Policiais civis cumprem, na manhã desta terça-feira (28/05), quatro mandados de prisão contra envolvidos na morte do empresário Itamar da Silva Junior, de 36 anos, sequestrado em janeiro deste ano, em Itaboraí, na Região Metropolitana.Três pessoas já foram presas ,entre os presos estão dois policias militares,o sargento da PM Pedro Rosa Oliveira, lotado na 34º BPM (Magé), o sargento da PM Alex Teles Leão, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Borel.
A ação realizada por 20 agentes da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, também capturou uma terceira pessoa suspeita do crime.
Foram apreendidos, até o momento, três armas, vários aparelhos de celulares e documentos. Segundo informações da polícia, a ação visa cumprir quatro mandados de prisão e seis de busca e apreensão contra os envolvidos na morte do empresário.
Em janeiro deste ano, Itamar foi sequestrado em Itaboraí após uma semana de desaparecimento, o corpo de Itamar foi achado carbonizado dentro de um carro em Ipiíba, São Gonçalo. Um exame de DNA constatou que era do empresário, mas antes parentes reconheceram por causa de uma placa de metal que ele tinha na coluna. Itamar era proprietário de imóveis e sócio da casa de shows Papagoiaba, no bairro do Gragoatá, em Niterói.
Empresário foi sequestrado pelos criminosos quando recebia aluguel
O crime aconteceu quando Itamar, que é dono de imóveis no centro de Itaboraí, esteve na Avenida Prefeito Silva Costa, para receber R$ 3.200 referentes ao pagamento de aluguel de um inquilino identificado como Bruno.
Dentro do estabelecimento, que funciona como pensão, a vítima conversava com o rapaz, quando dois homens entraram no local vestidos com uniforme de uma operadora telefônica. O terceiro ficou do lado de fora dando cobertura. Eles anunciaram um assalto e renderam Bruno, que teve o dinheiro roubado. Itamar foi algemado e conduzido para o carro, que estava na frente do prédio.Na época, imagens de câmeras de estabelecimentos da região mostraram o momento em que ele foi abordado pelos criminosos. A polícia ainda não sabe os motivos do crime.

Alex Teles Leão, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora do Morro do Borel