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Prefeitura do Rio tenta diminuir reprovação no terceiro ano

Até o dia 22 de setembro, professores da rede municipal de educação do Rio participam da Semana de Alfabetização, com palestras e relato de experiências sobre o tema, na Escola de Formação do Professor Paulo Freire. De acordo com a subsecretária de educação Nazareth Vasconcelos, o Rio já está colocando em prática um projeto piloto de acompanhamento sistemático de crianças do terceiro ano, o primeiro no qual há reprovação, para entender as condições que levam os alunos a ter dificuldades no processo de aprendizagem.

Segundo ela, cerca de 12 mil crianças estão na iminência de serem reprovadas neste ano no terceiro ano e o projeto pretende reverter esse número envolvendo diversos profissionais, entre eles os do Programa Saúde na Escola.

De acordo com a subsecretária, a taxa de reprovação no terceiro ano é de 20%. E a meta é que as crianças já saiam do segundo ano, com média de idade de 7 anos, sabendo ler e escrever. O Plano Nacional de Educação, o PNE, com vigência até 2024, estabelece na meta 5 a alfabetização de todas as crianças no máximo até o terceiro ano do ensino fundamental.

Para o cumprimento da lei, foi elaborado um compromisso formal, o Pacto Nacional pela Alfabetização da Idade Certa, assinado pelos governos municipais, estaduais e nacional e que aponta que até os 8 anos, ou ao final do terceiro ano do ensino fundamental as crianças estejam alfabetizadas.