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Operação Lei Seca conscientiza foliões em blocos de carnaval

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Ao som de marchinhas de carnaval, cerca de 30 agentes da Operação Lei Seca (OLS), da Secretaria de Governo, realizaram, no sábado (14/02), uma ação de conscientização no bloco Empolga às 9, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Para alertar os foliões sobre os riscos de se misturar álcool e direção, foram distribuídos adesivos com o tradicional slogan da operação e também ventarolas estampadas com a ilustração do Soprinho – personagem das histórias em quadrinhos da OLS – feita pelo desenhista Daniel Azulay. Além disso, seis agentes fantasiados de homem-balão ajudavam a atrair a atenção do público, reforçando a ação educativa.

– A OLS se faz presente no carnaval de rua, levando a mensagem de diversão e lazer, mas, ao mesmo tempo, lembrando as pessoas de que a volta pra casa deve ser segura, sem misturar álcool e direção. Essa é a essência da ação, sensibilizando as pessoas sobre a importância de se preservar vida e de ter um trânsito mais seguro. Interagir com as pessoas na rua, em um momento de festa, é uma forma interessante de transmitir a mensagem da operação, contribuindo para a mudança de cultura – afirmou o comandante geral da OLS, coronel Marco Andrade.

Morador do bairro do Grajaú, João Casanova, de 23 anos, elogiou a iniciativa estadual por alertar as pessoas sobre os perigos de se dirigir sob o efeito de bebida alcoólica.

– É muito importante lembrar as pessoas sobre os acidentes que podem ocorrer quando se dirige após ingerir bebidas alcoólicas. Muitas pessoas vêm se divertir no carnaval, bebem e voltam pra casa dirigindo automóveis, o que coloca em risco a vida de muitas pessoas. O legal desse tipo de campanha é que transmite a mensagem de segurança de uma forma descontraída – disse o advogado.

A estudante de contabilidade Paula Chaves, de 21 anos, também apoiou a ação educativa.

– É uma campanha muito válida, porque as pessoas se divertem e se conscientizam sobre a importância de não assumir o volante após beber. Isso é um erro grave, que pode custar vidas e não há como voltar atrás. Por isso, eu mesmo vou voltar pra casa de táxi após o bloco, porque não gosto de correr riscos – disse a carioca, que mora no Catete.

A mineira Ana Cecília Pancotti, de 21 anos, destacou a importância da integração entre os agentes da operação da Secretaria de Governo e os foliões.

– A Operação Lei Seca é necessária e ajuda a salvar vidas. A integração dos agentes e o público é muito interessante, porque transmite uma mensagem boa e de forma simples e marcante. Sou a favor desse tipo de campanha, porque os riscos são reais. Seis amigos meus já se envolveram em acidentes de carro após dirigirem alcoolizados, e se tivessem se conscientizado dos riscos, isso não teria acontecido – disse Ana, que é natural da cidade de Muriaé.

Outra foliã que fez questão de prestigiar a ação da foi a universitária Amanda Sivieri, de 25 anos, que saiu desfilando pelo bloco vestida de noiva e segurando uma ventarola da OLS.

– É um lembrete de que a gente não pode bobear. No carnaval,a gente se diverte, mas não pode perder a responsabilidade. Álcool e direção não combinam – concluiu a jovem.

Ao longo de todo o Carnaval – até terça-feira, dia 17/02 – todos os 250 agentes da OLS vão atuar nas ações de fiscalização e de conscientização. No total, serão realizadas 75 blitzes no período, inclusive diurnas, nas saídas das praias e no interior do estado. As equipes de conscientização marcarão presença em 30 eventos carnavalescos, entre blocos e desfiles do Sambódromo, até o final do feriadão.