O deputado estadual Flávio Bolsonaro, do PP, mostrou seu descontentamento com o financiamento de cerimônias de casamentos homoafetivos coletivos organizadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos. O maior alvo do parlamentar foi a celebração para até três mil convidados e 192 casais realizada em 6 de dezembro por R$ 228.483,00, em um clube na Tijuca.
Bolsonaro alegou que o pedido de informações à pasta foi feito com base em denúncias de superfaturamento de preço. A resposta foi enviada pelo subsecretário Executivo, Cássio Barreiros, com os pedidos solicitados para o evento pelo Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da secretaria, Cláudio Nascimento Silva, como coquetel. “Não há transparência na prestação de contas. O pagamento de item por item não foi discriminado. São defensores dos Direitos Humanos, mas exigem seis recepcionistas afrodescendentes”, criticou Bolsonaro.