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Ministro dos Transportes é réu em processo por concessão indevida de reajustes em contrato

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O novo ministro de Transportes, Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), é réu em um processo ajuizado pelo Estado de São Paulo, que pede indenização por uma suposta concessão de reajustes contratuais indevidos a empresas durante sua gestão como diretor-presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).O contrato é referente a operação e manutenção de 46 trólebus, com um consórcio de três empresas. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, o Tribunal de Contas do Estado apontou as irregularidades e considerou os reajustes injustificáveis. Ao todo, forma dez aditivos entre 1993 e 1996, que aumentaram o valor de um contrato com empresas de transporte em 74%, o que foi considerado pelo TCE como “exorbitante”. Desses aditivos, cinco foram assinados por Rodrigues. A ação judicial, iniciada em 2007 pela EMTU, cobra o prejuízo R$ 9,2 milhões dos sete réus do processo, valor que, atualizado, chega a cerca de R$ 17 milhões.