, também foram cancelados dois voos para Neuquén e um voo para Chapelco.

No Brasil, as companhias aéreas TAM e Gol informaram que nenhum voo foi cancelado devido às cinzas que estão vindo para o país. No Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, até as 10h apenas um voo havia sido cancelado. De acordo com a Infraero, o cancelamento não teve nenhuma relação com a erupção do vulcão.

 

 

 

Prazo para regularizar puxadinhos em Brasília pode ser prorrogado

A sete dias do fim, o prazo para os comerciantes na Asa Sul, em Brasília, regularizarem a situação dos chamados “puxadinhos”pode ser prorrogado novamente. A lei aprovada em abril de 2011 já teve a data limíte adiada quatro vezes.

A pedido do GDF, o novo prazo proposto é para junho do ano que vem. A decisão agora está na Câmara Legislativa.

Hoje, são mais de 2,3 mil estabelecimentos comercias na Asa Sul; desses, 65% ocupam área pública de forma irregular.

 Colocar em prática a lei aprovada é um problema que se arrasta há anos. Nesse tempo, foram autorizadas apenas 21 concessões de uso. A presidente da Associação Empresarial de Brasília, Lucia Otoni, diz que os empresários querem resolver o problema. Pois, acumulam prejuízos financeiros.
Nessa quinta-feira (23), os distritais discutiram a proposta com empresários e representantes do governo. Após a sessão, os parlamentares decidiram criar um grupo de trabalho para elaborar um substitutivo ao projeto, flexibilizando as exigências.

Entre as reclamações dos comerciantes, a falta de linhas de financiamento para as obras de adaptação, custo para remanejamento de redes como energia, água. De acordo com o Secretário de Relações Institucionais Manoel Alexandre, hoje a lei é impraticavel

A empresária Lucia Otoni reclama da burocracia em conseguir a concessão de uso.

De acordo com as normas, os comerciantes podem ocupar até 6 metros de área pública na lateral e atrás das lojas, desde que reservem 2 metros para passagem de pedestres.
Em frente aos estabelecimentos não é permitido colocar cadeiras ou mesas.

Se o prazo não for prorrogado a partir de primeiro de maio, o estabelecimento que não cumprir a legislação pode sofrer notificação, multa e até ter a construção na área de invasão demolida.

Festa em Maricá reúne índios de aldeias de três estados do Brasil

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Comemorado oficialmente no último dia 19, o Dia do Índio está sendo homenageado, neste fim de semana, em Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, com uma festa que reúne cerca de 300 indígenas de aldeias do Rio, de São Paulo e Santa Catarina. A primeira Festa da Aldeia, com apoio da prefeitura local, foi aberta na manhã de hoje (25), na aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã (mata verde bonita, na língua tupi-guarani), situada numa restinga, na localidade de São José do Imbassaí.

Originários do Sul do Brasil, os índios da tribo tupi-guarani M’Bya ocupam área de 93 hectares na restinga desde abril de 2013, com apoio da prefeitura de Maricá. No terreno deverá ser implantado um complexo turístico, do qual fará parte a aldeia indígena, com ocas-hotéis, espaço para a venda de artesanato e comidas e um teatro de arena para apresentações de dança e música.

Os índios que vieram para a confraternização deste fim de semana são das aldeias de Ubatuba, Corcovado e Sete Barras, em São Paulo; do estado de Santa Catarina; de Angra dos Reis, na região da Costa Verde fluminense; e de outra aldeia existente em Maricá, a dos Araowy, no loteamento Morada das Águias, na Praia de Itaipuaçu. Eles se reuniram durante toda a tarde, em um encontro fechado ao público.

Neste domingo (26), a visitação será aberta ao público das 9h às 17h. A programação inclui apresentações de canto coral e de Xondar (dança do guerreiro), venda de comidas típicas, artesanato e aroca (bebida feita com água e mel).

A Festa na Aldeia é organizada pela prefeitura, e a pajé da aldeia dos M’Bya, Lídia Nunes, de 66 anos – também conhecida pelo nome indígena de Pará – diz estar satisfeita com a festa. “É tudo parente, tudo guarani. A gente fica contente, se conhece, é tudo cultura da gente”, comemora.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Donas de casa tem direito a aposentadoria

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Lavar, passar, cozinhar, deixar a casa limpa e organizada. O trabalho de dona de casa não é fácil. O que muita gente não sabe é que, mesmo sem receber uma renda, elas também podem se aposentar e receber o benefício mensal. Basta estar inscrito no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pagar as contribuições.

Segundo o Ministério da Previdência Social, as donas de casa podem se inscrever no INSS como contribuinte facultativo, desde que não exerçam outra atividade que as torne contribuinte obrigatória da Previdência. Além delas, são consideradas facultativas todas as pessoas com mais de 16 anos que não têm renda própria como, por exemplo, estudantes, síndicos de condomínio não-remunerado, entre outros.

No caso de contribuinte facultativo, a dona de casa pode optar por recolher o valor de 11% do salário mínimo, no chamado plano simplificado, ou no plano completo, com 20% de valores que variam entre um salário mínimo e o teto de recolhimento da Previdência, que hoje é de R$ 4.663,75. Nas duas opções, o valor do benefício que será pago varia com o histórico de contribuição da pessoa.

A advogada especialista em direito previdenciário Ligia Pascote explica que além dos valores, existem algumas diferenças entre as duas contribuições. Quando o pagamento é baseado na alíquota mais baixa, para receber o benefício é preciso ter 60 anos e também ter 15 anos de contribuição. “Se ela contribuir com 11%, [a aposentadoria] será sempre por idade. A dona de casa que tem mais dinheiro pode contribuir com 20% e se aposentar por tempo de contribuição, que são 30 anos”.

Outra opção prevista no INSS é a categoria de facultativo de baixa renda e que atende exclusivamente as donas de casa. Criada em 2011 pela Lei 12.470, a alíquota é reduzida, 5% do salário mínimo, o que hoje representa um valor mensal de R$ 39,40. Mas existem algumas regras a serem seguidas para poder receber o benefício. Segundo o Ministério da Previdência Social, além de não ter nenhuma renda, a soma da renda familiar deve ser de até dois salários mínimos. A família precisa também estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

Outro ponto importante é que se em algum momento o valor da renda familiar for alterado e passar a ser superior, é preciso pagar a diferença. “Perder essa contribuição ela não perde. Ela vai complementar até chegar aos 11% desse período que pode estar faltando e daí ela consegue a aposentadoria tendo os 15 anos de contribuição e a idade”, explica Pascote. Ao pedir o benefício, a contribuinte passa então a receber o valor de um salário mínimo mensal e entre os direitos, estão previstos a aposentadoria por invalidez, o auxílio-doença, o salário-maternidade, a pensão por morte e o auxílio-reclusão.

E já que tanto para o facultativo de baixa renda como para quem opta pela contribuição de 11%, a idade e o tempo de contribuição contam para o resgate do benefício, a advogada sugere que as donas de casa comecem a contribuir a partir dos 45 anos. “Porque quando completar 60, você fechou 15 anos de contribuição. Mas se estiver faltando [tempo de contribuição], ela contribui até completar o prazo de 15 anos e pede aposentadoria por idade”.

E para aquelas pessoas que um dia já trabalharam em outra atividade? O Ministério da Previdência informou que não é necessário fazer uma nova inscrição no INSS. A advogada lembra também que é possível aproveitar a contribuição já feita enquanto estava empregada. A diferença é que ao se tornar facultativa, ela não poderá se aposentar por tempo de contribuição e sim pela idade. Quem nunca contribuiu, pode fazer a inscrição pelo telefone 135, pelo site da previdência ou em uma das agências do INSS.

E não são só as mulheres podem receber o benefício. “O homem que se declara como dono de casa, e mesmo dono de casa de baixa renda, eles também podem fazer a inscrição. Mas para o homem, a idade é 65 anos para aposentadoria. É o mesmo prazo de contribuição [15 anos]. Só aumenta a idade”, explica Pascote.

Segundo dados do Ministério da Previdência, em 2013 mais de 592 mil pessoas estavam inscritas na categoria de baixa renda. Dessas, 552.524 eram mulheres e 16.650, homens. O número aumentou em relação ao ano anterior. Em 2012, dos 481.767 contribuintes na categoria exclusiva para donas e donos de casa, 450.273 eram mulheres e pouco mais de 12.100, homens.

Em 2013, mais de 1,810 milhão de pessoas se inscreveram em uma das categorias de contribuinte facultativo. Dessas, sejam donas de cada ou não, mais de 440 mil optaram pela alíquota de 20% e mais de 777 mil, pela de 11%.

 

 

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Justiça bloqueia R$ 154 milhões de empresas envolvidas em pagamento de propina

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A Justiça Federal determinou, nesta sexta-feira (24), o bloqueio de R$ 153.957.199,60 em bens das empresas Engevix e Jackson Empreendimentos (pertencentes ao mesmo grupo), e do executivo Gerson de Melo Almada, ex-vice-presidente de ambas, por improbidade administrativa. É a primeira ação civil pública envolvendo os desdobramentos das investigações feitas na Operação Lava Jato. Cabe recurso. O valor, de acordo com a Justiça, é referente aos contratos celebrados entre a Engevix e a Petrobras para o pagamento de propina aos diretores da estatal, de pouco mais de R$ 38 milhões, e de multa, fixada em três vezes da quantia, cuja soma chega aos R$ 154 milhões condicionados na ação. O bloqueio, de acordo com a juíza Gisele Lemke, que assina a medida cautelar, é para ressarcir o prejuízo causado a Petrobras pelo esquema de corrupção. O despacho cita as delações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef como provas de que a construtora pagou propina para executar obras da estatal e, portanto, deve devolver o dinheiro. “Consta que as condutas narradas [nos depoimentos dos delatores] ensejaram os pedidos, na ação civil pública, de condenação de seus agentes nas sanções previstas, com o ressarcimento solidário ao erário pelos danos causados ao patrimônio da Petrobras”, explica a juíza. A participação de Almada também é descrita pela magistrada no despacho. “Sua responsabilidade é bastante evidente, uma vez que ele era o contato direto de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef junto à Petrobras”, ressalta. A defesa do grupo Engevix e de Almada afirmou que ainda não foi notificada sobre a decisão e que, por desconhecer o teor dos autos, não tem nada a declarar.

Inglês que nasceu sem pênis diz ter levado mais de 100 mulheres para a cama

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Um inglês, de 40 anos, que não tem pênis, diz ter levado mais de cem mulheres para a cama. Andrew Wardle contou a história no TLC – canal inglês. O programa foi filmado durante 12 meses. Nele, o inglês conta sobre o problema genético que o fez nascer sem pênis, mas com testículos. Andrew também é visto revelando a amigos e familiares a sua peculiaridade genital. O inglês contou que, muitas vezes, apesar de ter revelado a ausência do pênis, as mulheres com quem ele se relacionava encararam o problema com tranquilidade e não o impediram de ter uma vida sexual “criativa”. “É difícil explicar para uma nova namorada. Uma vez levei um soco na cara quando contei a uma garota”, disse ele. No programa, Andrew também fala sobre a expectativa de se submeter a uma cirurgia para lhe dar um pênis alternativo – feito com pele, veias e músculo de um dos braços.