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Professores terão que fazer o Enem para participar do Fies

O Ministério da Educação (MEC) mantém a exigência de nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2016, e torna os critérios ainda mais rígidos. Os professores da rede pública e os candidatos que concluíram o ensino médio até 2010, antes dispensados do exame, terão também que obter o desempenho mínimo de 450 pontos.

As mudanças foram publicadas hoje (26) em portaria no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, a seleção dos candidatos, a partir do primeiro semestre de 2016, será “exclusivamente” com base nos resultados obtidos no Enem.

Desde o final do ano passado, o MEC decidiu que para participar do Enem seriam necessários pelo menos 450 pontos na média das provas e não zerar a redação para conseguir o Financiamento Estudantil (Fies). A exigência faz parte de mudanças que incluem prioridade para cursos com as maiores notas na avaliação do MEC e limite de 6,4% no reajuste da mensalidade.

Até então, não havia certeza se a pontuação continuaria a valer nos próximos anos. Segundo a assessoria do ministério, a nova regra é um “aprimoramento no programa”.

A portaria também revoga os trechos que dispensam do exame os professores do quadro de pessoal permanente da rede pública de ensino, em efetivo exercício do magistério da educação básica e regularmente matriculado em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia.

Terão que fazer o exame também os estudantes que concluíram o ensino médio anterior ao ano de 2010. Antes, eles tinham que comprovar essa condição perante à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento, nas instituições.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior, a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.

As inscrições para o Enem estão abertas desde ontem (25) e podem ser feitas no site do exame. As provas serão nos dias 24 e 25 de outubro.

 

(Fonte Agência Brasil)

Policia Federal apreende quase 300 kg de mercadorias no aeroporto Tom Jobim

A Polícia Federal apreendeu nesta manhã (26/05) quase 300 kg de mercadorias, fruto de descaminho, no Aeroporto Internacional Tom Jobim. Os produtos vieram de um voo proveniente de Bogotá/Colômbia.

As mercadorias – relógios, perfumes, roupas etc. – estavam divididas em oito malas.  Elas foram despachadas por um passageiro, que não foi localizado.

A carga foi encaminhada à Receita Federal para as providências pertinentes.

Alerj aprova auxílio-educação de até R$ 953,47 para filhos de magistrados e servidores

JUSTICA

Assembleia Legislativa do Estado do Rio aprovou, na sessão plenária desta terça-feira, dia 26, o projeto de lei que concede o auxilio-educação para magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJRJ).

A proposta prevê a concessão do beneficio de até R$ 953,47 por mês para cada filho de servidor ou magistrado com idade entre 8 e 24 anos, sendo o limite de três filhos. Diferentemente do que tem sido divulgado por alguns veículos de comunicação, os recursos não sairão de nenhum imposto, mas do Fundo Especial do TJRJ, composto pela arrecadação com taxas judiciárias e custas judiciais.

De acordo com o presidente do TJRJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, é evidente que, após anos de defasagem salarial, a concessão do auxilio-educação vai influir positivamente no estímulo aos magistrados e servidores.

“A perda de poder aquisitivo não conhece rubrica, vitimando a todos indistintamente”, afirmou o desembargador.

Os deputados aprovaram um texto substitutivo à proposta original. Alguns itens foram incorporados ao texto, como o que estende o benefício aos servidores que têm filhos matriculados em escolas públicas, e o que garante o auxílio até o fim do ano letivo em caso de falecimento do servidor. O TJRJ também terá que publicar semestralmente os nomes dos filhos de servidores beneficiados no Diário da Justiça Eletrônico e no portal do TJRJ.

 

projeto de lei (PL 3181/2014/Mensagem 07/2014)

 

 

Cristo Redentor é iluminado de verde para chamar atenção contra o glaucoma

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O Cristo Redentor foi iluminado de verde para chamar atenção para o glaucoma, considerada uma doença silenciosa e em muitos casos, quando diagnosticada, já não pode livrar o paciente da cegueira. Foi o que aconteceu com Lourdes Gisele Carbo Monteiro. Ela tem 52 anos e começou a ter os primeiros sinais da doença com apenas três meses de idade. Por causa da falta de informação da família  ficou cega.

“Eu chorava muito, não sabia falar e quando a minha mãe descobriu já era tarde. Eu perdi a visão com três meses. Quando cheguei aos cinco anos eu via um pouco de claridade, mas isso parou e a partir daí não via mais, nem a claridade. Catarata tem cura. Se eu tivesse catarata eu teria cura, com o glaucoma, não”, disse a peruana que mora no Sodalício Sacra Família, na Tijuca, zona norte do Rio. A entidade, administrada pelas Irmãs de Nossa Senhora da Glória do Recife – Pernambuco, ampara mulheres com deficiência visual e cegas entregues à mendicância e em situação de vulnerabilidade social e familiar.

Lourdes participou da cerimônia para marcar o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma e fez parte de um coral acompanhado da cantora Eliana Pittman. Além da nova iluminação do Cristo, foi celebrada uma missa na Capela de Nossa Senhora Aparecida, que fica na base do santuário localizado no alto do Corcovado, na zona sul do Rio de Janeiro.

O pároco da capela, padre Omar, disse que mais uma vez o Cristo Redentor apoia uma campanha de cidadania e de saúde e chama atenção para uma enfermidade. “O Cristo hoje iluminado na cor verde, é para dar visibilidade a esta causa, a esta campanha e também permitindo abraçar as pessoas que já estão enfermas. Foi uma noite de oração, marcada pela fé e pela emoção. Tivemos aqui um momento de encontro e de acolhimento”.

O presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Francisco Lima, defendeu que é preciso levar mais informação para a sociedade, principalmente, para a população mais pobre que não têm acesso à saúde. “Quando se espalha a notícia da doença entre a população carente, todas as pessoas sabendo que uma cegueira pode ser evitada na família procurando um médico antes, a gente pode reduzir muitos casos”, disse.

Para Francisco Lima, a falta de conhecimento contribui para o baixo diagnóstico da doença, que é a segunda causa de cegueira irreversível no mundo. “É a história do colesterol com infarto, porque a pessoa não sente nada a princípio. É o diabete que mata tanta gente, porque ninguém sabe o que é. Como se descobre que tem diabetes? Tem que ir ao médico. O glaucoma é a mesma coisa. É uma doença silenciosa”, alertou.

Pelos dados da entidade atualmente existem 1,2 milhão de pessoas com glaucoma no Brasil. Segundo o diretor da SBG, Cristiano Caixeta Umbelino, esse número deve ser muito maior porque estatísticas indicam que menos de 30% da população têm o diagnóstico correto. O médico alertou para a prática que existe no país de ir às óticas para trocar o grau dos óculos sem fazer um exame completo com um especialista.

“Isso faz com que a pessoa tenha uma visão boa e acredite que tem uma saúde ocular boa. É importante ressaltar que uma visão boa, não significa uma saúde ocular boa. Quando enxerga bem, a pessoa pode estar enxergando através de um campo visual reduzido, que é uma característica importante do glaucoma. Ao contrário da catarata que limita a visão central do paciente, o glaucoma vai diminuindo da periferia para o centro. Grande parte dos pacientes chega ao serviço para o diagnóstico de glaucoma já com a doença muito avançada”, explicou.

O diretor da SBG indicou que a melhor forma de prevenir o glaucoma é fazer exames periódicos com o oftalmologista, mesmo que não haja sintomas. “Só com uma consulta completa, com avaliação de fundo de olho, do nervo ótico, a medida da pressão intraocular é que será capaz de identificar um portador de glaucoma e evitar que evolua para a cegueira”, acrescentou.

A presidenta da Associação Brasileira dos Portadores de Glaucoma, seus Amigos e Familiares (Abrag), Isis Penido, revelou que é portadora de glaucoma e ficou sabendo que tinha a doença em uma consulta de rotina. Ela disse que a causa foi o uso indevido de colírio com cortizóides. “Isso é muito importante informar às pessoas porque elas usam colírio aleatoriamente. Eu não fiz o uso dessa forma. Foi receitado por um oftalmologista, mas usei mais do que deveria então a minha pressão ocular subiu e causou o glaucoma”.

Isis Penido não perdeu a visão, mas faz um controle rígido da doença para impedir que ela evolua. “Faço o controle absoluto. Sigo rigorosamente a prescrição do meu oftalmologista e vou vivendo muito bem. Tive a sorte de identificar quando tinha pouco tempo. Tem quem recomende fazer o exame uma vez por ano, mas se tem casos na família, é bom fazer de seis em seis meses”, sugeriu.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Projeto troca material reciclável por desconto na conta de luz no Rio

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A troca de material reciclável por desconto na conta de energia agora pode ser feita em mais pontos espalhados pela cidade. O projeto Light Recicla, que integra a carteira de projetos do Programa Rio Capital da Energia, incluiu novos bairros nas zonas norte e oeste, e vai beneficiar um público de cerca de 700 mil clientes.

Para obter o desconto, o cliente deve comparecer a um dos ecopontos com sua conta de luz e documentos de identificação para cadastro. No site da Light (http://www.light.com.br/grupo-light/Sustentabilidade/desenvolvimento-da-…), ou nos próprios ecopontos, é possível verificar a listagem completa das novas localidades atendidas pelo Light Recicla, com dias e horários específicos.

A gerente de Eficiência Energética da Light, Fernanda Mayrink, explicou que o projeto está presente em 12 comunidades, com 13 mil clientes inscritos, e algumas famílias pagam suas contas exclusivamente com a troca de materiais recicláveis. “A ação está tendo boa repercussão em áreas que estão sendo formalizadas, e antes tinham pouca conta de luz. Então, é uma alternativa para o pagamento de contas que surgem e pesam nessas casas”, comentou. “Aquele dinheiro que era para a conta de luz, pode ser utilizado para outras ações. É mais arroz, mais feijão, é uma forma de criar renda para essas comunidades. Já temos famílias que não pagam mais a conta com dinheiro, apenas com essa troca”, ressaltou ela.

Cada item tem um preço por peso, que gera crédito na conta de energia de clientes. Se o valor da troca for maior que a conta, o cliente fica com crédito para o próximo mês. Fernanda destacou que qualquer cidadão pode fazer a troca, e mesmo doar o material reciclável nos ecopontos para que sejam convertidos em descontos na conta de luz de instituições sociais cadastradas no projeto. “Temos escolas particulares parceiras, que doam créditos para escolas que participam da ação. É uma forma de criar renda com algo que antes ia para o lixo”, enfatizou.

Dentre os materiais de troca é possível receber R$ 1,10 por quilo de garrafa pet, R$ 0,45 por lata de litro de óleo e R$ 1,80 por quilo de lata de alumínio, por exemplo. Mas o desconto só é dado se os materiais estiverem limpos e separados por tipo.

Lançado em agosto de 2011, o Light Recicla já coletou 5,5 mil toneladas de material reciclável, além de mais de 27 mil litros de óleo, que seriam descartados sem tratamento adequado.

A iniciativa recebeu o Premio Ação Ambiental 2014, da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na categoria Relação com Público de Interesse.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Vigilância Sanitária suspende lotes de anti-inflamatório e de medicamentos para anemia

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (26), no Diário Oficial da União (DOU),  suspendeu a comercialização de lotes dos medicamentos Eprex (indicado para anemia) e Toragesic (anti-inflamatório), a pedido dos laboratórios responsáveis pela produção.

Nos dois casos, os medicamentos apresentaram resultados insatisfatórios em testes. A Anvisa também determinou que as empresas promovam o recolhimento do estoque existente no mercado.

Foram suspensos os lotes EBS4F00 de 1000UI; EBS 2000 e EES 4100 de 2000UI; EAS2X00, EBS2T00 e ECS3L00 de 4000UI, do medicamento Eprex, fabricado por Janssen-Cilag Farmacêutica.

Os lotes 624032.1, 624032.2. 624032.3, 624032.4 e 624032.5 do medicamento Toragesic, fabricado por EMS Sigma Pharma, também foram suspensos.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Alunos da Uerj fazem manifestação por melhorias no Centro Biomédico

 

Alunos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) dos cursos de medicina, biologia, nutrição e odontologia fizeram uma manifestação no fim da manhã de hoje ( 26) em frente ao Hospital Universitário Pedro Ernesto, onde funciona o centro biomédico, em Vila Isabel, zona norte do Rio. Eles querem melhorias nas condições de infraestrutura da área biomédica.

De acordo com um dos representantes do grupo de alunos, Estevão Santos, de 23 anos, estudante de odontologia, uma comissão será formada para elaborar um dossiê a ser entregue ao reitor da faculdade e aos professores responsáveis pelos cursos.

“Planejamos esse ato para buscar uma Uerj melhor, uma saúde melhor, um ambiente acadêmico favorável para que os alunos possam ter um ensino adequado. Vamos fazer o que for necessário para que haja realmente mudança. Esse movimento foi um ato de caráter experimental para sabermos o apoio da galera”, disse.

Para o estudante, também é importante que o pagamento dos funcionários terceirizados seja solucionado, a fim de evitar a interrupção nos serviços e prejudicar as aulas e o atendimento aos pacientes do centro biomédico. “A falta do trabalho dos terceirizados acaba afetando o nosso. As clínicas ficam sujas e comprometidas e nós não temos um ambiente seguro para trabalhar”.

 

(Fonte Agência Brasil)

Dia do Sapateado é comemorado hoje em vários países

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O Dia do Sapateado foi instituído nos Estados Unidos em 7 de novembro de 1989, pelo então presidente do país, George Bush. A data é uma homenagem ao legendário sapateador Bill “Bojangles” Robinson, que nasceu em 25 de maio de 1878, em Richmond, na Virgínia. Ele inventou uma nova maneira de sapatear. Transformou uma movimentação que era feita com batidas do pé inteiro no chão para movimentos feitos mais com as pontas dos pés.

Robinson começou a se apresentar em bares e saloons, aos 6 anos de idade.  Aos 8, o jovem Cantor-dançarino já excursionava com duas companhias artísticas. Aos 31 anos, teve a sorte de encontrar um bom empresário, Marty Forkins. Com ele, Bojangles, como era conhecido, amadureceu, conseguiu a oportunidade rara de fazer uma carreira solo e começou a ganhar bons salários. Naquela época, negros geralmente se apresentavam como casais.

Bojangles dançava com elegância, graciosidade e brilhos jamais vistos antes. Muitos dos passos e coreografias do dançarino, incluindo a famosa dança da escada, são utilizados ainda hoje.

Apesar do Dia do Sapateado homenagear um americano, a dança não nasceu nos Estados Unidos. Lá o sapateado foi introduzido por volta da primeira metade do século XIX.

A hipótese mais provável é que o sapateado tenha surgido no século V, na Irlanda, onde os camponeses que usavam sapatos com solado de madeira para aquecer os pés, começaram a brincar com os sons que esse sapato fazia. Criavam diversos ritmos, originando uma dança conhecida como Irish Jig.

Entre as décadas de 30 e 50, o sapateado ganhou o mundo através das telas de cinema. Diversos filmes produzidos em Hollywood uniram o sapateado e nomes como Fred Astaire, Ginger Rogers, Gene Kelly, Ann Miller, entre outros.

No Brasil, pode-se dizer que o sapateado sofreu influência de diversos ritmos da rica cultura musical brasileira.

 

(Fonte:Radioagência Nacional)

Hemorio inicia campanha para incentivar mulheres a doarem sangue

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O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (Hemorio) iniciou hoje (26) uma campanha p ara estimular as mulheres a doarem sangue. De acordo com o Hemorio, apenas 35% dos doadores regulares são do sexo feminino. A estragégia do Instituto será realizar, durante os próximos três dias, palestras e workshops para as doadoras que comparecem à unidade.

Segundo a chefe do Setor de Promoção e Doação de Sangue do Hemorio, Neuzimar Carvalho, o número de doadoras é menor devido a questões culturais. “Antigamente os homens iam muito para as guerras. As mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos e os homens doavam mais sangue. Isso também se perpetuou por conta dos mitos, dos medos. Há um mito de que engorda ou emagrece. Há mito em relação à menstruação, de que não pode doar. Nada disso. A mulher pode doar sangue menstruada. Desde que ela esteja com a pressão boa, se sentindo bem, com um fluxo normal, ela pode doar sangue se não tiver com anemia”, disse.

O Hemorio espera que as doações feitas por mulheres cresçam pelo menos 2 pontos percentuais e passem a representar 37% de todo do sangue recebido, neste ano. De acordo com as informações divulgadas pelo Hemorio, nos últimos três anos o número de bolsas de sangue coletadas na rede pública de hematologia diminuiu 11%. No mesmo período, o percentual de mulheres entre os doadores subiu de 33% para 35%. O Hemorio fica na Rua Frei Caneca, 8, no centro do Rio de Janeiro.

 

(Fonte Agência Brasil)

Investigação do desaparecimento de pessoas no Rio cabe à Delegacia especializada

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A investigação do desaparecimento de pessoas no Rio de Janeiro,cabe à Delegacia de Descobertas de Paradeiro (DDPA) inaugurada em setembro do ano passado. De acordo com o governo do estado, a unidade opera 24 horas, durante toda a semana, para investigar casos ocorridos na capital fluminense e conta com dois núcleos de investigação: um específico para casos de crianças e outro voltado para adultos.

Outra iniciativa de prevenção criada pelo governo é o programa Novo Cidadão, que oferece simultaneamente certidão de nascimento e carteira de identidade para recém-nascidos ainda na maternidade. Segundo a FIA, além de garantir o direito à cidadania, a identificação protege as crianças de sequestros ou sumiços e facilita a localização de desaparecidos.

Pais e mães que não têm certidão de nascimento ou carteira de identidade também são atendidos pelo programa. Desde o ano passado, oito maternidades – sendo elas quatro na Baixada Fluminense, duas na capital e uma em Niterói – já receberam o serviço, que é gratuito. Desde que foi criada a iniciativa, o programa já emitiu mais de 8 mil documentos para pais, mães e bebês.

 

 

(Fonte Agência Brasil)