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Dólar cai e fecha o dia em R$ 2,28

 

O dólar encerrou a semana em queda após cinco altas consecutivas. A moeda norte-americana fechou em R$ 2,288 hoje (2), com recuo de 0,61% em relação ao encerramento ontem (1°). Nessa quinta-feira, a moeda havia ultrapassado R$ 2,30 pela primeira vez desde 31 de março de 2009, fechando cotada em R$ 2,302.

As oscilações do dólar são causadas pelo temor dos investidores de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) retire os estímulos monetários à economia dos Estados Unidos por entender que ela não necessita mais de suporte. Nesta sexta-feira, o mercado mostrou-se indeciso quando aos dados da maior economia do planeta. O ritmo de contratações diminuiu em julho naquele país, mas a taxa de desemprego recuou para o menor nível em quatro anos.

Após reunião na quarta-feira (31), o Fed informou que a economia dos Estados Unidos ainda precisa de suporte, o que foi interpretado como sinal que não haveria uma retirada imediata do apoio aos EUA. Para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a volatilidade da moeda norte-americana prosseguirá até o Banco Central do país efetivamente promover a desativação dos estímulos.

Dólar fecha acima de R$ 2,30 pela primeira vez desde 2009

01/08/2013
O dólar fechou acima de R$ 2,30 pela primeira vez em mais de quatro anos. A cotação não era ultrapassada desde 31 de março de 2009, quando a moeda norte-americana atingiu R$ 2,319. Hoje (1°) o dólar encerrou o dia cotado a R$ 2,302, com alta de 0,85% em relação ao valor desta quarta-feira.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta instabilidade por causa da perspectiva de o Federal Reserve (Fed, banco central americano) reduzir os estímulos monetários para a economia norte-americana. Após reunião ontem (31), o Fed informou que a economia dos Estados Unidos ainda precisa de suporte, sinalizando que não haveria uma retirada imediata do apoio. No entanto, dados positivos sobre a indústria norte-americana voltaram a assustar os investidores quanto ao fim do auxílio hoje.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou o comportamento do câmbio nesta quinta-feira. Na avaliação do ministro, a volatilidade continuará até que o Fed comece efetivamente a desativar dos estímulos. “O câmbio tem sido volátil por causa do anúncio do Fed de que vai mudar a política. Quando há notícia boa nos Estados Unidos, o mercado deduz que o banco vai acelerar a retirada dos estímulos monetários. Isso já dura mais de um mês e nós agimos para reduzir essa volatilidade”, disse. Para conter a alta da moeda americana, na manhã de ontem o Banco Central (BC) fez três leilões equivalentes à venda de dólares no mercado futuro, o swap cambial.

Dólar cai após decisão do Fed de manter estímulos à economia dos Estados Unidos

31/07/2013
O dólar caiu após o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) decidir que manterá o ritmo de sua política de estímulos monetários à economia dos Estados Unidos. A moeda norte-americana, que chegou a ultrapassar a barreira dos R$ 2,30 de manhã, encerrou o dia cotada a R$ 2,2824 na venda.

Houve leve alta de 0,08% em relação a ontem (30) e mais uma vez o patamar superou o recorde de R$ 2,2810 registrado em 1° de abril de 2009.  Para conter a alta da moeda pela manhã, o Banco Central (BC) fez três leilões equivalentes à venda de dólares no mercado futuro, swap cambial.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrentou turbulências por causa da perspectiva de que o Fed reduzisse os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Após reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed, o banco informou que a economia norte-americana continua em recuperação e precisa de suporte, não sinalizando a retirada dos estímulos para breve. A expectativa é que, como o anúncio, o câmbio se estabilize.