Noticias

Aécio e Alckmin foram hostilizados em manifestação “bundões” e “oportunistas”

594991-600x600-1

O governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves (MG), ambos do PSDB, foram hostilizados no ato pró-impeachment ocorrido neste domingo (13) na avenida Paulista. A participação de Alckmin e Aécio durou 32 minutos.

Ao chegar, numa van, nos fundos do Masp,Alckmin e Aécio Neves  foram recebidos por xingamentos, como “bundões” e “oportunistas”.

Para encobrir esses gritos, um grupo de tucanos puxou o coro de “fora Dilma”.

Aécio, Alckmin seguiram para o caminhão do MBL. A caminhada para Aécio e Alckmin foi marcada por gritos de “fora”.

Aécio se mostrou constrangido quando, ao chegar à tenda do MBL, ao cumprimentar manifestantes:

“Ladrão. Você também é ladrão. Você sabe que também é ladrão”, disse um rapaz, enquanto Aécio lhe apertava a mão.

Aécio recuou, conversou com Alckmin e decidiu ir embora, em meio a aplausos e gritos de “fora”.

Em nota, o PSDB disse estar ‘satisfeito’ com a recepção dos manifestantes na avenida Paulista e afirmou que não estavam previstos discursos de Alckmin, Aécio, Aloysio Nunes e dos demais políticos do partido.*

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA

O governador Geraldo Alckmin, os senadores Aécio Neves e Aloysio Nunes e demais políticos do PSDB ficaram extremamente satisfeitos com a recepção da população que compareceu na Avenida Paulista, neste domingo (13). Eles foram convidados por movimentos sociais e entidades.

Nunca estiverem previstos discursos de qualquer um deles. É, portanto, mentirosa e equivocada a informação que eles desistiram de suas falas.

A manifestação é o maior ato político já registrado na cidade, superando inclusive o principal ato pelas Diretas Já, em 1984. Segundo o Datafolha, em contagem parcial, cerca de 450 mil pessoas estavam presentes às 16h na região da av.Paulista. O número definitivo ainda não foi divulgado.