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Divulgada identificação de vítimas da explosão no Rio

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Pelo menos cinco pessoas morreram e outras nove ficaram feridas na explosão de um prédio em um conjunto habitacional em Fazenda Botafogo, no Subúrbio do Rio, na madrugada desta terça-feira (5). O acidente aconteceu na Rua Omar Fontoura, perto da Rua Pedro Jório. De acordo com a Defesa Civil, a explosão pode ter sido provocada pelo vazamento de uma tubulação da Companhia Estadual de Gás (CEG).

Bombeiros do quartel de Irajá atuam no local, com apoio de ambulâncias dos quartéis de Campinho, Parada de Lucas, Guadalupe e Ricardo de Albuquerque. Segundo informações dos agentes, a explosão teria ocorrido no primeiro andar de um prédio do conjunto habitacional.

O Corpo de Bombeiros divulgou a identificação das vítimas da explosão,três mortos tiveram sua identificação divulgada: José S., de 85 anos, Rosane A. Oliveira, de 55 anos, e Francisco G. Oliveira, de 55 anos. Os outros dois mortos são uma mulher adulta não identificada e uma adolescente de 13 anos.

Os bombeiros também corrigiram o número de feridos na explosão. Foram nove pessoas, em vez das 13 divulgadas anteriormente pelo próprio Corpo de Bombeiros.

Dos nove feridos, três foram encaminhados para o Hospital Carlos Chagas (Fernando C., de 56 anos, José J. Santos, de 69 anos, e Ednei S. Silva, de 41 anos), dois para o Albert Schweitzer (Luiz P. Silva, de 72 anos e Alzemira C. Silva, de 58 anos) e duas para o Getúlio Vargas (Paulo R. Pereira, de 35 anos, e Jociara S. Nicácio, de 33 anos).

Duas pessoas foram atendidas no próprio local e liberadas em seguida: Renata C. Lima, de 34 anos, e Lenira M. Costa, de 79 anos, que, segundo os bombeiros, recusou remoção para um hospital.

Segundo a Defesa Civil Municipal, o acidente foi causado por um vazamento na tubulação de gás da Ceg, a concessionária fornecedora de gás canalizado do Rio de Janeiro. Por meio de nota, a empresa informou que está com equipes no local, trabalhando em conjunto com os bombeiros e a Defesa Civil.

“O fornecimento de gás foi interrompido por medidas de segurança e, no momento, as causas do acidente estão sendo investigadas. Qualquer informação, por hora, é prematura. A Ceg está à disposição de seus clientes por meio de sua Central de Emergência que funciona 24 horas, todos os dias da semana, pelo 08000-240197”, diz a nota.

Segundo a Defesa Civil, apesar dos danos, o prédio não corre o risco de desabamento. “Todo o piso do primeiro pavimento acabou afundando, porque são módulos preenchidos por painéis, paredes e lajes e que, no primeiro pavimento de algumas unidades, veio a se romper e afundar. O afastamento de algumas colunas não está caracterizando, nesse momento, um risco para o prédio desabar, então essa possibilidade nós já descartamos”, afirmou Motta.

 

 

(Fonte Agência Brasil)