Uma operação conjunta da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com apoio de policiais civis, interditou nesta sexta-feira (12/12) diversos estabelecimentos em Copacabana, Zona Sul da cidade, que vendiam e compravam ouro irregularmente. No total, foram interditados 11 locais – cinco por falta de alvará de funcionamento e outros seis que atuavam em desacordo com a atividade econômica que constava na licença.
Os estabelecimentos interditados por falta de alvará foram os seguintes: Pisson Jóias (Rua Santa Clara, 75, loja 506); Peralta Jóias (Rua Santa Clara, 33, loja F), Bebeto Jóias (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 581, loja 231); e Larissa Jóias (Rua Barata Ribeiro, 402). A fiscalização também fechou uma ourivesaria (oficina para fundir e vender ouro) sem alvará na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 435, sala 208.
Já os locais onde foram afixados autos de interdição por atuarem em desacordo com a atividade econômica que constava no alvará são: Energer Comércio de Artes e Jóias (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 610, Box 4, loja I), Sigma Jóias (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 647, loja 503), Lindolfo Jóias (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 581, Box 15), Daniela Jóias (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 435, loja O), Dany Jóias (Rua Siqueira Campos, 30, sala 407) e Santa Clara Jóias (Rua Santa Clara, 50). No último local, também foi encontrada uma oficina para fundir ouro, além de um botijão de gás, um maçarico e um cilindro de oxigênio armazenados de maneira irregular. O responsável também recebeu um TAC da Vigilância Sanitária por falta de condições de trabalho.
– O objetivo da ação foi interditar locais sem alvará, ou em desacordo com a licença, que vendiam e compravam ouro de procedência duvidosa, estimulando pessoas que cometem atos ilícitos como roubos e furtos de cordões e anéis a ganharem dinheiro comercializando produtos roubados para estes estabelecimentos – disse o subsecretário de Ordem Pública, Marcelo Maywald.
Além disso, a Divisão de Saúde do Trabalho da Vigilância Sanitária, que deu apoio à operação, encontrou trabalhadores em situação degradante de contato direto com diversos componentes químicos como ácido sulfúrico, hidróxido de amônia e querosene, que também são inflamáveis e estavam armazenados inadequadamente. O responsável pelo local recebeu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) e será multado por falta de condições de trabalho.
Participaram da ação agentes da Seop, guardas municipais, policiais militares da 12ª DP de Copacabana e fiscais da Vigilância Sanitária.