
Os hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Secretaria de Saúde terão funcionamento normal durante os feriados de Tiradentes (21/04) e de São Jorge (23/04). A escala de plantão dos médicos de cada unidade pode ser verificada no site do órgão (www.saude.rj.gov.br). Vale lembrar que as UPAs só atendem casos de urgência e emergência de baixa complexidade, por isso os médicos que atuam nas unidades são clínicos gerais e pediatras, não havendo profissionais de outras especialidades.
Medicamentos e exames – A Rio Farmes, central de medicamentos especializados da Secretaria de Saúde, só reabre na quinta-feira (24/04), em horário normal. Como a entrega de todos os medicamentos é previamente agendada com os pacientes, a Rio Farmes preparou um esquema especial de agendamentos para que nenhuma pessoa fique sem o remédio que recebe na unidade.
Centro de Diagnóstico por Imagem do Governo do Estado – O Rio Imagem funciona normalmente nos dias 21/04 e 23/04 para a realização de radiografia, tomografia, ressonância magnética e mamografia. Nestes dias, os exames de ultrassonografia e ecografia vascular estão marcados até às 13h. Na terça-feira (22/04), o funcionamento da unidade é normal.
Farmácias Populares – O Instituto Vital Brazil informa que as unidades do Programa Farmácia Popular reabrirão na terça-feira (22/04). Elas fecham no Feriado de São Jorge (23/04) e retomam o atendimento normal na quinta-feira (24/04).
Unidades móveis – Os serviços móveis de imagem voltam a funcionar na terça-feira (22/04). No dias 23/04, as unidades móveis atendem até às 15h. No momento, o tomógrafo móvel está instalado em Magé e a ressonância móvel está em Rio das Ostras. Já o mamógrafo móvel está instalado em Três Rios.
Ponto biométrico – Desde 2009, a Secretaria de Saúde instituiu o ponto biométrico para monitorar a falta de funcionários nos plantões de hospitais e UPAs da rede estadual. A aferição vem reduzindo o número de faltas e melhorando a transparência para a população, que pode cobrar da Secretaria e também do profissional a sua presença nas unidades de saúde. Quando o sistema começou a ser implantado havia registro de até 45% de faltosos, hoje a média é de 12% nas UPAs e 0,5% nos hospitais da rede estadual.
Todas as faltas ou atrasos devem ser justificados às coordenações das unidades, que podem determinar punições administrativas aos profissionais. Os casos recorrentes são encaminhados também ao Conselho Regional de Medicina (Cremerj) para as devidas punições à conduta profissional.