Os 11 policiais militares (PMs) acusados de envolvimento no assassinato da juíza Patrícia Acioli vão enfrentar o júri popular. O juiz Peterson Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói, responsável pelo caso reafirmou a decisão ontem (7). Os policiais militares na época do crime estavam lotados no Batalhão de São Gonçalo.
Os recursos da defesa dos policiais, que tentava evitar o julgamento dos militares pelo Tribunal do Júri.Não foi acatado pelo juiz Peterson Barroso Simão “O caminho jurídico decorreu do convencimento do juiz quanto à materialidade dos fatos e da existência de indícios de autoria, coautoria e participação dos denunciados no evento. Mantenho hígida [saudável] em todos os seus termos a decisão de pronúncia”, destacou o magistrado no despacho publicado na página do Tribunal de Justiça do Rio de Janeirona internet.
O magistrado também negou a transferência dos acusados para outras cadeias, conforme pretendia a defesa, alegando problemas de saúde. “No momento, não autorizo transferência de preso para outras unidades. Supostas enfermidades devem ser examinadas pela direção da unidade prisional”.
A juíza Patrícia Acioli foi morta com 21 tiros no dia 11 de agosto de 2011, em uma emboscada na frente da casa dela em um bairro da região oceânica de Niterói.Os acusados serão julgados por homicídio qualificado e formação de quadrilha.