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Justiça arquiva processo contra ator e estudante de psicologia preso por engano

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A Justiça do Rio determinou nesta terça-feira o arquivamento do inquérito contra ator e vendedor e estudante de psicologia Vinícius Romão de Souza, de 26 anos, que ficou preso por 16 dias depois de ter sido confundido com um ladrão. A decisão judicial acolheu parecer do Ministério Público Estadual, que fundamentou o arquivamento do caso após Dalva Moreira da Costa admitir ter errado ao reconhecer o jovem como o assaltante.Vinícius Romão foi preso no dia 10 de fevereiro, no Méier, Zona Norte do Rio, horas depois do assalto. O jovem voltava para casa quando foi abordado e preso por um policial civil. A vítima, que estava com o agente, reconheceu o ator como o ladrão. Dias depois, ela voltou atrás no depoimento. O ator foi libertado no dia 26 de fevereiro da Casa de Detenção Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Durante o período que ficou preso, Romão dividiu a cela com 14 presos acusados de tráfico e de espancar mulheres e dormiu no chão, porque a cela em que ficou tinha apenas seis camas.

Na última sexta-feira, a polícia prendeu Dione Mariano da Silva, acusado de ser o verdadeiro autor do crime pelo qual Romão foi preso por engano

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