
Cerca de 1,3 mil presos que deixaram as cadeias do Rio de Janeiro com tornozeleira eletrônica estão nas ruas sem monitoramento. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o serviço foi interrompido em razão das dívidas do governo com a empresa responsável pelos equipamentos. Um dos presos nesta condição é suspeito de ter assassinado a ex-mulher a facadas.
Além das tornozeleiras estarem inoperantes, mais de 1,2 mil presos passaram a cumprir prisão domiciliar sem o equipamento por determinação da Justiça. Novas tornozeleiras deixaram de ser entregues ao estado também por falta de pagamento à empresa fornecedora.
A Seap afirmou que “vem se esforçando para cumprir o seu compromisso junto aos fornecedores e restabelecer o mais rapidamente possível o serviço prestado”, mas não há um prazo para que o serviço seja restabelecido.