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Invasores do prédio da Oi entraram em conflito com a Guarda Municipal do Rio

Centenas de manifestantes retirados do prédio da Oi na última sexta-feira (11), no Engenho Novo, onde acamparam nesse mesmo dia à tarde, em frente ao prédio da prefeitura, na Cidade Nova, entraram em confronto há pouco com a Guarda Municipal do Rio, quando ocuparam por alguns minutos uma das pistas da Avenida Presidente Vargas.

Os manifestantes estenderam uma grande bandeira preta na pista e interditaram o trânsito em direção à Candelária, quando homens da Guarda Municipal munidos de cassetes e escudos intervieram e foram recebidos a pedradas e garrafas de água pelos manifestantes. Os guardas usaram cassetetes e houve muita confusão e correria, apesar dos organizadores pedirem a todo momento, do alto de carros de som, para que não houvesse reação, porque haviam muitas crianças e idosos presentes.

Para liberar a pista, os guardas municipais usaram bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes para dispersar a multidão. Depois do enfrentamento os manifestantes recuaram para a frente do Centro Administrativo da prefeitura, na Cidade Nova, onde permanecem acampados, reivindicando moradia.

Os guardas municipais fizeram uma barreira humana para impedir que a Avenida Presidente Vargas fosse novamente fechada, mas como a situação acalmou, eles desfizeram o cordão de isolamento.

Parte dos manifestantes retirados do prédio da Oi na última sexta-feira (11), no Engenho Novo, entrou em confronto com a Guarda Municipal no fim da manhã de hoje (14), em frente à Prefeitura do Rio. Os manifestantes estão acampados na calçada do prédio. Eles reivindicam direito à moradia.

O confronto começou quando manifestantes ocuparam uma pista da Avenida Presidente Vargas, uma das principais vias de acesso ao centro do Rio. Guardas usaram cassetetes e escudos para dispersá-los. Houve correria. Garrafas e pedras foram jogadas.

Os manifestantes haviam estendido uma grande bandeira preta na pista e interditado o trânsito, mas recuaram para o prédio da prefeitura quando a ação começou. Apesar de os organizadores pedirem a todo momento, com carro de som, para que não houvesse arremesso de pedras, muitas pedras e pedaços de cimento foram jogados contra os agentes da prefeitura, que reagiram jogando bombas de gás lacrimogêneo.

Os guardas municipais fizeram uma barreira humana para impedir que a Avenida Presidente Vargas fosse novamente fechada, mas como a situação acalmou, eles desfizeram o cordão de isolamento.

(Agência Brasil)