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Pré-sal tem produção de 672 mil barris por dia

Em março deste ano, a produção no Pré-sal chegou 672 mil barris por dia (equivalente a 28% da produção nacional), bem acima dos 395 mil de 2014 e dos 42 mil de 2010. A produtividade também é maior do que se previa. Calculou-se inicialmente que os poços renderiam de 15 a 20 mil barris diários. Atualmente, a média está em 25 mil, chegando 40 mil em poços dos campos de Sapinhoá e Lula (na bacia de Santos).

Os custos de produção eram outra fonte de dúvida, por conta do desafio tecnológico. No começo, estimou-se que o Pré-sal seria viável a US$ 45 por barril. Nesta semana, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, informou que os números de viabilidade econômica caminham para valores bem menores, em torno de US$ 9, graças à escala de produção maior e aos investimentos em tecnologia.

“Nós podemos garantir que o pré-sal é viável com um custo de produção de nove dólares por barril. Se considerarmos que duas unidades de produção ainda não estão produzindo com sua capacidade total, o custo de produção será menor ainda. A eficiência operacional em torno de 92% contribuiu significativamente para atingirmos estes baixos custos”, afirmou.
Segundo ela, o Pré-sal se desenvolveu com mais velocidade na bacia de Campos, no litoral norte do Rio de Janeiro, devido à infraestrutura já existente. A primeira produção comercial ocorreu em 2008. Já na bacia de Santos, os desafios foram bem maiores, uma vez que não havia infraestrutura instalada, os reservatórios estão a 2.500 metros de profundidades no mar, além de uma camada de sal de 2 mil metros de espessura. No final das contas, o petróleo encontra-se até 7 mil metros abaixo da superfície do mar.

Educação e Saúde

Com resultados expressivos, uma das vantagens do Pré-sal é o modelo de exploração. Foi escolhido o sistema de “partilha” que garante à Petrobras uma participação de, pelo menos, 30% nos consórcios. Se O Pré-sal fosse pelo formato de “concessão”, a empresa operadora seria detentora integral do que se produz. A lei brasileira garante ainda que 75% dos royaltes do Pré-sal devem ser aplicados na área de Educação e 25% em Saúde

“O modelo de partilha é o mais compensador para o País, pelo fato de o Pré-sal ser uma reserva testada e segura”, diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Para ele, a escolha do governo foi muita acertada e tem uma dimensão estratégica para além da área de petróleo. “É muito importante o uso dos 75% dos royaltes para Educação e os 25% para Saúde”, acrescentou.

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Baixa umidade do ar requer cuidados especiais com a saúde

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Em algumas regiões do País, o inverno coincide com o período mais seco do ano. A baixa umidade aumenta a incidência de doenças respiratórias, como rinite alérgica e asma, além de problemas na pele, nos olhos e sangramento nasal. As doenças respiratórias são as mais preocupantes, principalmente entre crianças e idosos pela fragilidade do organismo. Para este grupo de pessoas existe uma chance maior de complicação. Por isso, o cuidado precisa ser redobrado e, ao sinal de mal-estar, deve-se buscar acompanhamento médico.

Nosso organismo é composto por, aproximadamente, 70% de água e, principalmente nesta época, é fundamental ter cuidado com a hidratação. A água é o componente fundamental de todas as células do organismo. Ela ajuda a regular a temperatura corporal e o funcionamento dos órgãos, elimina toxinas, ajuda na lubrificação de mucosas e age como um veículo de transporte de nutrientes. Por isso, a pessoa deve se hidratar bem, preferencialmente com água, sucos naturais e água de coco.

Nesta época do ano, é importante levar consigo sempre uma garrafinha contendo água fresca, assim a hidratação é mantida o dia todo.

As vias aéreas e os olhos também podem incomodar pela falta de umidade. Eventualmente, é possível aliviar os sintomas usando soro fisiológico para gotejamento no nariz e nos olhos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera como situação de alerta quando a umidade relativa do ar cai para menos de 30%. Por isso, deve-se evitar atividades físicas externas no período de maior exposição ao sol. De acordo com o Ministério da Saúde, durante a seca, a população deve evitar exercícios físicos ao ar livre entre 10 horas da manhã e 4h da tarde.

A jornalista Lívia Faria, 29 anos, mora em Brasília e todos os anos toma medidas preventivas para passar pelo período de seca com mais tranquilidade. ”Sou muito alérgica, por isso preciso ficar atenta. Uso umidificador ou coloco um balde de água no quarto. Meus lábios também ressecam bastante, então reforço o consumo de água e aplico um hidratante labial mais potente”, conta.

O sangramento nasal também é comum durante a seca. Em caso de sangramento, a primeira medida a ser tomada é sempre conter, pressionando a narina do lado que está sangrando por alguns minutos, esperando que pare espontaneamente. Se o sangramento for mais agudo, o conselho é usar um tampão nasal, que pode ser feito com um algodão, papel higiênico macio ou lenço de papel. Caso o sangramento não pare, é necessário recorrer ao serviço de saúde. Alguns medicamentos e condições, como a hipertensão, podem piorar os quadros de sangramento.

 

 

 

 

( Portal Brasil)

Vereadores do Rio ouvem representantes de sites de venda na CPI das Bikes

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Empresas de comércio eletrônico podem ajudar a coibir a venda de bicicletas roubadas em portais especializados na intermediação de negócios pela internet, de acordo com representantes das empresas Mercado Livre e OLX, e da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico, ouvidos nesta quinta-feira (2) em sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bikes, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

O presidente da CPI, vereador Jefferson Moura (PSOL), sugeriu que os sites de venda criem um campo para identificar os produtos com nota fiscal e também para fornecer o número de registro da bicicleta, gravado no quadro metálico.

De acordo com ele, isso é necessário para investigar se tem alguma bicicleta roubada sendo anunciada, e para garantia do comprador, a maneira mais prática é ter o número de registro. “É algo que entendemos como factível de ser implementado. Vamos fazer uma sugestão formal da CPI para a câmara técnica e os portais”, disse o vereador.

O objetivo da comissão, instalada no dia 12 de junho, é investigar os frequentes roubos de bicicletas na cidade, principalmente modelos mais caros. Um desses casos levou à morte do médico Jaime Gold, esfaqueado por menores de idade no dia 19 de maio, quando andava de bicicleta na Lagoa Rodrigo de Freitas, e morreu um dia depois.

O gerente de Relações Governamentais do portal Mercado Livre, Murillo Laranjeira, disse que o objetivo é colaborar com as autoridades, e ressalvou que o setor tem condições bastante rígidas de controle, pois as regras são claras. “Ferindo isso, após uma análise a gente faz a remoção do conteúdo”, disse ele. O Mercado Livre é a maior empresa do país no setor de intermediação de vendas pela internet, com 150 transações por minuto, segundo Murillo.

A representante da OLX, Anahi Paloma, enfatizou que a empresa não admite qualquer conteúdo ou prática ilícita em sua plataforma. Os termos da empresa são sérios e qualquer conteúdo denunciado é removido da plataforma, declarou. Segundo ela, a audiência foi positiva para demonstrar que “a internet é o pior lugar para veicular este tipo de anúncio, pois a fiscalização é mais fácil e as autoridades podem entrar em contato com as empresas, que colaboram prontamente”, sustentou Anahi.

A CPI das Bikes realizou pesquisa em sites de vendas na internet e constatou que em apenas 10% dos anúncios de peças era emitida nota fiscal. Na venda de bicicletas completas, o índice subia para apenas 20% das ofertas com nota fiscal.

 

(Fonte:Agência Brasil)

OAB e magistrados dizem que PEC da Maioridade Penal é inconstitucional

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticaram nesta quinta (2) a aprovação da proposta de emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Segundo as entidades, a mudança é inconstitucional.

O presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, informou que pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), caso a emenda seja aprovada pelo Senado, para questionar a validade da norma. Além de discordar da alteração da maioridade, o presidente entende que a matéria não poderia ser votada, por ter sido rejeitada na sessão anterior.

“Constitucionalmente, a matéria rejeitada não pode ser votada no mesmo ano legislativo. A redução da maioridade, que já possuía a inconstitucionalidade material, porque fere uma garantia pétrea fundamental, passa a contar com uma inconstitucionalidade formal, diante deste ferimento ao devido processo legislativo”, avaliou Coêlho.

Em nota, a AMB declarou que a alteração é inconstitucional, por abolir diretos e garantias individuais. A entidade afirma que o Artigo 228 da Constituição não pode ser alterado. O texto da norma diz: “São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos, sujeitos às normas da legislação especial”.

“Esse é mais um retrocesso para a democracia brasileira. O sentimento de todos os operadores do sistema de infância e juventude hoje é de indignação. Buscar a redução da maioridade penal como solução para diminuição da violência juvenil, sem o profundo e importante debate, trará intangíveis danos à sociedade”, declarou a entidade.

A PEC da Maioridade Penal foi aprovada em primeiro turno, por 323 votos a 155 e 2 abstenções, no começo da madrugada de hoje (2), por meio de uma emenda substitutiva, praticamente idêntica ao texto derrubado na terça-feira (30). Diante da aprovação, articulada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentares contrários à aprovação afirmaram que vão recorrer ao STF para suspender a tramitação.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Defensoria Pública do Rio vai recorrer de sentença do assassinato do médico Jaime Gold

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A Defensoria Pública do Rio de Janeiro anunciou hoje (2) que vai recorrer da decisão da Justiça, que impõe ao terceiro menor – acusado pela morte do médico Jaime Gold – o cumprimento de penalidade no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). A sentença da juíza Michelle de Gouvêa Pestana Sampaio, da Vara da Infância e da Juventude da Capital, absolve o segundo menor, assistido pelo defensor público Tadeu Antonio, e também condena o primeiro, defendido pelo advogado Djefferson Amadeus.

Segundo comunicado, o defensor público Fabio Schwartz, que assiste ao terceiro menor acusado de envolvimento no caso, explicou que o próprio Ministério Público pediu a improcedência do pedido, alegando falta de provas. Ele disse que, “a testemunha ocular dos fatos não reconheceu o terceiro menor. Ela reconhece apenas o primeiro, categoricamente”.

O documento diz ainda que ”a medida socioeducativa é de três anos ou até quando o menor completar 21 anos. Mas pode ser revista a cada seis meses”. O primeiro e o terceiro menor estão, temporariamente, sob os cuidados do Degase.

A assessoria do órgão explicou que o cartório do juizado tem que remeter os autos à Defensoria Pública, o que ainda não aconteceu. A partir do recebimento do processo, o defensor público tem dez dias para apelar.

Segundo o advogado do primeiro menor, Djefferson Amadeus, com a decisão da defensoria, de recorrer da decisão, existe grande expectativa de reverter o resultado. “Há muitas contradições no depoimento do frentista [de um posto de gasolina] que foi testemunha. Também não há margem para dúvida de que o menor estava na comunidade de Manguinhos, no momento do crime”, afirma Amadeus.

O médico Jaime Gold foi assassinado na noite de 19 de maio, após ser abordado por dois menores que queriam levar sua bicicleta, na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio. Mesmo sem reagir, o ciclista levou golpes de faca nos braços e na barriga. Jaime foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Motorista de transporte escolar acusado de estupro é preso

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Acusado de estuprar uma menina de 5 anos, o motorista de transporte escolar João Batista de Freitas, 52 anos, foi preso nesta quinta-feira (2) em uma rua perto do conjunto de favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, por policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV). João levava a menina todos os dias para a escola. Há suspeita que ele tenha cometido abuso contra outras crianças.

 

De acordo com a delegada titular da especializada, Cristiana Bento, a mulher de João cuidava da vítima e ele a levava para a escola todos os dias. O criminoso praticava os abusos quando ficava sozinho com a criança. O preso é investigado em outro inquérito por molestar duas meninas e os agentes apuram se houve mais vítimas.

Ainda segundo a delegada, contra João foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelo crime, expedido pelaVara Criminal da Capital.

As penas para o crime de estupro podem  chegar a 15 anos de prisão. Somente este ano, 21 homens suspeitos de abuso sexual foram presos pelos policiais da Decav. Os investigadores pedem que os pais fiquem mais atentos e denunciem mudança de comportamento dos filhos. “Ele é um psicopata e merece prisão. A Polícia Civil não tolera mais esse tipo de crime”, destacou a delegada Cristiana Bento.

O motorista nega as acusações. A mãe da criança de cinco anos esteve na manhã na delegacia e disse que a filha está traumatizada e não quer mais frequentar a escola. “Minha filha tá sem estudar, eu tive que tirar ela da escola. A gente já começou a fazer tratamento psicológico, tanto eu quanto ela. Ela por ter sofrido os abusos e eu por me sentir culpada em ter confiado nesse pedófilo”, lamentou a mãe.

Estelionatário é preso em agência bancária de Duque de Caxias

Policiais da 59ª DP (Duque de Caxias) prenderam, nesta quarta-feira (01/07), Marcelo Hooton Freitas de Araújo, 44 anos. Ele foi capturado em flagrante por tentativa de estelionato no interior de uma agência bancária de Duque de Caxias.

Segundo os agentes, com o criminoso foram apreendidos documentos falsos, cópias de cadastros bancários todos com sua foto. Marcelo se passava por várias pessoas, fazia empréstimos e depois os sacava.

Senado aprova nova Lei de Migração

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado aprovou hoje (2) o projeto que institui a nova Lei de Migração. A norma vai substituir o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980. Aprovado em caráter terminativo, o texto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado recurso para votação pelo plenário do Senado.

De autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o texto muda a interpretação brasileira relacionada ao tratamento dado às pessoas de outros países que queiram viver no Brasil, com a mudança do termo “estrangeiro”, em vigor desde a época da ditadura militar, para “migrante”.

“A matéria passa a ser inserida no contexto da proteção internacional dos direitos humanos mediante a incorporação dos três princípios gerais de direitos humanos: interdependência, universalidade e indivisibilidade”, diz trecho do relatório do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), aprovado pela comissão.

O projeto de lei garante aos imigrantes condição de igualdade com os nacionais, prevê a inviolabilidade do direito a vida, a liberdade, a igualdade, a segurança e a propriedade, além de garantir os direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicos, bem como o direito à liberdade de circulação no território nacional.

O projeto que instituiu a nova Lei de Migração regula a entrada e estada de estrangeiros no Brasil, estabelecendo normas de proteção ao migrante. O texto define “imigrante” como sendo toda pessoa, nacional de outro país ou apátrida, que transite, trabalhe ou resida e se estabeleça temporária ou definitivamente no Brasil, excluindo o turista.

O texto assegura “plenamente” os direitos originários dos povos indígenas e das populações tradicionais, em especial o seu direito à livre circulação nas terras tradicionalmente ocupadas. Pela proposta, a política migratória brasileira será regida também pelo repúdio e prevenção à xenofobia, ao racismo e a qualquer forma de discriminção, pela não criminalização da imigração e não discriminação em razão dos critérios e procedimentos pelos quais a pessoa foi admitida no território nacional.

De acordo com o projeto, a nova lei visa ainda a promoção da entrada regular e da regularização documental, acolhida humanitária, desenvolvimento econômico, turístico, social, cultural, esportivo, científico e tecnológico do Brasil e a garantia do direito à reunião familiar, além da igualdade de tratamento e de oportunidade aos migrantes e seus familiares.

Os migrantes, segundo o projeto, terão acesso igualitário e livre aos serviços, programas e benefícios sociais, bens públicos, educação, assistância, jurídica integral pública, trabalho, moradia, serviço bancário e seguridade social. O projeto de lei estabelece a proteção integral e defesa dos interesses das crianças e adolescentes migrantes, respeito a dispositivos de convenções, tratados e acordos internacionais, proteção dos brasileiros no exterior, promoção do reconhecimento acadêmico e do exercício profissional no Brasil e repúdio a práticas de expulsão ou deportação coletivas.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Procurador estima que ex-diretor da Petrobras tenha movimentado 11 mihões de euros no exterior

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Jorge Zelada, preso hoje (2) na 15° fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), teria recebido valores indevidos em operações na estatal como o aluguel de navios-sonda e fez remessas de dinheiro para a China e transferência de recursos entre a Suíça e Mônaco após o início da Lava Jato. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira, em entrevista na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

“Temos valores e temos indicativos fortes de que havia problema na área de sonda da Petrobras. E movimentação [de recursos] no exterior posterior ao início da Lava Jato com remessas bancárias para a China, o que indica uma continuidade do crime de lavagem de dinheiro que motivou principalmente a prisão”, disse o procurador Carlos Fernando Santos Lima. Segundo ele, também houve transferência de dinheiro da Suíça para Mônaco, o que indicaria o interesse de ocultar valores.

A estimativa é de que foram 11 milhões de euros transferidos entre os países da Europa, segundo o procurador. Carlos Fernando Lima acrescentou que os recursos seriam incompatíveis com a renda do ex-diretor.

Zelada foi citado por delatores presos nas fases anteriores da operação como um dos beneficiários do esquema de corrupção na estatal. O ex-diretor foi preso pela manhã, no Rio de Janeiro, e será transferido para a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. A previsão é que ele chegue na cidade às 14h. Também foram apreendidos documentos na casa de Zelada e na residência da ex-esposa.

O procurador Carlos Fernando Santos Lima disse que a 15° fase da Operação Lava Jato, chamada de Operação Mônaco, marca o encerramento da fase de investigações nas diretorias da Petrobras. No entanto, explicou que as investigações na estatal não estão esgotadas.

“ Depois de um ano e meio dessa fase de investigação cremos que não tem indicativos de maiores desvios em outras diretorias, com outros diretores. Não posso dizer que não vão surgir [novos indícios] porque me surpreendo a cada dia com o nível de provas que conseguimos. Mas o núcleo básico já está bem delineado”, disse o procurador.

O núcleo básico citado por Carlos Fernando Lima é formado por quatro ex-diretores da Petrobras que foram presos: Nestor Cerveró, da área Internacional antecessor de Zelada; Renato Duque, da área de Serviços e Engenharia; Paulo Roberto Costa, da área de Refino e Abastecimento e Jorge Zelada.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados na operação responderão pelos crimes de corrupção, fraude em licitações, desvio de verbas públicas, evasão de divisas e lavagem de dinheiro

(Fonte Agência Brasil)

Saiba como os deputados votaram a proposta para redução da maioridade penal

Na madrugada desta quinta-feira (02), o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a proposta para redução da maioridade penal para crimes hediondos. Ao todo, 323 deputados votaram a favor, 156 contra e dois se abstiveram. Em relação à proposta de redução da maioridade penal, rejeitada na madrugada da quarta-feira (01), 24 deputados que haviam votado contra votaram a favor e três que haviam votado a favor votaram contra. Confira a lista:

Deputados que votaram não ou se abstiveram na primeira votação e que votaram sim na segunda:

– Abel Mesquita Jr. (PDT-RR)

– Celso Maldaner (PMDB-SC)

– Dr. Jorge Silva (PROS-ES)

– Dr. Sinval Malheiros (PV-SP)

– Dulce Miranda (PMDB-TO)

– Eros Biondini (PTB-MG)

– Evair de Melo (PV-ES)

– Expedito Netto (SD-RO)

– Heráclito Fortes (PSB-PI)

– JHC (SD-AL)

– João Paulo Papa (PSDB-SP)

– Kaio Maniçoba (PHS-PE)

– Lindomar Garçon (PMDB-RO)

– Mandetta (DEM-MS)

– Mara Gabrilli (PSDB-SP)

– Marcelo Matos (PDT-RJ)

– Marcos Abrão (PPS-GO)

– Marcos Reategui (PSC-AP)

– Paulo Foletto (PSB-ES)

– Rafael Motta (PROS-RN)

– Subtenente Gonzaga (PDT-MG)

– Tereza Cristina (PSB-MS)

– Valadares Filho (PSB-SE)

– Waldir Maranhão (PP-MA)

Deputados que votaram sim na primeira votação e que votaram não ou se abstiveram na segunda:

– Arnon Bezerra (PTB-CE)

– Marcelo Castro (PMDB-PI)

– Penna (PV-SP)

Deputados que votaram sim na primeira votação e faltaram à segunda:

– Francisco Chapadinha (PSD-PA)

– Francisco Floriano (PR-RJ)

– Genecias Noronha (SD-CE)

– Laercio Oliveira (SD-SE)

– João Carlos Bacelar (PR-BA)

– Mauro Lopes (PMDB-MG)

– Wellington Roberto (PR-PB)

Deputados que faltaram à primeira votação e votaram sim na segunda:

– Cabuçu Borges (PMDB-AP)

– Iracema Portella (PP-PI)

– Irmão Lazaro (PSC-BA)

– Rogério Marinho (PSDB-RN)

– Silas Brasileiro (PMDB- MG)

– Takayama (PSC-PR)

Veja como votou cada deputado:

A FAVOR DA REDUÇÃO

Alberto Fraga (DEM/DF)

Alexandre Leite (DEM/SP)

Carlos Melles (DEM/MG)

Claudio Cajado (DEM/BA)

Efraim Filho (DEM/PB)

Eli Corrêa Filho (DEM/SP)

Elmar Nascimento (DEM/BA)

Felipe Maia (DEM/RN)

Hélio Leite (DEM/PA)

Jorge Tadeu Mudalen (DEM/SP)

José Carlos Aleluia (DEM/BA)

Mandetta (DEM/MS)

Marcelo Aguiar (DEM/SP)

Mendonça Filho (DEM/PE)

Misael Varella (DEM/MG)

Moroni Torgan (DEM/CE)

Onyx Lorenzoni (DEM/RS)

Pauderney Avelino (DEM/AM)

Paulo Azi (DEM/BA)

Rodrigo Maia (DEM/RJ)

Abel Mesquita Jr. (PDT/RR)

Major Olimpio (PDT/SP)

Marcelo Matos (PDT/RJ)

Marcos Rogério (PDT/RO)

Subtenente Gonzaga (PDT/MG)

André Fufuca (PEN/MA)

Junior Marreca (PEN/MA)

Carlos Andrade (PHS/RR)

Kaio Maniçoba (PHS/PE)

Marcelo Aro (PHS/MG)

Alberto Filho (PMDB/MA)

Alceu Moreira (PMDB/RS)

Aníbal Gomes (PMDB/CE)

Baleia Rossi (PMDB/SP)

Cabuçu Borges (PMDB/AP)

Carlos Henrique Gaguim (PMDB/TO)

Carlos Marun (PMDB/MS)

Celso Jacob (PMDB/RJ)

Celso Maldaner (PMDB/SC)

Daniel Vilela (PMDB/GO)

Danilo Forte (PMDB/CE)

Dulce Miranda (PMDB/TO)

Edinho Bez (PMDB/SC)

Edio Lopes (PMDB/RR)

Fabio Reis (PMDB/SE)

Fernando Jordão (PMDB/RJ)

Flaviano Melo (PMDB/AC)

Geraldo Resende (PMDB/MS)

Hermes Parcianello (PMDB/PR)

Hildo Rocha (PMDB/MA)

Hugo Motta (PMDB/PB)

Jéssica Sales (PMDB/AC)

Laudivio Carvalho (PMDB/MG)

Leonardo Picciani (PMDB/RJ)

Leonardo Quintão (PMDB/MG)

Lindomar Garçon (PMDB/RO)

Lucio Mosquini (PMDB/RO)

Lucio Vieira Lima (PMDB/BA)

Manoel Junior (PMDB/PB)

Marcos Rotta (PMDB/AM)

Marquinho Mendes (PMDB/RJ)

Marx Beltrão (PMDB/AL)

Mauro Mariani (PMDB/SC)

Mauro Pereira (PMDB/RS)

Osmar Serraglio (PMDB/PR)

Pedro Chaves (PMDB/GO)

Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC)

Ronaldo Benedet (PMDB/SC)

Roney Nemer (PMDB/DF)

Sergio Souza (PMDB/PR)

Silas Brasileiro (PMDB/MG)

Soraya Santos (PMDB/RJ)

Valdir Colatto (PMDB/SC)

Veneziano Vital do Rêgo (PMDB/PB)

Vitor Valim (PMDB/CE)

Walter Alves (PMDB/RN)

Antônio Jácome (PMN/RN)

Dâmina Pereira (PMN/MG)

Hiran Gonçalves (PMN/RR)

Afonso Hamm (PP/RS)

Arthur Lira (PP/AL)

Beto Rosado (PP/RN)

Cacá Leão (PP/BA)

Covatti Filho (PP/RS)

Dilceu Sperafico (PP/PR)

Dimas Fabiano (PP/MG)

Eduardo da Fonte (PP/PE)

Esperidião Amin (PP/SC)

Ezequiel Fonseca (PP/MT)

Fernando Monteiro (PP/PE)

Guilherme Mussi (PP/SP)

Iracema Portella (PP/PI)

Jair Bolsonaro (PP/RJ)

Jerônimo Goergen (PP/RS)

Jorge Boeira (PP/SC)

José Otávio Germano (PP/RS)

Julio Lopes (PP/RJ)

Lázaro Botelho (PP/TO)

Luis Carlos Heinze (PP/RS)

Luiz Fernando Faria (PP/MG)

Marcelo Belinati (PP/PR)

Marcus Vicente (PP/ES)

Mário Negromonte Jr. (PP/BA)

Missionário José Olimpio (PP/SP)

Nelson Meurer (PP/PR)

Odelmo Leão (PP/MG)

Paulo Maluf (PP/SP)

Renato Molling (PP/RS)

Renzo Braz (PP/MG)

Roberto Balestra (PP/GO)

Roberto Britto (PP/BA)

Ronaldo Carletto (PP/BA)

Sandes Júnior (PP/GO)

Simão Sessim (PP/RJ)

Toninho Pinheiro (PP/MG)

Waldir Maranhão (PP/MA)

Alex Manente (PPS/SP)

Marcos Abrão (PPS/GO)

Moses Rodrigues (PPS/CE)

Sandro Alex (PPS/PR)

Aelton Freitas (PR/MG)

Altineu Côrtes (PR/RJ)

Anderson Ferreira (PR/PE)

Bilac Pinto (PR/MG)

Cabo Sabino (PR/CE)

Capitão Augusto (PR/SP)

Dr. João (PR/RJ)

Giacobo (PR/PR)

Gorete Pereira (PR/CE)

Jorginho Mello (PR/SC)

José Rocha (PR/BA)

Laerte Bessa (PR/DF)

Lincoln Portela (PR/MG)

Lúcio Vale (PR/PA)

Luiz Cláudio (PR/RO)

Luiz Nishimori (PR/PR)

Magda Mofatto (PR/GO)

Marcio Alvino (PR/SP)

Marcos Soares (PR/RJ)

Maurício Quintella Lessa (PR/AL)

Miguel Lombardi (PR/SP)

Milton Monti (PR/SP)

Paulo Feijó (PR/RJ)

Paulo Freire (PR/SP)

Remídio Monai (PR/RR)

Silas Freire (PR/PI)

Tiririca (PR/SP)

Vinicius Gurgel (PR/AP)

Alan Rick (PRB/AC)

André Abdon (PRB/AP)

Antonio Bulhões (PRB/SP)

Beto Mansur (PRB/SP)

Carlos Gomes (PRB/RS)

Celso Russomanno (PRB/SP)

César Halum (PRB/TO)

Cleber Verde (PRB/MA)

Fausto Pinato (PRB/SP)

Jhonatan de Jesus (PRB/RR)

Jony Marcos (PRB/SE)

Marcelo Squassoni (PRB/SP)

Márcio Marinho (PRB/BA)

Roberto Alves (PRB/SP)

Roberto Sales (PRB/RJ)

Ronaldo Martins (PRB/CE)

Rosangela Gomes (PRB/RJ)

Tia Eron (PRB/BA)

Vinicius Carvalho (PRB/SP)

Ademir Camilo (PROS/MG)

Antonio Balhmann (PROS/CE)

Dr. Jorge Silva (PROS/ES)

Rafael Motta (PROS/RN)

Ronaldo Fonseca (PROS/DF)

Valtenir Pereira (PROS/MT)

Juscelino Filho (PRB/MA)

Marcelo Álvaro Antônio (PRB/MG)

Cícero Almeida (PRTB/AL)

Adilton Sachetti (PSB/MT)

Fabio Garcia (PSB/MT)

Gonzaga Patriota (PSB/PE)

Heráclito Fortes (PSB/PI)

José Reinaldo (PSB/MA)

Keiko Ota (PSB/SP)

Luciano Ducci (PSB/PR)

Luiz Lauro Filho (PSB/SP)

Marinaldo Rosendo (PSB/PE)

Pastor Eurico (PSB/PE)

Paulo Foletto (PSB/ES)

Stefano Aguiar (PSB/MG)

Tereza Cristina (PSB/MS)

Valadares Filho (PSB/SE)

Vicentinho Júnior (PSB/TO)

Andre Moura (PSC/SE)

Edmar Arruda (PSC/PR)

Eduardo Bolsonaro (PSC/SP)

Erivelton Santana (PSC/BA)

Gilberto Nascimento (PSC/SP)

Irmão Lazaro (PSC/BA)

Júlia Marinho (PSC/PA)

Marcos Reategui (PSC/AP)

Pr. Marco Feliciano (PSC/SP)

Professor Victório Galli (PSC/MT)

Raquel Muniz (PSC/MG)

Takayama (PSC/PR)

Alexandre Serfiotis (PSD/RJ)

Átila Lins (PSD/AM)

Cesar Souza (PSD/SC)

Danrlei de Deus Hinterholz (PSD/RS)

Delegado Éder Mauro (PSD/PA)

Diego Andrade (PSD/MG)

Evandro Roman (PSD/PR)

Fábio Faria (PSD/RN)

Fábio Mitidieri (PSD/SE)

Felipe Bornier (PSD/RJ)

Goulart (PSD/SP)

Herculano Passos (PSD/SP)

Heuler Cruvinel (PSD/GO)

Indio da Costa (PSD/RJ)

Irajá Abreu (PSD/TO)

Jaime Martins (PSD/MG)

Jefferson Campos (PSD/SP)

João Rodrigues (PSD/SC)

Joaquim Passarinho (PSD/PA)

José Carlos Araújo (PSD/BA)

José Nunes (PSD/BA)

Júlio Cesar (PSD/PI)

Marcos Montes (PSD/MG)

Ricardo Izar (PSD/SP)

Rogério Rosso (PSD/DF)

Rômulo Gouveia (PSD/PB)

Sérgio Brito (PSD/BA)

Sóstenes Cavalcante (PSD/RJ)

Walter Ihoshi (PSD/SP)

Alexandre Baldy (PSDB/GO)

Alfredo Kaefer (PSDB/PR)

Antonio Imbassahy (PSDB/BA)

Arthur Virgílio Bisneto (PSDB/AM)

Bonifácio de Andrada (PSDB/MG)

Bruna Furlan (PSDB/SP)

Bruno Araújo (PSDB/PE)

Bruno Covas (PSDB/SP)

Caio Narcio (PSDB/MG)

Carlos Sampaio (PSDB/SP)

Célio Silveira (PSDB/GO)

Daniel Coelho (PSDB/PE)

Delegado Waldir (PSDB/GO)

Domingos Sávio (PSDB/MG)

Eduardo Cury (PSDB/SP)

Fábio Sousa (PSDB/GO)

Geovania de Sá (PSDB/SC)

Giuseppe Vecci (PSDB/GO)

Izalci (PSDB/DF)

João Campos (PSDB/GO)

João Castelo (PSDB/MA)

João Gualberto (PSDB/BA)

João Paulo Papa (PSDB/SP)

Jutahy Junior (PSDB/BA)

Lobbe Neto (PSDB/SP)

Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR)

Mara Gabrilli (PSDB/SP)

Marco Tebaldi (PSDB/SC)

Marcus Pestana (PSDB/MG)

Mariana Carvalho (PSDB/RO)

Miguel Haddad (PSDB/SP)

Nelson Marchezan Junior (PSDB/RS)

Nilson Leitão (PSDB/MT)

Nilson Pinto (PSDB/PA)

Otavio Leite (PSDB/RJ)

Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG)

Pedro Cunha Lima (PSDB/PB)

Pedro Vilela (PSDB/AL)

Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE)

Ricardo Tripoli (PSDB/SP)

Rocha (PSDB/AC)

Rodrigo de Castro (PSDB/MG)

Rogério Marinho (PSDB/RN)

Rossoni (PSDB/PR)

Samuel Moreira (PSDB/SP)

Shéridan (PSDB/RR)

Silvio Torres (PSDB/SP)

Vanderlei Macris (PSDB/SP)

Vitor Lippi (PSDB/SP)

Aluisio Mendes (PSDC/MA)

Luiz Carlos Ramos (PSDC/RJ)

Weliton Prado (PT/MG)

Adalberto Cavalcanti (PTB/PE)

Adelson Barreto (PTB/SE)

Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP)

Benito Gama (PTB/BA)

Cristiane Brasil (PTB/RJ)

Eros Biondini (PTB/MG)

Jorge Côrte Real (PTB/PE)

Josué Bengtson (PTB/PA)

Jovair Arantes (PTB/GO)

Jozi Rocha (PTB/AP)

Nelson Marquezelli (PTB/SP)

Nilton Capixaba (PTB/RO)

Paes Landim (PTB/PI)

Ricardo Teobaldo (PTB/PE)

Ronaldo Nogueira (PTB/RS)

Sérgio Moraes (PTB/RS)

Walney Rocha (PTB/RJ)

Wilson Filho (PTB/PB)

Zeca Cavalcanti (PTB/PE)

Brunny (PTC/MG)

Luis Tibé (PTdoB/MG)

Pastor Franklin (PTdoB/MG)

Delegado Edson Moreira (PTN/MG)

Renata Abreu (PTN/SP)

Dr. Sinval Malheiros (PV/SP)

Evair de Melo (PV/ES)

Leandre (PV/PR)

Arthur Oliveira Maia (SOLIDARIEDADE/BA)

Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE/PE)

Benjamin Maranhão (SOLIDARIEDADE/PB)

Carlos Manato (SOLIDARIEDADE/ES)

Elizeu Dionizio (SOLIDARIEDADE/MS)

Expedito Netto (SOLIDARIEDADE/RO)

Ezequiel Teixeira (SOLIDARIEDADE/RJ)

Fernando Francischini (SOLIDARIEDADE/PR)

JHC (SOLIDARIEDADE/AL)

Lucas Vergilio (SOLIDARIEDADE/GO)

Paulo Pereira da Silva (SOLIDARIEDADE/SP)

Zé Silva (SOLIDARIEDADE/MG)

CONTRA A REDUÇÃO

Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM/TO)

Aliel Machado (PCdoB/PR)

Carlos Eduardo Cadoca (PCdoB/PE)

Chico Lopes (PCdoB/CE)

Daniel Almeida (PCdoB/BA)

Davidson Magalhães (PCdoB/BA)

Jandira Feghali (PCdoB/RJ)

Jô Moraes (PCdoB/MG)

João Derly (PCdoB/RS)

Luciana Santos (PCdoB/PE)

Orlando Silva (PCdoB/SP)

Rubens Pereira Júnior (PCdoB/MA)

Wadson Ribeiro (PCdoB/MG)

Afonso Motta (PDT/RS)

André Figueiredo (PDT/CE)

Dagoberto (PDT/MS)

Damião Feliciano (PDT/PB)

Félix Mendonça Júnior (PDT/BA)

Flávia Morais (PDT/GO)

Giovani Cherini (PDT/RS)

Mário Heringer (PDT/MG)

Pompeo de Mattos (PDT/RS)

Roberto Góes (PDT/AP)

Ronaldo Lessa (PDT/AL)

Sergio Vidigal (PDT/ES)

Weverton Rocha (PDT/MA)

Wolney Queiroz (PDT/PE)

Adail Carneiro (PHS/CE)

Diego Garcia (PHS/PR)

Carlos Bezerra (PMDB/MT)

Celso Pansera (PMDB/RJ)

Darcísio Perondi (PMDB/RS)

Elcione Barbalho (PMDB/PA)

Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE)

João Arruda (PMDB/PR)

João Marcelo Souza (PMDB/MA)

José Fogaça (PMDB/RS)

Josi Nunes (PMDB/TO)

Lelo Coimbra (PMDB/ES)

Marinha Raupp (PMDB/RO)

Osmar Terra (PMDB/RS)

Saraiva Felipe (PMDB/MG)

Simone Morgado (PMDB/PA)

Washington Reis (PMDB/RJ)

Conceição Sampaio (PP/AM)

Ricardo Barros (PP/PR)

Arnaldo Jordy (PPS/PA)

Carmen Zanotto (PPS/SC)

Eliziane Gama (PPS/MA)

Hissa Abrahão (PPS/AM)

Raul Jungmann (PPS/PE)

Roberto Freire (PPS/SP)

Rubens Bueno (PPS/PR)

Clarissa Garotinho (PR/RJ)

Zenaide Maia (PR/RN)

Beto Salame (PROS/PA)

Givaldo Carimbão (PROS/AL)

Hugo Leal (PROS/RJ)

Leônidas Cristino (PROS/CE)

Miro Teixeira (PROS/RJ)

Átila Lira (PSB/PI)

Bebeto (PSB/BA)

César Messias (PSB/AC)

Fernando Coelho Filho (PSB/PE)

Flavinho (PSB/SP)

Glauber Braga (PSB/RJ)

Heitor Schuch (PSB/RS)

Janete Capiberibe (PSB/AP)

João Fernando Coutinho (PSB/PE)

Jose Stédile (PSB/RS)

Leopoldo Meyer (PSB/PR)

Luiza Erundina (PSB/SP)

Maria Helena (PSB/RR)

Tadeu Alencar (PSB/PE)

Tenente Lúcio (PSB/MG)

Silvio Costa (PSC/PE)

Fernando Torres (PSD/BA)

Paulo Magalhães (PSD/BA)

Betinho Gomes (PSDB/PE)

Eduardo Barbosa (PSDB/MG)

Max Filho (PSDB/ES)

Adelmo Carneiro Leão (PT/MG)

Afonso Florence (PT/BA)

Alessandro Molon (PT/RJ)

Ana Perugini (PT/SP)

Andres Sanchez (PT/SP)

Angelim (PT/AC)

Arlindo Chinaglia (PT/SP)

Assis do Couto (PT/PR)

Benedita da Silva (PT/RJ)

Beto Faro (PT/PA)

Bohn Gass (PT/RS)

Caetano (PT/BA)

Carlos Zarattini (PT/SP)

Chico D Angelo (PT/RJ)

Décio Lima (PT/SC)

Enio Verri (PT/PR)

Erika Kokay (PT/DF)

Fernando Marroni (PT/RS)

Gabriel Guimarães (PT/MG)

Givaldo Vieira (PT/ES)

Helder Salomão (PT/ES)

Henrique Fontana (PT/RS)

João Daniel (PT/SE)

Jorge Solla (PT/BA)

José Airton Cirilo (PT/CE)

José Guimarães (PT/CE)

José Mentor (PT/SP)

Leo de Brito (PT/AC)

Leonardo Monteiro (PT/MG)

Luiz Couto (PT/PB)

Luiz Sérgio (PT/RJ)

Luizianne Lins (PT/CE)

Marco Maia (PT/RS)

Marcon (PT/RS)

Margarida Salomão (PT/MG)

Maria do Rosário (PT/RS)

Moema Gramacho (PT/BA)

Nilto Tatto (PT/SP)

Odorico Monteiro (PT/CE)

Padre João (PT/MG)

Paulão (PT/AL)

Paulo Pimenta (PT/RS)

Paulo Teixeira (PT/SP)

Pedro Uczai (PT/SC)

Professora Marcivania (PT/AP)

Reginaldo Lopes (PT/MG)

Rubens Otoni (PT/GO)

Ságuas Moraes (PT/MT)

Sibá Machado (PT/AC)

Valmir Assunção (PT/BA)

Valmir Prascidelli (PT/SP)

Vicente Candido (PT/SP)

Vicentinho (PT/SP)

Wadih Damous (PT/RJ)

Waldenor Pereira (PT/BA)

Zé Carlos (PT/MA)

Zé Geraldo (PT/PA)

Zeca Dirceu (PT/PR)

Alex Canziani (PTB/PR)

Antonio Brito (PTB/BA)

Arnon Bezerra (PTB/CE)

Luiz Carlos Busato (PTB/RS)

Pedro Fernandes (PTB/MA)

Uldurico Junior (PTC/BA)

Bacelar (PTN/BA)

Christiane de Souza Yared (PTN/PR)

Evandro Gussi (PV/SP)

Fábio Ramalho (PV/MG)

Penna (PV/SP)

Sarney Filho (PV/MA)

Cabo Daciolo (S. Part./RJ)

Augusto Carvalho (SOLIDARIEDADE/DF)

Aureo (SOLIDARIEDADE/RJ)

José Maia Filho (SOLIDARIEDADE/PI)

ABSTENÇÃO

Marcelo Castro (PMDB/PI)

Júlio Delgado (PSB/MG)

OBSTRUÇÃO

Chico Alencar (PSOL/RJ)

Edmilson Rodrigues (PSOL/PA)

Ivan Valente (PSOL/SP)

Jean Wyllys (PSOL/RJ)

PRESIDIU A SESSÃO E NÃO PODE VOTAR

Eduardo Cunha(PMDB/RJ)