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Governo do Brasil pagou R$ 6 mil de diária para usar Fuleco na Copa do Mundo

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O Fuleco, aquele tatu-bola que virou mascote da Fifa, tinha um salário de craque nas ações de marketing pagas pela Apex, agência de promoção do comércio exterior ligada ao Ministério do Desenvolvimento. Cada diária do mascote, incluindo a pessoa responsável por se fantasiar de Fuleco, custou R$ 6 mil à agência – se fosse um salário, seria de R$ 180 mil.

O Fuleco tinha a tarefa de receber empresários nos hotéis reservados para os parceiros comerciais. A Apex contratou uma agência de marketing, ao custo de R$ 5 milhões, para realizar as ações especiais para o evento. Só com brindes foi gasto R$ 1 milhão, sem contar a distribuição de ingressos e hospedagem.

Além do Fuleco a R$ 6 mil por dia, a lista de brindes inclui mochilas, miniaturas de estádios e até carregadores de celular – tudo como forma de agradar os empresários estrangeiros e tentar convencê-los a fazer negócios.  Só com malas e mochilas foram gastos quase meio milhão de reais.