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Polícia Civil identificou criminoso que atirou em cantor gospel

O suspeito de ter disparado contra o cantor gospel e motorista de aplicativo Elyon Sosthenes Nascimento de Souza, de 28 anos,foi identificado na madrugada do dia 8 de julho, poucas horas depois do ataque a Elyon Sosthenes , que retornava do trabalho como motorista de aplicativo, para casa, no distrito de Imbariê, Duque de Caxias. Mas, a polícia manteve o nome de Natalício Santos Sardinha, conhecido como Bola, de 37 anos, em sigilo porque tentava prendê-lo.
Natalício totaliza sete anotações criminais: quatro por roubo majorado, uma por latrocínio consumado e duas por tráfico e associação para o tráfico de drogas. Em seu desfavor, há um mandado de prisão preventiva, sendo que o Delegado Titular da 62ª DP, Tullio Pelosi, já representou por sua prisão pelo crime contra o cantor gospel.
A 62ª DP pede que qualquer informação que possa ajudar na localização e captura de Natalício Santos Sardinha, o Bola, seja enviada através do WhatsApp da delegacia (21) 97435-7577 ou pelo Disque Denúncia – 2253-1177. O anonimato e o sigilo é garantido.
O Portal dos Procurados divulgou cartaz de Natalício nesta quarta-feira. É oferecida uma recompensa de R$ 1 Mil reais por sua localização e prisão.
O cantor gospel Elyon Sosthenes está internado em estado grave no Hospital Adão Pereira Nunes (Saracuruna), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Na hora do crime que vitimou Elyon Sosthenes Nascimento de Souza,o corria um baile funk na Comunidade Parada Angélica e homens circulavam o entorno do local fazendo “segurança” contra a polícia. Como o veículo da vítima era da marca e modelo utilizado como viatura descaracterizada, uma das linhas de investigação é a de que Elyon tenha sido confundido com um policial.
Na hora em que foi abordado por criminosos,  Elyon Sosthenes , estava em contato com a esposa por telefone. Quando percebeu que estava sendo seguido, ele a avisou que seria assaltado. O celular ficou ligado e a companheira escutou os criminosos lhe perguntarem repetidamente: “Você é polícia? Qual seu nome? Onde está seu celular?”.
A informação foi obtida pela 62ªDP (Imbariê), que investiga o caso.