Servidores das 14 unidades que funcionam no estado aderiram à greve das instituições de ensino federais, interrompendo as atividades. A paralisação causa grande preocupação em familiares e estudantes matriculados nos ensinos Fundamental e Médio, que temem prejuízos no ano letivo.A paralisação dos servidores do Pedro II começou na véspera do feriado escolar para a Rio+20, e poucos professores continuam dando aula.
Além do Pedro II aderiram à greve nacional 11 unidades do Cefeteq. Em todo o País, a paralisação atinge 178 campi de educação básica, técnica e tecnológica. Servidores querem reajuste de 22,8%, revisão do plano de carreira e abertura de concurso público, o que não é feito desde 2009.
Dos 1.179 docentes do Pedro II, só 928 são efetivos. Um a cada cinco professores do colégio são temporários. “As vezes, o contrato acaba no meio do ano e o professor sai durante o ano letivo”, diz o professor Albano Teixeira.