O rendimento médio real dos trabalhadores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro chegou a R$ 2.186,90 em fevereiro, o mais alto entre os seis estados pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na comparação com o mesmo período de 2013, a renda no Rio teve alta de 6%, o dobro do aumento de 3,1% apurado na média do país. Em relação ao mês de janeiro deste ano, o índice subiu 0,5%.
Em fevereiro, tiveram aumento os trabalhadores da Construção (9,9%), Comércio (6,4%), Educação, Saúde e Administração Pública (0,8%). Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, o setor que mais se destacou foi o Comércio. Nos últimos 12 meses, o rendimento médio real no segmento cresceu 21,3% e chegou a R$ 1.816,20. Com exceção da Indústria, os trabalhadores de todos os grupamentos de atividade aumentaram o rendimento neste período.
De acordo com o secretário de Trabalho e Renda, Sérgio Romay, a Região Metropolitana do Rio tem se beneficiado com o aquecimento do comércio e das obras de infraestrutura.
– São dois setores que movimentam a economia fluminense. A política de geração de emprego e renda do Governo do Estado estimula novas contratações e o aumento da renda dos trabalhadores – afirmou o secretário.
Segunda menor taxa de desemprego do país
A taxa de desemprego no Rio permanece como a segunda menor do Brasil, chegando a 3,9% em fevereiro de 2014, ante 4,6% no mesmo período do ano passado. A menor taxa foi registrada em Porto Alegre (3,3%). Na média das seis regiões, a taxa apurada em fevereiro foi de 5,1%. A Região Metropolitana fluminense tem hoje 10.630 mil pessoas em idade ativa. Essa população cresceu 0,6% na comparação mensal e 1,8% frente a fevereiro de 2013.
Comparação do rendimento médio real por região:
Média nacional: R$ 2.015,60
Rio de Janeiro: R$ 2.186,90
Recife: R$ 1.484,00
Salvador: R$ 1.555,70
Belo Horizonte: R$ 1.959,30
São Paulo: R$ 2.115,90
Porto Alegre: R$ 1.969,40