O secretário estadual de Saúde, Felipe Peixoto, afirmou, nesta quinta-feira (08/01), que a Central Única de Regulação deve começar a funcionar em seis meses. A ideia é que o paciente procure uma unidade básica de saúde municipal e os profissionais o encaminhem para hospitais especializados, sendo eles do Estado ou da União. Com isso, haverá a ampliação não só do acesso aos leitos de UTI, mas também às consultas ambulatoriais e tratamentos específicos, como oncológico ou ortopédico.
No primeiro momento, as três esferas federativas vão realizar reuniões para traçar o perfil de cada hospital e definir quais atenderão cada especialidade. Dois dos três Postos de Atendimento Médico (PAM), que fazem parte da rede estadual de saúde, além do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSAD) serão municipalizados. Um grupo de trabalho vai estudar a possibilidade de unificar também a compra de medicamentos e equipamentos.
A proposta, que foi discutida na última quarta-feira (07/01) durante reunião em Brasília entre o governador Luiz Fernando Pezão, o Ministro da Saúde Arthur Chioro, o prefeito Eduardo Paes, além dos secretários estadual e municipal de saúde, é de incluir os institutos, hospitais filantrópicos e a rede privada, contratada pelo SUS, na rede unificada.