No entanto, em 2017, o caso mudou com o depoimento de uma testemunha ao delegado da distrital. revelou que os dois entraram todos ensaguentados na casa dela e pediu para guardar uma camiseta suja de sangue. “Essa pessoa revelou que os dois entraram ensaguentados na sua casa e pediram para ela guardar uma camiseta suja de sangue”, diz Cavalcante.
A testemunha disse que a jovem foi esquartejada e jogada no rio daquele município. Ela narrou também que as roupas usadas por Jennefer foram guardadas numa geladeira velha.
O delegado foi transferido durante dois anos e nesse período depoimentos foram colhidos. “Quando voltei para a distrital neste ano avancei nas investigações. Achei que tinha elementos suficientes para indiciar os dois por homicídio”, afirma.
O relato da testemunha ainda não está provado nos autos, segundo o delegado, porque o corpo não foi encontrado. “Acredito que avançaremos agora nas investigações com os os dois presos, já que as pessoas tinham medo de contar suas versões porque um deles é policial militar”, explica Cavalcante.
Em nota, a Polícia Militar informou que um policial foi preso nesta quinta-feira, em Rio das Ostras, sendo ouvido na 128ª DP e na 6ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar. Ele foi preso na Unidade Prisional da PM.
O ex-companheiro de Jennefer vai ser encaminhado para um presídio de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

