
A jovem vítima de estupro coletivo e sua família ingressaram no Programa de Proteção à Criança e Adolescente Ameaçados de Morte, do governo federal. A adolescente vinha sofrendo ameaças e desde sexta-feira (27) estava sob acompanhamento de escolta da Polícia Militar.
Depois que ela ingressa no programa de proteção, nenhuma autoridade é informada da localização da vítima, que pode inclusive deixar o Estado do Rio de Janeiro. A adolescente pode, inclusive, ter sua identidade mudada. A jovem já havia apagado suas contas nas redes sociais.
Em contrapartida várias contas falsas foram criadas nas redes sociais com o nome da vítima .
Uma conta no Twitter foi criada para, justificar o crime. Foram postadas fotos de uma menina segurando armas.

