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Aluno da Unicamp anuncia massacre em pichações

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo, apura pichações racistas e com apologia à violência no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) e no Instituto de Geociências (IG). Os atos ocorreram às 21h de terça-feira (14) durante o expediente.

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Com caneta do tipo marcador permanente, foram pichadas suásticas e citações ameaçadoras como “vai ter massacre, Columbine”, “poder branco” e “chacina”.

As frases foram vistas sobre mesas, computadores, paredes e em vasos sanitários da Biblioteca Antonio Cândido, do IEL, e no banheiro masculino do IG.

O IEL informou que a imagens do circuito interno de câmeras flagraram o rosto do autor e que será feita análise para identificá-lo. A biblioteca ficou fechada ontem (15) para perícia e reabriu hoje (16) pela manhã.

Massacre da escola secundária de columbine.

O massacre da escola secundária de columbine foi um assassinato em massa que teve lugar no dia 20 de abril de 1999 nas instalações do columbine high school, em columbine, colorado, 1 2 perto de denver e littleton. Morreram um total de 15 pessoas e 24 ficaram feridas, sendo a pior matança em um centro de educação secundária na história dos Estados Unidos e a quinta pior massacre em um centro educativo nos EUA.

Os autores da matança foram Eric Harris e dylan klebold, dois alunos do centro que se suicidaram após o tiroteio. Parece que o harris tinha desenvolvido uma psicopatia, enquanto klebold sofria de uma profunda depressão.

O adolescente de 14 anos que matou dois colegas nesta sexta-feira (

20/10/2017 ) dentro de uma sala de aula em Goiânia afirmou, em depoimento à polícia, que se inspirou nos tiroteios de Columbine, nos Estados Unidos, e de Realengo, no Rio de Janeiro

A Reitoria da Unicamp condenou com veemência os atos de vandalismo.

“Mais graves do que os danos causados ao patrimônio público são o simbolismo dos desenhos e o teor das mensagens, totalmente incompatíveis com os valores da Unicamp e absolutamente inaceitáveis no âmbito de uma comunidade acadêmica que preza a democracia, a paz e a diversidade”, disse.

A universidade abriu sindicância e registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil. Se o autor for aluno da Unicamp, poderá ser processado internamente e sofrer penalidades como expulsão da universidade.

(Com informações da Agência Brasil)