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Hospitais e UPAS do Estado do Rio funcionam normalmente no Réveillon

Os hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Estado terão funcionamento normal durante o feriado de Ano Novo. A escala de plantão dos médicos de cada unidade pode ser verificada no site da Secretaria de Saúde (www.saude.rj.gov.br). Vale lembrar que as unidades de Pronto Atendimento só atendem casos de urgência e emergência de baixa complexidade, por isso os médicos que atuam nas unidades são clínicos gerais e pediatras, não havendo profissionais de outras especialidades.

Medicamentos e exames

A Rio Farmes, central de medicamentos especializados da Secretaria de Saúde, permanecerá fechada neste dia 31 de dezembro e reabre no dia 5 de janeiro de 2015, em horário normal. Como a entrega de todos os medicamentos é previamente agendada com os pacientes, a Rio Farmes preparou um esquema especial de agendamentos no mês de dezembro para que nenhuma pessoa ficasse sem o remédio que recebe na unidade.

Já o Centro de Diagnóstico por Imagem do Governo do Estado – o Rio Imagem – não funcionará nos dias 31 de dezembro de 2014 e 1º de janeiro de 2015, porém, funciona normalmente no dia 2 de janeiro, apesar dos pontos facultativos.

O Instituto Vital Brazil informa que as unidades do Programa Farmácia Popular do Estado funcionam até meio-dia neste dia 31 de dezembro (exceto a unidade de Copacabana, que estará fechada). No dia 1º, as unidades não funcionam e entre os dias 2 e 9 de janeiro, as farmácias estarão abertas apenas para a retirada dos cartões Cuidados Especiais pelos beneficiários.

Unidades móveis

Os serviços de tomografia computadorizada, ressonância magnética e mamografia e ultrassonografia móveis também entram em recesso nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. Atualmente, os equipamentos de tomografia computadorizada encontram-se em Mesquita, na Baixada Fluminense, e em Miguel Pereira. A ressonância magnética está em Volta Redonda e o Mamógrafo Móvel, em Saquarema.

Ponto biométrico

Desde 2009, a Secretaria de Saúde instituiu o ponto biométrico para monitorar a falta de funcionários nos plantões de hospitais e UPAs da rede estadual. A aferição vem reduzindo o número de faltas e melhorando a transparência para a população. Quando o sistema começou a ser implantado, havia registro de até 45% de faltosos. Hoje a média é de 12% nas UPAs e 0,5% nos hospitais da rede estadual.

Todas as faltas ou atrasos devem ser justificados às coordenações das unidades, que podem determinar punições administrativas aos profissionais. Os casos recorrentes são encaminhados também ao Conselho Regional de Medicina (Cremerj) para as devidas punições à conduta profissional.