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Secretário-geral da Fifa diz que,turistas vão encontrar “um país incrível”

A um mês da abertura da Copa do Mundo, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, diminuiu o tom de críticas e elogiou o Brasil, em entrevista ao site da entidade, nesta segunda-feira, dia 12 de maio. “Eles (os visitantes) podem esperar um grande torneio. É nisso que estamos trabalhando. E eles podem esperar encontrar o Brasil, um país incrível”, disse.  Ele destacou que os problemas de segurança acontecem no mundo inteiro.   “Se, em alguma cidade, disserem que você não deve andar por certos lugares, é o que você deveria fazer. Existem áreas e partes da cidade às quais você não irá”, aconselhou. Ele argumentou que todo o esquema de segurança dentro dos estádios e nas Fan Fests está organizado.

A respeito dos jogos da Copa, o secretário-geral da Fifa lembrou que, a partir do dia 21 de maio, começará o período de uso exclusivo dos estádios e que há trabalho do lado de fora das arenas. “ Faremos nossa lição de casa, instalando todos os sistemas nos estádios. Isso também é uma parte importante da estrutura de uma Copa do Mundo”, considerou. Valcke contextualizou que, desde o início, a Copa receberá jogos de peso.  “ Primeiro, o jogo de abertura entre Brasil e Croácia. No dia seguinte, Espanha x Holanda, que foi a final de 2010, e no outro dia Inglaterra x Itália, com seleções de alto nível. Não podemos falhar nesses cinco primeiros dias”.

Legado – Na entrevista, o secretário-geral da Fifa ressaltou que o legado não poderá ser mensurado imediatamente.  São precisos alguns anos para ver qual é o legado, e existem tipos diferentes. O primeiro deles é a infraestrutura para o futebol.”. Para ele, a Copa deixa arena com nível “fantástico” de infraestrutura. Ele defendeu o que o evento deixa para as cidades. “Haverá outro nível de mobilidade urbana, hospedagem e malha viária. Na África do Sul, as vidas dos moradores de algumas cidades mudaram porque elas investiram muito dinheiro para mudar suas estruturas.

Manifestações – Valcke criticou as manifestações prometidas para a Copa e que ocorreram em junho do ano paassado. “É fácil criticar a FIFA, é fácil usar a Copa das Confederações ou a Copa do Mundo para organizar manifestações. Se um país se candidata à Copa do Mundo, é com a ideia de se desenvolver; a ideia não é destruí-lo”.

 

(EBC)