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Mulheres são avaliadas no app ‘Clube do Bolinha’

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Os homens que se decepcionaram com a revelação de que o “Tubby” era, segundo disseram seus criadores, só uma brincadeira, agora têm uma verdadeira alternativa ao “Lulu”, app em que mulheres avaliam homens. Desenvolvedores de São Paulo lançaram nesta segunda-feira (9) o “Clube do Bolinha”, que dá aos rapazes a chance de analisar o desempenho delas. O app foi lançado para aparelhos que rodam Android (veja aqui) e deve chegar até o fim da semana para iPhones e outros dispositivos que rodam iOS, da Apple. Segundo   um dos criadores do “Clube do Bolinha”, o aplicativo já foi baixado mais 2 mil vezes. Nos moldes do “Lulu”, o aplicativo fixa perguntas como, por exemplo, “Na cama, ela merece diploma do sexo?” A partir das respostas, o sistema gera uma nota. A novidade é que os perfis das moças são abertos e podem ser vistos por elas e por suas amigas –no “Lulu”, as contas dos homens são restritos à ala feminina.

Também há a coleta de informações doFacebook e a possibilidade de retirar o perfil do aplicativo. Diferentemente do que prometia o “Tubby”, antes de se revelar uma farsa, o “Clube do Bolinha” pretende ser menos ofensivo. “Na verdade, a gente tem outro raciocínio. A gente não tem nenhum conteúdo agressivo. Não é nossa intenção denegrir a imagem da mulher. No meu ponto de vista, eu acho até que até o ‘Lulu’ é um pouco sensível”, disse.

O app traz hashtags como #MariaGasolina, #Patricinha, #SóFazMiojo, #RainhaDaPista e #AgregaValorAoCamarote. Segundo um dos criadores, a hashtag #TopCapaDeRevista, é uma das mais usadas. “Já foi usada em mais de cem páginas.”

O fato de tentarem que as hashtags sejam mais amenas faz parte da estratégia de atrair também as mulheres. Por isso também os tópicos são avaliados com estrelas, não com notas, como ocorre no “Lulu”. Apenas a média geral é exposta numericamente. As moças tem avaliados seu humor, aparência, responsabilidade e, claro, seu desempenho na cama.

Segundo um dos criadores , apesar de não ter o objetivo de ser uma vingança, o “Clube do Bolinho” surgiu por causa do “Lulu”. Os jovens começaram a desenvolver o app no dia em que a presidente-executiva da empresa que criou o aplicativo para mulheres esteve no Brasil. “Quando ela falou que não ia fazer um aplicativo pra homens avaliarem as mulheres, a gente fez. Lógico”, disse.

“Não é pegadinha, não é ‘trolagem’, igual ao ‘Tubby’. Enquanto eles estavam ‘trolando’, a gente estava ralando”, completa. Ele conta que o desenvolvimento do app durou sete dias e algumas noites sem dormir.