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Tribunal de Justiça permite que professores municipais em greve sofram corte no salário

Nesta quarta feira (25/09), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) cassou uma liminar que impedia o ponto de corte dos profissionais municipais de educação. A partir de agora, os professores terão os seus salários descontados pelos dias não trabalhados. A decisão foi tomada pela desembargadora Geórgia de Carvalho Lima.

A greve teve início no dia 8 de agosto e os profissionais decidiram encerrá-la no último dia 10, mas pelo fato de a Prefeitura não ter cumprido com o acordo, retomaram a greve dez dias mais tarde.

Uma comissão de diretores do Sindicato Estadual de Profissionais da Educação (Sepe-RJ) e representantes de escolas municipais estão em frente ao Palácio da Cidade, em Botafogo, zona sul, e exigem ser recebidos pelo prefeito Eduardo Paes e vereadores. Eles querem discutir a proposta de Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) feita pela Prefeitura, que está na pauta de votação da Câmara de Vereadores, em cárater de urgência, para ser votado.

Mais cedo, os diretores do Sepe compareceram à Câmara para serem atendidos pelo líder do governo na casa, Luiz Antonio Guaraná, mas ele não compareceu à reunião. O vereador já tinha faltado o mesmo compromisso na terça.

Ontem (24), Paes se reuniu com vereadores da base aliada, que apresentaram 17 emendas ao Plano de Cargos dos servidores da Educação, enviado no dia 17 de setembro à Câmara Municipal.

No encontro ficou decidido que a Prefeitura vai dar uma gratificação aos servidores que aumentarem seu nível de escolaridade e equiparar o valor da hora-aula.

Rede estadual

A Secretaria estadual de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc) informou nessa terça que também irá descontar o salário dos professores estaduais que aderiram à greve.

Fonte: Agência Brasil