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Protesto do Sepe interditava a Avenida Rio Branco

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Protesto do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) interditava a Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, por volta das 16h desta segunda-feira (24/02). Funcionários da rede municipal e estadual reivindicam que um terço da jornada de trabalho seja destinada para atividades extraclasse, o que é lei, segundo a categoria. Os professores realizaram paralisação nesta segunda.

“A gente precisa desse planejamento extraclasse para corrigir provas, planejar a aula. A paralisação é uma maneira de pressionar o estado e o município”, disse a coordenadora geral do Sepe, Marta Moraes.

O Sepe aguarda uma reunião entre a prefeitura e governo com os grupos de trabalho, organizados após os protestos pela melhoria dos planos de cargos e salários em 2013, para adotar novas medidas. Uma assembleia foi marcada para o dia 15 de março e uma nova greve não esta descartada.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) disse que lamenta a paralisação marcada pelo sindicato para esta , apenas 20 dias depois do início do ano letivo.

Segundo a Seeduc, 135 servidores, de um total de 91 mil, faltaram ao trabalho. A nota afirmava que a greve é inoportuna, já que os sindicatos estão em negociação com a secretaria. Inclusive, no último dia 13, o  secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia, recebeu representantes da União dos Professores Públicos do Estado (Uppes) e do Sepe que compõem o Grupo de Trabalho, formado a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), para dar continuidade aos debates sobre as principais reivindicações. Os maiores prejudicados com uma paralisação nesse momento são os alunos da rede pública.

Este é o primeiro protesto do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educaçao (Sepe) em 2014, após uma série de atos em 2013.

Fonte: G1