Nos cinco primeiros dias de Copa do Mundo, 15 estrangeiros já foram deportados. De acordo com informações da Polícia Federal, nove argentinos, dois americanos, dois angolanos e dois nigerianos estavam de forma irregular no país e voltaram aos seus países de origem. Os argentinos, conhecidos como “barra bravas”, foram condenados ou estão sob investigação policial por atos de violência em estádios. A lista de torcedores que se enquadram neste perfil chega a 2.200 destes, segundo a polícia argentina. Ao todo, sete barras bravas que tentavam vir para o Brasil pela cidade de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, enquanto apenas dois foram encontrados no Rio de Janeiro e São Paulo. Um americado também foi deportado por ter seu nome envolvido no crime de pedofilia, enquanto seu conterrâneo foi mandado embora do país por não possuir visto.